O grande exemplo dado pelo estado

Já o utilizei diversas vezes e uma das vezes foi no proprio local de trabalho, pois as observações que fiz internas não deram em nada

A ultima foi num supermercado por estar a cobrar um ataxa de IVA indevida e farei quantas forem necessárias

E tu quantas já fizeste ????????????????????????????

Não te chateies, era mesmo curiosidade.
E respondendo ao que tu perguntas, nunca utilizei nenhum livro de reclamações, pq nunca tive necessidade de chegar a tal
 
Sim o Réu vai ao WC e encontra o juiz a c@gar e já agora conversam ALI sobre o processo...

Depois vem uma testemunha do Autor põe-se a mijar com o réu...

[:)] [:)] [:)]

até pode ser que todo corra num ambiente mais descontraido. ou não.[:)] [:)] [:)]

para mais
é conhecido o enorme factor humoristico de bom pum.
 
Afinal estamos a falar do estado do Estado, que é podre, decrepito e a cair aos bocados.

Mas a culpa é de todos, sem excepção.

Começemos por aqueles que lá trabalham.
Afinal parece que estão todos bem e ninguem se incomoda.
Pelo menos nunca vi nenhuma greve ou manifestação a exigir melhores condições de trabalho. E eles que são as pessoas que se mobilizam aos milhares por tudo e por nada. Mas as condições de trabalho são coisas que não interessam aos sindicatos, pelo menos as da FP porque nos privados caem em cima das empresas até fazer sangue.

Temos tambem os novos super herois da nossa praça, os senhores da ASAE (ou AZIA para os amigos).
Estes tambem são muito habeis a fazer fiscalizações, que mais parecem as acções anti-terroristas da SWAT, mas é só contra os privados porque fiscalizar o Estado tá quieto.
Por um lado tem razão pois no dia seguinte o Governo extinguia a ASAE e lá iam todos para os disponiveis.

E por final todos nós, cidadãos e contribuintes, que utilizamos os serviços do Estado, que nunca reclamamos nem utilizamos os meios para tal e quando vimos algo que está mal viramos a cara para o lado e assobiamos para cima.
 
Afinal estamos a falar do estado do Estado, que é podre, decrepito e a cair aos bocados.

Mas a culpa é de todos, sem excepção.

Começemos por aqueles que lá trabalham.
Afinal parece que estão todos bem e ninguem se incomoda.
Pelo menos nunca vi nenhuma greve ou manifestação a exigir melhores condições de trabalho. E eles que são as pessoas que se mobilizam aos milhares por tudo e por nada. Mas as condições de trabalho são coisas que não interessam aos sindicatos, pelo menos as da FP porque nos privados caem em cima das empresas até fazer sangue.

Temos tambem os novos super herois da nossa praça, os senhores da ASAE (ou AZIA para os amigos).
Estes tambem são muito habeis a fazer fiscalizações, que mais parecem as acções anti-terroristas da SWAT, mas é só contra os privados porque fiscalizar o Estado tá quieto.
Por um lado tem razão pois no dia seguinte o Governo extinguia a ASAE e lá iam todos para os disponiveis.

E por final todos nós, cidadãos e contribuintes, que utilizamos os serviços do Estado, que nunca reclamamos nem utilizamos os meios para tal e quando vimos algo que está mal viramos a cara para o lado e assobiamos para cima.

por caso em relação a asae só fiscalizar os privados estas enganado.
 
Estou farto de vos ouvir falar sobre o livro de reclamações, mas gostava de saber quantos, como eu, não sabiam que um tribunal também tem livro de reclamações...


Na mesma situação não o pediria, pois nem sequer sabia que um tribunal tem livro de reclamações... :sh)



Sei que os cafés, lojas, comércio em geral, tem, mas de resto...
 
Estou farto de vos ouvir falar sobre o livro de reclamações, mas gostava de saber quantos, como eu, não sabiam que um tribunal também tem livro de reclamações...

