Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Eu nessa altura que tu falas ainda era um miúdo mas a famosa rua escura, com as tias que se conheciam todas e atiravam urina das janelas são histórias com as quais cresci, contadas em primeira mão por quem viveu esse Porto.

Neste momento não é parte, quase exclusivamente o que se constrói ou reabilita na Invicta não é para os portuenses. Antes, apesar de todos os problemas, havia a possibilidade de morar na cidade, mais não fosse no antigo Aleixo, no Cerco ou Pasteleira. Ou ias para Gaia, Espinho ou Feira e em 10minutos estavas a passar a Arrábida. Agora pagas 500€ por um estúdio numa freguesia de Arouca. 🤔Essa construção para a classe operária, que é o grosso da população portuguesa, foi dizimada e o licenciamento virou-se para um segmento que apenas uma pequena parte dos portugueses e uma maior parte de estrangeiros consegue suportar.

E, sendo assim, para mim a escolha é clara. De que vale uma cidade instragram-ável se ela não serve os nativos?
Se o objectivo for tornar as cidades mais importantes do país numa espécie de parque de diversões privado para turistas há que o assumir e que se leve a sufrágio do povo.

Filhas da put4 !

Varinas dum cab**o...
 
Eles meteram lá (só na Alemanha) 13 milhões de escravos a trabalhar, alguns deles foram depois queimados nas fornalhas quando já não serviam mais para trabalhar, mas nas tuas palavras, como entrou capital exterior antes da guerra e meia duzia de engenheiros foram lá vender o seu knowhow como parte da transação e enquanto faziam a transição industrial, tu vens do alto da tua sapiência histórica dizer que a Alemanha Nazi promoveu a imigração. É difícil ler coisas mais patetas sobre a Alemanha Nazi.
Menos.
Ok, promoveu nos anos 30 a entrada de alguns especialistas estrangeiros para dinamizar a industria (agrada mais assim?)


(é que na minha terra um especialista estrangeiro é tambem um imigrante...)
 
Ok, promoveu nos anos 30 a entrada de alguns especialistas estrangeiros para dinamizar a industria (agrada mais assim?)


(é que na minha terra um especialista estrangeiro é tambem um imigrante...)

Tens de ir rever ou ver os factos históricos.
A 1ª grande guerra acabou em 1918/19, o Hitler só chega ao poder em 1933, o capital estrangeiro a que te referes já por lá andava muito antes de Hitler.
Depois da tomada de posse de Hitler, foi sempre a matar a imigração (pun intended), dizer que ele promoveu a imigração é fazer o cadáver dele rebolar de raiva no tumulo.

Podes defender o que quiseres, agora, racionaliza as tuas crenças com factos um pouco mais reais... este não podia ser mais ao contrário.
 
Tens de ir rever ou ver os factos históricos.
A 1ª grande guerra acabou em 1918/19, o Hitler só chega ao poder em 1933, o capital estrangeiro a que te referes já por lá andava muito antes de Hitler.
A Alemanha depois da 1a GM estava destruída não tinha nenhum capital estrageiro não tinha nada e foram estrageiros que a ajudaram e se reerguer.

Desta vez vou recorrer á IA (y)

A Alemanha após a Primeira Guerra Mundial (1914–1918) foi marcada pela queda da monarquia, colapso econômico, agitação social e as severas punições impostas pelos Aliados.

Principais Transformações e Acontecimentos

• Queda do Império e República de Weimar (1918):
• O Kaiser Guilherme II abdicou em novembro de 1918.
• Foi proclamada a República de Weimar, uma democracia parlamentar que nasceu sob forte instabilidade política e ameaças de revoluções comunistas (como a Revolução Espartaquista e a breve República Socialista da Baviera).
• O Tratado de Versalhes (1919):
• Assinado em junho de 1919, o acordo impôs a "culpa de guerra" exclusiva à Alemanha.
• O país perdeu 13% do seu território europeu (cerca de 70.000 km²) e todas as suas colônias na África e no Pacífico.
• Crise Econômica e Hiperinflação:

• Com a economia arrasada e a obrigação de pagar indenizações gigantescas (reparações de guerra) aos vencedores, a Alemanha sofreu uma hiperinflação devastadora na década de 1920.
• O marco alemão perdeu totalmente o valor, gerando desemprego em massa e fome.
• Restrições Militares:
• O exército foi reduzido a 100 mil homens, o serviço militar obrigatório foi abolido, e a região da Renânia foi desmilitarizada e ocupada.
• Ascensão do Extremismo:
• O sentimento de humilhação nacional, combinado com a ruína econômica e o medo do comunismo, enfraqueceu os democratas e abriu caminho para o crescimento de grupos nacionalistas e radicais, culminando na ascensão do Partido Nazista e de Adolf Hitler nos anos 1930
 
Ó @Carpintaria4 é melhor parares de discutir assuntos de que claramente não fazes a mais pálida ideia do que estás a falar.

