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É verdade, é mesmo impressionante!... [É impressionante. A gente até lhes dá a papinha toda feita, com números e tudo, e depois..., continuam sempre na mesma. [] [
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Ficamos na mesma, ou seja os 2,1% continuam a ser a base de trabalho para os aumentos no sector privado.Então, não é que andam umas pessoas engraçadas aqui no fórum a dizer que os Empresários querem o mínimo para a FP para servir de bitola para as suas empresas?
Onde é que ficamos?
Isto é deveras curioso. Muito, mesmo. []
Meu caro, a "Concertação Social" tem servido de "bitola" para a gestão, "com pinças", dos aumentos salariais no privado! Tu, como empresário, estás muito mais à vontade para não aumentares os teus trabalhadores em 5%, por muito que eles reivindiquem esse valor (por exemplo), porque sempre tens o argumento de que "...na função pública é só 2,1%...", o que te dá uma força negocial acrescida, convenhamos, para "dar" acima desse valor e salvaguardar para ti boas margens... [Então, não é que andam umas pessoas engraçadas aqui no fórum a dizer que os Empresários querem o mínimo para a FP para servir de bitola para as suas empresas?
Onde é que ficamos?
Isto é deveras curioso. Muito, mesmo. []
Sim, isso, claro, porque não há dinheiro...Em 2008 os salários nas empresas privadas deverão aumentar entre 2,7 e 3,6%, uma descida face às remunerações praticadas este ano.
Esta notícia vem no suplemento de economia do Público de hoje. Quem tiver acesso à versão on-line pode consultá-lo na integra. É um estudo da consultora Hay Group.
Comparados com os 2,1% da função pública nem é nada mau. []
É pena não seres empresário, pois havias de perceber outro tipo de argumentos que a 'gente' por cá costuma usar.Meu caro, a "Concertação Social" tem servido de "bitola" para a gestão, "com pinças", dos aumentos salariais no privado! Tu, como empresário, estás muito mais à vontade para não aumentares os teus trabalhadores em 5%, por muito que eles reivindiquem esse valor (por exemplo), porque sempre tens o argumento de que "...na função pública é só 2,1%...", o que te dá uma força negocial acrescida, convenhamos, para "dar" acima desse valor e salvaguardar para ti boas margens... [][
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Não sei se sabes, mas nas Empresas Privadas, não em todas há que reconhecer, faz-se contas.Ficamos na mesma, ou seja os 2,1% continuam a ser a base de trabalho para os aumentos no sector privado.
Mas é precisamente disso mesmo que eu venho falando estes anos todos!...É pena não seres empresário, pois havias de perceber outro tipo de argumentos que a 'gente' por cá costuma usar.
Como a valorização do capital humano, por exemplo.
Mas pronto.
Os mesmos que juram a pés juntos que um ordenado mínimo de 500€ significa a falência.Ficamos na mesma, ou seja os 2,1% continuam a ser a base de trabalho para os aumentos no sector privado.
De acrescentar talvez, que 60% das empresas incluídas neste estudo são multinacionais e 56% possuem um volume de negócios superior a 60 milhões de euros. []
O capital humano....Mas é precisamente disso mesmo que eu venho falando estes anos todos!...
O Capital Humano, que tão desbaratado e desvalorizado tem sido, é a pedra de toque para vencermos o desafio da produtividade e da consequente competitividade! Isso, claro, se a economia paralela, a que me tenho referido também desde há anos, for adequadamente colocada no seu lugar, pois se assim não for tanto faz que se trabalhe 100, como se trabalhe 1.000.000, que é tudo para jogar no poço sem fundo de uma aviltante e reiterada postura de não querer cumprir com as obrigações fiscais...
Não sei bem o que queres dizer com "tua experiência". Se te estás a referir à minha experiência no privado (desde já desculpa se não fôr o caso), apesar de estar no público, já trabalhei no privado (apenas como técnico administrativo), a minha mulher trabalha no privado (gestor intermédio), tenho dois cunhados empresários individuais (e que dupla) e uma série de pessoas mais chegadas que trabalham no privado. Tenho por isso uma visão suficientemente abrangente sobre "como as coisas funcionam". [Não sei se sabes, mas nas Empresas Privadas, não em todas há que reconhecer, faz-se contas.
