O "novo" cartaz do PNR!

Quando vires isso em Portugal avisa-me (a foto que eu mostrei era de uma manif portuguesa), até lá só vais estar a discutir ideais quando o que está em causa são coisas práticas.
O PCP confirmou que estiveram presentes na última edição da Festa do Avante! duas organizações colombianas e a revista Resistência, que funciona como porta-voz das FARC, no âmbito dos convites que o partido comunista português dirige.

Segundo o PCP, estes convites baseiam-se «exclusivamente na sua política de relações internacionais e na solidariedade dos comunistas portugueses para com aqueles que em todo o mundo desenvolvem processos de resistência e luta contra as políticas anti-sociais, antidemocráticas e belicistas das principais potências imperialistas, ou de governos claramente manietados e instrumentalizados por essas potências - como é o caso do governo colombiano».

As FARC são um grupo terrorista que mantém sequestrada há quatro anos a ex-candidata a presidente da Colômbia Ingrid Betancourt. A União Europeia reconhece as FARC como grupo terrorista.
 
Este pessoal devia era mudar de barbeiro, pois o barbeiro tem pouca originalidade, corta-lhes o cabelo sempre da mesma maneira:) :)

Ainda para mais deve fazer mal a cabeça andar assim exposta pois pode fazer insolações:)

E sempre com tatuagens muita estranhas [:D] Mas pronto, ao menos poupam água a lavar a cabeça [:D]

Ver velhos bebedolas com um garrafão de tinto na mão?! Não me parece bem a mesma coisa nem que prefigurem a mesma ameaça...

Estou mesmo a falar dos FARC, mas se quiseres também se fala dos FP25 que levaram uma palmadinha nas costas do Mário Soares [;)]
 
O PCP confirmou que estiveram presentes na última edição da Festa do Avante! duas organizações colombianas e a revista Resistência, que funciona como porta-voz das FARC, no âmbito dos convites que o partido comunista português dirige.

Segundo o PCP, estes convites baseiam-se «exclusivamente na sua política de relações internacionais e na solidariedade dos comunistas portugueses para com aqueles que em todo o mundo desenvolvem processos de resistência e luta contra as políticas anti-sociais, antidemocráticas e belicistas das principais potências imperialistas, ou de governos claramente manietados e instrumentalizados por essas potências - como é o caso do governo colombiano».

As FARC são um grupo terrorista que mantém sequestrada há quatro anos a ex-candidata a presidente da Colômbia Ingrid Betancourt. A União Europeia reconhece as FARC como grupo terrorista.
Uma revista colombiana, é essa a maior ameaça à sociedade portuguesa que se encontra na festa do avante? Pffff...

E nem que fosse uma concentração de terroristas, justificar os excessos da extrema direita com os excessos da extrema esquerda tem um nome: estupidez.
 
Eu sou apartidario e detesto extremismos, para mim direita ou esquerda é igual tudo o que é extremo é mau. Agora foram presos elementos da FN mas ainda havia muita gente ligada ás FP 25 para prender, Ou será que não...
 
Estou de acordo contigo.

Sou um gajo de centro, sempre fui. Mesmo quando era mais novo, nunca me deixei levar pela "onda vermelha" de que muitos amigos faziam parte. Apesar de muitos convites para as Jotas (JSD e JS, das outras nem quero ouvir falar [:D] ) sempre fiquei na minha, de fora de qualquer cor política.

Os partidos de extremos políticos (seja para que lado for), acabam sempre por culminar em fundamentalismos e ideias fanáticas por parte dos líderes e apoiantes, felizmente são como sabemos, minorias.

Não sou contra nenhum facção partidária, desde que não ponham em causa as minhas liberdades individuais (ou as de outros cidadãos) estão no seu pleno direito, tal como as restantes forças partidárias, de participar em actos eleitorais e eventualmente elegerem deputados.

Sim, eu sou daqueles que acha que, apesar de tudo, estamos bem com o PSD ou com o PS no governo. [:D] :sh) Aliás, não vejo que nenhum dos outros possa fazer melhor ou acima de tudo, garantir mais estabilidade.
 
