Vanquish
Moderador
Realmente hoje deu para verificar a eficacia dos pneus carecas que abundam nas nossas estradas []
É boa altura para o negócio... [
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Realmente hoje deu para verificar a eficacia dos pneus carecas que abundam nas nossas estradas []
(...)
Queres ver que agora temos que por placas a dizer "CUIDADO, ESTÁ A CHOVER"..............para mim basta-me vê-la a cair e ver a estrada molhada!
(...)
O Senhor Carlos Barbosa perdeu uma excelente oportunidade para estar calado !!
Não porque não tenha razão, mas porque a "sua" ACP tem uma escola de condução que faz prática daquilo que ele tanto critica.
Ao menos podia aproveitar para dar o exemplo...mas nem isso !
Pois é Nephilim, a culpa é do estado pois devia colocar sinalização quando chove, segundo dizes.
Ver anexo 19931
RESULTADO: Dois mortos e três feridos.
A noticia completa (com video) aqui:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20071119+Acidente+na+A24.htm
Pois essa é outra questão que venho levantando por aqui há anos!...Já há bastante tempo que penso que nem sequer é um problema de consciência...
É um problema de faltas. Falta de educação, de formação e - pior - de informação. Há muita gente a conduzir, donos de um juízo perfeito e da mais sã das consciências, que em consciência conduzem... mal.
É o efeito Democracia. Todos temos o direito, quase constitucional, a conduzir automóveis.
Mesmo que isso seja perigoso.
O Nephilim, não me lixes pá, quem não tem inteligência suficiente para decifrar a estrada que pisa nem devia sequer tocar num volante!
Queres ver que agora temos que por placas a dizer "CUIDADO, ESTÁ A CHOVER"..............para mim basta-me vê-la a cair e ver a estrada molhada!
No entanto, nas AE's e outras vias isso já acontece nos painéis electrónicos, e o que se verifica? Continua tudo a andar á mesma velocidade.
O estado tem certamente muitas culpas no cartório, mas no caso que relatei o principal, se não único, responsável é o condutor ou, quanto muito, uma situação inesperada como a presença de óleo, lama ou outra substância que diminua a aderência. Mas em todos os acidentes que vi acredito que 1 ou 2 tenha tido essa causa, os outros foram certamente falta de cuidado face ás circunstâncias.
Desculpa Vanquish, mas não resisto a esta pérola. Da notícia:
"O chefe dos bombeiros municipais de Viseu, António Ribeiro, disse à SIC que “talvez tenha sido um pouco de velocidade a mais que tenha estado na origem do acidente”."
Não foi o facto da pickup ter os pneus mais carecas que um slick de F1 ... foi mesmo porque ia "com velocidade a mais".
EDIT: "subtitulo" da noticia na SIC: "Excesso de velocidade poderá estar na origem do acidente"
Tristeza de país ..."V"
Em certa parte sim...se ele fosse devagar apesar dos pneus estarem carecas certamente nao teria tido o acidente
agora escesso de velocidade + pneus carecas + chuva -- é uma mistura explosiva[:blush:]
Desculpa Vanquish, mas não resisto a esta pérola. Da notícia:
"O chefe dos bombeiros municipais de Viseu, António Ribeiro, disse à SIC que “talvez tenha sido um pouco de velocidade a mais que tenha estado na origem do acidente”."
Não foi o facto da pickup ter os pneus mais carecas que um slick de F1 ... foi mesmo porque ia "com velocidade a mais".
EDIT: "subtitulo" da noticia na SIC: "Excesso de velocidade poderá estar na origem do acidente"
Tristeza de país ...
"V"
Hoje cerca das 8.30H na Crel entre o túnel de Carenque e a portagem de Queluz e neste sentido, circulava eu sensivelmente à roda dos 100/110, fui ultrapassado por uma carrinha de caixa fechada, daquelas mais altas e compridas e com rodado duplo atrás. Pelo aspecto dava a sensação de transportar carga e o piso estava bastante molhado.
