Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

Eu acho que as caixas auto fazem pequenos milagres na desenvoltura do carro.

O X1 U11 tem 136cv a gasolina, acho-o super agradável tanto em arranque como recuperações, isto porque tem apenas 136cv, se tivesse 200 já diria que era perfeitamente normal.

Também posso fazer o mesmo com caixa manual mas a rapidez não é a mesma.

Mas um motor 2l CR terá sempre outra suavidade independentemente da potência.

Lembro-me de andar a medir pilinhas com o meu 1.9 tdi vs o 2.0 tdi (vp vs pd), e o meu até tinha a mesma potência ( repro) e andava mais, mas o 2.0 era muito mais suave e agradável.
As cx auto têm tendência para aproveitar os elevados binários a baixas rpms e por os carros a andar em mudanças altas. No entanto são rápidas a polos na mudança certa quando é necessário acelerar com convicção.

É neste último ponto que os condutores de cx manuais perdem
 
Tinham a mesma potencia de pico, mas a entrega de pontecia é completamente diferente, um 318d tem muito mais potencia a baixas rotações.


Mas lá está, eu tinha um vizinho que tinha um 325tds e aquilo nos anos 90 era uma bomba.



Ver anexo 14731222

Muito interessante. Qual é a fonte dessa informação ?

A importância do binário desde baixas é que se traduz em mais cv desde baixas.

91 cv às 2.000 rpms é muito bom. Quanto tinha um Honda 1.6 VTI ?
 
Muito interessante. Qual é a fonte dessa informação ?

A importância do binário desde baixas é que se traduz em mais cv desde baixas.

91 cv às 2.000 rpms é muito bom. Quanto tinha um Honda 1.6 VTI ?
Claro.
Potência é binário x rpms.
Tens depois de ter em consideração a caixa de velocidades / diferencial.
Um Civic 1.6 VTI é muito mais rotativo que um diesel, logo tem relações muito mais curtas.
 
Honda-Civic-1.6-VTI-Dyno-4521.png

Encontrei esta imagem.
Tinha às 2000 pouco mais de 120nm.
O que não é nada mau para 1.6 litros. São cerca de 80% do valor máximo.

Se forem +- 125nm às 2000 rpms dá 35.6 cv.
 
Muito interessante. Qual é a fonte dessa informação ?

A importância do binário desde baixas é que se traduz em mais cv desde baixas.

91 cv às 2.000 rpms é muito bom. Quanto tinha um Honda 1.6 VTI ?


Cerca de 30cv para o VTI.

Diria que é mais a potencia em baixas, o binario que interessa depois é o binario na roda, e antes de lá chegar passa pela caixa de velocidades, o VTI tem uma caixa mais curta que o BMW, e por isso apesar do BMW ter mais força a diferença não é tão grande quanto a diferença no binario do motor.

Como exemplo eu tive um escort 1.6 e depois tive um megane 1.5 dci, o escort tinha 20cv ás 1500 rpm e o dci tinha 40cv ás 1500 rpm, mas em segunda velocidade o escort conseguia sair bem as 1500 rpm e o megane não.
 

Cerca de 30cv para o VTI.

Diria que é mais a potencia em baixas, o binario que interessa depois é o binario na roda, e antes de lá chegar passa pela caixa de velocidades, o VTI tem uma caixa mais curta que o BMW, e por isso apesar do BMW ter mais força a diferença não é tão grande quanto a diferença no binario do motor.

Como exemplo eu tive um escort 1.6 e depois tive um megane 1.5 dci, o escort tinha 20cv ás 1500 rpm e o dci tinha 40cv ás 1500 rpm, mas em segunda velocidade o escort conseguia sair bem as 1500 rpm e o megane não.
Porque provavelmente o Escort a 1.500 rpms em 2ª ía a uns 20 km/h e o Megane ía a uns 30 km/h, ou seja o primeiro tinha a cx mais curta.

Mas sim, acho que percebo essas diferenças
 
Porque provavelmente o Escort a 1.500 rpms em 2ª ía a uns 20 km/h e o Megane ía a uns 30 km/h, ou seja o primeiro tinha a cx mais curta.

Mas sim, acho que percebo essas diferenças
E não é só isso.
Imagino que o Escort fosse atmosférico.
A resposta ao acelerador é mais pronta.
O Megane até pode ter mais potência mas é quando o turbo já está a produzir alguma pressão. Até lá existe aquele lag típico de um motor turbo.
 
Porque provavelmente o Escort a 1.500 rpms em 2ª ía a uns 20 km/h e o Megane ía a uns 30 km/h, ou seja o primeiro tinha a cx mais curta.

Mas sim, acho que percebo essas diferenças

Sim, a caixa era mais curta, era o que estava a falar do binario na roda, sendo que a caixa era bem longa nesse carro, a velocidade maxima era atingida em 4v a 5v não conseguia dar mais porque era demasiado longa.
 
Sim, a caixa era mais curta, era o que estava a falar do binario na roda, sendo que a caixa era bem longa nesse carro, a velocidade maxima era atingida em 4v a 5v não conseguia dar mais porque era demasiado longa.
Há uns anos no México aluguei um wrangler cabrio com cx manual de 6.