Na mesma situação não o pediria, pois nem sequer sabia que um tribunal tem livro de reclamações... :sh)
Nem imaginas a missa do burocratês :sh)
 
Estou farto de vos ouvir falar sobre o livro de reclamações, mas gostava de saber quantos, como eu, não sabiam que um tribunal também tem livro de reclamações...


Na mesma situação não o pediria, pois nem sequer sabia que um tribunal tem livro de reclamações... :sh)



Sei que os cafés, lojas, comércio em geral, tem, mas de resto...
São argumentos falaciosos, aqueles que nos atiram quando reclamamos de um serviço público.

Para mim, é simples. São os servidores públicos que devem zelar pela qualidade de serviço prestada ao cidadão comum e também para terem condições dignas de trabalho.

Não aceito essa desresponsabilização que se vê nos argumentos de alguns. Então ninguém é responsável?

Não é possível este tipo de mentalidade. :(
 
Estou farto de vos ouvir falar sobre o livro de reclamações, mas gostava de saber quantos, como eu, não sabiam que um tribunal também tem livro de reclamações...


Na mesma situação não o pediria, pois nem sequer sabia que um tribunal tem livro de reclamações... :sh)



Sei que os cafés, lojas, comércio em geral, tem, mas de resto...

Todos os serviços publicos
 
Como é possível, todos os funcionários de um Tribunal se permitirem trabalhar neste tipo de condições, sem fazer um protesto, um apelo, uma greve se quiserem....

Não existem livros e reclamações internos? Ou isto de protestar é só por causa dos ordenados, porque de condições dignas para eles e os utentes, não interessa nada?

E depois ainda tentam ironizar...

Os funcionários estão tão obsecados com o que vão ganhar em 2008 que pouco ou nada importa se o local de trabalho está a cair de podre...

Greve por isso? se cair melhor...greve podem fazer dias seguidos e perderem largas centenas de euros em salários mas ganharem um hipotetico aumento de centimos...[:blush:]

Eu desde que vi há uns 5 anos a camara municipal de Loures em que o edificio da camara estava a cair de podre...acredito em tudo...

Por estas e por outras é que não sou FP...não era capaz nem tenho estomago para estas disbundas publicas , se é para a palhaçada é depois da hora do trabalho e não durante, por isso quem ia pintar e arranjar aquilo era eu se lá trabalhasse...ou entao teriam que correr comigo ou implodir o edificio...
 
Afinal estamos a falar do estado do Estado, que é podre, decrepito e a cair aos bocados.

Mas a culpa é de todos, sem excepção.

Começemos por aqueles que lá trabalham.
Afinal parece que estão todos bem e ninguem se incomoda.
Pelo menos nunca vi nenhuma greve ou manifestação a exigir melhores condições de trabalho. E eles que são as pessoas que se mobilizam aos milhares por tudo e por nada. Mas as condições de trabalho são coisas que não interessam aos sindicatos, pelo menos as da FP porque nos privados caem em cima das empresas até fazer sangue.
Andas meio distraído, ou então só dás atenção à conversa dos governos.

Até por aqui se tem falado inúmeras vezes nas más condições de trabalho no estado e quando se fala em condições de trabalho não se está a falar da qualidade do café servido no escritório


Temos tambem os novos super herois da nossa praça, os senhores da ASAE (ou AZIA para os amigos).
Estes tambem são muito habeis a fazer fiscalizações, que mais parecem as acções anti-terroristas da SWAT, mas é só contra os privados porque fiscalizar o Estado tá quieto.
Por um lado tem razão pois no dia seguinte o Governo extinguia a ASAE e lá iam todos para os disponiveis.
Acho que os tugas estão é mal habituados e gostam de criticar o trabalho dos outros apenas porque é...

...o trabalho dos outros.

Só se lembram de Sta Barbara quando há trovões....

E por final todos nós, cidadãos e contribuintes, que utilizamos os serviços do Estado, que nunca reclamamos nem utilizamos os meios para tal e quando vimos algo que está mal viramos a cara para o lado e assobiamos para cima.
Isso é notório, quantas vezes nas greves mais do que justas dadas as actuais condições de vida neste país, não oiço um comentário de um tipo qql sem a mínima ideia de que é tb os seus direitos que estão a ser defendidos, a criticar os colegas, só pq acha que ganha pontos junto do patrão.

