Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

Creio que o ponto que o ETC refere não tem a ver com a caixa mas sim com o turbo não ter enchido.
Isto porque do que entendo, ele refere que após a mudança já estar engatada e o motor a injectar, nota-se um ligeiro delay tipico de quando o turbo ainda não faz a pressão suficiente.
Correto.

Falo do delay entre as rotações já estarem lá em cima, e haver andamento a condizer.

A caixa (isto é, as mudanças a chegarem lá acima em kickdown) é muito rápida. Vai de 5ª a 2ª quase de modo instantâneo.
 
Eu disse um intervalo. Se andar no transito intenso em 1800-2500 RPM só sai a ganhar em consumo e em saúde do motor.

Eu ainda aguardo que me expliquem o benefício de andar em gasolina abaixo das 1800 RPM.

A DSG deve andar mal programada pa não deixar fazer isso.
Imagina fazer a 2ª circular em pára-arranca intenso e só mudar de 1ª para 2ª às 1800...eu pelo menos, nesse cenário, passo de 1ª para 2ª sempre que possivel. Mas cada um conduz como acha melhor, claro (y)

Entretanto, o meu amigo Copilot arranjou-me aqui info interessante:

A caixa Twinamic do Smart (a automática de dupla embraiagem de 6 velocidades) adapta as mudanças ao modo de condução selecionado:

Modo ECO / Condução normal​

  • Troca para relações superiores o mais cedo possível para reduzir consumos.
  • Em aceleração suave, normalmente muda entre:
    • 1ª → 2ª: ~15-20 km/h
    • 2ª → 3ª: ~25-30 km/h
    • 3ª → 4ª: ~40 km/h
    • 4ª → 5ª: ~50-60 km/h
    • 5ª → 6ª: ~65-75 km/h
O motor costuma trabalhar entre 1.500 e 2.000 rpm.

Modo Sport​

  • Mantém as mudanças por mais tempo.
  • As passagens podem ocorrer entre 2.500 e 3.500 rpm ou mais, dependendo da posição do acelerador.
  • Faz reduções mais cedo quando trava ou levanta o pé.

Acelerador a fundo (kickdown)​

Independentemente do modo:
  • A caixa reduz uma ou mais velocidades.
  • Mantém a mudança até perto do limite de rotação antes de engrenar a seguinte.

No Smart ForFour 0.9 Turbo​

Como o motor tem bastante binário em baixas rotações, é normal a Twinamic:
  • Circular em 6ª a apenas 70-80 km/h.
  • Manter rotações próximas de 1.700-2.000 rpm em condução tranquila.
  • Fazer reduções rápidas em subidas ou quando pede aceleração.
 
@mpereira desculpa mas nós passamos a vida preocupados com combustiveis aditivados xpto e afins e tu sugeres num carro a gasolina andar abaixo das 1500 RPM? Ou mesmo que seja diesel.

E depois é de admirar FAPs, admissão suja, coisas assim.

Relembro que os 1500 faz sentido ou não dependendo se tens caixa curta ou longa, mas abaixo disso eu acho que só faz mal.

Em resumo, gasolina abaixo das 2000 RPM só para cargas de acelerador muito leves e não faz sentido passar pa segunda logo as 1800 isto em gasolina, nao em diesel e mais uma vez, tudo dependerá dos escalonamentos.
 
Eu bem sei que sou da Madeira,

Mas jamais vou trocar de mudança as 1800 RPM em que carro for, honestamente não olho para isso mas diria que pelo menos as 3000 rpm ou lá perto é o que faço, troco com calma e a rotação cai para bem perto das 2000 rpm que é o regime que o motor se sente confortável. Gosto de sentir o motor a puxar com alma, não o turbo estar a “encher” e lhe cortar as pernas.

Outro cenário comum é por exemplo em trânsito mais lento se tiver que ir em segunda às 2500 ou 3000 rpm mas de pé do encostado no acelerador faço, acho melhor que trocar para terceira e o regime ir para as 1500 rpm ou assim e ter que acelerar mais forte…

Mas cada um tem a sua condução, e os percursos também ditam muito.
 
