Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

EscapeLivre, se o dizes terei de acreditar. Já conduzi algumas viaturas com o 1.0 TSI DSG7 (no Seat Ibiza/ VW T-Cross/ Seat Arona), mas quase sempre no seu modo manual sequencial, por isso não sei muito bem o que o modo "Drive/D" consegue fazer de rotação mínima.

Aquilo que consigo afirmar é que o VW Polo 1.2 TSI 105cv DSG7 (de 2012) da minha mulher utilizando o modo "Drive/D" existem algumas circunstâncias que rola em 7ª velocidade às 1.200/1.300 RPM, o que vale é que sendo um 4 cilindros mesmo a essa rotação quase que não emite vibrações, já o 1.0 TSI sendo de 3 cilindros e principalmente abaixo das 2.000 RPM emite bastante mais vibrações (e também em cargas mais contundentes de acelerador), por isso deduzi que sendo a 1.0 TSI uma motorização mais actual e com normas mais restritivas de emissões que tivessem programado a caixa de velocidades automática para circular a rotações mais reduzidas em certas ocasiões no modo "Drive/D", do que essas 1.600/1.700 RPM que comentas.
Sandro, tenho visto mencionares este ponto das vibrações muitas vezes em relação ao 1.0 TSI!
Não sei se as unidades que tens conduzido já estão muito rodadas ou têm algum apoio do motor já "cansado".
Não tenho notado nada disso em condução normal no meu (tem poucos kms). Nem nas vibrações e no ruído então muito silencioso. (ainda ontem uma passageira que nunca tinha andado nele, disse ao fim da viagem de 140 kms... "bolas nem dei quase que o carro tinha motor, parecia quase eléctrico" :)
O 1.2 manco atmosferico, sim nesse nota-se mais as vibrações se deixares cair mas as rotações ou se tiveres a manobrar com a direção totalmente virada.

Em relação às rotações no 1.0 TSI com a DSG7 também me parece que tal como o escape diz, ele pode deixar vir ali para 1600/1700 RPM, mas não tenho notado que deixe vir muito para baixo...talvez só se tiveres sem tocar no acelerador. Com carga de acelerador não deixa o motor entrar em "esforço".

Eu tb se vir que a caixa pode ter ficado "preguiçosa" em alguma situação, principalmente em 7ª (a mudança de menos força) se teimar em manter a 7ª por exemplo nas 1800 rpm e começar a subir e não for para pisar mais porque não temos espaço eu prefiro dar o toque na patilha e reduzir para 6ª manualmente. ;)

Uma coisa que este 1.0 TSI tem, é o relanti mais alto do que parecia vir a ser o "novo normal", parece estar ali pelas 1000 RPM
 
Última edição:
Não são regras rígidas...

Sim há motores à vontade abaixo das 1500, certamente, mas andar frequentemente nesses regimes não faz nada bem.

Mas ok é pseudo poupar assim, depois a culpa é do conbustivel do jumbo, do FAP que é chato, etc etc e um 300D de 1985 é que era uma ganda máquina e os carros de hoje são picuinhas e etc etc.
Estás a bater na mesma tecla. Dizes que não são regras rígidas para logo a seguir afirmar que andar frequentemente abaixo das 1500 rpm não faz nada bem.

Isso depende muito do automóvel. Já tive o prazer de andar em carros digamos que "generosamente motorizados" que não apresentam qualquer esforço a regimes ultra baixos. Podes andar assim a vida toda que não estragas nada. Volto a reiterar que o problema é pré-detonação. Desde que não a provoques, podes andar à rotação que quiseres.
 
Eu conduzi um destes ibiza pela primeira vez em Espanha, já pa fazer um test drive escolhi este modelo porque era o que tinha em mente pa comprar e achei curioso isto dos regimes " altos " comparando com diversos reports que eu ia lendo noutros carros. Até podia ser só do meu mas desta forma vi que é mesmo assim.
Talvez por ser seat e ter uma veia mais """" sport """ ? será? nao faço ideia, sei que à minima carga mais exigente salta logo pa 3000, 4000, 5000 RPM com muita facilidade, como resultado final as cargas de acelerador são sempre as menores porque compensa com as RPM.

Se eu usar o modo S, ele ainda faz mais RPM mas nem noto grandes diferenças de performance, embora careça de mais teste, a verdade é que ele no D já é como o S se vários outros carros.

