"O cantinho das motos"-

Eu também gostava de ter a suavidade dos 4 canecos para o dia a dia, mas a coisa ainda não se proporcionou... Talvez daqui a 4 anitos, quando a nc tiver uns 90k kms, (e a hd uns 25:rolleyes:), dê o salto para algo, mas mais manso, como uma versys ou a cb1000 gt;)

Cump.
A Cb1000GT não é assim tão mansa como possas pensar. A baixa rotação anda mais que a S1000 XR.
A única coisa que não gosto é o escape (teria que trocar) e as malas, que as acho pouco integradas na mota.
 
Pois, ainda não as vi bem, quer dizer, ainda não testei. A última vez que fiz test drive de uma moto sobre a qual tinha curiosidade, fiquei com vontade de vender um orgão para a comprar, a gold wing.

Assim, prefiro esperar, até pode ser que entretanto saia algo mais de acordo com o que queria (algo entre a cb1000gt e a gold wing), ou seja uma nova pan/fjr, por ai:cool:

A esperança é a última a morrer...

Cump.
 
Pois, ainda não as vi bem, quer dizer, ainda não testei. A última vez que fiz test drive de uma moto sobre a qual tinha curiosidade, fiquei com vontade de vender um orgão para a comprar, a gold wing.

Assim, prefiro esperar, até pode ser que entretanto saia algo mais de acordo com o que queria (algo entre a cb1000gt e a gold wing), ou seja uma nova pan/fjr, por ai:cool:

A esperança é a última a morrer...

Cump.

Efetivamente não percebo o abandono dos costrutores desse segmento, a única mota que eu me lembro que está presente é a RT, que na encarnação 1300 é mais R do que T.

Além das que referiste havia ainda a GTR e a Trophy que eu me lembre. Qualquer uma, uma excelente mota.

Também tenho um fraquinho pela GW, ouvir a suavidade daquele boxer de 6 cilindros a passar é um regalo para ou ouvidos. Mas a GW tem 2 problemas, um é a pucca distancia livre ao solo (algo com que podia conviver) e o outro é que na Europa só com caixa DCT o que para mim é um "dealbreaker".
 
Efetivamente não percebo o abandono dos costrutores desse segmento, a única mota que eu me lembro que está presente é a RT, que na encarnação 1300 é mais R do que T.

Além das que referiste havia ainda a GTR e a Trophy que eu me lembre. Qualquer uma, uma excelente mota.

Também tenho um fraquinho pela GW, ouvir a suavidade daquele boxer de 6 cilindros a passar é um regalo para ou ouvidos. Mas a GW tem 2 problemas, um é a pucca distancia livre ao solo (algo com que podia conviver) e o outro é que na Europa só com caixa DCT o que para mim é um "dealbreaker".

Também não percebo, o porquê das marcas não apostarem numa toada mais touring e menos sport. Há quem valorize a simplicidade de manutenção de um veio de transmissão, conforto aerodinâmico, um simples regular de faróis, e pelo que vou percebendo, não somos assim tão poucos...

A bmw, sou sincero, mais depressa comprava a 1250 que esta 1300. Já tive oportunidade de estar sentado numa e olhar com olhos de ver, reconheço que é uma moto muito bem acabada, com soluções de topo, mas não consigo gostar.

Mas a bmw é (apesar de também não ser tão touring como a 1250), a única marca que não abandonou por completo o seu modelo, por aí já tem o meu respeito.

Concordo que a dct no porta estandarte da honda pode ser um tiro no pé. Apesar de reconhecer que funciona muito bem 95% das vezes, traz uma descontração e suavidade exemplar à condução, há quem prefira menos complicações, ou até mesmo não queira uma moto auto.

Honestamente, de toda a gama da honda, (bem, ainda não testei o bi da at/nt...) acho que a gold wing é a único que até comprava auto, mas apenas porque tem de ser, porque se houvesse escolha, preferia a manual. Mas pronto, não a deixo de comprar por isso;)

Como curiosidade, um factor que também me ajudou a afastar da transalp foi o eclutch ser obrigatório. Bem sei que se pode desligar, mas no limite é mais uma coisa para avariar.