O patrão que na primeira oportunidade manda-o para a rua e põe dois tipos a ganhar metade.

Esse assobiar para o lado vê-se em todo o lado, no super onde uma mãe se esquece que um filho não é um saco de pancada, nos transportes onde se vira a cara para o lado quando alguém é agredido ou assaltado, no prédio onde se ouve todo as noites a vizinha a gritar de dor quando a besta com quem ela casou chega a casa.

Talvez, só talvez se muita gente que cá vive, tivesse as bolas no sitio, não andavam um punhado de chicos espertos a gozar e a gozarem-se com o nosso trabalho e com o nosso dinheiro.

Mas a frase que o tuga mais gosta é a de que o cemitério está cheio de heróis.
 
Estou farto de vos ouvir falar sobre o livro de reclamações, mas gostava de saber quantos, como eu, não sabiam que um tribunal também tem livro de reclamações...


Na mesma situação não o pediria, pois nem sequer sabia que um tribunal tem livro de reclamações... :sh)



Sei que os cafés, lojas, comércio em geral, tem, mas de resto...
Sim há e a parte mais burocrática da sua utilização é chegar a secretaría e dizer:

"Quero o livro de reclamações, por favor" (não que tenha de se pedir por favor, claro)
 
Última edição:
Os funcionários estão tão obsecados com o que vão ganhar em 2008 que pouco ou nada importa se o local de trabalho está a cair de podre...

Greve por isso? se cair melhor...greve podem fazer dias seguidos e perderem largas centenas de euros em salários mas ganharem um hipotetico aumento de centimos...[:blush:]

Eu desde que vi há uns 5 anos a camara municipal de Loures em que o edificio da camara estava a cair de podre...acredito em tudo...

Por estas e por outras é que não sou FP...não era capaz nem tenho estomago para estas disbundas publicas , se é para a palhaçada é depois da hora do trabalho e não durante, por isso quem ia pintar e arranjar aquilo era eu se lá trabalhasse...ou entao teriam que correr comigo ou implodir o edificio...
Tb já fiz, só não comprei as tintas e o cimento.
 
As instalações é que são o mau exemplo ? Bahhhh ...quem nos dera.

A greve dos magistrados judiciais é a maior machadada na credibilidade da justiça, mas terá um mérito inegável: fará o povo tomar consciência de que os verdadeiros problemas da justiça resultam mais da cultura corporativa e antidemocrática dos magistrados do que das leis ou da acção dos políticos”
Uma parte importante da soberania portuguesa vai entrar em greve. Alguns dos titulares do órgão de soberania que são os tribunais (os magistrados) anunciaram uma greve em “luta” contra a perda de privilégios que persistem em definir como direitos. Durante alguns dias, os tribunais irão recusar-se a administrar a justiça. Juízes e procuradores não farão julgamentos, não proferirão sentenças, não deduzirão acusações, não ouviram vítimas, testemunhas ou arguidos e não despacharão processos. Tudo em luta contra o “patrão” que os “explora” e lhes nega “direitos inalienáveis”.

A greve culminará um processo de sabotagem da justiça que já vem detrás e que assumiu foros de amotinação quando a actual maioria decidiu, e bem, acabar com alguns dos mais escandalosos privilégios das corporações judiciais. Por isso, esta greve é mais um acto de sabotagem contra o Estado de direito e um ataque contra o povo português em nome do qual se deveria administrar a justiça.

Que querem, afinal, os magistrados? Querem manter e até aumentar as suas imensas regalias. Querem continuar a ser titulares de órgãos de soberania, mas ganhar como gestores (mais do que o próprio Presidente da República). Querem continuar a pertencer ao Estado, mas tratar-se em clínicas privadas e usufruir dos melhores médicos, tudo gratuitamente. Querem que 97 por cento dos processos judiciais fiquem parados quase três meses por ano para que eles tenham 13 dias de férias no Natal, 10 na Páscoa e 60 no Verão.
Magistrados e funcionários, têm tido direito a um sistema de saúde milionário.

