Tópico dos carros eléctricos

Eles têm o spring como carro secundário, é para deslocações diárias de um total de uns 15 km máx, e algumas voltas ao fim de semana de 70 ou 80km em EN e vias rapidas mas coisa ligeira à volta de LX.

Na altura não foram equacionados outros porque eles queraim mesmo algo barato pa segundo carro.

Compraram com 4 anos e bateria com status de 92% segundo o teste.

De resto é um segmento A low cost, não esperar milagres, embora seja muito interessante de se andar com ele ao contrário dos outros dacias que tive, desde logo porque nao há o drama da transmissão low cost de um ICE barato.

Para o propósito deles tá excelente.
Obrigado.
Sim, o carro é fraco em quase todos os parâmetros mas também é o mais barato que existe.

Tendo isto em mente mas sabendo o objectivo dele, que é ser um veículo apenas citadino, não entendo a aversão que ele cria aqui nos utilizadores.

Claro com bateria de 26 não se pode esperar 400 Km.
Mas o que se ouve dizer de "com a quantidade de carregadores e a utilização feita do veículo porque é que precisa tanta autonomia?", esse argumento também é válido para o Spring, acho eu.
Quem o tiver como veículo para cidade (por cidade, no meu caso eventual, refiro-me a Lisboa com muito para arranca, semáforos, etc) parece ser uma excelente opção, e se for como carro secundário exclusivo para isso, ainda mais óbvio.

"A potência do motor é ridícula, muito fraco."
Sem dúvida.
Mas nem todos têm a possibilidade de ter um carro com muita potência e bateria porque isso tem ligação directamente proporcional ao preço.
Provavelmente a esmagadora maioria gostaria de ter o máximo que existe mas depois cada um tem as restrições inerentes (orçamento, gostos, etc).
E a facilidade com que hoje se arranja veículos com mais de 200cv, com a particularidade de que sendo eléctricos a potência está logo disponível no primeiro toque de acelerador, faz com que 45, ou 65 ou 70 pareçam ridículos.
E efectivamente são mas desde que o intuito não seja fazer arranques a partir dos semáforos ou similares, seja fazer o transporte de um sítio para um outro, parece fazer bem essa função.
 
Última edição:
Obrigado.
Sim, o carro é fraco em quase todos os parâmetros mas também é o mais barato que existe.

Tendo isto em mente mas sabendo o objectivo dele, que é ser um veículo apenas citadino, não entendo a aversão que ele cria aqui nos utilizadores.

Claro com bateria de 26 não se pode esperar 400 Km.
Mas o que se ouve dizer de "com a quantidade de carregadores e a utilização feita do veículo porque é que precisa tanta autonomia?", esse argumento também é válido para o Spring, acho eu.
Quem o tiver como veículo para cidade (por cidade, no meu caso eventual, refiro-me a Lisboa com muito para arranca, semáforos, etc) parece ser uma excelente opção, e se for como carro secundário exclusivo para isso, ainda mais óbvio.

"A potência do motor é ridícula, muito fraco."
Sem dúvida.
Mas nem todos têm a possibilidade de ter um carro com muita potência e bateria porque isso tem ligação directamente proporcional ao preço.
Provavelmente a esmagadora maioria gostaria de ter o máximo que existe mas depois cada um tem as restrições inerentes (orçamento, gostos, etc).
E a facilidade com que hoje se arranja veículos com mais de 200cv, com a particularidade de que sendo eléctricos a potência está logo disponível no primeiro toque de acelerador, faz com que 45, ou 65 ou 70 pareçam ridículos.
E efectivamente são mas desde que o intuito não seja fazer arranques a partir dos semáforos ou similares, seja fazer o transporte de um sítio para um outro, parece fazer bem essa função.
Sim… se já partires com consciência das coisas que o carro tem ele no fim de contas é mais que perfeito. Havia aí um user que chegou a meter fotos, tinha tipo um i4, ou um polestar, n me lembro, mas um carro de um segmento grande até e um spring para a cidade e disse bem do spring na mesma!!!
 