Aquilo tinha um motor 4 cilindros de 2,5 litros e uma péssima aerodinâmica.

A velocidade máxima em plano e sem capota eram 140 em 4ª se metesse 5ª descia para 135 e se metesse 6ª ainda descia mais para 130 ;)
 
Diz “cumprem os mínimos” sff.

O perfeitamente bem parece-me muito relativo. Tenho 140.000km feitos num A180 de 110cv e mesmo este não se safa “perfeitamente bem”.

E isto não é subjetivo, nem válido para uns e para outros não (pareço o EscapeLivre agora), é fáctico.

Em cidade as relações de caixa não ajudam, mas mesmo em andamento absoluto, não há desenvoltura, é tudo a mastigar.

Ontem fiz a A2 quase toda, tranquilo. 140/150km/h e o carro mantém obviamente bem a velocidade. Entra alguém para a via da esquerda a menor velocidade, eu desacelero pois nesses casos pressiono zero o condutor da frente, e depois para retomar para o ritmo de viagem, a coisa não se processa, vai-se processando.

E a caixa auto, ao contrário do que se diz muitas vezes, não resolve o problema. Apenas o atenua. Eu também posso ir a 120km/h e espetar uma 4ª para andar, que é o que um caixa auto faz. Eu sei disso, até porque tenho outro carro com caixa Auto.

Mas se puder ter disponibilidade extra para pisar em 6ª e seguir viagem, melhor. Ou então, que a reduzir para 4ª seja para andar à séria.

E nada disto se coaduna com um segmento D de 116cv. Nem C. E com o peso dos carros hoje em dia, nem B.

E não é preciso ir para desportivos e eu nunca falo em 500cv. Mas há um segmento D já com 25 anos na família próxima, diesel, com 136cv e acima de 140, sente-se desenvoltura. Mesmo sem reduções malucas, a coisa é para andar para a frente e acabou.

Não cola ao banco, mas não anda a mastigar subidas de regime.
Certo por isso eu só equacionava segmentos B de 100cv pa cima, C de 140 e D de pelo menos 150 mas idealmente 180 agora isso é pra mim, mas o mercado é variado e se pra mim 150 ou 180 chegam num segmento D, pra outros só 200 ou 300, e pra outros 110 serve.

O que reportas do A é o normal para um motor que nunca foi optimizado para performance mas sim para economia, silêncio, e nessa geração do teu: fiabilidade.
 
O classe A na altura do covid era um negocio muito bom, o meu irmão comprou um em 2020 com 1 ano e 15 mil km por 27K, o 180d com caixa auto.

Acho que o motor é suficiente e a caixa casa muito bem com ele.
É, parece ter sido bom negocio, diria.

O ano passado, antes de optar pelo Ibiza, vi alguns série 1 ao mesmo preço embora com mais anos e KM, versão 116d auto, mas eram os únicos, porque os A180d estavam muito mais caros, por comparação.
 
BMW X1 25e:
1793613858224.png
1793613883606.png

Ou seja, andou 67km, grande parte em AE (Parque das Nações, A1 até VFXira e volta) e nesses 67 km perdeu 73km de autonomia em elétrico e 80 km de combustão. Achei estranho a perda de ambas as autonomias, até porque em AE teve um pico de 130, de resto sempre a 120 ou menos.
 
As autonomias, tanto eléctrica como de gasolina são estimativas e com base na condução dos últimos km.

Se ele andou esses 67 km muito mais depressa do que os km feitos anteriormente à primeira fotografia, é fácil de perceber.

875 km de autonomia num SUV com 47 litros de depósito, já evidencia consumos muito baixos e provavelmente percursos favoráveis, pelo que não é difícil numa utilização diferente mudar um bocado esses números.
 
BMW X1 25e:
Ver anexo 14731392
Ver anexo 14731393

Ou seja, andou 67km, grande parte em AE (Parque das Nações, A1 até VFXira e volta) e nesses 67 km perdeu 73km de autonomia em elétrico e 80 km de combustão. Achei estranho a perda de ambas as autonomias, até porque em AE teve um pico de 130, de resto sempre a 120 ou menos.
A autonomia que aparece junto ao nível de combustível é conjunta (ICE+EV).
 
Resumo de 5 anos e 4 meses de posse de um BMW i3 94ah.
O carro é de Nov de 2017, pelo que está com 9 anos.
Foii comprado em Jul de 2021 na altura com 42000 kms.

Fez nestes 5 anos e 4 meses, 92700 kms.
Consumiu 13271 kWh.
A média real, já com as perdas nos carregamentos foi de 14.3 kWh/100 km.

A €0.17 por kWh dá €2.43 aos 100 km.
Ignorei os carregamentos fora, assim como algumas borlas pois não chegaram a 5% do total.
 
ah bom, assim faz muito mais sentido! Já agora, gostei imenso da condução do bicho, claramente ficava com um se mo dessem, ahah - era viatura da empresa usada para irmos a um evento externo.
Gosto do disparo do motor e prefiro essa caixa auto à DSG 6 que tenho. Mas por outro lado prefiro a suavidade do 1.5 tsi (ruido/vibração) e a carroçaria do Golf.
 
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