O PCP confirmou que estiveram presentes na última edição da Festa do Avante! duas organizações colombianas e a revista Resistência, que funciona como porta-voz das FARC, no âmbito dos convites que o partido comunista português dirige.

Segundo o PCP, estes convites baseiam-se «exclusivamente na sua política de relações internacionais e na solidariedade dos comunistas portugueses para com aqueles que em todo o mundo desenvolvem processos de resistência e luta contra as políticas anti-sociais, antidemocráticas e belicistas das principais potências imperialistas, ou de governos claramente manietados e instrumentalizados por essas potências - como é o caso do governo colombiano».

As FARC são um grupo terrorista que mantém sequestrada há quatro anos a ex-candidata a presidente da Colômbia Ingrid Betancourt. A União Europeia reconhece as FARC como grupo terrorista.

Sacanas. [8b]

Esta linguagem rebuscada, a cassette de merd@ é tipica, os extremos sejam de direita ou de esquerda deviam ser banidos da sociedade.

Esses comunistóides punha-os na fila para o pão ou para os 150 gramas mensais de carne com as senhas de ração na mão durante 8 horas com – 14 graus e a nevar, ou a esperarem 4 a 5 anos por um Fiat 126 como era corrente nos tempos do socialismo Marxista-Leninista!

O vinho que bebem copiosamente na Festa do Avante passava a ser contrabandeado e se fossem apanhados borracholas iam dormir manietados num sanatório, sim ficavam presos numa cama pelos pulsos e tornozelos junto com outros borracholas até ficarem sóbrios! Dizem que alguns até uivavam de dor...

Ou talvez umas férias num Gulag na Sibéria e a levarem porrada, a picarem pedra e calçados com alpergatas porque se dignaram a contestar o grande irmão! [:p]

Darem com os burrinhos na água ao quererem passar a fronteira porque os passaportes não eram emitidos a qualquer um apesar de os comunas os terem e viajarem para onde queriam e quando queriam...

Comerem na cantina com talheres presos por correntes porque senão eram roubados, é que a cutelaria era raro aparecer nas lojas e era cara.

Reforço o que já alguém disse aqui, a merd@ é a mesma as moscas é que são diferentes.
 
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O PNR voltou a colocar um cartaz no Marquês de Pombal, desta vez denunciando a «ilegalidade da prisão de Vasco Leitão» e as «práticas estalinistas contra os nacionalistas».©Lusa
 
A sorte deles, coitados!

A sorte deles, coitados!

É a Democracia não ser um regime totalitarista senão já tinham provado o veneno deles mesmos, serem encarcerados numa qualquer prisão algures, ou terem o "azar" de irem parar a uma vala comum por ideias opostas ao regime vigente.
Enfim defeitos do regime democrático que não é o mais perfeito.
 
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Josef Stalin Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de coletivização da agricultura soviética, impondo uma grande reorganização social e provocando a fome-genocídio na Ucrânia (Holodomor), em 1932-1933. Esta fome foi imposta ao povo ucraniano pelo regime soviético, tendo causado um mínimo de 4,5 milhões de mortes na Ucrânia, além de 3 milhões de vítimas noutras regiões da U.R.S.S.

Antes, durante e depois da Segunda Guerra, Stalin conduziu uma série de deportações em grande escala que acabaram por alterar o mapa étnico da União Soviética. Estima-se que entre 1941 e 1949 cerca de 3.3 milhões de pessoas foram deportadas para a Sibéria ou para republicas asiáticas.

Durante o governo de Stalin os seguintes grupos étnicos foram completamente ou parcialmente deportados: Ucranianos, poloneses, Coreanos, Alemães, Tchecos, Lituanos, Arménios, búlgaros, Gregos, Finlandeses, Judeus entre outros. Os deportados eram transportados em condições espantosas, frequentemente em camiões de gado, milhares de deportados morriam no caminho. Aqueles que sobreviviam eram mandados a Campos de Trabalho Forçado.

Perigosos estes gajos da direita [:blush:]
Isto é curiosamente semelhante ao que o liberalismo selvagem apregoa.

Antes era só a direita e a esquerda, agora tb temos os liberais

Venha o diabo e escolha....
 
