Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Podem achar que 10 mil é muito.
E o que seria justo? 5 mil? não, esperem, um juiz senior em fim de carreira e aposentação a 2.5 liquidos era lindo.

Mas isto é o país onde alguns achavam que um prof em final de carreira a ganhar 1600 a 2000 liq já era bom.

Se dúvidas houvesse que somos um país pobre.
Se considerarmos a produtividade, um ordenado minimo é suficiente! 😂
 
reformas aos 55 anos para uns
suplementos e ajudas de custos de 2x o 3x o ordenado base
reformas de 10k como no ultimo ordenado
aumentos despesa publica em 100% em alguns anos/sectores
Doyen/PJ/Socrates/submarinos/etc
T2 a >500/600.000€
rendas moderada de 2300€
etc

isto é mesmo um país TOP ! e não vai mudar tão cedo, pois convém ficar assim a muita gente !
 
Se considerarmos a produtividade, um ordenado minimo é suficiente! 😂
É que pa dizer que os outros ganham muito, é fácil.
Difícil é então mandar sugestão de quanto devia ganhar, sobretudo se falamos de conselheiros e desembargadores.

Sobre a produtividade e os problemas da justiça, não sei se é culpa só dos juizes mas ok, deixo isso para entendidos.

Tou curioso é qual seria a vossa sugestão.
 
reformas aos 55 anos para uns
suplementos e ajudas de custos de 2x o 3x o ordenado base
reformas de 10k como no ultimo ordenado
aumentos despesa publica em 100% em alguns anos/sectores
Doyen/PJ/Socrates/submarinos/etc
T2 a >500/600.000€
rendas moderada de 2300€
etc

isto é mesmo um país TOP ! e não vai mudar tão cedo, pois convém ficar assim a muita gente !
Calma, tens o Fernando Alexandre que reduziu despesa e acabou com tachos e olha só a folha que lhe têm feito !!!!!
 
Só tenho a dizer-te que ou não sabes o que dizes ou és mentiroso.
Vamos lá a ver então quem é que não sabe ou é mentiroso.


Vai lá a 2026, abres mês a mês, pesquisas Juiz e vê lá se encontras algum com 10000€ ou mais!!
Honestamente até estava à espera de encontrar, mas não, anda dos 3000€ aos 8000€, porque como eu disse, da função de juiz não ganham 10000€ de reforma, mas podem acumular pensões de outras atividades, por exemplo de quando eram advogados ou outras situações, como funções politicas.
 
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Para quem não sabe, a Stella, tornou-se viral depois de interromper um espetáculo, subir ao palco e tirar o microfone das mãos do cantor Bluay e "cantar": “O que tem no carro? O Pingo Doce. O que tem no carro? No jardim.” Que letra!! Que fantástico!
O vídeo explodiu, a internet fez o resto e pouco depois já estava na televisão. E é aqui que está o verdadeiro problema: não é a Stella, somos nós e aquilo que decidimos transformar em fama.

Houve um tempo em que as grandes referências eram Fernando Pessoa, Afonso Henriques, Vasco da Gama, Alexandre, o Grande, Napoleão entre outras e outros. Homens e mulheres, que, para o bem e para o mal, fizeram coisas que ficaram na História.
Hoje, os nossos “heróis” podem ser alguém que mostra as mamas para ganhar seguidores, alguém que passa o dia a fazer dancinhas, alguém que conta para milhões que não tira os pelos da virilha há dois anos, alguém que anuncia que não toma banho há três semanas ou, porque aparentemente já vale tudo, alguém que diz orgulhosamente: “Não limpo o cu há uma semana.” E o mais absurdo é que isto pode dar fama. Pode dar seguidores. Pode dar convites. Pode dar televisão. Pode dar dinheiro
.

E depois perguntamos porque é que a sociedade está cada vez mais superficial e porque é que os miúdos já não querem necessariamente ser bons em alguma coisa: querem ser vistos. Porque nós ensinámos-lhes que funciona. O mérito demora anos. O conhecimento exige esforço. A competência exige disciplina. Mas a estupidez? A estupidez pode precisar apenas de dez segundos, uma câmara e zero vergonha.
Não tenho nada contra dançar, mostrar o corpo, divertir-se ou fazer conteúdo leve. O problema é quando uma sociedade começa a confundir atenção com valor e viralidade com talento. Quando alguém consegue mais reconhecimento por expor uma intimidade absurda do que um investigador consegue depois de dez anos a estudar. Quando uma figura ridícula merece mais tempo de antena do que alguém que passou a vida a construir conhecimento.

A Stella fez a figura. Nós demos-lhe o palco. E é isso que devíamos discutir e no fundo ficar envergonhados. Porque uma sociedade não fica burra de repente. Vai ficando burra aos poucos, cada vez que transforma o vazio em conteúdo, a falta de vergonha em estratégia e o ridículo em profissão.

