Os diesel estragam-se mais que os gasolina quando conduzidos depressa ?

quando tiveres que fazer manutenção ou substituir esse filtro, vamos ver se ainda ficas com essa ideia, de qualquer das maneiras não querias ter problemas com 60 000 km's, ou achas que já é uma kilometragem valente?[;)] alem de teres esses cuidados que num otto não são necessários, mesmo nos otto turbo, pois o seu funcionamento (turbo) não é tão radical como nos diesel.

O filtro de partículas já foi mudado ao abrigo da garantia, mas o valor é bastante elevado.

Realmente 60.000 ainda é cedo para dar problemas.

Num carro a gasolina turbinado também tens que ter cuidado ao desligar, deves sempre deixá-lo a trabalhar pelo menos 1 min ou 2, por isso existe o Turbo Timer.
 
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Tenho ideia de sempre ter ouvido que os diesel que em condições normais seriam mais duráveis, se estragavam mais rapidamente se submetidos a esforços intensos e prolongados.

O mesmo em relação a reduções. Há quem ache que não se deve reduzir nos diesel da mesma forma que se faz com um otto

Eu fico com a ideia que se cumpridas as regras com os turbos, diesel ou gasolina são duráveis. Nos dieseis modernos não me creio, isto sem base cientifica qualquer, apenas pelo que vejo e ouço, que a andar no prego em comparação com um gasolina a andar do mesmo modo, que durem menos ou mais...acho sim é que o pessoal abusa mais nos dieseis até porque o gasóleo custa menos. É fácil ver dieseis potentes com muitos kms e não tão comum o mesmo em carros a gasolina. Por outro lado nas provas de resistência e velocidade, como Le Mans, diesel e gasolina estão lá e chegam ao fim da corrida.

Quanto às reduções, é algo que não me coibo de fazer no Leon até à data sem problemas. Mas por outro lado, nunca possui um gasolinas turbinado, apenas aspirado e parece-me que isso poderá ter interesse pois quando consideramos um diesel, invariavelmente tem turbo e como tal mais peças sujeitas a avariar.
 
E por isso, têm sistemas de arrefecimento. Os motores que não estão preparados para fazer determinada rotação, simplesmente não a fazem. O corte de combustível encarrega-se disso.[;)]

Não está em causa fazerem mais rotação para além do redline ou pouco acima da potência máxima. Estou apenas a dizer que por volta das 4000/4500 estão a maioria dos dieseis a debitar a potência máxima e por isso também o turbo na sua pressão máxima e por isso está a ser gerado mais calor...e sim, com isto é bem provável que a saúde do turbo se possa ressentir a longo prazo.

(mas também me parece que andar às 8000 num M3 por sistema, não contribua para a durabilidade a longo prazo) - isto é apenas um exemplo.
 
Eu fico com a ideia que se cumpridas as regras com os turbos, diesel ou gasolina são duráveis. Nos dieseis modernos não me creio, isto sem base cientifica qualquer, apenas pelo que vejo e ouço, que a andar no prego em comparação com um gasolina a andar do mesmo modo, que durem menos ou mais...acho sim é que o pessoal abusa mais nos dieseis até porque o gasóleo custa menos. É fácil ver dieseis potentes com muitos kms e não tão comum o mesmo em carros a gasolina. Por outro lado nas provas de resistência e velocidade, como Le Mans, diesel e gasolina estão lá e chegam ao fim da corrida.

Quanto às reduções, é algo que não me coibo de fazer no Leon até à data sem problemas. Mas por outro lado, nunca possui um gasolinas turbinado, apenas aspirado e parece-me que isso poderá ter interesse pois quando consideramos um diesel, invariavelmente tem turbo e como tal mais peças sujeitas a avariar.

primeiro dizes que é igual e acabas a dizer que por ter mais peças a probablidade de avariar é superior, em que ficamos[;)] ?
 
O filtro de partículas já foi mudado ao abrigo da garantia, mas o valor é bastante elevado.

Realmente 60.000 ainda é cedo para dar problemas.

Num carro a gasolina turbinado também tens que ter cuidado ao desligar, deves sempre deixá-lo a trabalhar pelo menos 1 min ou 2, por isso existe o Turbo Timer.

num turbinado otto não precisas de tantos cuidados, porque simplesmente o turbo não trabalha com tanta pressão\velocidade como o diesel.
 
OS grandes problemas de fiabilidade a meu ver ainda vêm da má utilização dos condutores.
O arrefecimento do turbo antes de desligar é uma das principais causas de avarias do mesmo.
Só uma pequena parte é por culpa de maus materiais e ainda mais pequena é a da relação otto/diesel.
QUando todos soubermos utilizar os motores convenientemente, ou seja, saber utilizar um otto como um otto e um diesel como um diesel, a vida últil dos motores aumentará concerteza.
 
primeiro dizes que é igual e acabas a dizer que por ter mais peças a probablidade de avariar é superior, em que ficamos[;)] ?

Bom, só não entendes o que quero dizer porque não te interessa[;)]. Não foi o melhor português é verdade, mas facilmente que se entende que o quero dizer é que temos mais peças que podem dar chatice...não quero dizer que vão dar mais chatice. E sim, na maioria das avarias que tenho ouvido em carros turbinados, diesel e gasolina, foi o turbo que cedeu (acontece é que por vezes isso basta para o motor ceder...basta o carro verter todo o óleo que ainda tinha ainda em funcionamento).
 
