Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Isso das despesas e do tribunal de contas é outro mito. Ele foi cortar despesa onde era mais fácil cortar, o corte não foi equilibrado para a sociedade como um todo, em Português, teve falta de tomates, foi forte com os fracos e fraco com os fortes.
A ideia inicial nem sequer era cortar a direito na Função Pública... era mesmo começar por despedir os inúteis. Isso não é falta de coragem, antes pelo contrário, era mexer com a mediocridade instalada que suga imensos recursos aos portugueses desde o Estado Novo.

Não conseguiu fazê-lo por causa do "princípio da confiança" da constituição. Os mamões do tribunal constitucional decidiram que despedir funcionários públicos porque o país entrou em falência técnica violava o principio da confiança. Que quando os FP assinaram esse contrato de trabalho foi com a confiança de que esse contrato era vitalício. Basicamente os funcionários públicos não podem ser despedidos porque isso vai contra as suas expectativas quando entraram para a função pública.

Depois tentou cortar ordenados permanentemente na função pública coisa que também não pode ser, porque segundo o tribunal constitucional isso vai contra o "principio da igualdade". O principio que diz que os funcionários públicos devem vistos como iguais aos funcionários privados, então como o governo não ia cortar ordenados no privado, também não podia cortar no público.

Portanto teve que existir "um enorme aumento de impostos" para todos.

Se o problema foi a falência do estado porque raio deve o governo fazer cortes "equilibrados na sociedade como um todo"? Eu nunca vivi acima das minha possibilidades. Porque tenho que pagar ainda mas pelo facto de o estado ter ficado sem dinheiro?
Porque raio devia o governo castigar ainda mais a classe produtiva (que NÃO é a função pública) em vez cortar e ajustar na sangria que é o Estado?
 
A ideia inicial nem sequer era cortar a direito na Função Pública... era mesmo começar por despedir os inúteis. Isso não é falta de coragem, antes pelo contrário, era mexer com a mediocridade instalada que suga imensos recursos aos portugueses desde o Estado Novo.

Não conseguiu fazê-lo por causa do "princípio da confiança" da constituição. Os mamões do tribunal constitucional decidiram que despedir funcionários públicos porque o país entrou em falência técnica violava o principio da confiança. Que quando os FP assinaram esse contrato de trabalho foi com a confiança de que esse contrato era vitalício. Basicamente os funcionários públicos não podem ser despedidos porque isso vai contra as suas expectativas quando entraram para a função pública.

Depois tentou cortar ordenados permanentemente na função pública coisa que também não pode ser, porque segundo o tribunal constitucional isso vai contra o "principio da igualdade". O principio que diz que os funcionários públicos devem vistos como iguais aos funcionários privados, então como o governo não ia cortar ordenados no privado, também não podia cortar no público.

Portanto teve que existir "um enorme aumento de impostos" para todos.

Se o problema foi a falência do estado porque raio deve o governo fazer cortes "equilibrados na sociedade como um todo"? Eu nunca vivi acima das minha possibilidades. Porque tenho que pagar ainda mas pelo facto de o estado ter ficado sem dinheiro?
Porque raio devia o governo castigar ainda mais a classe produtiva (que NÃO é a função pública) em vez cortar e ajustar na sangria que é o Estado?
Tudo factos. Não podia cortar salários definitivamente.

Mas então, porque não aproveitou a PAF para reformar o estado, nomeadamente as carreiras públicas?
 
Mas não é no Alentejo que mais se trabalha mas sim no Norte onde está concentrada a maioria da indústria privada do país. Essa tua lógica não faz sentido.

As pessoas votam no chega sobretudo porque não gostam de imigrantes e são abertamente racistas. Basta ir a um café num meio mais rural para ouvir as maiores barbaridades contra imigrantes ou andar pelas redes sociais em certas notícias principalmente do Correio da manhã.
Cada zona do país tem o seu tipo de industria.
Mas dizer que no alentejo se trabalha menos que no norte, nao é correcto.
E o inverso também não.

notem que da ilha do corvo até freixo de espada à cinta, toda a gente digna desse nome, trabalhar por igual....
 
A ideia inicial nem sequer era cortar a direito na Função Pública... era mesmo começar por despedir os inúteis. Isso não é falta de coragem, antes pelo contrário, era mexer com a mediocridade instalada que suga imensos recursos aos portugueses desde o Estado Novo.

