Aumentos salariais em Portugal. Sempre a mesma treta...

Que eu interpreto entre um empresário e um trabalhador por conta de outrém, com, teoricamente, o mesmo rendimento deverão ambos pagar o mesmo montante de imposto!


de facto confirma-se que não sabes com o que concordas!

pois deixa-me dizer-te que entre um empresario e um funcionario por conta de outrem não ha nenhuma diferença em termos ficais! ambos pagam IRS a mesma taxa se ganharem a mesma coisa.
 
de facto confirma-se que não sabes com o que concordas!

pois deixa-me dizer-te que entre um empresario e um funcionario por conta de outrem não ha nenhuma diferença em termos ficais! ambos pagam IRS a mesma taxa se ganharem a mesma coisa.
Estás a incluir as deduções à colecta que um empresário pode fazer e que um trabalhador dependente não pode?
 
as deduçoes e beneficios são exacatemente os mesmos.
Então, explica-me lá, em que ítem deduzes as refeições, as amortizações com viaturas ao serviço da empresa, o combustível gasto ao serviço da empresa e as demais despesas dedutíveis ao servço da empresa? Saliento e sublinho que esta não é a minha área!
 
Então, explica-me lá, em que ítem deduzes as refeições, as amortizações com viaturas ao serviço da empresa, o combustível gasto ao serviço da empresa e as demais despesas dedutíveis ao servço da empresa? Saliento e sublinho que esta não é a minha área!

mas isso são as deduçoes da empresa!
quando a empresa tranfere o dinheiro para a conta do empresario este fica sujeito a IRS como qualquer pessoa.

Uma empresa fatura e tem lucro sobre o qual paga IRC, entrega parte desse lucro aos donos ( sempresarios) sobre os quais pagam IRS como toda a gente.


sera assim tão dificl que o dinehri/ patrimonio da empresa não se confundem com o do empresario ?
 
O tipo de rendimentos é diferente.

Se um empresário exerce actividade individual é colectado em sede de IRS.

Se um empresário vive do rendimento do seu investimento, e é aí que o termo empresário se insere, é colectado em sede de IRC no projecto empresarial e 50% em IRS.

Vamos a contas.

O sr. A trabalha por conta de outrém e aufere 1,000,000€ por ano.

O sr. B é empresário, e o seu empreendimento dá-lhe um lucro de 1,000,000€ por ano.

O sr. A é taxado em sede de IRS em 42%. Fica com 580,000 € e paga ao Estado 420,000 €.

O sr. B tem os 'seus' rendimentos (do seu empreendimento) taxados a 25+5 = +/- 30% (IRC e derrama - imposto municipal que pode variar mas não se afasta muito dos 5%). Do 1,000,000 €, o Estado fica-lhe com 300,000 € e passa para a etapa seguinte. Uma coisa é um empreendimento dar lucro e ele ser taxado em sede de IRC, outra coisa é o empresário levar o dinheiro para casa. E nisso a lei é clara, é taxado em 50% em sede de IRS.
Neste caso, dos 700,000 € que restaram, ele vai pagar 'apenas' 50% de IRS, à taxa de 42% o que dará o valor de 147,000 €.

Neste caso, o sr. B paga ao Estado 300,000 + 147,000 = 447,000 € e fica com 553,000 €.

Resumindo os impostos de 1,000,000 € :

sr. A = 420,000 €
sr. B = 447,000 €

Claro que na prática estes nos. variam, pois há inúmeras excepções e considerações, que com o tempo tendem a dissipar-se, dependendo da origem dos rendimentos.

Nota: Este é um exemplo em grosso modo. Apenas para demonstrar uma determinada realidade.

Se o Empresário tiver baixos rendimentos, a situação varia. Assim como varia se o seu empreendimento estiver localizado no Offshore da Madeira. [:D]
 
mas isso são as deduçoes da empresa!
quando a empresa tranfere o dinheiro para a conta do empresario este fica sujeito a IRS como qualquer pessoa.