Falou-se aí no 116d, creio que havia pelo menos 1 user que andava sempre em modo S e que o carro era mais responsivo e consumos iguais ou melhores.
Isso do modo S foi eu ao início. Fazia me confusão andar às 1100rpm e era a forma que tinha para manter a rotação mais alta sem ter que ter o carro no modo Sport. Depois andei muito tempo só em modo Sport mas com a caixa no D. Entretanto voltei a testar o comfort e o eco pro e já não me faz confusão. Era meramente psicológico. Atrevo me a dizer que até prefiro o eco pro para velocidades até aos 70/80 do que prefiro o comfort dado que neste último, a caixa por vezes assume um modo de condução “auto” e fica com uma afinação um pouco mais desportiva quando assim entende ser necessário. Pode ser placebo, mas é a ideia que me dá. Ainda assim, ando maioritariamente em Comfort por comodismo. O start and stop também é algo que passei a utilizar pela notória redução de consumo em cidade. Só no verão é que desligo porque sou muito muito chato o AC.

Isto das caixas auto modernas carece sempre de alguma adaptação, digam o que disserem, especialmente, para quem é mais purista e gosta de conduzir. Ainda assim, de certo que quem não liga nada a máquinas, mete em D e siga.

O @Margini é que andava sempre em sport no dele porque efetivamente fazia o carro gastar menos no tipo de relevo da Madeira, mas o dele era manual.
 
Eu conduzi um destes ibiza pela primeira vez em Espanha, já pa fazer um test drive escolhi este modelo porque era o que tinha em mente pa comprar e achei curioso isto dos regimes " altos " comparando com diversos reports que eu ia lendo noutros carros. Até podia ser só do meu mas desta forma vi que é mesmo assim.
Talvez por ser seat e ter uma veia mais """" sport """ ? será? nao faço ideia, sei que à minima carga mais exigente salta logo pa 3000, 4000, 5000 RPM com muita facilidade, como resultado final as cargas de acelerador são sempre as menores porque compensa com as RPM.

Se eu usar o modo S, ele ainda faz mais RPM mas nem noto grandes diferenças de performance, embora careça de mais teste, a verdade é que ele no D já é como o S se vários outros carros.

Falou-se aí no 116d, creio que havia pelo menos 1 user que andava sempre em modo S e que o carro era mais responsivo e consumos iguais ou melhores.
Era eu que tinha o 116d e andava sempre em Sport, mas no meu caso era caixa manual e sou da Ilha da Madeira, logo muitos declives por todo o lado.

O carro aqui nas zonas onde eu andava, se andasse em modo Eco ou Confort era um pastelão o que lhe levava a consumir mais e metia a minha vida em risco… entrar numa rotunda numa zona íngreme com o carro em Eco Pro sem qualquer potência debaixo do pé direito não era para mim.

Outra questão é que o meu era a versão Eficiente Dynamics a caixa era estupidamente longa, principalmente em cidade era uma coisa horrível, estive a trabalhar no centro do Funchal e saía em hora de ponta, tinha que andar sempre em primeira o carro para aguentar segunda só a cima de 40km/h e e…

Outra coisa que odiava era mais uma vez devido a caixa longa, no para arranca abaixo de 15km/h o carro já estava ao ralanti obrigando a ir com o pé á embraiagem, tinha uma dificuldade enorme em acompanhar o trânsito em horas de ponta, bastava o carro da frente arrear ligeiramente tinha que ir com o pé a embraiagem para não lhe levar pela frente.

Em comparação o Megane que tenho agora 1.3 TCe é super agradável nesse aspecto, a caixa está perfeitamente escalonada e o motor lida bem com velocidades baixas.
 
Era eu que tinha o 116d e andava sempre em Sport, mas no meu caso era caixa manual e sou da Ilha da Madeira, logo muitos declives por todo o lado.

O carro aqui nas zonas onde eu andava, se andasse em modo Eco ou Confort era um pastelão o que lhe levava a consumir mais e metia a minha vida em risco… entrar numa rotunda numa zona íngreme com o carro em Eco Pro sem qualquer potência debaixo do pé direito não era para mim.

