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Até levares com um e por ausência de seguro de responsabilidade ou acidentes pessoais, ficares a arder nalguns milhares de Euro. É que se estiveres à espera que os tribunais funcionem e consigas algum valor...
Quando comunicamos com certas classes profissionais, é necessário ter em conta as limitações de que geralmente padecem...Apenas para contar a minha interação com um agente da PSP em Braga.
O centro dessa cidade é uma zona histórica pedonal, as ruas mais importantes são todas proibidas ao trânsito.
Mas essa zona está infestada por trotinetes, é impossível andar 100 metros sem passar por uma, e algumas passam a velocidades indecentes.
Ora, é proibido trotinetes nessa zona, e já presenciei algumas vezes alguns "close calls", principalmente com crianças. É uma situação bastante perigosa, e não é uma questão de acontecer ou não um acidente, mas apenas de quando vai acontecer...
Como estava um carro da polícia parado mesmo no centro da avenida principal, com 2 agentes dentro e um outro fora na conversa, eu parei e perguntei se era permitido trotinetes naquela zona, ao mesmo tempo em que montes delas passavam por nós.
O agente disse o seguinte "Teoricamente não é permitido, o problema é a fiscalização"...
Eu agreci e vim-me embora, mas arrependi-me de não ter perguntado o que eles estavam ali a fazer.
Devem estar à espera de um acidente grave para começarem a fiscalizar.
Primeiro mesmo que possa ter um fundo de verdade acho injusto generalizarmos. Não são todos burros. E tenho ideia que os cursos que tiram hoje em dia têm um pouco mais exigência (posso estar errado).Quando comunicamos com certas classes profissionais, é necessário ter em conta as limitações de que geralmente padecem...
Limitações cognitivas e falta de brio profissional, salvo uma ou outra honrosa excepção. Que, quando as apanho, fico a pensar, "o que é que esta pessoa vem fazer para esta força da autoridade?"Primeiro mesmo que possa ter um fundo de verdade acho injusto generalizarmos. Não são todos burros. E tenho ideia que os cursos que tiram hoje em dia têm um pouco mais exigência (posso estar errado).
Segundo, eles sabem perfeitamente que deviam estar a fiscalizar, mas se ng os obrigar pq se vão chatear e ter possíveis problemas se podem simplesmenter ignorar?
Acho que o maior problema não são as "limitações", é mesmo a maioria não ter brio nem orgulho na profissão e a maioria preferir o conforto e ter emprego sem chatices que serem verdadeiros polícias e fazerem realmente a diferença na sociedade.
PS: Uma vez não fui atropelado à porta de um supermercado (ia na passadeira e tudo, super visível, bom tempo etc.) por sorte e dois PSP viram já que estavam mesmo à frente do super e da passadeira. A carrinha das obras que me ia passando a ferro obviamente seguiu caminho e continuou (como vinha) a todo o gás.
Claro que olhando para trás e a frio é fácil perceber que eles nunca iriam fazer nada, até pq estavam a pé. Mas a quente tive de me dirigir a eles a perguntar se tinham visto o que aconteceu e se não iam fazer algo.
Resposta dos dois PSPs: "e queria que fizemos o quê?".
Portanto se estão à espera de brio, profissionalismo e vontade de fazer a diferença podem esperar sentados.
Comecei por dizer que não gosto de generalizações (e sobre as capacidades intelectuais mantenho o que disse), mas infelizmente a maioria só quer ver o tempo passar e ter o salário na conta ao fim do mês.
Se é profissão onde se devia ter coragem era polícia, infelizmente na prática poucos o são.
O Código da Estrada equipara-as a velocípedes, logo ...A utilização deveria ser mais regulada e fiscalizada. Seguro de RC obrigatório, acções de fiscalização mais frequentes e limitaçao na idade/potência.
No clube onde os meus putos jogam, existem vários miudos que têm, e os "quase acidentes" são imensos. É até ao dia...