Situação de trabalho revoltante

Os grandes laboratórios privados mereciam era que o governo permiti-se abrir laboratórios de analises clínicas em todos centros de saude e hospitais. Depois era ver os lucros deles a descer as e as despesas do estado nessa área também.
 
[:)] [:)] [:)]

Nthor, este caso é paradigmático no que respeita à discussão lei laboral actual vs flexissegurança.
A estratégia da empresa está perfeitamente condicionada pela rigidez da estrutura de RH.

Provavelmente, se não houvessem contratos sem termo e toda a teia legal de direitos ocos e incoerentes associados, a empresa mais facilmente absorveria aquelas pessoas alocando-as a novas funções no laboratório ou nas recolhas de análises em clinicas e hospitais.

Mas como os contratos definem conteúdos funcionais específicos, as pessoas não estão dispostas a mudar de horário, quanto mais de tarefas e nem sequer a deslocalização é encarada com normalidade, a via mais simples é despedir funcionários do quadro e contratar tarefeiros.

A passagem para o regime de prestação de serviços é apenas um meio de chegar a rescisão por mutuo acordo e evitar as indeminizações.

Hoje em dia o trabalho temporário para tarefas com baixo grau de diferenciação é a solução preferencial.
Já está a chegar às forças de vendas, que se consideravam blindadas pelo conhecimento do (seu) mercado específico.

O desemprego de jovens (muitos recém-formados) permite que as agências se encham com candidatos qualificados, dispostos a trabalhar muito por pouco dinheiro e na situação de máxima precaridade.

Neste caso tenho a certeza que o volume de trabalho se manterá ou até aumentará - senão o negócio de aquisição não faria sentido - mas estão a substituir "monos humanos" por "empregados descartáveis".

Não os censuro, embora não dormisse muito descansado...

apr:) apr:)

O meu aplauso a este post !

Especialmente por ter sido escrito às 5h da manhã !! [:D] [;)]
 
O que o Carlos L. propôs foi abrir um posto de colheitas.
Fica sob a alçada de um laboratório licenciado.
A abertura de um posto de colheitas tem critérios de licenciamento menos rígidos que os de um laboratório.
Há milhares de oportunidades para quem é jovem e tem tudo pela frente.

E a única maneira de evoluir é pensar diferente e agir diferente.

O que falta por aqui é uma forte dose de empreendedorismo.

Eu não conheço o sector dos Laboratórios, mas com o avolumar de cuidados de saúde pelo facto do aumento de esperança de vida, tudo o que gravite à sua volta é um negócio com futuro.
E talvez, quem sabe, Portugal possa ser um destino de Turismo de Saúde.

O que eu vejo, porque conheço algumas pessoas do meio, é que realmente as necessidades de investimento para ter um laboratório como deve ser, são elevadas. Daí, os laboratórios pequenos se converterem em centros de recolha.

E porque não fazer ao contrário? Criar centros de recolha que possam prestar serviços a um ou mais Laboratórios?

Eu no lugar da Vilna pensaria muito seriamente numa situação dessas. E não te preocupes com as exigências para funcionamento. Há muita gente disponível no mercado.

E dinheiro não falta.

Fazer concorrência ao ex-patrão. Não faz mal a ninguém. [:D] [;)]
 
Abrir um Laboratório de análises não é assim do pé pá mão como alguns querem fazer parecer ou pensam, são necessárias diferentes coisas entre elas um médico patologista para assinar os exames.

Que tudo se resolva da melhor maneira Vilina, força [;)] .



Abraço Nuno [:cool:] .
Humm...


Mas consta que é só querer...
 
[:)] [:)] [:)]

Nthor, este caso é paradigmático no que respeita à discussão lei laboral actual vs flexissegurança.
A estratégia da empresa está perfeitamente condicionada pela rigidez da estrutura de RH.

Provavelmente, se não houvessem contratos sem termo e toda a teia legal de direitos ocos e incoerentes associados, a empresa mais facilmente absorveria aquelas pessoas alocando-as a novas funções no laboratório ou nas recolhas de análises em clinicas e hospitais.