Os Serviços Sociais do Ministério da Justiça estabeleceram convenções com os médicos mais caros, todos os tratamentos e internamentos têm sido feitos em clínicas privadas; abastecem-se em supermercados especiais a preços mais baratos. Os magistrados têm direito a transportes gratuitos; muitos utilizam prerrogativas funcionais em benefício pessoal (como ir de graça ao futebol); quase todos auferem subsídios de renda de casa mas vivem em casa própria; compensações para despesas específicas foram transformadas em remunerações permanentes, mas não pagam IRS. Chega-se ao ponto de essas remunerações serem incorporadas nas reformas mas não serem tributadas, tudo porque alguns magistrados assim o decidiram no “exercício do poder soberano de ser juiz em causas de interesse próprio”. Alguns até recebem ajudas de custo iguais às dos membros do Governo só para irem ao seu local de trabalho.

Muitos magistrados instalaram o reino do arbítrio nos tribunais e, alguns, até, um clima de terror. As partes não podem fazer um mero requerimento ou suscitar uma simples decisão do juiz, mesmo que de mero expediente, que logo terão de pagar centenas de euros de taxa de justiça pela decisão negativa. E todo esse dinheiro vai para o imenso saco com que se pagam os privilégios de que beneficiam.'

'É ainda confrangedora a sua falta de cultura democrática. Qualquer crítica é considerada uma injúria ou um desafio inadmissível aos seus poderes e muitos reagem individualmente como se fossem alvo de uma inominável ofensa pessoal. O comportamento de alguns magistrados lembra o dos polícias da PIDE/DGS nos últimos tempos da ditadura: porque muitos cidadãos ainda lhes tinham medo, não percebiam que já ninguém os respeitava. Prisioneiros de velhos e ridículos estereótipos de grandeza e majestade, muitos nada fazem para serem respeitados e tudo fazem para serem temidos, quando num Estado de direito não há – não pode haver – lugar para o medo.

A independência como garantia (dos cidadãos) para a boa administração da justiça foi transformada num privilégio pessoal de cada um fazer o que lhe apetece. A irresponsabilidade como garantia funcional da independência só tem servido para exculpar os que abusam dos seus poderes e atropelam o direito e a verdade. A inamovibilidade e a vitaliciedade foram transformadas numa espécie de direito divino às funções.

Tal panorama já era de esperar desde que se consentiu que titulares de órgãos de soberania se organizassem em sindicatos. Com o sindicalismo nas magistraturas, deixou de haver verdadeira regulação e mesmo hierarquia funcional. Os Conselhos Superiores (da Magistratura e do MP) foram subalternizados. O mecanismo dos recursos quase deixou de funcionar. Muitos magistrados dos tribunais superiores uniram-se aos “camaradas” da 1.ª instância pelo egoísmo das reivindicações “obreiristas”. A responsabilidade e a hierarquia funcionais diluíram-se na camaradagem sindical. Já não se pode separar os bons dos maus, os cumpridores dos inadimplentes, os que servem a justiça dos que se servem dela. Todos valem o mesmo em termos sindicais.

Com os sindicatos desapareceu a efectiva separação dos poderes e o poder judicial passou a influir na feitura das leis, pois os titulares do poder soberano de administrar a justiça passaram a ser “trabalhadores interessados nas leis que lhe dizem respeito”. E estas são todas as que têm de aplicar, sobretudo os códigos de processo. Muitos dos bloqueios da justiça devem-se ao facto de as leis e as alterações legislativas responderem mais aos interesses e comodidades de quem as aplica do que aos direitos dos cidadãos. Muitas das soluções para problemas estruturais foram sendo preteridas em favor de privilégios, alguns dos quais mais em benefício da própria nomenclatura corporativa do que dos magistrados no seu conjunto.

