CarlosL
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Precisamente. Até o Gestor do Balcão ficou com os olhos em bico. [Diz-me que estás a gozar ?![]
Qual era mesmo o objectivo das garantias mútuas ?![]
E o Banco é o BCP....
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
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Precisamente. Até o Gestor do Balcão ficou com os olhos em bico. [Diz-me que estás a gozar ?![]
Qual era mesmo o objectivo das garantias mútuas ?![]
Pq é que insistes em desconversar?Tiraram-te dinheiro da conta ?!
Não me parece !
Pq é que insistes em desconversar?
É completamente irrelevante para a conversa se tenho ou não dinheiro nesse banco.
A questão aqui é o favorecimento de um familiar com o dinheiro dos outros/clientes.
Para quem habitualmente reclama e acha mal as más praticas do estado sobre o retorno dos impostos que pagamos e já acha aceitável que uma empresa privada trate assim os clientes, tens critérios muitos diferentes de avaliação de uma mesma situação.
Ainda que a tua vida seja mais ligada à tua empresa e vejas as coisas de um determinado prisma muito particular, tb não te podes esquecer que és cliente de um leque variado de outras empresas e não deves gostar com certeza de que usem de tamanha falta de respeito para contigo, cliente.
Para mim as coisas sao simples.
É má gestão ? É !!
Afecta-me a mim ou a ti ou a outro cliente ?! Não. Com certeza que não vai faltar dinheiro nas contas dos clientes do BCP por causa deste episódio.
Os accionistas que peçam explicações ao CA.
E normas prudências conheces?Aprendam uma coisa. É uma instituição privada. Faz o que quer ao seu dinheiro.
Se quiser vai à janela e deita-o cá para fora !
Preocupa-me muito mais a péssima utilização que o nosso Estado dá aos dinheiros públicos !

O pessoal tem de perceber o que é a coisa Pública e a coisa Privada. Pelos vistos os 33 anos de Revolução baralharam os conceitos de muita gente.
No caso em análise, independentemente das questões processuais, são os accionistas que ficam a arder.
Se fosse na CGD, os procedimentos poderiam ser similares, mas como o accionista é o Estado, seríamos todos nós os directamente afectados.
Compete ao BCP e aos seus órgãos proceder às averiguações e comunicar, se o entenderem às autoridades competentes.O BCP tem procedimentos e tem de seguir as orientações do BPortugal...
Para além de que existe a situação de Gestão Danosa.
Se o banco conceder um crédito a uma pessoa sem património, sem exigir nada, e noutro procedimento, para outra pessoa, exigir, estamos perante uma discriminação que tem de ser muito bem explicada...
O pessoal tem de perceber o que é a coisa Pública e a coisa Privada. Pelos vistos os 33 anos de Revolução baralharam os conceitos de muita gente.
No caso em análise, independentemente das questões processuais, são os accionistas que ficam a arder.
Se fosse na CGD, os procedimentos poderiam ser similares, mas como o accionista é o Estado, seríamos todos nós os directamente afectados.
O problema é que depois as decisões dos accionistas, face ao buraco criado, não são no sentido de melhorar a situação para o cliente, mas sim de piorar.
Quem tem empréstimos e investimentos no BCP pode ver a sua situação agravada ou a não acompanhar a tendência de mercado.
A adminsitração do BCP tem os seus actos controlados por uma empresa de auditoria, pelo Banco de Portugal e pela CMVM.
A administração do BCP não é dona do BCP. São pessoas mandatadas pela Assembleia (leia-se donos do banco) pra administrar o banco, por isso a sua gestão é controlada por uma auditoria. Por ser uma entidade financeira, a sua gestão é controlada pelo Banco de Portugal. Por ter o seu capital disperso é controlada pela CMVM.
Pelo facto de serem adminsitrações contratadas as operações realizadas entre os Administradores e Banco estão regulamentadas e devem ser alvo de análises detalhadas pelas auditorias.
Eu não gosto do BCP, nunca lá tive conta, mas acho que a Administração é composta por pessoas minimamente inteligentes. Uma pessoa minimamente inteligente não faz estas operações simplistas, existem procedimentos muito mais sofisticados.
Isto é uma questão interna de um banco privado, se os clientes não gostam, devem enviar uma carta à administração ou em último recurso abandonar a instituição bancária.
Isto veio cá para fora por razões que a razão desconhece ([] ) mas situações destas devem ser muitas em banco privados e empresas privadas.
A adminsitração do BCP tem os seus actos controlados por uma empresa de auditoria, pelo Banco de Portugal e pela CMVM..