Outra questão é que o meu era a versão Eficiente Dynamics a caixa era estupidamente longa, principalmente em cidade era uma coisa horrível, estive a trabalhar no centro do Funchal e saía em hora de ponta, tinha que andar sempre em primeira o carro para aguentar segunda só a cima de 40km/h e e…

Outra coisa que odiava era mais uma vez devido a caixa longa, no para arranca abaixo de 15km/h o carro já estava ao ralanti obrigando a ir com o pé á embraiagem, tinha uma dificuldade enorme em acompanhar o trânsito em horas de ponta, bastava o carro da frente arrear ligeiramente tinha que ir com o pé a embraiagem para não lhe levar pela frente.

Em comparação o Megane que tenho agora 1.3 TCe é super agradável nesse aspecto, a caixa está perfeitamente escalonada e o motor lida bem com velocidades baixas.
Acho que já te tinha dito. Nos LCI, os b37 têm todos a mesma caixa, seja 114d ou 116d ed. O ed só tem o modo eco ativo por defeito, molas frontais do pack m e muitos vieram com a grelha inferior adaptativa à semelhança dos E87, para o motor aquecer mais rápido. O restante é o mesmo.

Esse comportamento é que nunca notei nas caixas manuais. A primeira, do que me lembro, andava pelos 9/10km/h por causa do relatim ser às ~950 rpm (mas se bem me lembro, ele depois acabava por baixar para as 800 rpm se o deixasses ir sem tocar nos pedais porque deixava de fazer “assistência”). A única coisa que me chateava era a falta de força da segunda quando querias andar de forma mais ágil entre os 20 e os 30 km/h para evitar, por exemplo, fura filas ou para entrares numa rotunda, mas eu também andava sempre em comfort uma vez que acabava por compensar esse efeito com o “queimar de embraiagem”. Acabava por ser uma questão de hábito. Tanto que não é à toa que muitos levam embraiagens muito cedo. Mesmo o F40, que é mais novo, sofre do mesmo. Ainda assim, não trocava. Prefiro caixas longas a curtas. E para uma condução típica dos condutores “batidos” que trocam tudo às 2000rpm, o b37 safa se bem.

Recentemente andei com um X1 18d b47 sdrive manual e achei a caixa igualmente longa e embora o motor fosse maior e aguentá-se, alegadamente, melhor os baixos regimes, não achei a 2ª nada por aí além e tive de pôr várias vezes a primeira em trânsito lento. O N47 da primeira geração parece me ter mais força. E falando de consumos, para o peso do carro e para o tipo de utilização (mista com mais AE), a média andava pelos 6.2. Se fosse auto, acredito que fosse mais alta.
 
Acho que já te tinha dito. Nos LCI, os b37 têm todos a mesma caixa, seja 114d ou 116d ed. O ed só tem o modo eco ativo por defeito, molas frontais do pack m e muitos vieram com a grelha inferior adaptativa à semelhança dos E87, para o motor aquecer mais rápido. O restante é o mesmo.

Esse comportamento é que nunca notei nas caixas manuais. A primeira, do que me lembro, andava pelos 9/10km/h por causa do relatim ser às ~950 rpm (mas se bem me lembro, ele depois acabava por baixar para as 800 rpm se o deixasses ir sem tocar nos pedais porque deixava de fazer “assistência”). A única coisa que me chateava era a falta de força da segunda quando querias andar de forma mais ágil entre os 20 e os 30 km/h para evitar, por exemplo, fura filas ou para entrares numa rotunda, mas eu também andava sempre em comfort uma vez que acabava por compensar esse efeito com o “queimar de embraiagem”. Acabava por ser uma questão de hábito. Tanto que não é à toa que muitos levam embraiagens muito cedo. Mesmo o F40, que é mais novo, sofre do mesmo. Ainda assim, não trocava. Prefiro caixas longas a curtas. E para uma condução típica dos condutores “batidos” que trocam tudo às 2000rpm, o b37 safa se bem.

Recentemente andei com um X1 18d b47 sdrive manual e achei a caixa igualmente longa e embora o motor fosse maior e aguentá-se, alegadamente, melhor os baixos regimes, não achei a 2ª nada por aí além e tive de pôr várias vezes a primeira em trânsito lento. O N47 da primeira geração parece me ter mais força. E falando de consumos, para o peso do carro e para o tipo de utilização (mista com mais AE), a média andava pelos 6.2. Se fosse auto, acredito que fosse mais alta.
Por acaso tinha ideia que os ED tinham um escalonamento de caixa mais longo, lembro-me de ver isso algures.

