Atualmente nesse segmento da FJR, com motor de 4 cilindros, só mesmo a Kawasaki Ninja 1100 SX e a Suzuki S1000-GT. E não são bem do mesmo segmento.
Isso porque estavas a andar em D (que de fato esta mal programada, neste modo). Mas aquilo dá para colocar em Sport (só a caixa) e ainda tens 3 ajustes.
Em sport no primeiro nível funciona impecável. Ainda tive uma durante 6 meses
Pois, nem liguei a isso. Como estavam, foi como usei, se bem que conhecendo a honda, quando se liga a moto, está sempre no modo standard.
Terá de ficar para outra oportunidade, mas, como não tenho interesse em nenhum modelo com dct, não deverá ser fácil...
Aproveitando, pois pode interessar a alguém, as diferenças entre a nc 2022 (creio que foi lançada em 2022 até 2024) e a actual, não sendo gritantes, existem.
Na minha perspectiva, motor, chassi, escape, protecção aerodinâmica, tudo na mesma.
A nível de bancos é que houve uma evolução. Na antiga ao fim de 1 horita já doía a ossadura do rabo, na mais recente está bem melhor e parece mais direito não deixando deslizar para junto do plástico à frente, onde por norma seria o deposito de gasolina.
Neste aspecto aconselho vivamente a opção pelo banco confort, outro nível e uma muito melhor experiência na moto! A pendura também adorou e deu por bem empregue o dinheiro extra.
A iluminação dianteira também sofreu alterações para melhor. Já se nota mais luz e o leque é maior. A minha conta com os faróis suplementares da marca, que só servem para fazer peso... Estava habituado a uns givi, que só usava em condições adversas, que se sobrepunham à iluminação da moto em todos os sentidos, espetaculares. Estes da marca não servem para nada.
A travagem conta com mais um disco à frente e, igualmente importante, os discos deixaram de ser ondulados. Na antiga tinha uma muito ligeira mas irritante trepidação nos primeiros momentos da travagem que sempre considerei serem causados pelo formato do disco. Testei mais que uma moto, sempre igual. Nada de grave, mas que a mim chateava.
Outra diferença mais substancial, foi o painel de instrumentos, que passou a ser a cores. E aqui acho uma oportunidade perdida por parte da honda, pois tem quase a mesma informação, alguma mais dificil de encontrar/ver e 2 grandes falhas:
- O consumo instantâneo deixou de ser apresentado em número, passou a ser uma barra. Tudo bem, não fosse o raio da escala ser 4 litros. Bem sei que a moto é económica, mas há muitas situações onde a escala da barra não me faz sentido nenhum, basta andar em AE para ser completamente inútil;
- Não tem informação da temperatura exterior. Noutros modelos que usam o mesmo painel (xadv, forza350, transalp) têm esta informação. Por outro lado, a novíssima cb1000gt também não tem...
Pormenores, mas que não fazem sentido numa moto a rondar os 10k paus (+ de 15k na cb1000gt...), e, que outras marcas montam (e muito mais equipamento...) por quase metade do preço.
Já vai longo o texto, mas creio que há pontos que quem eventualmente terá interesse na mota, poderá achar importantes. Tomara eu saber que os faróis suplementares da marca eram uma treta...
Aliás, há 2 coisas que se soubesse tinha preferido comprar fora da honda, faróis suplementares e vidro frontal. Este último, apesar de ser regulável, mesmo na sua posição mais alta fica baixo de mais para o que preciso. E é um extra carote, mas como veio no meio de um pack (composto por bancos confort, punhos aquecidos e o vidro regulável, mais alto), também não é fácil de resolver.
Cump.