Portugueses têm menos 25% de poder de compra

Empobrecimento relativo.

Custa, né?

Mas pelos vistos custa mais mudar de vida [:D]
Falar é fácil.

Tantas criticais para quem não consegue deixar de ter um ou outro luxo.
Então e quem não tinha luxos? Quem, em vez disso, tem de deixar de comer 2 ou 3 vezes por dia para passar a comer só uma?

A política é uma m€rd@ e para se falar dos seus problemas temos que olhar a situação do povo de um modo geral. Dizer que a solução para melhorar é "apertar o cinto" mas a maioria não está disposta a tal está errado quando não se sabe/olha para quem já nem cinto pode usar.
 
Hum...epá o socialismo 'tá a ir prá gaveta de novo [:D]

E ninguém nos media fala nisso?

Anyway, PhAnT69, os reformados até foram os que perderam menos com esta "crise" pós 2000.

Tiveram sempre aumentos superiores ou iguais à inflacção.

Não que seja consolo nenhum, mas é um facto [;)]

Pelos vistos agora essa "protecção" acabou.
 
Hum...epá o socialismo 'tá a ir prá gaveta de novo [:D]

E ninguém nos media fala nisso?

Anyway, PhAnT69, os reformados até foram os que perderam menos com esta "crise" pós 2000.

Tiveram sempre aumentos superiores ou iguais à inflacção.

Não que seja consolo nenhum, mas é um facto [;)]

Pelos vistos agora essa "protecção" acabou.
Sim e não, na pratica não, não para os mais necessitados.
Dou um exemplo:
Um reformado que ganhe 200€ verá a sua reforma aumentada em 2.1% (é isto não é?), ora isso são 4,2€ agora os medicamentos aumentam, os alimentos aumentam, os transportes aumentam, etc. etc. etc. no fim de contas os 4,2€ foram-se em 3 ou 4 coisas que compraram e lá vão ter que sacrificar o pão quentinho com que antes contavam.....
 
Vocês são uns pessimistas.

Ainda temos uns quantos países com poder de compra mais baixo do que o nosso:

Portugal tem um poder de compra 25% inferior à União Europeia

Os portugueses têm um poder de compra 25% inferior à União Europeia a 27, de acordo com as estimativas preliminares referentes a 2006 divulgadas hoje pelo Eurostat.

Sara Antunes

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Os portugueses têm um poder de compra 25% inferior à União Europeia a 27, de acordo com as estimativas preliminares referentes a 2006 divulgadas hoje pelo Eurostat.

As estimativas são baseadas no produto interno bruto (PIB) por habitante e é expresso pelo índice de poder de compra standard, que funciona como uma unidade artificial que elimina as diferenças de preços entre os países. Com base no índice de poder de compra standard é possível comprar o mesmo volume de bens e serviços em todos os países.

Considerando que a base 100 , que é a média da UE a 27, o índice de Portugal situa-se nos 75, ou seja, está 25% abaixo da média. O diferencial face à UE a 25 é ainda maior, com o índice da região a ascender a 104.
Portugal surge assim como décimo segundo país com um poder de compra por habitante mais baixo. Este ano Portugal foi ultrapassado por Malta.

O índice de poder de compra standard entre os membros de UE a 27 varia entre 37 e 280, com o país a registar o nível mais baixo a ser a Bulgária e o mais elevado a corresponder ao Luxemburgo.



http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?CpContentId=298371
Ah, o Luxemburgo é o tal país em que um terço dos trabalhadores são os Portugueses, os tais que são conhecidos por cá como calões e preguiçosos.

Curioso não?




.
 
Última edição:
Porque é que os hipermercados sobem os preços dos bens que sabem que os Portugueses "mais" desejam nesta altura do ano, como por exemplo o arroz agulha estar mais barato e não é o preferido para o arroz doce??


Lá fora, por norma, não é assim... Permite-se, pelo próprio fluxo do mercado e controlo das entidades respectivas, que as pessoas com menos posses gozem uma ceia (quase) tão produzida como a média populacional.
 
Vocês são uns pessimistas.

Ainda temos uns quantos países com poder de compra mais baixo do que o nosso:

Ah, o Luxemburgo é o tal país em que um terço dos trabalhadores são os Portugueses, os tais que são conhecidos por cá como calões e preguiçosos.

Curioso não?





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For who believes the Santa...
 
Porque é que os hipermercados sobem os preços dos bens que sabem que os Portugueses "mais" desejam nesta altura do ano, como por exemplo o arroz agulha estar mais barato e não é o preferido para o arroz doce??


Lá fora, por norma, não é assim... Permite-se, pelo próprio fluxo do mercado e controlo das entidades respectivas, que as pessoas com menos posses gozem uma ceia (quase) tão produzida como a média populacional.
Esse tipo de regulação é habitual na UE e regula de forma saudável a economia, evitando por exemplo o aumento da inflação, mas por cá semelhante iniciativa iria desencadear gritos de histeria e acusações de "salazarismo" ou de "estalinismo" dependendo das convicções politicas dos mamões.
 