Não conseguiu fazê-lo por causa do "princípio da confiança" da constituição. Os mamões do tribunal constitucional decidiram que despedir funcionários públicos porque o país entrou em falência técnica violava o principio da confiança. Que quando os FP assinaram esse contrato de trabalho foi com a confiança de que esse contrato era vitalício. Basicamente os funcionários públicos não podem ser despedidos porque isso vai contra as suas expectativas quando entraram para a função pública.

Depois tentou cortar ordenados permanentemente na função pública coisa que também não pode ser, porque segundo o tribunal constitucional isso vai contra o "principio da igualdade". O principio que diz que os funcionários públicos devem vistos como iguais aos funcionários privados, então como o governo não ia cortar ordenados no privado, também não podia cortar no público.

Portanto teve que existir "um enorme aumento de impostos" para todos.

Se o problema foi a falência do estado porque raio deve o governo fazer cortes "equilibrados na sociedade como um todo"? Eu nunca vivi acima das minha possibilidades. Porque tenho que pagar ainda mas pelo facto de o estado ter ficado sem dinheiro?
Porque raio devia o governo castigar ainda mais a classe produtiva (que NÃO é a função pública) em vez cortar e ajustar na sangria que é o Estado?
E quem é que define quem é competente ou incompetente na Função Pública?

É alguém que nunca trabalhou na vida e sempre foi um parasita da sociedade e do sistema político como passos coelho?

O problema começou logo por aí, um governo encabeçado por alguém que não sabe o que é competência porque nunca precisou dela para subir na vida e para ter emprego e que trouxe para o governo gente inenarrável como os relvas não tem qualquer moral para decidir quem são os FP competentes ou incompetentes. Ele promoveu alguns dos piores políticos da história da Democracia deste país para op seu governo.

Depois cortar salários? Isso é solução para alguma coisa tendo em conta que um dos principais problemas do país são os baixos salários?

O problema do passos coelho é que ele nunca teve credibilidade nem moral para fazer o que fez, ele por um lado queria cortar nos direitos e na carteira das pessoas mas ele próprio nunca foi exemplo para o que quer que seja em termos de trabalho, competência e hoenstidade. E não esquecer a sua chico espertice de ter fugido aos pagamentos da segurança social. O passos coelho em termos de chico espertice fez o pleno, pior é difícil.

Credibilidade é uma das principais características que um governate deve ter, um líder tem de ser credível e isso era tudo aquilo que o passos coelho não era nem é.
 
Eu não entendo é como vocês só falam das coisas pela metade, depois dizem que é populismo.

O Chega não é o PSD, nem a AD é um partido popular, do povo, nesse aspeto será uma direita patriótica, de caracter social, não é um partido de elite como o PSD composto substancialmente por marmanjos de familias ricas que nunca trabalharam.

Sobre a baixar a idade da reforma o Chega e bem propôs isso , mas com certas regras, por um exemplo que sentido faz alguem com 40 ou 50anos de descontos ter de trabalhar até aos 67anos? em certos casos a idade da reforma devia descer sim para beneficiar que realmente trabalha e desconta.

O Chega é um partido de quem trabalha, dos trabalhadores por isso no Alentejo que era tudo comunista , ao descobriram que a esquerda agora só defende bandidos, parasitas sociais , palestinas e gays , os alentejanos deixaram de votar na esquerda para votarem no Chega, hoje o Alentejo todo é do Chega exceto Évora que ainda é PS.

E a manutenção da TAP, a Tap nasceu para ser do Estado, durante o Estado novo que não era comunista e era para servir o país, depois é que passou a servir tudo e todos, a encher de dinheiro gulosos e os portugueses a pagar o prejuízo.
Faz todo o sentido o Estado ter parte da TAP mesmo tendo de se alterar os moldes das empresas .
Não faz é sentido absolutamente nenhum o estado ter parte da TAP.
Cidadão que queira ter parte da TAP, tem bom remédio, compre acções, então mas eu agora tenho de financiar algo que não me traz utilidade nenhuma? Isto é séc XXI, não é 1953...

Essas questões da idade da reforma o Chega só as está a reavivar, porque isso já são ideias da Social Democracia, e tem décadas, note-se.
E essas medidas sociais democratas tiveram um forte impacto na melhoria da qualidade de vida da europa central e nórdica na segunda metade do séc XX.
Claro que aos dias de hoje tem de se adaptar...coisa que nem sempre acontece.
 
E já agora que concordas com a reforma, como é que explicas a posição do chega em querer aumentar o SMN e que seja o Estado a subsidiar as empresas para fazer esse aumento?
O Chega quer sim aumentar obviamente o salário minimo em 1.150€ até 2029, faz todo o sentido, mesmo no proxímo ano o salário minímo vai aumentar, e tem de aumentar proporcionalmente como disse o Chega.