Creio que o ponto que o ETC refere não tem a ver com a caixa mas sim com o turbo não ter enchido.
Isto porque do que entendo, ele refere que após a mudança já estar engatada e o motor a injectar, nota-se um ligeiro delay tipico de quando o turbo ainda não faz a pressão suficiente.
Então deverá ser por o motor ser pequeno. Supostamente a ajuda elétrica devia colmatar isso. Ainda assim acredito mais na minha teoria de “evitar o coice”.
 
@mpereira desculpa mas nós passamos a vida preocupados com combustiveis aditivados xpto e afins e tu sugeres num carro a gasolina andar abaixo das 1500 RPM? Ou mesmo que seja diesel.

E depois é de admirar FAPs, admissão suja, coisas assim.

Relembro que os 1500 faz sentido ou não dependendo se tens caixa curta ou longa, mas abaixo disso eu acho que só faz mal.

Em resumo, gasolina abaixo das 2000 RPM só para cargas de acelerador muito leves e não faz sentido passar pa segunda logo as 1800 isto em gasolina, nao em diesel e mais uma vez, tudo dependerá dos escalonamentos.
A questão é que com as caixas automáticas, esta análise de rotações deixa de ser uma questão.
No meu caso, a ZF08 manda o motor com frequência para as 1000/1100 rotações quando ando em velocidades citadinas. A 9G-tronic faz o mesmo. E nenhum dos carros deu qualquer tipo de problemas no FAP.
Acho que é mais importante fazer uns kms em AE/estrada aberta para a linha de escape ganhar temperatura do que irmos tão preocupados com as rotações. É o que é. Os fabricantes lá sabem o que fazem.
 
A questão é que com as caixas automáticas, esta análise de rotações deixa de ser uma questão.
No meu caso, a ZF08 manda o motor com frequência para as 1000/1100 rotações quando ando em velocidades citadinas. A 9G-tronic faz o mesmo. E nenhum dos carros deu qualquer tipo de problemas no FAP.
Acho que é mais importante fazer uns kms em AE/estrada aberta para a linha de escape ganhar temperatura do que irmos tão preocupados com as rotações. É o que é. Os fabricantes lá sabem o que fazem.
Mas repara que uma coisa é teres 7 8 ou 9 vitesses e outra 6, acredito que nao consigas meter as 6 de forma tão prontinhas a baixas RPM a menos que seja caixa algo curta.
Hoje testei no ibiza e o mínimo autorizado é 1700 RPM com DSG.
Mas no caso falado era manual, o leon 1.0 TSI 6 .Não é raro de qualquer forma as marcas mandarem trocar para uma superior, entrando em subrotação que só faz é mal.

No corsa manual noto isso, se mudar conforme ele sugere , não raras vezes fica a consumir mais.

RPM demasiado baixas faz mal no geral e isso em qualquer site da especialidade encontramos as explicações.
 
Mas repara que uma coisa é teres 7 8 ou 9 vitesses e outra 6, acredito que nao consigas meter as 6 de forma tão prontinhas a baixas RPM a menos que seja caixa algo curta.
Hoje testei no ibiza e o mínimo autorizado é 1700 RPM com DSG.
Mas no caso falado era manual, o leon 1.0 TSI 6 .Não é raro de qualquer forma as marcas mandarem trocar para uma superior, entrando em subrotação que só faz é mal.

No corsa manual noto isso, se mudar conforme ele sugere , não raras vezes fica a consumir mais.

RPM demasiado baixas faz mal no geral e isso em qualquer site da especialidade encontramos as explicações.
A indicação de mudança de caixa do 1.0 TSI cá de casa no Arona é algo para o generoso, se comprasse o carro andava sempre a bater válvulas.

Venho às vezes em terceira mudança e ele manda meter sexta 😅

Se olhasse para ele acho que o carro só andava às 1000 rpm a se arrastar.

Eu quero é que eles se montem com as suas indicações no quadrante, não acredito que um motor a andar a vibrar e a morrer a todo o tempo ganhe saúde e longevidade.