Estás a querer dizer com esse post, que o o capital estrangeiro a que te referias não andava na Alemanha muito antes de Hitler subir ao poder em 33??
Sério!
 
eu só retiro desses pontos todos o seguinte:

- o medo abriu caminho para o crescimento de grupos extremistas.

parece-me algo familiar....

Exatamente o que aconteceu no início do Sec. XX, o medo, o descontentamento, as dificuldades, etc, abriram caminho para aqueles que prometiam tudo a todos e o seu contrário, nascendo assim os regimes totalitários do Sec. passado, unss de extrema direita outros de extrema esquerda.
Isto tudo parece um flashback cíclico.
 
Ó @Carpintaria4 é melhor parares de discutir assuntos de que claramente não fazes a mais pálida ideia do que estás a falar.

Estás a querer dizer com esse post, que o o capital estrangeiro a que te referias não andava na Alemanha muito antes de Hitler subir ao poder em 33??
Sério!
Estou a dizer é que depois da 1aGM o capital e toda a economia da Alemanha era toda controlada por judeus e só entre eles , e esse foi um dos argumentos que levou ao odio e ao holocausto, 1º roubar tudo aos judeus e tirar-lhes o poder 2º acabar com eles...
 
eu só retiro desses pontos todos o seguinte:

- o medo abriu caminho para o crescimento de grupos extremistas.

parece-me algo familiar....
Eu acho que a história nunca se repete , porque cada momento é unico, hoje ao ver as noticias de França vejo imagens de destruição como ja não se viam desde 1944 , ruas a arder , tudo destruído, edificios a arderem pessoas a ficarem sem nada, tudo roubado, e se calhar isto tá no inicio.
enos anos 40 havia bombardeamentos e se sabia quem era o inimigo , hoje o inimigo existe e é assustador mas é rotulado de "activista" de "estudante" mas é um terrorista que pode vir a ser iguais aos nazis.
 
E parece que vão dar até 16000€ para familias carenciadas comprarem carro eléctrico!

Tirem- me deste filme! 🫩
:devilish::eek:

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no mundo de hoje é tão difícil perceber o que é real e o que é comédia :ROFLMAO:
 
O que são familias carenciadas em Portugal?

Que custam a pagar alimentação, habitação, energia, despesas médicas?

Não!!!

São familias que podem estourar mais de 4000 euros num automovel eléctrico novo!

Todos percebemos que quem vai comprar estes carros são os falsos carenciados. Aqueles que fogem ao fisco!

É o preço de elegermos governantes medíocres.
Ou numa bike eléctrica, num modernaço A/C, o país está a encarar esta coisa do ambientalismo lusitano como poucos povos na Europa, semos lideres, semos bolta, :devilish:

A quinta dos animais, sempre a quinta dos animais, @Topolino
 
partilho:
É frequente ouvir-se dizer que o problema da habitação em Portugal não está na falta de casas, mas sim no elevado número de imóveis vazios que poderiam ser colocados no mercado. Nesta perspetiva, bastaria mobilizar essas habitações para venda ou arrendamento para resolver, em grande parte, a crise habitacional. Mas, será assim tão simples?
À data dos últimos Censos, de 2021, 12% das habitações em Portugal estavam vagas (723 mil). No entanto, desses 12%, apenas 4% do parque habitacional correspondia a casas vazias, fora do mercado e em boas condições (249 mil). Outros 6% estavam no mercado, à venda ou para arrendamento (348 mil), enquanto 2% se encontravam degradados, necessitando de reparações médias ou profundas (127 mil).
Ou seja, a maioria das habitações vagas não corresponde a casas em boas condições que estejam simplesmente fechadas e prontas a ser ocupadas. E há outro problema: as habitações vagas tendem a concentrar-se nos territórios onde a pressão habitacional é menor, nomeadamente em municípios do interior do país. Pelo contrário, a escassez de habitação faz-se sentir sobretudo no litoral, em particular nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde a procura é mais elevada.
Isto significa que não basta olhar para o número total de casas vagas no país para concluir que existe habitação suficiente para responder às necessidades da população. A localização das casas, o seu estado de conservação e se essas habitações apenas estão vagas durante um período transitório até à venda ou arrendamento, são fatores determinantes.
Mobilizar as habitações existentes pode ajudar a atenuar o problema, mas não substitui a necessidade de construir mais casas onde fazem falta. A resposta à crise habitacional exige, por isso, tanto incentivos à disponibilização de imóveis existentes, como a redução dos obstáculos à construção.

