Tópico dos carros eléctricos

Como é que alguém verdadeiramente carenciado vai ter 7000 euros para comprar esse carro?
Ninguém verdadeiramente carenciado vai comprar um elétrico!

Tarifa social de energia. Um dos critérios é receber Prestações de desemprego, não interessa o valor ou quanto o cônjuge ganha.
Ora, só nesta situação devem existir os 20000 candidatos ao carro.

Quem vai comprar não serão certamente desgraçados....
 
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Sair de P sim, marcha atrás depois de já teres iniciado a marcha não.

Como é que consegues meter a marcha atrás em andamento??? 🤔😅
Parece que vai poder ser usado na compra de usados até 5 anos.

Haja bom senso, finalmente, mas defendia até 2/3 anos de máximo. Muitos vão andar com esse carro de quase 5 anos até avariar a bateria e encostar ou vender para peças ou quase dado.

Para darem 5 ou 7 mil vai ser preciso um crédito, daqueles a 100€ mensais. Se não o puderem vender durante 5 anos já terá sempre uns 7/8/10 anos e é ver até quando aguentam com manutenção mínima.

Ah, para terem tarifa social de luz não precisam de estar desempregados, já o disse anteriormente. Há pessoas que ganham mais de 1500€ limpos e o outro conjuge trabalha a recibos verdes e não tem o salário mínimo nacional por mês e já têm direito.
 
Ah, para terem tarifa social de luz não precisam de estar desempregados, já o disse anteriormente. Há pessoas que ganham mais de 1500€ limpos e o outro conjuge trabalha a recibos verdes e não tem o salário mínimo nacional por mês e já têm direito.
Não precisam estar desempregados, mas os outros critérios são de pobreza. Quando se fala em desempregados é para se perceber que há muita gente com dinheiro para comprar estes carros, porque, um desempregado pode receber o máximo de subsidio, o cônjuge pode receber 10000€/mês e mesmo assim tem direito à tarifa social de energia, logo, direito ao apoio de 80%.

Pessoas que ganham 1500€ liquido e o cônjuge não declara rendimento não tem direito. É matemática. Para este agregado ter direito teria de ter 3 filhos abaixo dos 13 anos.
 
Como é que consegues meter a marcha atrás em andamento??? 🤔😅

Haja bom senso, finalmente, mas defendia até 2/3 anos de máximo. Muitos vão andar com esse carro de quase 5 anos até avariar a bateria e encostar ou vender para peças ou quase dado.

Para darem 5 ou 7 mil vai ser preciso um crédito, daqueles a 100€ mensais. Se não o puderem vender durante 5 anos já terá sempre uns 7/8/10 anos e é ver até quando aguentam com manutenção mínima.

Ah, para terem tarifa social de luz não precisam de estar desempregados, já o disse anteriormente. Há pessoas que ganham mais de 1500€ limpos e o outro conjuge trabalha a recibos verdes e não tem o salário mínimo nacional por mês e já têm direito.

Tirado do site da DECO.

Se não beneficiar de qualquer destas prestações sociais, o consumidor pode, ainda assim, ser elegível para tarifa social de eletricidade se integrar um agregado familiar cujo rendimento anual máximo do domicílio fiscal seja igual ou inferior a 6272,64 euros por ano. Este valor é acrescido em 50% por cada elemento do agregado familiar sem qualquer rendimento (até ao máximo de dez, incluindo o próprio). Além disso, o acesso a esta tarifa está limitado a quem tenha uma potência contratada de até 6,9 kVA, no caso da eletricidade.

Alguém que ganha 1500 limpos tem 21000 euros limpos por ano.
Precisa de ter filhos para uma equipa de futebol para ter direito.
 
A pergunta que se põe é: Porque é que a população ativa vai pagar um carro elétrico a quem não trabalha?
A pergunta que se deve colocar é:

"Deve um País pobre como Portugal andar a subsidiar a compra de automóveis?"

Custa-me imenso ver estes milhões todos a ser queimados em carros, quando há uma falta gritante de lares de idosos e de médicos nos centros de saúde e hospitais.
 
Pessoas que ganham 1500€ liquido e o cônjuge não declara rendimento não tem direito. É matemática. Para este agregado ter direito teria de ter 3 filhos abaixo dos 13 anos.

Eu falei em o cônjuge ganhar, descontar, não falei em desempregado. Isso é mais gritante. Mas o agregado tem direito, eu já disse e não preciso de mentir. Aliás, um deles até ganha mais de 1500€, de certeza, o outro é a recibos verdes.
 