As empresas se estiverem bem a venderem e a faturarem bem com margem de lucro isso é indiferente , até por um trabalhador minimamente bom , ganha mais que isso.

Sempre defendi que o Estado devia não diria subsidiar mas ajudar as empresas, a reduzir a carga fiscal e a criar politicas de protecionismo económico para as proteger das concorrência desleal e importações desnecessárias.

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O Chega quer sim aumentar obviamente o salário minimo em 1.150€ até 2029, faz todo o sentido, mesmo no proxímo ano o salário minímo vai aumentar, e tem de aumentar proporcionalmente como disse o Chega.

As empresas se estiverem bem a venderem e a faturarem bem com margem de lucro isso é indiferente , até por um trabalhador minimamente bom , ganha mais que isso.

Sempre defendi que o Estado devia não diria subsidiar mas ajudar as empresas, a reduzir a carga fiscal e a criar politicas de protecionismo económico para as proteger das concorrência desleal e importações desnecessárias.

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Eu vou repetir, não deves ter percebido bem a medida, o Chega propõe aumentar o SMN por decreto, não interessa se há condições ou não.
Alias o chega sabe que não há condições para aumentar o SMN dessa forma e por isso propõe que deve ser o estado, aliás, tu, eu, todos nós, a pagar esse aumento, transferindo dinheiro público para as empresas fazerem esse aumento.

Como não concordar!
 
O Chega quer sim aumentar obviamente o salário minimo em 1.150€ até 2029, faz todo o sentido, mesmo no proxímo ano o salário minímo vai aumentar, e tem de aumentar proporcionalmente como disse o Chega.

As empresas se estiverem bem a venderem e a faturarem bem com margem de lucro isso é indiferente , até por um trabalhador minimamente bom , ganha mais que isso.

Sempre defendi que o Estado devia não diria subsidiar mas ajudar as empresas, a reduzir a carga fiscal e a criar politicas de protecionismo económico para as proteger das concorrência desleal e importações desnecessárias.

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De acordo com o ultimo paragrafo mas repara que uma coisa é uma empresa saudável que pode aumentar por decreto, outra é uma que está pelos arames e que mal consegue sobreviver.
Podem dizer que estas empresas deviam falir, bem, em certa medida pode haver demasiadas, dependendo do sector, mas enquanto estão vivas, pelo menos mantém postos de trabalho mas sim o importante é ter economia forte para que só as empresas minimamente fortes estejam a funcionar.

Mas nós somos um país da pequena tabacaria, do pequeno cafezinho, o produtor local, etc, e isso tem lucros que nao são propriamente compatíveis com os aumentos que tem existido de SMN.

Além da questão da produtividade.
 
Eu vou repetir, não deves ter percebido bem a medida, o Chega propõe aumentar o SMN por decreto, não interessa se há condições ou não.
Alias o chega sabe que não há condições para aumentar o SMN dessa forma e por isso propõe que deve ser o estado, aliás, tu, eu, todos nós, a pagar esse aumento, transferindo dinheiro público para as empresas fazerem esse aumento.

Como não concordar!
Exacto, mas acho que nem o Chega acredita na viabilidade disso.
 
Saltar de 970 euros em 2027 para 1150 euros em 2029 é um aumento de 18,5% em 2 anos.
Como já disseram, esses aumentos são facilmente suportáveis por um McDonalds por ex, agora um mini mercado numa aldeia do interior?
Lá está, vai tudo pela mesma bitola...
E já nem falo se esse aumento mesmo sendo suportável por grandes cadeias, se começa a sair da " margem de lucro " gerada pelo funcionário..

18% em 2 anos é surreal....
 
Como já disseram, esses aumentos são facilmente suportáveis por um McDonalds por ex, agora um mini mercado numa aldeia do interior?
Lá está, vai tudo pela mesma bitola...
E já nem falo se esse aumento mesmo sendo suportável por grandes cadeias, se começa a sair da " margem de lucro " gerada pelo funcionário..

18% em 2 anos é surreal....
Ter capacidade tem. Um minimercado numa aldeia do interior não declara nem metade daquilo que vende.
 
Não faz é sentido absolutamente nenhum o estado ter parte da TAP.
Cidadão que queira ter parte da TAP, tem bom remédio, compre acções, então mas eu agora tenho de financiar algo que não me traz utilidade nenhuma? Isto é séc XXI, não é 1953...
Faz todo o sentido o Estado ter controle numa companhia de aviação, que pode ser a TAP com os moldes adequados, o país não és tu nem eu apenas , o país é um território cheio de portugueses e com 2 regiões insulares que necessitam de aviões para se deslocarem. Compete ao Estado ter algum controle na aviação , pelo menos nos voos domésticos .