E não me recordo de ver nessas contas o factor FP, excepto para os limites de isenção de Subs. de Alimentação, Km, Ajudas de Custo.
Mas talvez a tua experiência neste campo possa ultrapassar a realidade de alguns. []
Pois, já vi que não...O capital humano....
Dá-me a sensação de que não estamos a falar da mesma coisa.
Claro, visões diferentes. Para ti só alguns servem para trabalhar. Para mim todos servem e devem, poder/ter de, trabalhar pois todos têm algo de valor e obrigação de o dar ao seu país! É um problema da capacidade de gestão, que há ou não há...Estou a falar de pessoas que contribuem para o sucesso de uma empresa, com as suas qualificações, o seu trabalho, a sua energia.
Não, não deixo! E não deixo enquanto o país for "acusado" de ter a pior (ou das piores) produtividade da UE e que em vez de se perseguir de forma eficaz mais essa criminalidade grave aponta-se o dedo a quem trabalha, encontrando-se como solução fácil e bacoca o desemprego, como se o desemprego alguma vez gerasse riqueza seja a que país for!...E deixa lá a economia paralela em paz.
Só nas sociedades selvagens, do tipo das plantações de droga da América do Sul, é que isso talvez possa ser possível, pois não vejo como é que, de outro modo, a economia paralela possa servir mais alguém do que os criminosos que enriquecem à sua custa!Deveria ser ela e não o Estado a compensar o mercado de trabalho.
Sim, claro, como é evidente. Quantos mais formos as pagar menos calhará a cada um, daí a minha preocupação com a economia paralela!E quanto às questões fiscais, há que ter coragem para ir ao sítio onde o Estado sabe que tem dinheiro a haver.
Nem tanto. Este Governo, e aí tenho de tirar-lhe o chapéu, tem feito muita coisa nesse aspecto. Falta apenas não só não pôr gente no desemprego, mas, em vez disso, colocar mais mão de obra atrás dessa canalha e de outras...[Mas aí, tá quieto. []
O capital humano....
Dá-me a sensação de que não estamos a falar da mesma coisa.
Estou a falar de pessoas que contribuem para o sucesso de uma empresa, com as suas qualificações, o seu trabalho, a sua energia.
E deixa lá a economia paralela em paz.
Deveria ser ela e não o Estado a compensar o mercado de trabalho.
E quanto às questões fiscais, há que ter coragem para ir ao sítio onde o Estado sabe que tem dinheiro a haver.
Mas aí, tá quieto. []
Logo vi que estavas a falar de cor.Não sei bem o que queres dizer com "tua experiência". Se te estás a referir à minha experiência no privado (desde já desculpa se não fôr o caso), apesar de estar no público, já trabalhei no privado (apenas como técnico administrativo), a minha mulher trabalha no privado (gestor intermédio), tenho dois cunhados empresários individuais (e que dupla) e uma série de pessoas mais chegadas que trabalham no privado. Tenho por isso uma visão suficientemente abrangente sobre "como as coisas funcionam". []
E como diria o user Omega, é cada passe de magia de ficar!
É por isso que pessoas como tu levariam este País à ruína se tivessem cargos de responsabilidade.Claro, visões diferentes. Para ti só alguns servem para trabalhar. Para mim todos servem e devem, poder/ter de, trabalhar pois todos têm algo de valor e obrigação de o dar ao seu país! É um problema da capacidade de gestão, que há ou não há...
Não. É aquilo que deveria ser a preocupação de quem gere recursos humanos, abrir os olhos e ver quem rende mais onde... E aproveitar, ao máximo, aquilo em que cada um pode dar o seu melhor. Chama-se a isso Gestão de Recursos Humanos...É por isso que pessoas como tu levariam este País à ruína se tivessem cargos de responsabilidade.
E o retrato perfeito de uma Administração Pública. []