Obrigado.
Sim, o carro é fraco em quase todos os parâmetros mas também é o mais barato que existe.

Tendo isto em mente mas sabendo o objectivo dele, que é ser um veículo apenas citadino, não entendo a aversão que ele cria aqui nos utilizadores.

Claro com bateria de 26 não se pode esperar 400 Km.
Mas o que se ouve dizer de "com a quantidade de carregadores e a utilização feita do veículo porque é que precisa tanta autonomia?", esse argumento também é válido para o Spring, acho eu.
Quem o tiver como veículo para cidade (por cidade, no meu caso eventual, refiro-me a Lisboa com muito para arranca, semáforos, etc) parece ser uma excelente opção, e se for como carro secundário exclusivo para isso, ainda mais óbvio.

"A potência do motor é ridícula, muito fraco."
Sem dúvida.
Mas nem todos têm a possibilidade de ter um carro com muita potência e bateria porque isso tem ligação directamente proporcional ao preço.
Provavelmente a esmagadora maioria gostaria de ter o máximo que existe mas depois cada um tem as restrições inerentes (orçamento, gostos, etc).
E a facilidade com que hoje se arranja veículos com mais de 200cv, com a particularidade de que sendo eléctricos a potência está logo disponível no primeiro toque de acelerador, faz com que 45, ou 65 ou 70 pareçam ridículos.
E efectivamente são mas desde que o intuito não seja fazer arranques a partir dos semáforos ou similares, seja fazer o transporte de um sítio para um outro, parece fazer bem essa função.

Conheço um casal que tem um, há pouco mais de 1 ano, ela trabalha a uns 3 km de casa e anda com ele na cidade ás voltas, nem 15 km por dia deve fazer. Depois tem um duster quando saem juntos.. mas atualmente quando vão juntos mas não muito longe acabam por usar o spring.

O deles é o de 65cv, na cidade mesmo o de 45cv meio que dá, porque até aos 50 km/h faz o mesmo tempo que um carro a combustão de 100cv..

E depois carrega aquilo numa ficha normal. Ela está supersatisfeita com o carro, é tudo uma questão do uso que dás, para o que ela anda a bateria dava para mais que uma semana.

Pessoalmente eu não tinha dado 19K por aquilo, mas lá está há muitas escolhas e cada um faz a sua..
 
Os britânicos costumam fazer testes a tudo e a um par de botas, o que inclui também os veículos movidos a baterias.

Este é um genérico com dados WLTP: https://www.whatcar.com/best/longest-range-electric-cars/n25783

Mas este terá muito mais interesse com circulação na via pública, em ambiente real, embora mantendo as velocidades dentro dos limites legais... não é para andar a 150 ou a 180, até porque alguns desses veículos nem sequer atingem os 135 km/h...



E uma análise a mais longo prazo com todos os EV que já testaram, se bem que em anos diferentes, estações do ano diferentes, etc. etc.


E o que acontece quando a bateria "parece" que acabou e o veículo deixa de andar?




Posto isto, não tenho dúvida que o Tesla 3 RWD base é uma excelente escolha para quem consiga conviver com tudo a ser feito no tablet... até escolher entre a marcha-atrás e o Drive ou Ponto-morto ou Park...

E fazer os piscas num cursor do volante... felizmente que a última versão voltou a ter uma haste no lado esquerdo do volante para accionar os piscas...
 
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Os da Stellantis(208, corsa, C3)... o Zoe só evitava se tiver aluguer da bateria.


De caras dessas três opções ia para o MG4.
O ZOE será sempre com bateria incluida, mas sendo air cooled nao sei se não é chato se alguma vez for para os DC charger.
MG4 pelo preço dos corsas e 208 tambem me parece mais composto.

Mas o ponto principal era saber se estes 2 ultimos da stellantis carecem de alguma coisa crónica.
 