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Bem, mas que palhaçada é esta?

Querem destruir os nossos valores e tradições.

Acampada está para ficar (sem pausa natalícia)​

Os manifestantes estão empenhados em que haja continuidade na Assembleia Popular, que seja diária, mesmo que isso não exista no caso das pernoitas e dos acampamentos que dão nome ao movimento. A Câmara de Lisboa, sabe o Observador, já informou a organização que, na próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, vão começar a ser montadas as estruturas do habitual Mercado de Natal do Rossio. Apesar de o mercado só começar no dia 13, há entre os manifestantes quem desconfie que a autarquia utilizará a montagem para tentar acabar com as concentrações no Rossio.

Teresa Mamede, uma das porta-vozes do movimento, disse à Agência Lusa que pretendiam manter-se no local apesar do Mercado de Natal organizado pela Associação de Dinamização da Baixa Pombalina entre 13 de novembro e 21 de dezembro. “O mercado de Natal do Rossio parece-me um problema irrisório perante aquilo que são as mobilizações justas que estão a acontecer nesta praça pelo direito à habitação, pelo fim da precariedade nas nossas vidas, e, portanto, estas mobilizações vão continuar enquanto o movimento popular assim quiser e assim se mobilizar para o fazer”, disse Teresa Mamede. O também porta-voz João Veloso reiterou ao Observador essa intenção de permanecer no Rossio, embora a organização nunca exclua prosseguir a luta noutro local.
 
Uma coisa que tenho reparado é que nota-se que o fosso entre os valores de habitação entre grande Lisboa e grande Porto e o resto do país, aumentou.
Sempre existiu, mas com a evolução dos preços da última meia dúzia de anos, a diferença aumentou bastante.
 
Bem, mas que palhaçada é esta?

Querem destruir os nossos valores e tradições.

Acampada está para ficar (sem pausa natalícia)​

Os manifestantes estão empenhados em que haja continuidade na Assembleia Popular, que seja diária, mesmo que isso não exista no caso das pernoitas e dos acampamentos que dão nome ao movimento. A Câmara de Lisboa, sabe o Observador, já informou a organização que, na próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, vão começar a ser montadas as estruturas do habitual Mercado de Natal do Rossio. Apesar de o mercado só começar no dia 13, há entre os manifestantes quem desconfie que a autarquia utilizará a montagem para tentar acabar com as concentrações no Rossio.

Teresa Mamede, uma das porta-vozes do movimento, disse à Agência Lusa que pretendiam manter-se no local apesar do Mercado de Natal organizado pela Associação de Dinamização da Baixa Pombalina entre 13 de novembro e 21 de dezembro. “O mercado de Natal do Rossio parece-me um problema irrisório perante aquilo que são as mobilizações justas que estão a acontecer nesta praça pelo direito à habitação, pelo fim da precariedade nas nossas vidas, e, portanto, estas mobilizações vão continuar enquanto o movimento popular assim quiser e assim se mobilizar para o fazer”, disse Teresa Mamede. O também porta-voz João Veloso reiterou ao Observador essa intenção de permanecer no Rossio, embora a organização nunca exclua prosseguir a luta noutro local.
Têm lá o Parque Papa Francisco, ou lá como se chama... O solo até é mais propicio ao campismo e tudo.
 
Mobilizar as habitações existentes pode ajudar a atenuar o problema, mas não substitui a necessidade de construir mais casas onde fazem falta. A resposta à crise habitacional exige, por isso, tanto incentivos à disponibilização de imóveis existentes, como a redução dos obstáculos à construção.
Eu acho que a construção devia se focar em renovar , habilitar, ou construir de raiz no centro de áreas já urbanas onde haja áreas degradas, e não criar novo bairros.
 
Têm lá o Parque Papa Francisco, ou lá como se chama... O solo até é mais propicio ao campismo e tudo.
Só querem confusão

"O grupo diz que não é apenas contra “a autoridade do Estado, do capital e da bófia”, mas também “contra modelos autoritários, protoparlamentares”. E despediram-se a dizer que não querem “líderes, organização ou o comité central”, mas apenas “prazer, satisfazer o prazer aqui e agora, junto das nossas companheiras”. E remataram: “Saúde e anarquia“."
 
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