Mas foi até hoje o carro que tinha o escalonamento mais caixa que andei, em comparação direta um 1.5 DCI a andar em cidade é muito mais agradável, o BMW era sempre aquele carro que tinha a regra de "andar uma abaixo" face aos outros carros, nos sítios onde um carro normal andaria em terceira o BMW ia se segunda.

Outra coisa que odiava de morte mesmo, era aqui na minha zona tem a reta principal e várias ruas em perpendicular, o S1 era o único carro que me obrigava a parar, meter primeira para "atacar" a rua, se fosse em segunda já caia demasiado a rotação face ao escalonamento da caixa e já se tornava perigoso ele ia a morrer parecia que queria levar tudo pela frente, nenhum outro carro que andei até hoje e já devem ser dezenas senão centenas tiveram este comportamento.

Tudo isto somado, e apesar de o ter durante 6 anos, fez-me criar um "ódio" ao carro, fora as questões de regenerações de 130 em 130 km mas isso já era culpa minha que tinha um diesel para fazer cidade.

Mas lá está, pode ter a ver com o facto aqui da Madeira, por causa das inclinações não dá para sacrificar o motor abaixo das 1500 rpm, se for em primeira ok, em segunda mudança já se começava a sentir vibrações e hesitações que é algo que não gosto, habituei-me a conduzir com o pé direito leve e rotação alta, se tenho que afundar o pé para o carro reagir é sinal que estou na mudança errada, tento aplicar isto a qualquer carro, é quase impossível trocar de caixa aqui na ilha das 2000 rpm por exemplo e ainda sair com boost para lidar com declives ainda que seja mais ou menos acentuado, talvez na avenida do mar que é plano ou numa descida ainda assim não gosto, opto por ouvir o motor a "encher" e então mudo de caixa.

No entanto e como estamos em tópico de consumos, em passeio de fim de semana com estrada livre, ainda que nunca na vida utilizasse a 6 mudança, fazia consumos destes o que me deixa alguma saudade :D
 

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Estás a bater na mesma tecla. Dizes que não são regras rígidas para logo a seguir afirmar que andar frequentemente abaixo das 1500 rpm não faz nada bem.

Isso depende muito do automóvel. Já tive o prazer de andar em carros digamos que "generosamente motorizados" que não apresentam qualquer esforço a regimes ultra baixos. Podes andar assim a vida toda que não estragas nada. Volto a reiterar que o problema é pré-detonação. Desde que não a provoques, podes andar à rotação que quiseres.
Não rígido no sentido de ser 1500 ou 1600 ou 1800....

Mas falamos de carros com motores normais ou motores acima da média? É que o Corvette C6 creio anda à vontadinha se bem me lembro de ler em testes, acima das 800 RPM acho eu.

Mas indo ao mundo real e comum, nunca percebi o medo que as pessoas têm em fazer RPM num equilíbrio saudável, mas vá, ide de andar com carros banais sempre em ultra baixos regimes sobretudo em cidade, mas nunca esquecer combustivel xpto pa limpar, certamente.
 
Sandro, tenho visto mencionares este ponto das vibrações muitas vezes em relação ao 1.0 TSI!
Não sei se as unidades que tens conduzido já estão muito rodadas ou têm algum apoio do motor já "cansado".
Não tenho notado nada disso em condução normal no meu (tem poucos kms). Nem nas vibrações e no ruído então muito silencioso. (ainda ontem uma passageira que nunca tinha andado nele, disse ao fim da viagem de 140 kms... "bolas nem dei quase que o carro tinha motor, parecia quase eléctrico" :)
O 1.2 manco atmosferico, sim nesse nota-se mais as vibrações se deixares cair mas as rotações ou se tiveres a manobrar com a direção totalmente virada.

Em relação às rotações no 1.0 TSI com a DSG7 também me parece que tal como o escape diz, ele pode deixar vir ali para 1600/1700 RPM, mas não tenho notado que deixe vir muito para baixo...talvez só se tiveres sem tocar no acelerador. Com carga de acelerador não deixa o motor entrar em "esforço".

Eu tb se vir que a caixa pode ter ficado "preguiçosa" em alguma situação, principalmente em 7ª (a mudança de menos força) se teimar em manter a 7ª por exemplo nas 1800 rpm e começar a subir e não for para pisar mais porque não temos espaço eu prefiro dar o toque na patilha e reduzir para 6ª manualmente. ;)

Uma coisa que este 1.0 TSI tem, é o relanti mais alto do que parecia vir a ser o "novo normal", parece estar ali pelas 1000 RPM
Bem lembrado isso do ralenti, também noto que está muitas vezes em torno das 1000 RPM.
Não sei se prejudica ou não os consumos em cidade, sem strart stop.
 