Uma empresa fatura e tem lucro sobre o qual paga IRC, entrega parte desse lucro aos donos ( sempresarios) sobre os quais pagam IRS como toda a gente.


sera assim tão dificl que o dinehri/ patrimonio da empresa não se confundem com o do empresario ?
Compreenderás que não é assim tão fácil derimir uma coisa da outra, atento a que é maioritariamente o empresário que usufruiu, ou vais dizer-me que esses bens são apenas e exclusivamente usados para a actividade da empresa (estou apenas a pensar em voz alta, como pensa a opinião pública sobre este assunto)?!... [:p] [:p] [:p] [;)]
 
Compreenderás que não é assim tão fácil derimir uma coisa da outra, atento a que é maioritariamente o empresário que usufruiu, ou vais dizer-me que esses bens são apenas e exclusivamente usados para a actividade da empresa (estou apenas a pensar em voz alta, como pensa a opinião pública sobre este assunto)?!... [:p] [:p] [:p] [;)]


claro que é facil.
o unico caaso onde se confunde o patrimonio e a responsabilidade é na empresa unipessoal!

quanto a facto do empresario levar o cayene da empresa para ir bater umas bolas de golf no sabado é igaul a funcionario que leva a partner da empresa para dar uma queca na namorada junto a praia.
se é isso que te faz concfusão, então não esta a pensar como a opinão publica portuguesa, mas com funcionario publico, complicado e retorcido.
 
O tipo de rendimentos é diferente.

Se um empresário exerce actividade individual é colectado em sede de IRS.

Se um empresário vive do rendimento do seu investimento, e é aí que o termo empresário se insere, é colectado em sede de IRC no projecto empresarial e 50% em IRS.

Vamos a contas.

O sr. A trabalha por conta de outrém e aufere 1,000,000€ por ano.

O sr. B é empresário, e o seu empreendimento dá-lhe um lucro de 1,000,000€ por ano.

O sr. A é taxado em sede de IRS em 42%. Fica com 580,000 € e paga ao Estado 420,000 €.

O sr. B tem os 'seus' rendimentos (do seu empreendimento) taxados a 25+5 = +/- 30% (IRC e derrama - imposto municipal que pode variar mas não se afasta muito dos 5%). Do 1,000,000 €, o Estado fica-lhe com 300,000 € e passa para a etapa seguinte. Uma coisa é um empreendimento dar lucro e ele ser taxado em sede de IRC, outra coisa é o empresário levar o dinheiro para casa. E nisso a lei é clara, é taxado em 50% em sede de IRS.
Neste caso, dos 700,000 € que restaram, ele vai pagar 'apenas' 50% de IRS, à taxa de 42% o que dará o valor de 147,000 €.

Neste caso, o sr. B paga ao Estado 300,000 + 147,000 = 447,000 € e fica com 553,000 €.

Resumindo os impostos de 1,000,000 € :

sr. A = 420,000 €
sr. B = 447,000 €

Claro que na prática estes nos. variam, pois há inúmeras excepções e considerações, que com o tempo tendem a dissipar-se, dependendo da origem dos rendimentos.

Nota: Este é um exemplo em grosso modo. Apenas para demonstrar uma determinada realidade.

Se o Empresário tiver baixos rendimentos, a situação varia. Assim como varia se o seu empreendimento estiver localizado no Offshore da Madeira. [:D]
o pessoal não quer saber disso pra nada.,
o pessoal nem quer saber se tens dinheiro isso não interessa.
se tiveres 30 bilioes e andares de renault, és um exemplo a seguir, mesm que os tenhas roubado !

se pelo contario tivers a conta a zeros e andares de 530d que estas apagara restaçoes como to a gente, és um usurpdor explorador do proletariado ladrão e o cacete.
no fundo no fundo o pessoal quer é estatuto, e quando o vizinho fica um bocadinho melhor vem a colera.
Agora explicar o que é a derrama, que o IRC devia tender para zero, bem como o IRS pis estes dois impostos so servem para penalizar a poupança e o investimnento, que a receita fiscal deveria vir primordiamelnete do consumo, que as mais valias e os dividendos deviam estar isentos, para estimular a entrada de capitais nas bolsas um importante instrumento de financiamento das mpresas, que toda a lofgica fisval esta virada para a mesquinhez, isso é muito complicado, e não permite atacar os tipos dosporches e dos BM's
 
claro que é facil.
o unico caaso onde se confunde o patrimonio e a responsabilidade é na empresa unipessoal!

quanto a facto do empresario levar o cayene da empresa para ir bater umas bolas de golf no sabado é igaul a funcionario que leva a partner da empresa para dar uma queca na namorada junto a praia.
se é isso que te faz concfusão, então não esta a pensar como a opinão publica portuguesa, mas com funcionario publico, complicado e retorcido.
Meu caro, o facto de eu, empresário (vou falar figuradamente), levar o Cayenne da minha empresa para ir para casa e regressar ao trabalho todos os dias, jogar golf, ténis, ir de férias para Espanha, para o Algarve, ou correr o país em digressão, perdão, em negócios, não é, nada, igual a eu, empregado da empresa levar a Partner (bem, já não é Porsche...) para dar uma cambalhota com a namorada, na praia... Já não vou poder ir jogar ténis, golf, ir de férias para Espanha, para o Algarve, ou correr o país em digressão, perdão, em negócios...