Tirado do site da DECO.

Se não beneficiar de qualquer destas prestações sociais, o consumidor pode, ainda assim, ser elegível para tarifa social de eletricidade se integrar um agregado familiar cujo rendimento anual máximo do domicílio fiscal seja igual ou inferior a 6272,64 euros por ano. Este valor é acrescido em 50% por cada elemento do agregado familiar sem qualquer rendimento (até ao máximo de dez, incluindo o próprio). Além disso, o acesso a esta tarifa está limitado a quem tenha uma potência contratada de até 6,9 kVA, no caso da eletricidade.

Alguém que ganha 1500 limpos tem 21000 euros limpos por ano.
Precisa de ter filhos para uma equipa de futebol para ter direito.

São mais de 21 mil por ano, que fiz as contas. Tem 2 filhos e um deles trabalha a recibos verdes há muitos anos, pagando à SS todos os meses, acho. Se é correto? Não. Se tem direito e aproveita? Sim...
 
Eu falei em o cônjuge ganhar, descontar, não falei em desempregado. Isso é mais gritante. Mas o agregado tem direito, eu já disse e não preciso de mentir. Aliás, um deles até ganha mais de 1500€, de certeza, o outro é a recibos verdes.

Ó @caditonuno não sou eu que me apetece dizer que não, tu vai fazer a simulação e percebes que não têm direito a este apoio. Portanto, as coisas não são como te contaram mentiram-te.

Podes conferir a simulação aqui: 1500€ líquidos será +- 25200€ brutos para 2 adultos (1 deles ganha zero).

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Há pessoas que ganham mais de 1500€ limpos e o outro conjuge trabalha a recibos verdes e não tem o salário mínimo nacional por mês e já têm direito.
São mais de 21 mil por ano, que fiz as contas. Tem 2 filhos e um deles trabalha a recibos verdes há muitos anos, pagando à SS todos os meses, acho. Se é correto? Não. Se tem direito e aproveita? Sim...

Andas a mudar o tipo de família!!

Afinal como é composto o agregado? E quem e que trabalha a recibos verdes, a esposa ou o filho? E o outro filho tem que idade?
 
interessante perceber como os mercados/apoios influenciam


...
Do outro lado do Canal da Mancha, Chery está liderando a corrida.

O caso britânico é o mais espetacular. A Chery, com suas marcas Jaecoo e Omoda, sozinha detém 7,2% do mercado, à frente da Geely (4,7%), da SAIC (4,5%) e da BYD (3,9%).
Em setembro, as marcas chinesas chegaram a representar 23% dos registros no Reino Unido, segundo dados da SMMT divulgados pela Auto Infos. O Jaecoo 7 foi o carro mais vendido do mês no Reino Unido, com 10.813 unidades comercializadas, à frente do Tesla Model 3 e do Ford Puma. Testamos este SUV híbrido na primavera.
A explicação mais frequentemente citada é o Brexit. O Reino Unido não faz mais parte da União Europeia e, portanto, não aplica os direitos compensatórios impostos por Bruxelas desde 2024 aos carros elétricos produzidos na China. A Chery está investindo de acordo: um centro de pesquisa no local de testes de Millbrook e um memorando de entendimento com a Nissan para uma possível produção em Sunderland.

Por que a França está se saindo melhor?

As taxas alfandegárias europeias também se aplicam na Itália e na Espanha, onde ultrapassam os 13%. Além disso, essas taxas incidem apenas sobre veículos elétricos, não sobre híbridos. Portanto, elas, por si só, não explicam a diferença nos preços franceses.
O primeiro obstáculo é específico da França: os subsídios. O incentivo dos certificados de economia de energia e do leasing social é reservado para carros elétricos que atingem pelo menos 60 pontos no índice ecológico. No entanto, essa pontuação leva em consideração a pegada de carbono da produção e do transporte, o que, na prática, exclui a maioria dos modelos fabricados na China. O programa de leasing social de 2026 vai além, com subsídios limitados a € 9.000, em comparação com € 6.500 para carros produzidos, incluindo a bateria, dentro do Espaço Econômico Europeu.
O efeito é evidente nas vendas da BYD. A fabricante mais que dobrou seus emplacamentos na França em nove meses (22.667, +157%), mas a participação de veículos elétricos em suas vendas caiu de 64% para 35%, segundo a FIEV (Federação Francesa das Indústrias de Veículos Elétricos). O crescimento agora é impulsionado pelos híbridos plug-in, a começar pelo Seal U, o PHEV líder no mercado francês em nove meses (6.259 unidades).
 
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