A indicação de mudança de caixa do 1.0 TSI cá de casa no Arona é algo para o generoso, se comprasse o carro andava sempre a bater válvulas.

Venho às vezes em terceira mudança e ele manda meter sexta 😅

Se olhasse para ele acho que o carro só andava às 1000 rpm a se arrastar.

Eu quero é que eles se montem com as suas indicações no quadrante, não acredito que um motor a andar a vibrar e a morrer a todo o tempo ganhe saúde e longevidade.

Gosto mais de me guiar pelo som do motor, sou um old school 😅
Sim, ele manda trocar de relação com baixas rotações. Se o terreno for plano é sem problema.
 
Eu conduzi um destes ibiza pela primeira vez em Espanha, já pa fazer um test drive escolhi este modelo porque era o que tinha em mente pa comprar e achei curioso isto dos regimes " altos " comparando com diversos reports que eu ia lendo noutros carros. Até podia ser só do meu mas desta forma vi que é mesmo assim.
Talvez por ser seat e ter uma veia mais """" sport """ ? será? nao faço ideia, sei que à minima carga mais exigente salta logo pa 3000, 4000, 5000 RPM com muita facilidade, como resultado final as cargas de acelerador são sempre as menores porque compensa com as RPM.

Se eu usar o modo S, ele ainda faz mais RPM mas nem noto grandes diferenças de performance, embora careça de mais teste, a verdade é que ele no D já é como o S se vários outros carros.

Falou-se aí no 116d, creio que havia pelo menos 1 user que andava sempre em modo S e que o carro era mais responsivo e consumos iguais ou melhores.
Na generalidade dos carros os modos económico/normal/sport mexe essencialmente com a resposta do acelerador (ex. no modo sport 1 no primeiro cm tens 60 cv, no modo normal 45 e no modo eco 30), mas na prática a fundo o carro anda o mesmo e consome o mesmo.

Na verdade a questão dos consumos é muito por efeito placebo. Há quem se entusiasme mais com um acelerador mais reactivo e acabe por de facto acelerar um pouco mais e no extremo oposto um acelerador mais inerte pode levar a uma condução mais chill-out.
 
Sim se se nota desconforto é reduzir, mas mesmo notando um à vontade, eu nunca gosto de descer das 1500 e no caso do corsa cá de casa, raríssimo menos que 1800 RPM, até porque a caixa é muuuito longa obrigando a grandes cargas de acelerador.
Também varia um bocado com os carros, peso, tipo de motor, disponibilidade, etc.

Mas há uma certa tendência de os motores estarem optimizados para baixas e médias rpms
 
Também varia um bocado com os carros, peso, tipo de motor, disponibilidade, etc.

Mas há uma certa tendência de os motores estarem optimizados para baixas e médias rpms
Eu não duvido que estejam optimizados, mas daí a fazer disso vida, eu não sou adepto, ainda pra mais com injecção directa, além dos FAP e coisas.

Claro, os carros são para se gastar, certo, mas também para conduzir sem medo, com disponibilidade e se isso nem incluir aumento de consumo, melhor...

Ao menos com eléctricos acaba-se esta tourada.
 
Eu não duvido que estejam optimizados, mas daí a fazer disso vida, eu não sou adepto, ainda pra mais com injecção directa, além dos FAP e coisas.

Claro, os carros são para se gastar, certo, mas também para conduzir sem medo, com disponibilidade e se isso nem incluir aumento de consumo, melhor...

Ao menos com eléctricos acaba-se esta tourada.
Eu nunca ando em sub-regimes, detesto isso, é sempre melhor mais rpms do que menos rpms.

Os elétricos ainda são mais sensíveis ao acelerador na questão dos consumos.
 
Eu nunca ando em sub-regimes, detesto isso, é sempre melhor mais rpms do que menos rpms.

Os elétricos ainda são mais sensíveis ao acelerador na questão dos consumos.
primeira frase: é esse o meu mote tb

Segunda frase: sim, podem ser, mas, no pára-arranca ou cidade podem ser mais eficazes, em manobras a mesma coisa.
 