Bem, se tiver o azar de bater nestas voltinhas eu, empresário, até deduzo as despesas de oficina, ao contrário do que eu, empregado, posso fazer, já que estou bem lixado para explicar o que andava a fazer com o reles carro da empresa (muito bom, para quem é...) que me autorizaram a levar para casa (será que deixaram?...) na praia com uma fulana que ninguém sabia quem era...

Ah, a Partner trazia uma bosta de rádio, digo eu, empregado, mas, o meu, perdão, o Cayenne da empresa trazia uma telefonia que eu, empresário, mandei trocar por uma bela aparelhagem sonora, e GPS, não esquecer o GPS, ah, e a televisão..., pois dá mais ambiente!... Até para a queca... [:D] [:D] [:D]

É igual? O tanas, meu caro amigo! [:p] [:p] [:p] [:D] [;)]
 
Meu caro, o facto de eu, empresário (vou falar figuradamente), levar o Cayenne da minha empresa para ir para casa e regressar ao trabalho todos os dias, jogar golf, ténis, ir de férias para Espanha, para o Algarve, ou correr o país em digressão, perdão, em negócios, não é, nada, igual a eu, empregado da empresa levar a Partner (bem, já não é Porsche...) para dar uma cambalhota com a namorada, na praia... Já não vou poder ir jogar ténis, golf, ir de férias para Espanha, para o Algarve, ou correr o país em digressão, perdão, em negócios...

Bem, se tiver o azar de bater nestas voltinhas eu, empresário, até deduzo as despesas de oficina, ao contrário do que eu, empregado, posso fazer, já que estou bem lixado para explicar o que andava a fazer com o reles carro da empresa (muito bom, para quem é...) que me autorizaram a levar para casa (será que deixaram?...) na praia com uma fulana que ninguém sabia quem era...

Ah, a Partner trazia uma bosta de rádio, digo eu, empregado, mas, o meu, perdão, o Cayenne da empresa trazia uma telefonia que eu, empresário, mandei trocar, pois dá mais ambiente!... Até para a queca... [:D] [:D] [:D]

É igual? O tanas, meu caro amigo! [:p] [:p] [:p] [:D] [;)]
eu meti o cayne so para te espicaçar e tu gostas-te.
so que os abatimentos fiscais do cayene são os mesmos da partner .
e por fim se bateres o seguro paga ambos !

alem disso não tem nada a ver com impostos, pois se ambos ganharem o mesmo pagarão o mesmo, pois pagam ambos IRS
 
Última edição:
O tipo de rendimentos é diferente.

Se um empresário exerce actividade individual é colectado em sede de IRS.

Se um empresário vive do rendimento do seu investimento, e é aí que o termo empresário se insere, é colectado em sede de IRC no projecto empresarial e 50% em IRS.

Vamos a contas.

O sr. A trabalha por conta de outrém e aufere 1,000,000€ por ano.

O sr. B é empresário, e o seu empreendimento dá-lhe um lucro de 1,000,000€ por ano.

O sr. A é taxado em sede de IRS em 42%. Fica com 580,000 € e paga ao Estado 420,000 €.

O sr. B tem os 'seus' rendimentos (do seu empreendimento) taxados a 25+5 = +/- 30% (IRC e derrama - imposto municipal que pode variar mas não se afasta muito dos 5%). Do 1,000,000 €, o Estado fica-lhe com 300,000 € e passa para a etapa seguinte. Uma coisa é um empreendimento dar lucro e ele ser taxado em sede de IRC, outra coisa é o empresário levar o dinheiro para casa. E nisso a lei é clara, é taxado em 50% em sede de IRS.
Neste caso, dos 700,000 € que restaram, ele vai pagar 'apenas' 50% de IRS, à taxa de 42% o que dará o valor de 147,000 €.

Neste caso, o sr. B paga ao Estado 300,000 + 147,000 = 447,000 € e fica com 553,000 €.

