A "Praga" das Trotinetes Eléctricas

eh pah....e não foste ver se a loira dondoca tinha alguma coisa partida, ou uma luxação, ou algo que precisasse de uma leve caric.....desculpa....... jeito.... ?!?!?!????

Eu oferecia-me logo para lhe dar umas lições.....de trotinete claro !

Não é esse tipo de postura e pensamento rebarbado que acusam os indostancios?
 
Os ciclistas conduzem um veículo e devem ter especial cuidado com os peões, da mesma forma que exigem que os veículos a motor tenham para com eles.

Mas depois, o problema é só do planeamento, dos outros, disto e daquilo mas nunca do desgraçado ciclista. [:D]

Tenho reparado que muitos ciclistas andam com posicoes extremistas ridiculas.
a titulo de exemplo, no meu municipio falam muito nos carros nos passeios, coisa que atualmente com a EMEL é raridade e quase residual no universo de todos os estacionamentos e falam tambem nos atropelamentos de peões.....nunca os vi referir o sem fim de velocipedes e equiparados espalhados por todos os passeios , a circular pelos mesmos e os crescente caso de atropelamentos em pleno passeio.
 
É o mesmo que acontece com uma bolada de um puto ou um bife a saltar em cima de um carro em Albufeira.

Tudo igual. Nomeadamente a velocidade com que estes tipos andam , nos estragos que podem provocar (neles e nos carros) e , no fundo, nas consequências.

Com a vantagem da praga estar em todo o território nacional. Já os bifes estão ali na praia da oura e costumam estar mais ao sopapo uns com os outros.

Mas ninguém comenta o absurdo da avenida lusíada? Avisei que ia dar asneira. Passado um ano, pelo menos um caso bem grave com uma trotinete. E por acaso nunca mais vi o ninja a circular lá a alta velocidade…. Vai na volta e foi o tipo do vídeo.
 
Captura-de-ecr-2024-11-13-175125.png

.
 

Tens de clicar no link do tal relatório do ETSC para entenderes esse quadro.
basicamente sao 2 recomendações diferentes, uma é uniformizar os limite de 20km/h para trotinetes, a outra é recomendar a massificação de zonas de 30km/h para os restantes veiculos na maioria dos arruamentos de areas urbanas.
 
Acho que a isso, acrescentaria seguro obrigatório...

Isso acabaria por remeter a todos os utilizadores da via publica, desde os nossos filhos nas suas bicicletas passando pelas nossas avós nas suas cadeiras de rodas......tenho ambos os casos na familia que já causaram danos em veiculos terceiros.

No aspecto desse caminho talvez o pensamento mais lógico é cada ser humano utilizador da via publica ter um seguro RC obrigatorio.
 
Apenas para contar a minha interação com um agente da PSP em Braga.
O centro dessa cidade é uma zona histórica pedonal, as ruas mais importantes são todas proibidas ao trânsito.
Mas essa zona está infestada por trotinetes, é impossível andar 100 metros sem passar por uma, e algumas passam a velocidades indecentes.

Ora, é proibido trotinetes nessa zona, e já presenciei algumas vezes alguns "close calls", principalmente com crianças. É uma situação bastante perigosa, e não é uma questão de acontecer ou não um acidente, mas apenas de quando vai acontecer...

Como estava um carro da polícia parado mesmo no centro da avenida principal, com 2 agentes dentro e um outro fora na conversa, eu parei e perguntei se era permitido trotinetes naquela zona, ao mesmo tempo em que montes delas passavam por nós.

O agente disse o seguinte "Teoricamente não é permitido, o problema é a fiscalização"...

Eu agreci e vim-me embora, mas arrependi-me de não ter perguntado o que eles estavam ali a fazer.
Devem estar à espera de um acidente grave para começarem a fiscalizar.
 
As trotinetas e as bicicletas eléctricas andam praticamente à borla - 20 cêntimos de energia aos 100. Portanto, vieram para ficar. No Porto o número delas explodiu com o choque petrolífero. Detalhe importante: a maioria já são particulares. As pessoas simplesmente perceberam que não têm gravete pra dar 2,5 euros (por enquanto ) por 1 litro de combustível e estuporá-lo inutilmente em filas de para-arranca. E o tal perigo do inimigo público n. 1 é uma treta. Aquilo pesa 10 ou 15 kg, se chocar ninguém se vai magoar muito, e começa logo pelo gajo da trotinete. E é raríssimo. Se for um SUV já não é assim.
 
Esse produto faz barulho? Aqui crianças tem algo parecido com bicicleta só que faz um barulho insuportável. Pior são os pais que dão um produto desse para o filho. E os vizinhos que aguentam. Passa um menino toda hora com essa coisa barulhenta.
 
As trotinetas e as bicicletas eléctricas andam praticamente à borla - 20 cêntimos de energia aos 100. Portanto, vieram para ficar. No Porto o número delas explodiu com o choque petrolífero. Detalhe importante: a maioria já são particulares. As pessoas simplesmente perceberam que não têm gravete pra dar 2,5 euros (por enquanto ) por 1 litro de combustível e estuporá-lo inutilmente em filas de para-arranca. E o tal perigo do inimigo público n. 1 é uma treta. Aquilo pesa 10 ou 15 kg, se chocar ninguém se vai magoar muito, e começa logo pelo gajo da trotinete. E é raríssimo. Se for um SUV já não é assim.
Com a velocidade que muitas atingem, a probabilidade de causar danos severos a alguém, i clysivé ao condutor, são mais que muitas.

É só deixar a Lei de Darwin actuar.
 
Dois anitos da minha trotinente.

Revelou-se uma escolha acertada.

Vou ao ginásio nela e até buscar encomendas quando são pequenas.

Cabe mala da carrinha e de vez em quando até a levo para locais mais friendly para esse uso.

Fiabilidade a 100% até agora.
 
As trotinetas e as bicicletas eléctricas andam praticamente à borla - 20 cêntimos de energia aos 100. Portanto, vieram para ficar. No Porto o número delas explodiu com o choque petrolífero. Detalhe importante: a maioria já são particulares. As pessoas simplesmente perceberam que não têm gravete pra dar 2,5 euros (por enquanto ) por 1 litro de combustível e estuporá-lo inutilmente em filas de para-arranca. E o tal perigo do inimigo público n. 1 é uma treta. Aquilo pesa 10 ou 15 kg, se chocar ninguém se vai magoar muito, e começa logo pelo gajo da trotinete. E é raríssimo. Se for um SUV já não é assim.
Com a velocidade que muitas atingem, a probabilidade de causar danos severos a alguém, i clysivé ao condutor, são mais que muitas.

É só deixar a Lei de Darwin actuar.
Infinitamente inferior à probabilidade de sobreviver a um atropelamento por um SUV.
E a falta de uso do capacete pelos trotinetistas só ajuda: obriga-os a pensar em primeiro lugar nos próprios cornos. Tenho-me cruzado com muitos nos passeios estreitos do Porto e sempre me senti em segurança.
 
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