Mas como os contratos definem conteúdos funcionais específicos, as pessoas não estão dispostas a mudar de horário, quanto mais de tarefas e nem sequer a deslocalização é encarada com normalidade, a via mais simples é despedir funcionários do quadro e contratar tarefeiros.

A passagem para o regime de prestação de serviços é apenas um meio de chegar a rescisão por mutuo acordo e evitar as indeminizações.

Hoje em dia o trabalho temporário para tarefas com baixo grau de diferenciação é a solução preferencial.
Já está a chegar às forças de vendas, que se consideravam blindadas pelo conhecimento do (seu) mercado específico.

O desemprego de jovens (muitos recém-formados) permite que as agências se encham com candidatos qualificados, dispostos a trabalhar muito por pouco dinheiro e na situação de máxima precaridade.

Neste caso tenho a certeza que o volume de trabalho se manterá ou até aumentará - senão o negócio de aquisição não faria sentido - mas estão a substituir "monos humanos" por "empregados descartáveis".

Não os censuro, embora não dormisse muito descansado...
Já vi que era ainda muito cedo daí a teu "pensamento embrulhado".

Termos como:

"Provavelmente, se não houvessem contratos sem termo"

"as pessoas não estão dispostas a mudar de horário, quanto mais de tarefas e nem sequer a deslocalização é encarada com normalidade"

"se não houvessem contratos sem termo e toda a teia legal de direitos ocos e incoerentes associados
"

"Hoje em dia o trabalho temporário para tarefas com baixo grau de diferenciação é a solução preferencial."

"O desemprego de jovens (muitos recém-formados) permite que as agências se encham com candidatos qualificados, dispostos a trabalhar muito por pouco dinheiro e na situação de máxima precariedade.
"
Revelam uma realidade que já existe e que se agrava cada vez mais ou que muitos desejam arduamente.

Não é com trabalho nem esforço pessoal que esta situação se vai alterar, o código do trabalho já permite hoje este descalabro que nos arrasta economicamente para o fundo, liberalizar ainda mais só tem precedente na instituição da escravatura.

Mas não da instituição da escravatura de Séc. XVIII, não, trata-se de uma escravatura moderna a caminho dessa outra mais antiga em que a força de trabalho trabalha por cada vez menos valor até chegar a uma época em que o trabalho será pago em géneros ou simplesmente uma refeição diária e uma barraca a servir de casa partilhada.

Almejar por isso, por uma liberalização do já actualmente permissivo código de trabalho, revela o pior dos humanos.

Lutar por melhores condições de vida e segurança no trabalho é um passo no outro sentido, o da evolução e desenvolvimento sustentado.

Por muito que uma minoria fique revoltada com a perda de privilégios só assim poderemos desenvolver o país e dar melhores condições as pessoas.
 
Última edição:
Acima de tudo e apesar de neste pais ser tudo normal, acho que devem lutar pelos vossos direitos...[;)]

É triste o pais onde vivemos, em que as pessoas que passam por más experiências de trabalho em vez de tentar mudar as coisas apenas fiquem contentes por acontecer a seguir aos outros o mesmo!![8b]
 
Os grandes laboratórios privados mereciam era que o governo permiti-se abrir laboratórios de analises clínicas em todos centros de saude e hospitais. Depois era ver os lucros deles a descer as e as despesas do estado nessa área também.

Isso seria:

- teoricamente bom para o Estado, mas péssimo para o Orçamento:
o Estado é um péssimo gestor, e a medida geraria ineficiencias incomensuráveis, por contraponto de uma despesa mensurável pelas facturas dos laboratórios às ARS.
Para além disso estariam criadas as condições para mais uns milhentos boys na mama (dirigentes dos laboratórios) e outros milhentos FPs devidamente cristalizados a fazer mecanicamente a mesma coisa até aos seus 65 anos.