Antigamente queríamos deixar uma obra, uma descoberta, uma ideia, uma conquista. Hoje, demasiadas vezes, basta deixar um vídeo viral. E talvez esta seja a pergunta mais incómoda de todas: se daqui a dez anos ninguém se lembrar do que esta pessoa disse, ensinou ou criou, mas toda a gente se lembrar de que mostrou as mamas, fez uma dancinha ou anunciou que não limpa o cu, o que é que isso diz sobre ela? E, sobretudo, o que é que isso diz sobre nós?
Porque o problema já não é termos deixado de ter heróis. É termos baixado tanto a fasquia que qualquer pessoa com uma câmara e falta de vergonha pode ser transformada numa celebridade...
Autor: Bruno Fernandes
 
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Para quem não sabe, a Stella, tornou-se viral depois de interromper um espetáculo, subir ao palco e tirar o microfone das mãos do cantor Bluay e "cantar": “O que tem no carro? O Pingo Doce. O que tem no carro? No jardim.” Que letra!! Que fantástico!
O vídeo explodiu, a internet fez o resto e pouco depois já estava na televisão. E é aqui que está o verdadeiro problema: não é a Stella, somos nós e aquilo que decidimos transformar em fama.

Houve um tempo em que as grandes referências eram Fernando Pessoa, Afonso Henriques, Vasco da Gama, Alexandre, o Grande, Napoleão entre outras e outros. Homens e mulheres, que, para o bem e para o mal, fizeram coisas que ficaram na História.
Hoje, os nossos “heróis” podem ser alguém que mostra as mamas para ganhar seguidores, alguém que passa o dia a fazer dancinhas, alguém que conta para milhões que não tira os pelos da virilha há dois anos, alguém que anuncia que não toma banho há três semanas ou, porque aparentemente já vale tudo, alguém que diz orgulhosamente: “Não limpo o cu há uma semana.” E o mais absurdo é que isto pode dar fama. Pode dar seguidores. Pode dar convites. Pode dar televisão. Pode dar dinheiro
.

E depois perguntamos porque é que a sociedade está cada vez mais superficial e porque é que os miúdos já não querem necessariamente ser bons em alguma coisa: querem ser vistos. Porque nós ensinámos-lhes que funciona. O mérito demora anos. O conhecimento exige esforço. A competência exige disciplina. Mas a estupidez? A estupidez pode precisar apenas de dez segundos, uma câmara e zero vergonha.
Não tenho nada contra dançar, mostrar o corpo, divertir-se ou fazer conteúdo leve. O problema é quando uma sociedade começa a confundir atenção com valor e viralidade com talento. Quando alguém consegue mais reconhecimento por expor uma intimidade absurda do que um investigador consegue depois de dez anos a estudar. Quando uma figura ridícula merece mais tempo de antena do que alguém que passou a vida a construir conhecimento.

A Stella fez a figura. Nós demos-lhe o palco. E é isso que devíamos discutir e no fundo ficar envergonhados. Porque uma sociedade não fica burra de repente. Vai ficando burra aos poucos, cada vez que transforma o vazio em conteúdo, a falta de vergonha em estratégia e o ridículo em profissão.

Antigamente queríamos deixar uma obra, uma descoberta, uma ideia, uma conquista. Hoje, demasiadas vezes, basta deixar um vídeo viral. E talvez esta seja a pergunta mais incómoda de todas: se daqui a dez anos ninguém se lembrar do que esta pessoa disse, ensinou ou criou, mas toda a gente se lembrar de que mostrou as mamas, fez uma dancinha ou anunciou que não limpa o cu, o que é que isso diz sobre ela? E, sobretudo, o que é que isso diz sobre nós?
Porque o problema já não é termos deixado de ter heróis. É termos baixado tanto a fasquia que qualquer pessoa com uma câmara e falta de vergonha pode ser transformada numa celebridade...
Autor: Bruno Fernandes
O mesmo se passa na politica.
 
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no mundo de hoje é tão difícil perceber o que é real e o que é comédia :ROFLMAO:
 
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Para quem não sabe, a Stella, tornou-se viral depois de interromper um espetáculo, pessoa com uma câmara e falta de vergonha pode ser transformada numa

É difícil passar ao lado.
Na minha opinião foi um situação planeada que correu mal para quem teve a ideia 🤷
O protagonista deveria ser o cantor.

Não acredito minimamente na história que ela conta que estava com os copos etc.
 
É difícil passar ao lado.
Na minha opinião foi um situação planeada que correu mal para quem teve a ideia 🤷
O protagonista deveria ser o cantor.

Não acredito minimamente na história que ela conta que estava com os copos etc.
Dificil passar ao lado?
Gaita....o verão já acabou mas os temas "quentes" continuam !!

Prefiro a indignação das cenas Joana Marques pah !!

Tudo coisas bem úteis ao país que nada tem para falar.
 
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