O que eu conduzi era de 2023 ou início de 2024 não tenho a certeza absoluta.
Era a versão de 45 cv e de 2 lugares.
Fiz o test drive há coisa de 2 anos. Depois acabei por comprar o Twingo em Dezembro de 2024.
Olha, honestamente não sei que te diga, este é de 2022 e tem o " mapa " que te referi.
Se calhar não é mesmo descabido que tenha havido alguma alteração nisso.
 
Obrigado.
Sim, o carro é fraco em quase todos os parâmetros mas também é o mais barato que existe.

Tendo isto em mente mas sabendo o objectivo dele, que é ser um veículo apenas citadino, não entendo a aversão que ele cria aqui nos utilizadores.

Claro com bateria de 26 não se pode esperar 400 Km.
Mas o que se ouve dizer de "com a quantidade de carregadores e a utilização feita do veículo porque é que precisa tanta autonomia?", esse argumento também é válido para o Spring, acho eu.
Quem o tiver como veículo para cidade (por cidade, no meu caso eventual, refiro-me a Lisboa com muito para arranca, semáforos, etc) parece ser uma excelente opção, e se for como carro secundário exclusivo para isso, ainda mais óbvio.

"A potência do motor é ridícula, muito fraco."
Sem dúvida.
Mas nem todos têm a possibilidade de ter um carro com muita potência e bateria porque isso tem ligação directamente proporcional ao preço.
Provavelmente a esmagadora maioria gostaria de ter o máximo que existe mas depois cada um tem as restrições inerentes (orçamento, gostos, etc).
E a facilidade com que hoje se arranja veículos com mais de 200cv, com a particularidade de que sendo eléctricos a potência está logo disponível no primeiro toque de acelerador, faz com que 45, ou 65 ou 70 pareçam ridículos.
E efectivamente são mas desde que o intuito não seja fazer arranques a partir dos semáforos ou similares, seja fazer o transporte de um sítio para um outro, parece fazer bem essa função.
Sim, há aquele pormenor que estava a falar com o ednuno, em que na minha experiencia o carro tem arranques lentos até aos 50 e a partir daí parece que ao minimo toque debita tudo o que tem e num ápice se mete nos 100, e a experiencia dele é ao contrário, mais ágil até aos 50 e daí pra cima limitado.

Mas independentemente disso, nota-se 45cv em 1000 Kg como referi, somente em arranques de subidas muuuuito inclinadas ou claro quando entras num AE em subida mas aí um ICE de 60cv também tem que fazer barulho.

De resto o que se nota não são 45cv mas sim 125NM constantes, por ex eu tinha aqui um Polo de 64cv que digo-te que entre os 50 e 100 pa acompanhar o spring tem que fazer boas RPM e consmos altos.
 
Conheço um casal que tem um, há pouco mais de 1 ano, ela trabalha a uns 3 km de casa e anda com ele na cidade ás voltas, nem 15 km por dia deve fazer. Depois tem um duster quando saem juntos.. mas atualmente quando vão juntos mas não muito longe acabam por usar o spring.

O deles é o de 65cv, na cidade mesmo o de 45cv meio que dá, porque até aos 50 km/h faz o mesmo tempo que um carro a combustão de 100cv..

E depois carrega aquilo numa ficha normal. Ela está supersatisfeita com o carro, é tudo uma questão do uso que dás, para o que ela anda a bateria dava para mais que uma semana.

Pessoalmente eu não tinha dado 19K por aquilo, mas lá está há muitas escolhas e cada um faz a sua..
Sim há 2 entraves, o preço e a segurança passiva que pelo que sei não é famosa.
Em usado o preço não é descabido mas em novo parece-me muito colado a outras propostas melhores.

Há ou ia haver um spring de 100cv, esse deve ter a sua piada.
 
Obrigado.
Sim, o carro é fraco em quase todos os parâmetros mas também é o mais barato que existe.

Tendo isto em mente mas sabendo o objectivo dele, que é ser um veículo apenas citadino, não entendo a aversão que ele cria aqui nos utilizadores.