As diferenças ideológicas

O extremismo de direita não tolera outras raças
O extremismo de esquerda tolera

O extremismo de direita não tolera estrangeiros
O extremismo de esquerda tolera

O extremismo de direita não tolera Gays
O extremismo de esquerda tolera

As principais características do modelo de sociedade comunal proposto nas obras de Marx e Engels são:
  • A inexistência das classes sociais.
  • As necessidades de todas as pessoas supridas.
  • A ausência do Estado
O centro da ideologia nacional-socialista é o termo raça. A teoria nazista diz que a raça ariana é uma "raça-mestra", superior a todas as outras, e justifica esta crença da seguinte maneira:
O nacional-socialismo diz que uma nação é a máxima criação de uma raça. Conseqüentemente, as grandes nações (literalmente, nações grandes) seriam a criação de grandes raças. A teoria diz que as grandes nações, alcançam tal nível devido seu poderio militar e que este, por sua vez, se origina em culturas racionais e civilizadas, que, por sua vez ainda, são criadas por raças com boa saúde natural e traços agressivos, inteligentes e corajosos.
 
Última edição:
É bom não se esquecer algumas vitimas do Fascismo em Portugal para que não se deixe chegar as coisas aos erros do passado...


Assassinados pela PIDE

Numa altura em que nos querem fazer crer que o fascismo nunca existiu, e que Salazar era apenas "autoritário", numa altura em que querem apagar os poucos vestígios físicos que ainda existem, convém relembrar que o seu braço mais sinistro, a PIDE-DGS, bem como outros braços armados do fascismo, perseguiram, torturaram e assassinaram muitos portugueses e patriotas africanos, e que os seus responsáveis e agentes nunca foram punidos nem sequer julgados. Para reavivar a memória, voltamos a publicar excertos de um texto da Comissão "Abril Revolucionário e Popular" em 2002, o qual inclui uma lista de mortos pelo fascismo.
9 de Dezembro de 2005
A Página Vermelha
www.paginavermelha.org
  • 1931, o estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
  • 1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
  • 1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
  • 1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
  • 1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
  • 1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
  • 1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
  • 1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
  • 1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
  • 1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
  • 1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
  • 1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
  • 1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
  • 1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
  • 1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
  • 1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
  • 1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
  • 1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
  • 1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
  • 1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
  • 1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
  • 1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
  • 1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
  • 1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
  • 1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
  • 1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
  • 1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
  • 1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;
  • 1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
  • 1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
  • 1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;
  • 1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
  • 1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão. Mas ainda podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927. Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico. Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931. Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene. Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos "Viriatos" na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas. Dezenas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953. Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC, dos "Flechas", etc.
25 de Abril de 2002​
 
Por acaso se há algo que é uma prioridade em ser combatido são todas as formas de Fascismo que se manisfestam de certa maneira ignorantemente na nossa sociedade.[:vm)]
 
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O extremismo de direita não tolera outras raças
O extremismo de esquerda tolera

O extremismo de direita não tolera estrangeiros
O extremismo de esquerda tolera

O extremismo de direita não tolera Gays
O extremismo de esquerda tolera

As principais características do modelo de sociedade comunal proposto nas obras de Marx e Engels são:
  • A inexistência das classes sociais.
  • As necessidades de todas as pessoas supridas.
  • A ausência do Estado
O centro da ideologia nacional-socialista é o termo raça. A teoria nazista diz que a raça ariana é uma "raça-mestra", superior a todas as outras, e justifica esta crença da seguinte maneira:
O nacional-socialismo diz que uma nação é a máxima criação de uma raça. Conseqüentemente, as grandes nações (literalmente, nações grandes) seriam a criação de grandes raças. A teoria diz que as grandes nações, alcançam tal nível devido seu poderio militar e que este, por sua vez, se origina em culturas racionais e civilizadas, que, por sua vez ainda, são criadas por raças com boa saúde natural e traços agressivos, inteligentes e corajosos.

O mal é que a extrema esquerda tolera tudo [:)]

Um gajo assalta outro...

Coitadinho do assalante... é desfavorecido... é inadaptado...

Um regime anarca deve ser do melhor [:p]

Quanto a essa teoria comuna... Diz me lá o país onde ela aconteceu como a descreves nesse post [:p]
 
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