Gosto mais de me guiar pelo som do motor, sou um old school 😅
 
A questão é que com as caixas automáticas, esta análise de rotações deixa de ser uma questão.
No meu caso, a ZF08 manda o motor com frequência para as 1000/1100 rotações quando ando em velocidades citadinas. A 9G-tronic faz o mesmo. E nenhum dos carros deu qualquer tipo de problemas no FAP.
Acho que é mais importante fazer uns kms em AE/estrada aberta para a linha de escape ganhar temperatura do que irmos tão preocupados com as rotações. É o que é. Os fabricantes lá sabem o que fazem.
Isso é no 116d ou no 114?

Quando tinha o meu de caixa manual, o motor abaixo das 1500 rpm já não gostava muito.

Mas sempre ouvi dizer que estes carros com caixa auto até pareciam outro carro.
 
@mpereira desculpa mas nós passamos a vida preocupados com combustiveis aditivados xpto e afins e tu sugeres num carro a gasolina andar abaixo das 1500 RPM? Ou mesmo que seja diesel.

E depois é de admirar FAPs, admissão suja, coisas assim.

Relembro que os 1500 faz sentido ou não dependendo se tens caixa curta ou longa, mas abaixo disso eu acho que só faz mal.

Em resumo, gasolina abaixo das 2000 RPM só para cargas de acelerador muito leves e não faz sentido passar pa segunda logo as 1800 isto em gasolina, nao em diesel e mais uma vez, tudo dependerá dos escalonamentos.
Não faz sentido ditar regras rígidas desse género. Há motores que se dão bem quase a partir do ralenti, mesmo em mudanças altas. E outros que se queixam de forma bem audível (por exemplo o GR86 é para esquecer abaixo das 2000 rpm - vibra por todo o lado). Devemos ajustar a condução à viatura em causa, evitando pré-detonação. Isso é o mais importante.
 
Mas repara que uma coisa é teres 7 8 ou 9 vitesses e outra 6, acredito que nao consigas meter as 6 de forma tão prontinhas a baixas RPM a menos que seja caixa algo curta.
Hoje testei no ibiza e o mínimo autorizado é 1700 RPM com DSG.
Mas no caso falado era manual, o leon 1.0 TSI 6 .Não é raro de qualquer forma as marcas mandarem trocar para uma superior, entrando em subrotação que só faz é mal.

No corsa manual noto isso, se mudar conforme ele sugere , não raras vezes fica a consumir mais.

RPM demasiado baixas faz mal no geral e isso em qualquer site da especialidade encontramos as explicações.
Tenho contacto direto com um T-Roc 1.0 de 116cv de 2025 e um Ibizia 1.0 110cv de 2022 ambos de caixa manual, e se não me falha a memória, o indicador de mudança sugere várias vezes relações que colocam o motor a rotações abaixo das 1700. Diria que manda andar nas 1400.

Tal como o @Margini já referiu várias vezes, no 1.0 TFSI andar abaixo das 2000 muitas vezes gasta mais e ainda acontece outra coisa, que é o maior efeito do turbo a entrar. A condução deixa de ser são suave e progressiva. O T-Roc está melhor afinado do que o Ibiza, mas mesmo assim sente na mesma. Sem duvida que a caixa auto é um “must have”, especialmente, no Ibizia, que é muito errático na passagem de primeira para segunda.
 
Mas repara que uma coisa é teres 7 8 ou 9 vitesses e outra 6, acredito que nao consigas meter as 6 de forma tão prontinhas a baixas RPM a menos que seja caixa algo curta.
Hoje testei no ibiza e o mínimo autorizado é 1700 RPM com DSG.
Mas no caso falado era manual, o leon 1.0 TSI 6 .Não é raro de qualquer forma as marcas mandarem trocar para uma superior, entrando em subrotação que só faz é mal.

No corsa manual noto isso, se mudar conforme ele sugere , não raras vezes fica a consumir mais.

RPM demasiado baixas faz mal no geral e isso em qualquer site da especialidade encontramos as explicações.


EscapeLivre, tens a certeza que no teu Seat Ibiza 1.0 TSI DSG7 no modo "D/Drive" da caixa de velocidades a rotação não baixa das 1.700 RPM em certas circunstâncias (duvido muitíssimo) ?
 
Isso é no 116d ou no 114?