Já agora uma curiosidade, nos transportes a ideia de lucro não é sempre uma realidade nem uma exigência, por exemplo durante o Estado Novo com Salazar muito certinho nas contas mas os transportes como os comboios davam sempre prejuízo e isso era visto como uma coisa normal (desde que o prejuízo fosse o valor aceitável) , o objetivo não era o lucro mas servir o país e manter muita gente empregada.


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Saltar de 970 euros em 2027 para 1150 euros em 2029 é um aumento de 18,5% em 2 anos.

Esta famosa proposta foi feita no final de 2024, quando o SMN era 820€ e o chega propunha 1000€ subsidiados, portanto um aumento de 22% de um ano para o outro no SMN.

Honestamente nem sei se atualmente eles andam a empurrar de novo esta banha da cobra.
 
Faz todo o sentido o Estado ter controle numa companhia de aviação, que pode ser a TAP com os moldes adequados, o país não és tu nem eu apenas , o país é um território cheio de portugueses e com 2 regiões insulares que necessitam de aviões para se deslocarem. Compete ao Estado ter algum controle na aviação , pelo menos nos voos domésticos .

Já agora uma curiosidade, nos transportes a ideia de lucro não é sempre uma realidade nem uma exigência, por exemplo durante o Estado Novo com Salazar muito certinho nas contas mas os transportes como os comboios davam sempre prejuízo e isso era visto como uma coisa normal (desde que o prejuízo fosse o valor aceitável) , o objetivo não era o lucro mas servir o país e manter muita gente empregada.


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Custe o que custar. :cool:
PS all over again
 
Como já disseram, esses aumentos são facilmente suportáveis por um McDonalds por ex, agora um mini mercado numa aldeia do interior?
Lá está, vai tudo pela mesma bitola...
E já nem falo se esse aumento mesmo sendo suportável por grandes cadeias, se começa a sair da " margem de lucro " gerada pelo funcionário..

18% em 2 anos é surreal....
Mal de uma empresa pequena que vá á falência por aumentarem 30 ou 40euros um empregado... em Espanha pagam mais , em França pagam mais e não vão á falência. Os custos e os problemas de uma empresa são outros.
 
Tens alguma ideia sobre de que se trata o conceito de produtividade?
Obviamente, por isso o salário mínimo é como o nome indica o minimo, e com contrato curto, para novas entradas e aprendizes, depois se o trabalhador for bom ganhará depois muito mais que o mínimo. Mas a empresa pagar mais, não é um problema se empresa estiver saudável e tiver faturação.
Para uma empresa o problema não é pagar 1000 ou 1500, o problema é faltar trabalho , cair a faturação , ou não haver margem de lucro.

Até digo mais, sai mais barato pagar 1500 ou até mais a um trabalhador que seja muito bom e autónomo e de total confiança que 2 ou 3 de 970euros que não valem nada e não sabem fazer nada.
 
Como já disseram, esses aumentos são facilmente suportáveis por um McDonalds por ex, agora um mini mercado numa aldeia do interior?
Lá está, vai tudo pela mesma bitola...
E já nem falo se esse aumento mesmo sendo suportável por grandes cadeias, se começa a sair da " margem de lucro " gerada pelo funcionário..

18% em 2 anos é surreal....
Que não haja a mínima dúvida que o SMN é um porcaria e que eu tenho pena de quem tem de viver com esse nível de rendimento, ainda para mais se tiverem crianças para criar ou apoiar um idoso. Tudo o que eu vou escrever em seguida não é insensibilidade, é apenas uma análise de outros impactos da subida do SMN.

Um ponto para reflexão é que quando sobes um SMN numa micro empresa familiar, talvez só tenhas mesmo esse encargo extra; se calhar só trabalhas tu e mais um ou dois funcionários com o SMN (ou pouco acima).

Mas numa empresa maior a coisa muda de figura. Tens um estratificação de funções/responsabilidades e não podes comprimir eternamente o diferencial entre os que ganham o SMN e quem está acima; por outras palavras: tens de subir os restantes funcionários (idealmente na mesma proporção).

Tal como já se discutiu por aqui à exaustão o ritmo de aumento dos escalões de IRS é muito agressivo e há que contar com os 23,75% da SS. Isto implica que o impacto na folha salarial é muito mais complicado do que pensar que só vamos subir o SMN e tudo o resto fica igual (ou que o impacto é reduzido).
 
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