Apesar dos motores serem construídos com uma taxa de 16:1, por exemplo, não implica que em funcionamento tenho uma taxa superior a motores com 19:1. Altas pressões provocadas pelo funcionamento do turbo e injecção, colocam a câmara de combustão sujeita a pressões nunca antes vistas

Bem que confusão...
Um motor diesel actual que seja projectado com uma taxa de compressão de 16:1, vai ter sempre essa taxa. Independentemente das rotações e da carga a que está a ser sujeito. Como é que alteras uma taxa de 16:1 para 19:1?
Mas está bem, eu percebi o que queres dizer. Queres dizer que fruto dos turbocompressores e da injecção de alta pressão que a pressão a que a câmara de combustão está sujeita é muito maior.

Não é! [:p]

Primeiro vamos começar pelo turbo. Se realmente a entrada de ar de uma forma forçada, como é imposta pela presença do turbocompressor, faz pensar precisamente isso, tal não corresponde à realidade. E porquê, precisamente devido à taxa de compressão.

Se analisares alguns motores NA e os mesmos com turbo, vai reparar que a taxa de compressão dos turbo é sempre mais baixa. Isto é válido quer para os Otto, quer para os Diesel. Isto precisamente para menter a pressão da camara de combustão em níveis muito próximos.

Agora pela injecção directa de alta pressão:

É um engano pensar-se que lá por o combustível estar a ser injectado a 1600 bar, que a pressão na câmara de combustão vai ser exageradamente alta. Tal depende da quantidade (e não pressão) de combustível que entra para a câmara. E essa quantidade de combustível, vai ser inferior ao que era antigamente com a injecção indirecta.

Portanto a pressão total na câmara de combustão, devido às taxas de combustão mais baixas e apesar de toda a tecnologia empregue, não vai atingir valores significativamente elevados que comprometem a durabilidade dos motores.


Acredita que não, a tecnologia actual permite aumentar o regime disponível, o problema é que os sistemas têm evoluído mais que os blocos! O grosso dos motores actuais são adaptações de modelos desenvolvidos para bomba radial ou common rail da 1ª geração......
Como expliquei anteriormente, estas novas tecnologias colocam o motor sob um stress tal que, grande parte dos construtores opta por reduzir o regime de potência máxima (e mesmo assim em muitos dos casos todo o sistema de refrigeração foi mega alterado, caso do 1.9tdi 150cv, por exemplo) para aumentar o ciclo de vida do motor.

Já há algum tempo que ultrapassámos o 1.9 TDI como sendo o único motor de injecção directa.
Já existem muitos motores concebidos de raiz para a injecção common rail. A meu ver até são a maioria.

Mas assim ainda é pior para o Diesel, pois terei que escolher um motor de maior cilindrada... por conseguinte terá um curso ainda maior

Arranja lá um motor diesel de potencia idêntica ao teu para que possamos comparar. Ou então diz qual é o motor do teu para se arranjar um diesel equivalente. Eles agora vão deste do 1.3 CDTI até ao x35d, portanto há-se arranjar um concerteza. [:D]
 
Bom, por norma os turbos estão a fazer a sua pressão mais alta, nas rotações mais altas aonde têm a potência mais alta, por isso é quando aquecem mais.


O pico de pressão do turbo é atingido por volta do regime de binário máximo do motor. A altas rotações o turbo vai a menos pressão do regime de binário máximo.

Não confundas pressão com caudal, esse sim vai ser superior a altas rotações. [;)]
 
Bom, só não entendes o que quero dizer porque não te interessa[;)]. Não foi o melhor português é verdade, mas facilmente que se entende que o quero dizer é que temos mais peças que podem dar chatice...não quero dizer que vão dar mais chatice. E sim, na maioria das avarias que tenho ouvido em carros turbinados, diesel e gasolina, foi o turbo que cedeu (acontece é que por vezes isso basta para o motor ceder...basta o carro verter todo o óleo que ainda tinha ainda em funcionamento).

acho que os turbos até devem a estar a perder o primeiro lugar para os injectores, e claro que concordo que o diesel actual ao ser mais complexo (não só pelo turbo, como pela alimentação) se torna menos fiavel.
 
O pico de pressão do turbo é atingido por volta do regime de binário máximo do motor. A altas rotações o turbo vai a menos pressão do regime de binário máximo.

Não confundas pressão com caudal, esse sim vai ser superior a altas rotações. [;)]

Eu sei o que diz o mapa do meu Leon...ou seja, pé a fundo faz mais pressão e quanto mais potência mais pressão e durante mais tempo. Vou por isso procurar explicar melhor o que já disse: A conjunção de andar com o pé a fundo (literalmente) e a altas rotações, impele às maiores pressões por parte do turbo. Basta analisar os mapas, para quem tiver possibilidade para tal.
 
acho que os turbos até devem a estar a perder o primeiro lugar para os injectores, e claro que concordo que o diesel actual ao ser mais complexo (não só pelo turbo, como pela alimentação) se torna menos fiável.

Pois é, os injectores também começam a dar mais problemas...aqui podíamos entrar na discussão se os combustíveis xpto previnem tais problemas ou não.
 
não sei onde foste buscar essa informação, mas estou aqui para aprender, tem sido esses valores que tenho ouvido para os otto e diesel, se não é assim, bota aí o link[;)]

Mas qual link? Desde que existem que é assim.[:p] Não posso garantir que seja assim com todos, da mesma forma que tb não podes garantir que é assim para todos os Diesel. Tudo depende do tamanho do turbo, cilindrada, regime máximo do motor, bem como a forma que a ECU está programada (o turbo pode-se manifestar mais tarde ou mais cedo, e "acabar" a rotações mais baixas ou mais elevadas).[;)]
 
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