Seria assim tão complicado homologar ambas as versões de caixa nos variados modelos? Já que as fazem, havia opção no mercado:rolleyes:


Cump.
 
Também estive a ver a RT 1300 que acho muito bonita estéticamente mas ao sentar-me na mota senti-me muito apertado e sem espaço. Gostei bastante mais de estar sentado na GSA, mas aquela estética é de cortar os pulsos. a BMW introduziu as caixas automáticas mas mantém as caixas manuais o que é uma boa coisa.

No caso da Honda a X-ADV é a única que acho que o DCT assenta que nem uma luva.
 
Imensa gente, eu incluído, vem das sbk /sport naked. No entanto envelheceu, eu incluído, e já não aguanta os avanços o vento na tromba. Agora todos querem guiador e posição corporal mais confortável . O problema é que o "espirito desportivo" não desaparece com a idade 😃, as marcas sabem disso e oferecem sport touring com fartura.

Quem começou tarde , acima dos 30, quer conforto, pouco vento, roda alta e tralha à fartazana. A BMW trabalha muito bem esse mercado.
 
Efetivamente não percebo o abandono dos costrutores desse segmento, a única mota que eu me lembro que está presente é a RT, que na encarnação 1300 é mais R do que T.

Além das que referiste havia ainda a GTR e a Trophy que eu me lembre. Qualquer uma, uma excelente mota.

Também tenho um fraquinho pela GW, ouvir a suavidade daquele boxer de 6 cilindros a passar é um regalo para ou ouvidos. Mas a GW tem 2 problemas, um é a pucca distancia livre ao solo (algo com que podia conviver) e o outro é que na Europa só com caixa DCT o que para mim é um "dealbreaker".
Atualmente nesse segmento da FJR, com motor de 4 cilindros, só mesmo a Kawasaki Ninja 1100 SX e a Suzuki S1000-GT. E não são bem do mesmo segmento.
 
Efetivamente não percebo o abandono dos costrutores desse segmento, a única mota que eu me lembro que está presente é a RT, que na encarnação 1300 é mais R do que T.

Além das que referiste havia ainda a GTR e a Trophy que eu me lembre. Qualquer uma, uma excelente mota.

Também tenho um fraquinho pela GW, ouvir a suavidade daquele boxer de 6 cilindros a passar é um regalo para ou ouvidos. Mas a GW tem 2 problemas, um é a pucca distancia livre ao solo (algo com que podia conviver) e o outro é que na Europa só com caixa DCT o que para mim é um "dealbreaker".
Quando tive a minha RT, a Moto Guzzi também tinha uma touring que era muito parecida esteticamente com a BMW, acho que se chamava Norge
 
Também estive a ver a RT 1300 que acho muito bonita estéticamente mas ao sentar-me na mota senti-me muito apertado e sem espaço. Gostei bastante mais de estar sentado na GSA, mas aquela estética é de cortar os pulsos. a BMW introduziu as caixas automáticas mas mantém as caixas manuais o que é uma boa coisa.

No caso da Honda a X-ADV é a única que acho que o DCT assenta que nem uma luva.
Havendo produção de ambas as versões, é o mais sensato a fazer. Tomara que a honda pensasse assim...

Quanto à dct, apenas testei numa nc, numa gold wing e precisamente numa xadv, que é um conjunto muito parecido à nc.

Sei que a xadv reúne muitos simpatizantes, mas num curto test drive (ressalvo o curto) que tive oportunidade de fazer, não apreciei. Foi em ambiente citadino, local onde uma scooter se deve sentir em casa, mas não foi o que achei.

Muitas vezes a caixa colocava uma 2ª sem balanço suficiente, ignorando a inclinação do terreno, o que levava a incómodos e pouco saudáveis solavancos. Se calhar, acaba por ainda assim ser melhor que o condutor médio, não sei, mas não foi o que senti...

Acresce que achei a suspensão muito rija, em especial a traseira (típico das scooters) e o banco largo, o que em conjunto com os ferros de protecção que tinha montados e lhe davam um aspecto de todo o terreno engraçado, complicaram a tarefa de chegar com os pés ao chão. Não fiquei fã.