Quando tinha o meu de caixa manual, o motor abaixo das 1500 rpm já não gostava muito.

Mas sempre ouvi dizer que estes carros com caixa auto até pareciam outro carro.
No 116d b37 auto. O 114d B37 (e também já testei o 116d B37 e é igual) era precisamente o oposto, mandava trocar a mudança por uma relação inferior caso o regime de rotação fosse inferior às 1500 rpm salvo se estivesse em eco pro, onde as 1200/1300 eram perfeitamente aceitáveis para ele. Curiosamente, na versão auto, anda sempre nesses regimes, independentemente do chassis ser F20 ou F40. Já não me faz confusão porque o carro só faz isto quando está a “velejar”. Se carregarmos um pouco mais acelerador, sobe logo para as 1700/2000 rpm para ter prontidão. Em descidas mantém o motor às 2000 rpm ou mais se estiver com o escape frio (é estupido, mas são as medidas “verdes”).

De forma geral, é um ótimo combo. Só acho a ZF08, a par com a maioria das caixas auto hidráulicas, um pouco menos suave a frio do que estava à espera, mas faz parte.

No que toca aos consumos, há que contar com pelo menos mais 1 litros para as mesmas situações citadinas e até o carro aquecer bem os fluidos. Em contra partida, o motor tem muito mais força em médios e baixo regimes, do que tem na versão manual.
 
EscapeLivre, tens a certeza que no teu Seat Ibiza 1.0 TSI DSG7 no modo "D/Drive" da caixa de velocidades a rotação não baixa das 1.700 RPM em certas circunstâncias (duvido muitíssimo) ?
Nem a propósito, ontem mais uns testes, não é 1700 é 1600 RPM e só pa coisas mt suaves mesmo.
Consegui manter nas 1500 mas sem aceleração, apenas a velocidade estabilizada e a uns 50 km/h.

Nunca o vejo baixar disso.

EDIT, o modo " S " raramente uso mas diria que nunca baixa das 2500.
 
Última edição:
Tenho contacto direto com um T-Roc 1.0 de 116cv de 2025 e um Ibizia 1.0 110cv de 2022 ambos de caixa manual, e se não me falha a memória, o indicador de mudança sugere várias vezes relações que colocam o motor a rotações abaixo das 1700. Diria que manda andar nas 1400.

Tal como o @Margini já referiu várias vezes, no 1.0 TFSI andar abaixo das 2000 muitas vezes gasta mais e ainda acontece outra coisa, que é o maior efeito do turbo a entrar. A condução deixa de ser são suave e progressiva. O T-Roc está melhor afinado do que o Ibiza, mas mesmo assim sente na mesma. Sem duvida que a caixa auto é um “must have”, especialmente, no Ibizia, que é muito errático na passagem de primeira para segunda.
Ai, atão, tás a "ajudar-me" ou seja, dá sugestões para 1400 RPM quando depois acontece as coisas do segundo paragrafo.
 
Não faz sentido ditar regras rígidas desse género. Há motores que se dão bem quase a partir do ralenti, mesmo em mudanças altas. E outros que se queixam de forma bem audível (por exemplo o GR86 é para esquecer abaixo das 2000 rpm - vibra por todo o lado). Devemos ajustar a condução à viatura em causa, evitando pré-detonação. Isso é o mais importante.
Não são regras rígidas...

Sim há motores à vontade abaixo das 1500, certamente, mas andar frequentemente nesses regimes não faz nada bem.

Mas ok é pseudo poupar assim, depois a culpa é do conbustivel do jumbo, do FAP que é chato, etc etc e um 300D de 1985 é que era uma ganda máquina e os carros de hoje são picuinhas e etc etc.
 
Nem a propósito, ontem mais uns testes, não é 1700 é 1600 RPM e só pa coisas mt suaves mesmo.
Consegui manter nas 1500 mas sem aceleração, apenas a velocidade estabilizada e a uns 50 km/h.

Nunca o vejo baixar disso.

EDIT, o modo " S " raramente uso mas diria que nunca baixa das 2500.