Esse tipo de regulação é habitual na UE e regula de forma saudável a economia, evitando por exemplo o aumento da inflação, mas por cá semelhante iniciativa iria desencadear gritos de histeria e acusações de "salazarismo" ou de "estalinismo" dependendo das convicções politicas dos mamões.


bem exposto [:D]


Mas num tom sério: é mesmo triste explorar a falta de capacidades económicas da população. Quem é que não quer fazer um arroz doce, uns sonhos ou um leite creme para os filhos e netos no Natal? Quem o quer, pela sua bondade, leva com a gestão à la tuga.....
 
bem exposto [:D]


Mas num tom sério: é mesmo triste explorar a falta de capacidades económicas da população. Quem é que não quer fazer um arroz doce, uns sonhos ou um leite creme para os filhos e netos no Natal? Quem o quer, pela sua bondade, leva com a gestão à la tuga.....
As pessoas, as pessoas, isso não interessa nada, interessa mesmo é uma visão da "economia" muito tuga como dizes.

Ainda bem que o resto da UE não funciona assim, ou a Europa seria uma organização semelhante à União Africana da actualidade [s)].
 
As pessoas, as pessoas, isso não interessa nada, interessa mesmo é uma visão da "economia" muito tuga como dizes.

Ainda bem que o resto da UE não funciona assim, ou a Europa seria uma organização semelhante à União Africana da actualidade [s)].


eu percebo a importância de uma economia de cariz liberal, mas mudar-se de oferta tão precipitadamente (e tão drásticamente) sem ter como causa um qualquer desiquilíbrio de fornecimento a nível mundial ou regional, deveria ser controlado. Liminarmente. Só instiga revolta e é uma injustiça.

A oferta em grande escala pode ficar muito próxima do monopólio...
 
Sector financeiro / paraíso fiscal. Os Portugueses pouco contribuem para o PIB.
A sério?

A População (2004)

População total 451.600
* residentes luxemburgueses 277.400 (61, 42%)
* residentes estrangeiros 174.200 (38,6%)
residentes portugueses 63.760 (14,1% da população total)
residentes franceses 21.880 (4,8% da população total)
residentes italianos 18.890 (4,1% da população total)
residentes belgas 16.040 (3,5% da população total)


Emprego

Emprego interno 301.569 pessoas
Trabalhadores de fronteiras no Luxemburgo 106.900 Desemprego 4,2 % Emprego 61% Número de bancos 169 Número de empresas 26.243
* 2.450 empresas do sector da agricultura e da viticultura (9,33%)
* 12 empresas do sector da extracção de produtos não energéticos (0,04%)
* 964 empresas da indústria manufactureiro (3,67%)
* 57 empresas do sector de energia e de água(0,21%)
* 1.952 empresas do sector da construção (7,43%)
* 20.808 empresas do sector da produção de serviços comerciantes(79,23%)
Luxemburgo em Resumo
A superfície de Luxemburgo é de apenas 2.586 km2. Sua capital, a cidade de Luxemburgo, é a região mais povoada do país. Situado no cruzamento da Europa, ele é chamado de " o país das três fronteiras " com :
- a Bélgica
- a França
- a Alemanha
Nenhuma cidade do Luxemburgo está situada a mais de 30 K de uma dessas três fronteiras.
Um dos países fundadores da União Europeia, o Luxemburgo teve, durante a segunda metade do século 20, uns dos melhores desempenhos económicas na Europa :
- crescimento sustentado ;
- estabilidade de preços ;
- baixo índice de desemprego ;
- aumento regular de emprego ;

O Luxemburgo deve sua riqueza ao minério de ferro. Desta forma se constituiu numa potente indústria siderurgica.
O comércio exterior é um elemento essencial da vida económica do país. A indústria exporta mais de 80% de sua produção. Aproximadamente 90% dessas exportações são destinadas aos países da União Europeia.
Devida sua situação geográfica central na Europa, seu clima político e social sereno, sua mão-de-obra qualificada e consciência profissional elevada, assim como a abertura aos investimentos e aos capitais estrangeiros, o Luxemburgo constitui um lugar interessante para a implantação e a expansão de inúmeras empresas estrangeiras.
No seio da União Europeia, o Luxemburgo assume seu papel nos circuitos financeiros mundiais. Actualmente, ele pode oferecer uma gama completa de serviços financeiros tanto aos profissionais quanto a uma clientela privada em crescimento.
O Luxemburgo tem actualmente mais de 200 instituições bancárias e aproximadamente 100 estabelecimentos de seguros. Ele é também o centro de investimento e a sede de uma Bolsa que assume a cotação de mais de 65% das euro-obrigações emitidas no mercado europeu.
O Grão Ducado é considerado um centro de financiamento, de criação de empregos, de gestão de fortuna, que contribuem para o superavit da balança de pagamentos e das receitas do Tesouro.
A População na Economia Luxemburguesa.

O Grão Ducado hospeda mais de 441.000 pessoas, um número que vem crescendo desde 1990, consequência de um crescimento económico favorável, de um saldo natural positivo e de uma forte imigração: 30% da população.
O mercado de trabalho se destaca por uma taxa de emprego elevada, uma significativa presença de trabalhadores estrangeiros e um baixo índice de desemprego.
Dentre a população activa do Grão Ducado, os Luxemburgueses está naturalmente presentes em todos os sectores de actividade.
Residentes estrangeiros e trabalhadores de fronteiras constituem mais de 60% da mão-de-obra ocupada no território luxemburguês.

Fonte da info



Hummm.
 
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