A passividade e anomia do poder político e da sociedade permitiram que as nomenclaturas das corporações acreditassem que podiam definir não só o seu estatuto funcional e remuneratório, mas também o funcionamento do sistema de justiça. Dois simples sindicatos, com dois ou três mil inscritos, são os verdadeiros detentores do poder soberano de administrar a justiça. Dois sindicatos confiscaram ao povo português essa parcela da soberania.

A parte sã das magistraturas foi suplantada pela gangrena do mercenarismo. Os órgãos de disciplina mais parecem órgãos sindicais. A maioria dos melhores magistrados calaram-se e quase se escondem. O tempo e o palco estão para os carreiristas que bajulam a nomenclatura. Alguns dos magistrados melhor classificados são preteridos em favor dos que têm amigos bem colocados, como tem sido denunciado no acesso ao Supremo Tribunal de Justiça. E, no entanto, os magistrados são muito diferentes entre si. Há muitos que são intelectualmente honestos, competentes, dedicados e que trabalham bem acima da média, enquanto outros são verdadeiros mercenários. Pela qualidade e quantidade do seu trabalho, uns bem poderiam ganhar 20 ou 30 mil euros por mês, mas outros já seriam bem remunerados com 500 ou 600 euros. Porém, o sindicalismo igualou-os a todos.

A greve dos magistrados judiciais é a maior machadada na credibilidade da justiça, mas terá um mérito inegável: fará o povo tomar consciência de que os verdadeiros problemas da justiça resultam mais da cultura corporativa e antidemocrática dos magistrados do que das leis ou da acção dos políticos. Um bom magistrado faz boa justiça mesmo com as más leis, mas um mercenário nunca faz justiça, serve-se dela. Talvez se compreenda então que é altura de expulsar os mercenários para aproveitar e incentivar os bons magistrados que ainda restam e trabalham quase na clandestinidade. E talvez estes compreendam, finalmente, que chegou a hora de sair do silêncio e decidam erguer a sua voz para impedir que a justiça caia no caos que alguns colegas seus parecem desejar.
Talvez ainda se vá a tempo de salvar o que resta de bom na justiça portuguesa. Ou talvez não.

António Marinho in Público
via Corporações
 
As instalações é que são o mau exemplo ? Bahhhh ...quem nos dera.

via Corporações
Algumas verdades, outras nem por isso.

Além de que esse artigo já está desactualizado, deve ter pelo menos 2 anos. Aliás isso é evidente quando fala, por exemplo, do número de dias de férias dos magistrados.

E a velha guerra entre o Dr. António Marinho (se é quem eu estou a pensar) e os Juizes, já vem de longa data. [;)]
 
Andas meio distraído, ou então só dás atenção à conversa dos governos.

Até por aqui se tem falado inúmeras vezes nas más condições de trabalho no estado e quando se fala em condições de trabalho não se está a falar da qualidade do café servido no escritório


Acho que os tugas estão é mal habituados e gostam de criticar o trabalho dos outros apenas porque é...

...o trabalho dos outros.

Só se lembram de Sta Barbara quando há trovões....

Isso é notório, quantas vezes nas greves mais do que justas dadas as actuais condições de vida neste país, não oiço um comentário de um tipo qql sem a mínima ideia de que é tb os seus direitos que estão a ser defendidos, a criticar os colegas, só pq acha que ganha pontos junto do patrão.

O patrão que na primeira oportunidade manda-o para a rua e põe dois tipos a ganhar metade.

Esse assobiar para o lado vê-se em todo o lado, no super onde uma mãe se esquece que um filho não é um saco de pancada, nos transportes onde se vira a cara para o lado quando alguém é agredido ou assaltado, no prédio onde se ouve todo as noites a vizinha a gritar de dor quando a besta com quem ela casou chega a casa.

Talvez, só talvez se muita gente que cá vive, tivesse as bolas no sitio, não andavam um punhado de chicos espertos a gozar e a gozarem-se com o nosso trabalho e com o nosso dinheiro.

Mas a frase que o tuga mais gosta é a de que o cemitério está cheio de heróis.



lá está


é aquela teoria de que nenhum país pode ser desnvolvido com um número tão grande de portugueses lá dentro[;)]

cumprimentos
 
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