- péssimo para o Governo, porque ruinoso para o lobby da saúde. E como os Governos só são eleitos com o amén de alguns lobbies e o da Saúde está cada vez mais forte - porque já tem banqueiros e seguradores metidos no negócios, sendo o lobby da banca e seguros por si só um lobby fortíssimo, com forte influência noutros - o efeito de rede inibe qualquer governante de tossir medidas deste tipo.
Como referi anteriormente, este ministro da saude está farto de ladrar medidas drásticas e continua tudo na mesma. Ladra, mas não o deixam morder.

- para o doente seria igual.

Conclusão: nunca irá acontecer.
 
apr:) apr:)

O meu aplauso a este post !

Especialmente por ter sido escrito às 5h da manhã !! [:D] [;)]

Depois de um dia de trabalho e 2 jantares de Natal (de cariz profissional, um a aturar os colegas com quem passo o dia a trabalhar, o outro a aturar os colegas com quem passei uns anos a trabalhar), pode-se dizer que estava "fresquinho". [;)]

O cansaço era tal que fiquei sem sono...
 
Já vi que era ainda muito cedo daí a teu "pensamento embrulhado".

Termos como:

Revelam uma realidade que já existe e que se agrava cada vez mais ou que muitos desejam arduamente.

Não é com trabalho nem esforço pessoal que esta situação se vai alterar, o código do trabalho já permite hoje este descalabro que nos arrasta economicamente para o fundo, liberalizar ainda mais só tem precedente na instituição da escravatura.

Mas não da instituição da escravatura de Séc. XVIII, não, trata-se de uma escravatura moderna a caminho dessa outra mais antiga em que a força de trabalho trabalha por cada vez menos valor até chegar a uma época em que o trabalho será pago em géneros ou simplesmente uma refeição diária e uma barraca a servir de casa partilhada.

Almejar por isso, por uma liberalização do já actualmente permissivo código de trabalho, revela o pior dos humanos.

Lutar por melhores condições de vida e segurança no trabalho é um passo no outro sentido, o da evolução e desenvolvimento sustentado.

Por muito que uma minoria fique revoltada com a perda de privilégios só assim poderemos desenvolver o país e dar melhores condições as pessoas.

Apesar da hora estava lúcido. E o que escrevi reflecte exactamente o que penso.

O "provavelmente" é um exercício de exposição e redundante para o caso. Se o tirares, o texto mantém o sentido.

Agora, e com todo o respeito pela tua opinião, o teu raciocínio enferma de demagogia e dogmatismo.

Demagogia porque é óbvio que todos - patróes e assalariados - lutamos pelo desenvolvimento. Se é sustentado ou não, cabe aos reguladores decidir e actuar.
E este discurso é demagógico porque simplista: os bons e os maus, os exploradores e os explorados, o código do trabalho e a flexissegurança.
As coisas são bem mais complexas e não se pode enterrar a cabeça na areia defendendo que todos devem ter um emprego bem pago e serem felizes. Essa foi a falácia do comunismo que convenceu meio mundo, com os resultados que se viram.

Dogmático porque vês a flexissegurança como uma beata vê o diabo.
Eu não sou um absolutista da flexiss.., critico a ideia de quererem aplicar o modelo por toda a Europa como se um português fosse igual a um dinamarquês.
Mas de uma coisa tenho a certeza: as leis laborais europeias são um travão à flexibilidade nas empresas e o capital não perdoa - se não funciona, muda-se para onde funcione.
E esta vantagem está a ser fortemente aproveitada pelos países emergentes, com prejuízos pouco ponderados para os europeus.
As leis laborais dos EUA são nesse aspecto muito mais adequadas ao movimento global de transferência de capitais, pessoas e mercadorias.
A Europa continua fechada sobre si própria, manifestando um autismo preocupante.

O actual código do trabalho que tu apelidas de liberal, não é nem liberal nem socialista - é um molho de bróculos cozinhado na A.R. portuguesa.
Se simplificarem - prevendo medidas que garantam a segurança na obtenção e manutenção do emprego, mas combinando estas com a flexibilidade necessária às empresas - obtemos um código equilibrado para ambas as partes.
Este está cheio de buracos que resultam nos subterfúgios usuais dos desempregados "oficiais" com emprego ilegal e dos despedidos que se transformam em profissionais liberais.
 
