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O jornal '24 Horas' apresenta, a partir de segunda-feira, alterações editoriais, passando a apostar em noticiário sobre o cidadão, opinião e ângulos diferenciados para as histórias do dia. Assumindo-se como "o jornal do cidadão", o diário pretende passa a abrir o noticiário com duas páginas de informação exclusiva "da grande história do dia à pequena informação".
De acordo com declarações à agência Lusa do director do jornal, Pedro Tadeu, a reformulação do jornal visa "inverter a descida de vendas (registada) no último ano" e "promover uma maior proximidade aos interesses do cidadão", além de querer "ter um noticiário mais rico".
Segundo referiu este responsável, a mudança passa por um reforço nas áreas de crime e justiça, televisão e famosos e finanças pessoais. "Vamos fazer um reforço de jornalistas (em áreas como) o crime/justiça, não só porque fomos perdendo quem fazia esses temas para outras publicações como porque o interesse por estas matérias é cada vez maior".
O reforço passará também pela área de televisão e famosos, "que já foi uma bandeira do '24 Horas'" e que actualmente "é preciso repensar", acrescentou. A terceira aposta será "em matérias de consumo e Fisco e em tudo o que mexa com o bolso das pessoas", até para que o diário seja "mais divertido mas também mais útil", sustentou o director.
O '24 Horas' perdeu, no ano passado, 15% dos compradores que tinha em 2005, segundo dados divulgados em Março pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens e Circulação (APCT).
fonte: jn
De acordo com declarações à agência Lusa do director do jornal, Pedro Tadeu, a reformulação do jornal visa "inverter a descida de vendas (registada) no último ano" e "promover uma maior proximidade aos interesses do cidadão", além de querer "ter um noticiário mais rico".
Segundo referiu este responsável, a mudança passa por um reforço nas áreas de crime e justiça, televisão e famosos e finanças pessoais. "Vamos fazer um reforço de jornalistas (em áreas como) o crime/justiça, não só porque fomos perdendo quem fazia esses temas para outras publicações como porque o interesse por estas matérias é cada vez maior".
O reforço passará também pela área de televisão e famosos, "que já foi uma bandeira do '24 Horas'" e que actualmente "é preciso repensar", acrescentou. A terceira aposta será "em matérias de consumo e Fisco e em tudo o que mexa com o bolso das pessoas", até para que o diário seja "mais divertido mas também mais útil", sustentou o director.
O '24 Horas' perdeu, no ano passado, 15% dos compradores que tinha em 2005, segundo dados divulgados em Março pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens e Circulação (APCT).
fonte: jn