Rapidamente se afastou denunciando uma velocidade bem superior aos 120Km/h, no caso de provocar um acidente, qual seria o diagnóstico: velocidade excessiva, excesso de velocidade, ou então ainda que não tinha sido a velocidade a causadora?
Bem me parecia, pela resposta está tudo dito, não vale a pena.
Tens razao.
mas não achas que as escolas de condução tb tem culpa? o a sinalização das AE? de de dia com bom tempo marcam 120 e de noite a chuver torrencial´ou com nevoeiro tb marcam 120. Em certos paises as velocidades sao variaveis consoante o tempo.
É claro que um bom condutor sabe ver ele o tempo e adequar uma velocidade apropriada... mas nem toda a gente sabe ou tem noção disso infelizmente.
Desculpa Vanquish, mas não resisto a esta pérola. Da notícia:
"O chefe dos bombeiros municipais de Viseu, António Ribeiro, disse à SIC que “talvez tenha sido um pouco de velocidade a mais que tenha estado na origem do acidente”."
Não foi o facto da pickup ter os pneus mais carecas que um slick de F1 ... foi mesmo porque ia "com velocidade a mais".
EDIT: "subtitulo" da noticia na SIC: "Excesso de velocidade poderá estar na origem do acidente"
Tristeza de país ...
"V"
Ernesto, 73 anos, saiu à rua há três semanas logo pela manhã. Um carro apanhou-o quando estava quase a chegar ao separador central de uma das avenidas novas de Lisboa. O INEM assistiu-o no local e transportou-o até ao Hospital de Santa Maria, onde morreu dias depois. Luís foi apanhado por um camião pesado à saída do Eixo Norte-Sul para a Ponte 25 de Abril. Ficou gravemente ferido, veio a morrer também numa unidade hospitalar da capital. Mas nem um nem outro serão contabilizados na estatística sobre a mortalidade nas estradas.
Portugal é o único País da União Europeia que usa como critério registar só as vítimas mortais no local. De tal forma, que a própria comissão penaliza os dados nacionais com uma taxa de 14%. Mas há especialistas que acreditam e defendem que esta percentagem é bem mais elevada. Segundo estes, o número de vítimas de acidentes a morrer nas unidades hospitalares do País deve rondar mais 30%, dos que têm morte imediata no local.
É assim há anos, mas as autoridades portuguesas teimam em não seguir os critérios de todos os outros países da UE. A França, por exemplo, "contabiliza todas as vítimas que morrem nas unidades de saúde até 30 dias após o acidente".
O professor do Instituto Superior Técnico (IST) disse ao DN que há muito se batalha por mais transparência na matéria e até agora não encontrou outra explicação para o facto senão "a falta de vontade política". João Dias sustenta que o Governo não pode argumentar que não corrige esta falha por não ter acesso à informação. "Quando uma pessoa morre no hospital há uma série de procedimentos que são realizados e a informação tem que chegar ao Ministério Público, para que se possa instaurar um inquérito. Portanto, a informação existe do ponto do vista legal. Só não é usada por falta de vontade política."
O engenheiro de mecânica e perito em acidentes acredita mesmo que a redução drástica da sinistralidade registada em 2005 para 2006, quer em vítimas mortais quer em feridos graves, também só tem uma explicação. "Penso que tal só foi conseguido por muitos dos acidentados terem vindo a morrer mais tarde nos hospitais", afirmou. Mas há ainda outro factor. Desde essa altura que o Instituto Nacional de Emergência Médica passou a centralizar os meios de socorro. A partir daqui, e como o INEM tem mais condições do que os bombeiros, "as vítimas passaram a ser estabilizadas no local e transportadas para as unidades de saúde. Só que não conseguem resistir aos ferimentos e morrem horas depois. Mas assim já não contam para a estatística", argumentou.
João Dias está convencido de que, quando for feita uma avaliação dos números, a mortalidade em estrada irá disparar. "Seria muito mais claro e transparente Portugal considerar a regra dos 30 dias", defendeu o especialista.|