Apesar da hora estava lúcido. E o que escrevi reflecte exactamente o que penso.

O "provavelmente" é um exercício de exposição e redundante para o caso. Se o tirares, o texto mantém o sentido.

Agora, e com todo o respeito pela tua opinião, o teu raciocínio enferma de demagogia e dogmatismo.

Demagogia porque é óbvio que todos - patróes e assalariados - lutamos pelo desenvolvimento. Se é sustentado ou não, cabe aos reguladores decidir e actuar.
E este discurso é demagógico porque simplista: os bons e os maus, os exploradores e os explorados, o código do trabalho e a flexissegurança.
As coisas são bem mais complexas e não se pode enterrar a cabeça na areia defendendo que todos devem ter um emprego bem pago e serem felizes. Essa foi a falácia do comunismo que convenceu meio mundo, com os resultados que se viram.

Dogmático porque vês a flexissegurança como uma beata vê o diabo.
Eu não sou um absolutista da flexiss.., critico a ideia de quererem aplicar o modelo por toda a Europa como se um português fosse igual a um dinamarquês.
Mas de uma coisa tenho a certeza: as leis laborais europeias são um travão à flexibilidade nas empresas e o capital não perdoa - se não funciona, muda-se para onde funcione.
E esta vantagem está a ser fortemente aproveitada pelos países emergentes, com prejuízos pouco ponderados para os europeus.
As leis laborais dos EUA são nesse aspecto muito mais adequadas ao movimento global de transferência de capitais, pessoas e mercadorias.
A Europa continua fechada sobre si própria, manifestando um autismo preocupante.

O actual código do trabalho que tu apelidas de liberal, não é nem liberal nem socialista - é um molho de bróculos cozinhado na A.R. portuguesa.
Se simplificarem - prevendo medidas que garantam a segurança na obtenção e manutenção do emprego, mas combinando estas com a flexibilidade necessária às empresas - obtemos um código equilibrado para ambas as partes.
Este está cheio de buracos que resultam nos subterfúgios usuais dos desempregados "oficiais" com emprego ilegal e dos despedidos que se transformam em profissionais liberais.

apr:) apr:) apr:) lucido, eficaz, e.......... paciente!!![;)]
tiro o chapeu á tua assertividade, eu já não a tenho....:(
 
[:)] [:)] [:)]

Nthor, este caso é paradigmático no que respeita à discussão lei laboral actual vs flexissegurança.
A estratégia da empresa está perfeitamente condicionada pela rigidez da estrutura de RH.

Provavelmente, se não houvessem contratos sem termo e toda a teia legal de direitos ocos e incoerentes associados, a empresa mais facilmente absorveria aquelas pessoas alocando-as a novas funções no laboratório ou nas recolhas de análises em clinicas e hospitais.

Mas como os contratos definem conteúdos funcionais específicos, as pessoas não estão dispostas a mudar de horário, quanto mais de tarefas e nem sequer a deslocalização é encarada com normalidade, a via mais simples é despedir funcionários do quadro e contratar tarefeiros.

A passagem para o regime de prestação de serviços é apenas um meio de chegar a rescisão por mutuo acordo e evitar as indeminizações.

Hoje em dia o trabalho temporário para tarefas com baixo grau de diferenciação é a solução preferencial.
Já está a chegar às forças de vendas, que se consideravam blindadas pelo conhecimento do (seu) mercado específico.

O desemprego de jovens (muitos recém-formados) permite que as agências se encham com candidatos qualificados, dispostos a trabalhar muito por pouco dinheiro e na situação de máxima precaridade.

Neste caso tenho a certeza que o volume de trabalho se manterá ou até aumentará - senão o negócio de aquisição não faria sentido - mas estão a substituir "monos humanos" por "empregados descartáveis".

Não os censuro, embora não dormisse muito descansado...

Não ando com muita paciência para postar no fórum, mas adiante .....

Relativamente a este tópico tenho-o lido e também não me apeteceu fazer grandes comentários porque como já é habitual os iluminados do costume já haviam chegado à conclusão que a culpa era do governo e dos FP ou lá o que era ......