Claro com bateria de 26 não se pode esperar 400 Km.
Mas o que se ouve dizer de "com a quantidade de carregadores e a utilização feita do veículo porque é que precisa tanta autonomia?", esse argumento também é válido para o Spring, acho eu.
Quem o tiver como veículo para cidade (por cidade, no meu caso eventual, refiro-me a Lisboa com muito para arranca, semáforos, etc) parece ser uma excelente opção, e se for como carro secundário exclusivo para isso, ainda mais óbvio.

"A potência do motor é ridícula, muito fraco."
Sem dúvida.
Mas nem todos têm a possibilidade de ter um carro com muita potência e bateria porque isso tem ligação directamente proporcional ao preço.
Provavelmente a esmagadora maioria gostaria de ter o máximo que existe mas depois cada um tem as restrições inerentes (orçamento, gostos, etc).
E a facilidade com que hoje se arranja veículos com mais de 200cv, com a particularidade de que sendo eléctricos a potência está logo disponível no primeiro toque de acelerador, faz com que 45, ou 65 ou 70 pareçam ridículos.
E efectivamente são mas desde que o intuito não seja fazer arranques a partir dos semáforos ou similares, seja fazer o transporte de um sítio para um outro, parece fazer bem essa função.
Tenho um que está prestes a fazer 5 anos. Quando o comprei não tinha alternativas mais baratas em novo (era condição) e foi na altura do pós COVID que havia os constrangimentos nas entregas de viaturas (prazos de entrega superiores a 12 meses). Comprei um pouco a medo, mas pelas minhas contas, vi que se o carro durasse 8 anos e a seguir desse o p*ido mestre, não ficava nada chateado, porque já tinha cumprido a sua missão.

Se fosse hoje, tinha optado por outra alternativa que agora há no mercado, mas por incrível que pareça tem sido um carro fiável e gasta pouco. É fácil fazer 10kwh em ambiente urbano e com tempo ameno. Para cidade o carro dá conta do recado.

O melhor upgrade que fiz foi substituir os pneus de origem (uns chinocas quaisquer que têm zero aderência em piso molhado) por uns Continental.
 
Já há mg4 com quilometragens altas? Esses carros tb fazem Uber deve haver já exemplares bem usados. Por acaso era engraçado ver como estão os interiores, algumas coisas parecem mais frágeis e pode ser apenas uma falsa ideia!
Há algum tempo um colega meu que tem um com cerca de 50 000kms pediu-me para fazer um teste com o EvDash, não gostou muito do resultado.
1791054121879.png
 
Estou impressionado, sobretudo com três coisas:
- Que tenham usado o mesmo carro para os sete testes
- Que as portas tenham continuado a abrir todas até ao lateral
- Que tenham conseguido desaparafusar o quadro de baterias para o final
Lá resistente ele é... e aposto que será bem caro
 
Como diz o Mandalorian, this is the way

"Estamos a investir na criação de valor, produção competitiva e segurança de empregos na Alemanha. O novo BMW Série 3 é a prova disso. Estamos no controlo da transformação - desde o desenvolvimento à industrialização e à produção altamente eficiente em Munique e Dingolfing. A nova fábrica de baterias de alta voltagem em Irlbach-Straßkirchen ilustra a forma como trazemos de volta tecnologia chave de mobilidade elétrica para a nossa base caseira. Estamos a dar o nosso contributo. As condições que permitem investimento, inovação e competitividade são essenciais se a criação de valor industrial quiser continuar a ter sucesso na Alemanha".

 
É a bateria LFP, 51kWh, e de facto vai muito baixo, nem o meu LEAF caiu tanto em 2 anos...
Não fico com muita fé nesse valor, pode ter algum problema no pack, ou há aí alguma coisa com teste/calibracao de bms, diria face ao expectável…

Já fizeste esse teste noutros carros com LFP?
 
Não fico com muita fé nesse valor, pode ter algum problema no pack, ou há aí alguma coisa com teste/calibracao de bms, diria face ao expectável…

Já fizeste esse teste noutros carros com LFP?
Não, mas não é muito diferente do que tenho visto por aí, as marcas referem que nos packs LFP a degradação inicial é sempre grande...
 
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