EscapeLivre, se o dizes terei de acreditar. Já conduzi algumas viaturas com o 1.0 TSI DSG7 (no Seat Ibiza/ VW T-Cross/ Seat Arona), mas quase sempre no seu modo manual sequencial, por isso não sei muito bem o que o modo "Drive/D" consegue fazer de rotação mínima.

Aquilo que consigo afirmar é que o VW Polo 1.2 TSI 105cv DSG7 (de 2012) da minha mulher utilizando o modo "Drive/D" existem algumas circunstâncias que rola em 7ª velocidade às 1.200/1.300 RPM, o que vale é que sendo um 4 cilindros mesmo a essa rotação quase que não emite vibrações, já o 1.0 TSI sendo de 3 cilindros e principalmente abaixo das 2.000 RPM emite bastante mais vibrações (e também em cargas mais contundentes de acelerador), por isso deduzi que sendo a 1.0 TSI uma motorização mais actual e com normas mais restritivas de emissões que tivessem programado a caixa de velocidades automática para circular a rotações mais reduzidas em certas ocasiões no modo "Drive/D", do que essas 1.600/1.700 RPM que comentas.
 
Ai, atão, tás a "ajudar-me" ou seja, dá sugestões para 1400 RPM quando depois acontece as coisas do segundo paragrafo.
Sim, sem dúvida. Não disse o contrário. Limitei me a reportar o que acontece. Eu próprio nunca fui muito apologista de andar com o motor a morrer. No entanto, é como o @MSchumacher diz: é uma questão de adaptar ao motor e às vibrações e ruído de funcionamento, ao consumo e à disponibilidade.
 
Sim, sem dúvida. Não disse o contrário. Limitei me a reportar o que acontece. Eu próprio nunca fui muito apologista de andar com o motor a morrer. No entanto, é como o @MSchumacher diz: é uma questão de adaptar ao motor e às vibrações e ruído de funcionamento, ao consumo e à disponibilidade.
Sim se se nota desconforto é reduzir, mas mesmo notando um à vontade, eu nunca gosto de descer das 1500 e no caso do corsa cá de casa, raríssimo menos que 1800 RPM, até porque a caixa é muuuito longa obrigando a grandes cargas de acelerador.
 
EscapeLivre, se o dizes terei de acreditar. Já conduzi algumas viaturas com o 1.0 TSI DSG7 (no Seat Ibiza/ VW T-Cross/ Seat Arona), mas quase sempre no seu modo manual sequencial, por isso não sei muito bem o que o modo "Drive/D" consegue fazer de rotação mínima.

Aquilo que consigo afirmar é que o VW Polo 1.2 TSI 105cv DSG7 (de 2012) da minha mulher utilizando o modo "Drive/D" existem algumas circunstâncias que rola em 7ª velocidade às 1.200/1.300 RPM, o que vale é que sendo um 4 cilindros mesmo a essa rotação quase que não emite vibrações, já o 1.0 TSI sendo de 3 cilindros e principalmente abaixo das 2.000 RPM emite bastante mais vibrações (e também em cargas mais contundentes de acelerador), por isso deduzi que sendo a 1.0 TSI uma motorização mais actual e com normas mais restritivas de emissões que tivessem programado a caixa de velocidades automática para circular a rotações mais reduzidas em certas ocasiões no modo "Drive/D", do que essas 1.600/1.700 RPM que comentas.
Eu conduzi um destes ibiza pela primeira vez em Espanha, já pa fazer um test drive escolhi este modelo porque era o que tinha em mente pa comprar e achei curioso isto dos regimes " altos " comparando com diversos reports que eu ia lendo noutros carros. Até podia ser só do meu mas desta forma vi que é mesmo assim.
Talvez por ser seat e ter uma veia mais """" sport """ ? será? nao faço ideia, sei que à minima carga mais exigente salta logo pa 3000, 4000, 5000 RPM com muita facilidade, como resultado final as cargas de acelerador são sempre as menores porque compensa com as RPM.

Se eu usar o modo S, ele ainda faz mais RPM mas nem noto grandes diferenças de performance, embora careça de mais teste, a verdade é que ele no D já é como o S se vários outros carros.

Falou-se aí no 116d, creio que havia pelo menos 1 user que andava sempre em modo S e que o carro era mais responsivo e consumos iguais ou melhores.
 
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