Com um comentário destes e até feito por quem é (Vorsprung durch Technik) fico satisfeito por finalmente alguém de forma simples mas inteligente ter posto os pontos nos iiisss.
Resta-me apenas concordar com tudo o que aqui está escrito, salientando apenas os 2 últimos parágrafos.
 
A situação no meu local de trabalho está a ficar cada vez mais revoltante. Pois agora a entidade patronal decidiu que as empregadas que estão efectivas, caso decidam ficar a trabalhar para eles a recibos verdes tem de assinar um contracto que é valido por um ano, ou seja, 2008, em que tem uma série de clausulas completamente estúpidas. Vou dar alguns exemplo.
- Lá esclarece que a pessoa tem de trabalhar a recibos verdes e que a entidade patronal só lhe tem que pagar 600 euros por mês pelos serviços prestados e depois fica livre de qualquer obrigação fiscal ou a nível de segurança social com o empregado.
- Caso o empregado não possa ir trabalhar tem de contratar alguém para o substituir e a entidade patronal, não tem qualquer obrigação com a pessoa contratada pelo empregado, ou seja, o empregado é que tem de garantir a sua substituição e o seu pagamento.
- Caso o empregado decida ir embora tem de pagar uma indemnização á entidade patronal de 7200 euros (é a soma de 12 vencimentos).
- O empregado tem de respeitar o vinculo com a entidade patronal e deve-lhe respeito, mas a entidade patronal não tem qualquer vinculo com o empregado, ou seja, somos obrigados a cumprir com tudo o que nos é pedido mas não temos direito a pedir nada.
- No contracto de trabalho não tem referencia ao numero de horas de trabalho por semana nem por dia, faz faz referencia que temos de cumprir com todas as funções que nos são impostas, ou seja, somos obrigados a trabalhar o numero de horas que eles querem sem direito ao pagamento de horas extra.

O contrato tem mais uma serie de aspectos que agora não me lembro, mas acho que esta situação é revoltante, eu no lugar das minhas colegas acho que preferia ir para o fundo desemprego e mandar os patrões ir dar uma volta ao bilhar grande, é uma situação de exploração.

Eu estou a trabalhar a recibos verdes para este laboratório, mas nao tenho nada assinado, caso eles decidam fazer o mesmo comigo eu venho-me embora.
 
É assim, um contrato de trabalho tem uma série de clausulas que têm de ser cumpridas. Caso essas clausulas não existam, ao não existam na lei, o contrato é nulo. Essas clausulas que colocaram não lembra nem ao menino Jesus. Elas podem perfeitamente ir ao ministério do trabalho com o contrato, e averiguar a legalidade daquilo. Sendo ilegal, podem sempre assinar, e dando problemas e eles quererem invocar o contrato, vão ao tribunal do trabalho que o dá como nulo. É uma questão de se unirem, e saberem fazer as coisas.
 
Eu não sou versado nesse tipo de assuntos, mas as tuas colegas para perderem o vinculo à entidade patronal e passarem a trabalhar num outro regime tem de ser indemenizadas.

Depois, se passam a trabalhar a recibos verdes qualquer tipo de vinculo que assinem não tem qualquer validade perante a lei, por isso assinar ou não assinar vai dar ao mesmo.

A grande desvantagem do recibo verde é que de um dia para outro podem-te dizer que amanhã já não precisas de vir trabalhar mas o contrário também é verdade.
 
Eu não sou versado nesse tipo de assuntos, mas as tuas colegas para perderem o vinculo à entidade patronal e passarem a trabalhar num outro regime tem de ser indemenizadas.

Depois, se passam a trabalhar a recibos verdes qualquer tipo de vinculo que assinem não tem qualquer validade perante a lei, por isso assinar ou não assinar vai dar ao mesmo.

A grande desvantagem do recibo verde é que de um dia para outro podem-te dizer que amanhã já não precisas de vir trabalhar mas o contrário também é verdade.

É tambem esse o meu entendimento [;)]
 
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