Na gold wing, por ter uma central nuclear entre o quadro, estas situações são muito bem disfarçadas, não se notando nada parecido. Pelo contrário, é de uma suavidade constante que não fosse o clank nem se dava conta que já ía em 4 ou 5ª a meros 50 kms/h.

Cump.
 
Efetivamente não percebo o abandono dos costrutores desse segmento, a única mota que eu me lembro que está presente é a RT, que na encarnação 1300 é mais R do que T.
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Além das que referiste havia ainda a GTR e a Trophy que eu me lembre. Qualquer uma, uma excelente mota.

Também tenho um fraquinho pela GW, ouvir a suavidade daquele boxer de 6 cilindros a passar é um regalo para ou ouvidos. Mas a GW tem 2 problemas, um é a pucca distancia livre ao solo (algo com que podia conviver) e o outro é que na Europa só com caixa DCT o que para mim é um "dealbreaker".
Atualmente nesse segmento da FJR, com motor de 4 cilindros, só mesmo a Kawasaki Ninja 1100 SX e a Suzuki S1000-GT. E não são bem do mesmo segmento.
Havendo produção de ambas as versões, é o mais sensato a fazer. Tomara que a honda pensasse assim...

Quanto à dct, apenas testei numa nc, numa gold wing e precisamente numa xadv, que é um conjunto muito parecido à nc.

Sei que a xadv reúne muitos simpatizantes, mas num curto test drive (ressalvo o curto) que tive oportunidade de fazer, não apreciei. Foi em ambiente citadino, local onde uma scooter se deve sentir em casa, mas não foi o que achei.

Muitas vezes a caixa colocava uma 2ª sem balanço suficiente, ignorando a inclinação do terreno, o que levava a incómodos e pouco saudáveis solavancos. Se calhar, acaba por ainda assim ser melhor que o condutor médio, não sei, mas não foi o que senti...

Acresce que achei a suspensão muito rija, em especial a traseira (típico das scooters) e o banco largo, o que em conjunto com os ferros de protecção que tinha montados e lhe davam um aspecto de todo o terreno engraçado, complicaram a tarefa de chegar com os pés ao chão. Não fiquei fã.

Na gold wing, por ter uma central nuclear entre o quadro, estas situações são muito bem disfarçadas, não se notando nada parecido. Pelo contrário, é de uma suavidade constante que não fosse o clank nem se dava conta que já ía em 4 ou 5ª a meros 50 kms/h.

Cump.
Isso porque estavas a andar em D (que de fato esta mal programada, neste modo). Mas aquilo dá para colocar em Sport (só a caixa) e ainda tens 3 ajustes.
Em sport no primeiro nível funciona impecável. Ainda tive uma durante 6 meses :)
 
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Reações: ice
Desconhecia esse modelo da MotoGuzzi. Pelo que pesquisei, até é bastante engraçada a moto
As reviews da altura falavam bem dessa Norge mas a Honda PanEuropean e a BMW RT não davam hipóteses, eu até sou fã da Honda mas na altura gostei mais da BMW. A FJR também vendia bem mas já era mais desportiva do que Touring e não gostei tanto da posição de condução.
 
Atualmente nesse segmento da FJR, com motor de 4 cilindros, só mesmo a Kawasaki Ninja 1100 SX e a Suzuki S1000-GT. E não são bem do mesmo segmento.

Isso porque estavas a andar em D (que de fato esta mal programada, neste modo). Mas aquilo dá para colocar em Sport (só a caixa) e ainda tens 3 ajustes.
Em sport no primeiro nível funciona impecável. Ainda tive uma durante 6 meses :)

Pois, nem liguei a isso. Como estavam, foi como usei, se bem que conhecendo a honda, quando se liga a moto, está sempre no modo standard.

Terá de ficar para outra oportunidade, mas, como não tenho interesse em nenhum modelo com dct, não deverá ser fácil...

Aproveitando, pois pode interessar a alguém, as diferenças entre a nc 2022 (creio que foi lançada em 2022 até 2024) e a actual, não sendo gritantes, existem.

Na minha perspectiva, motor, chassi, escape, protecção aerodinâmica, tudo na mesma.