Sandro, tenho visto mencionares este ponto das vibrações muitas vezes em relação ao 1.0 TSI!
Não sei se as unidades que tens conduzido já estão muito rodadas ou têm algum apoio do motor já "cansado".
Não tenho notado nada disso em condução normal no meu (tem poucos kms). Nem nas vibrações e no ruído então muito silencioso. (ainda ontem uma passageira que nunca tinha andado nele, disse ao fim da viagem de 140 kms... "bolas nem dei quase que o carro tinha motor, parecia quase eléctrico" :)
O 1.2 manco atmosferico, sim nesse nota-se mais as vibrações se deixares cair mas as rotações ou se tiveres a manobrar com a direção totalmente virada.

Em relação às rotações no 1.0 TSI com a DSG7 também me parece que tal como o escape diz, ele pode deixar vir ali para 1600/1700 RPM, mas não tenho notado que deixe vir muito para baixo...talvez só se tiveres sem tocar no acelerador. Com carga de acelerador não deixa o motor entrar em "esforço".

Eu tb se vir que a caixa pode ter ficado "preguiçosa" em alguma situação, principalmente em 7ª (a mudança de menos força) se teimar em manter a 7ª por exemplo nas 1800 rpm e começar a subir e não for para pisar mais porque não temos espaço eu prefiro dar o toque na patilha e reduzir para 6ª manualmente. ;)

Uma coisa que este 1.0 TSI tem, é o relanti mais alto do que parecia vir a ser o "novo normal", parece estar ali pelas 1000 RPM


Gavela, é evidente que as motorizações tricilíndricas têm evoluído em relação às vibrações, ou seja emitem bem menos e as auxiliadas com Turbo cada vez mais agradáveis de utilizar, mas se conduzirmos com idênticas características as de 4 cilindros quase que não emitem quaisquer vibrações tanto ao ralenti como em cargas mais pronunciadas de acelerador.

Se passares deste 1.0 TSI de 3 cilindros logo de seguida para um 1.5 TSI de 4 cilindros (e mesmo para o 1.2 TSI) notarás aquilo que comento.

Já agora acrescento que o 1.0 TSI faz muitos "cold start" com muita frequência, mesmo depois de estar desligado somente 30 minutos.

Mas também saliento que este 1.0 TSI que exceptuando essas vibrações (que tenho noção que é totalmente normal e não uma anomalia) que na sua variante mais potente de 110/115cv me agrada pela sua disponibilidade acima das 2.000 RPM e até respira melhor em regimes superiores de rotação do que a motorização 1.2 TSI de 105cv (que só possui 2 válvulas por cilindro).
 
Gavela, é evidente que as motorizações tricilíndricas têm evoluído em relação às vibrações, ou seja emitem bem menos e as auxiliadas com Turbo cada vez mais agradáveis de utilizar, mas se conduzirmos com idênticas características as de 4 cilindros quase que não emitem quaisquer vibrações tanto ao ralenti como em cargas mais pronunciadas de acelerador.

Se passares deste 1.0 TSI de 3 cilindros logo de seguida para um 1.5 TSI de 4 cilindros (e mesmo para o 1.2 TSI) notarás aquilo que comento.

Já agora acrescento que o 1.0 TSI faz muitos "cold start" com muita frequência, mesmo depois de estar desligado somente 30 minutos.

Mas também saliento que este 1.0 TSI que exceptuando essas vibrações (que tenho noção que é totalmente normal e não uma anomalia) que na sua variante mais potente de 110/115cv me agrada pela sua disponibilidade acima das 2.000 RPM e até respira melhor em regimes superiores de rotação do que a motorização 1.2 TSI de 105cv (que só possui 2 válvulas por cilindro).
Isso faz-me uma confusão enorme, por que eu tenho a norma de não arrancar enquanto as rotações não baixarem.

Outra coisa é em dias de calor e aquilo a temperatura chega aos 90º em 500m a andar para aí.
 
Mais uma viagemzita com o E320.
Este OM613 nunca deixa de impressionar.
3.2L 6 cilindros 197cv com 27 anos.

41534.jpg
Saí de casa assim.

41648.jpg
Antes de chegar à autoestrada.

41651.jpg
Chegado a casa.
 
Última edição:
Então essas versões CDI E200, 220, e 320 foram uma boa evolução em consumos face aos anteriores E200d, 220d, 250d, 250turbod, 290turbod, 300d e 300turbod, imagino eu.
 
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