A nível de bancos é que houve uma evolução. Na antiga ao fim de 1 horita já doía a ossadura do rabo, na mais recente está bem melhor e parece mais direito não deixando deslizar para junto do plástico à frente, onde por norma seria o deposito de gasolina.

Neste aspecto aconselho vivamente a opção pelo banco confort, outro nível e uma muito melhor experiência na moto! A pendura também adorou e deu por bem empregue o dinheiro extra.

A iluminação dianteira também sofreu alterações para melhor. Já se nota mais luz e o leque é maior. A minha conta com os faróis suplementares da marca, que só servem para fazer peso... Estava habituado a uns givi, que só usava em condições adversas, que se sobrepunham à iluminação da moto em todos os sentidos, espetaculares. Estes da marca não servem para nada.

A travagem conta com mais um disco à frente e, igualmente importante, os discos deixaram de ser ondulados. Na antiga tinha uma muito ligeira mas irritante trepidação nos primeiros momentos da travagem que sempre considerei serem causados pelo formato do disco. Testei mais que uma moto, sempre igual. Nada de grave, mas que a mim chateava.

Outra diferença mais substancial, foi o painel de instrumentos, que passou a ser a cores. E aqui acho uma oportunidade perdida por parte da honda, pois tem quase a mesma informação, alguma mais dificil de encontrar/ver e 2 grandes falhas:

- O consumo instantâneo deixou de ser apresentado em número, passou a ser uma barra. Tudo bem, não fosse o raio da escala ser 4 litros. Bem sei que a moto é económica, mas há muitas situações onde a escala da barra não me faz sentido nenhum, basta andar em AE para ser completamente inútil;

- Não tem informação da temperatura exterior. Noutros modelos que usam o mesmo painel (xadv, forza350, transalp) têm esta informação. Por outro lado, a novíssima cb1000gt também não tem...

Pormenores, mas que não fazem sentido numa moto a rondar os 10k paus (+ de 15k na cb1000gt...), e, que outras marcas montam (e muito mais equipamento...) por quase metade do preço.

Já vai longo o texto, mas creio que há pontos que quem eventualmente terá interesse na mota, poderá achar importantes. Tomara eu saber que os faróis suplementares da marca eram uma treta...

Aliás, há 2 coisas que se soubesse tinha preferido comprar fora da honda, faróis suplementares e vidro frontal. Este último, apesar de ser regulável, mesmo na sua posição mais alta fica baixo de mais para o que preciso. E é um extra carote, mas como veio no meio de um pack (composto por bancos confort, punhos aquecidos e o vidro regulável, mais alto), também não é fácil de resolver.


Cump.
 
Com o avançar da idade da Duquesa, os (pequenos) problemas do tempo vão aparecendo.
Devido ainda a outros factores queria uma coisa mais pequena, mas que não "pastelasse", não queria uma 125cc, pensei no segmento das 250cc, mas só agora reparei que esses motores desapareceram.

O que aconteceu às 250cc?
Vi mal?


Edd :)
 
Com o avançar da idade da Duquesa, os (pequenos) problemas do tempo vão aparecendo.
Devido ainda a outros factores queria uma coisa mais pequena, mas que não "pastelasse", não queria uma 125cc, pensei no segmento das 250cc, mas só agora reparei que esses motores desapareceram.

O que aconteceu às 250cc?
Vi mal?


Edd :)
Foi substituido pelas 300/350 para tentar minorar a perca de potência com o fim dos motores a 2 tempos. Também não pagam IUC.
 
Com o avançar da idade da Duquesa, os (pequenos) problemas do tempo vão aparecendo.
Devido ainda a outros factores queria uma coisa mais pequena, mas que não "pastelasse", não queria uma 125cc, pensei no segmento das 250cc, mas só agora reparei que esses motores desapareceram.

O que aconteceu às 250cc?
Vi mal?


Edd :)
Vê a gama 400 da Triumph, têm modelos para todos os gostos, se já houvesse estas 400 quando a minha mulher comprou a moto duvido que tivesse ido para a street twin 900
 
A gama 400 a 450 foi uma das que mais cresceu em termos de oferta. Quase todas com 2 cilindros agora.
É aquele compromisso de carta A2 e praticas para o dia a dia.
As 250cc praticamente desapareceram do mercado.
 
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