Resumindo os impostos de 1,000,000 € :

sr. A = 420,000 €
sr. B = 447,000 €

Claro que na prática estes nos. variam, pois há inúmeras excepções e considerações, que com o tempo tendem a dissipar-se, dependendo da origem dos rendimentos.

Nota: Este é um exemplo em grosso modo. Apenas para demonstrar uma determinada realidade.

Se o Empresário tiver baixos rendimentos, a situação varia. Assim como varia se o seu empreendimento estiver localizado no Offshore da Madeira. [:D]
Não te enganaste em nada?

Vê lá bem...
 
eu meti o cayne so para te espicaçar e tu gostas-te.
so que os abatimentos fiscais do cayene são os mesmos da partner .
e por fim se bateres o seguro paga ambos !

Não são não!
Enquanto com a Partner "praticamente" podes deduzir a "totalidade" das despesas, no caso do Cayenne, ainda és tributado nessas despesas.
Isto falando de combustíveis e manutenções etc.

Pé-Leve vais-me desculpar... mas a ideia com que fiquei nesse último post e que tenho vindo a ficar com alguns post's colocados neste fórum (nota: não quer dizer que sejam os teus) é que tipo...

O empregado deve ter direito as mesmas regalias que o empresário... mas e o risco? O empresário corre o risco de ficar na penuria e o empregado tem o fundo de desemprego por exemplo. Isto se as coisas forem feitas segundo a normalidade...
 
eu meti o cayne so para te espicaçar e tu gostas-te.
eu percebi, mas respondi em conformidade... [;)]
so que os abatimentos fiscais do cayene são os mesmos da partner .
e por fim se bateres o seguro paga ambos !
Pois, mas tu, empresário, não tens de responder disciplinarmente, ao passo que tu, empregado (e continuo a falar figuradamente), estás "entalado" para justificar a voltinha ao patrão... Porquê esta argumentação? Simples. O empresário usará sempre mais os recursos da empresa para benefício pessoal, ao contrário do empregado que pode levar o carro para casa. Não há comparação... Os recursos não são usados do mesmo modo!

alem disso não tem nada a ver com impostos, pois se ambos ganharem o mesmo pagarão o mesmo, pois pagam ambos IRS
Ó Omega, chega lá aqui s.f.f.... [:D] [:D] [:D] [:D] [:D]

[;)]
 
Não são não!
Enquanto com a Partner "praticamente" podes deduzir a "totalidade" das despesas, no caso do Cayenne, ainda és tributado nessas despesas.
Isto falando de combustíveis e manutenções etc.

Pé-Leve vais-me desculpar... mas a ideia com que fiquei nesse último post e que tenho vindo a ficar com alguns post's colocados neste fórum (nota: não quer dizer que sejam os teus) é que tipo...

O empregado deve ter direito as mesmas regalias que o empresário... mas e o risco? O empresário corre o risco de ficar na penuria e o empregado tem o fundo de desemprego por exemplo. Isto se as coisas forem feitas segundo a normalidade...
Certo, testenick, OK, estamos só a tentar perceber o mecanismo destas coisas, não estamos em duelo!... [;)]
 
eu percebi, mas respondi em conformidade... [;)]
Pois, mas tu, empresário, não tens de responde rdisciplinarmente, ao passo que tu, empregado (e continuo a falar figuradamente), estás "entalado" para justificar a voltinha ao patrão... Porquê esta argumentação? Simples. O empresário usará sempre mais os recursos da empresa para benefício pessoal, ao contrário do empregado que pode levar o carro para casa. Não há comparação...

Ó Omega, chega lá aqui s.f.f.... [:D] [:D] [:D] [:D] [:D]

[;)]

[:blush:] [:D]

In time !!!!

Mas estou cá com uma soneira ......[:)]
 
Não são não!
Enquanto com a Partner "praticamente" podes deduzir a "totalidade" das despesas, no caso do Cayenne, ainda és tributado nessas despesas.
Isto falando de combustíveis e manutenções etc.

Pé-Leve vais-me desculpar... mas a ideia com que fiquei nesse último post e que tenho vindo a ficar com alguns post's colocados neste fórum (nota: não quer dizer que sejam os teus) é que tipo...

O empregado deve ter direito as mesmas regalias que o empresário... mas e o risco? O empresário corre o risco de ficar na penuria e o empregado tem o fundo de desemprego por exemplo. Isto se as coisas forem feitas segundo a normalidade...
O empresario que faça descontos que os outros tb o fazem.

Mas concordo contigo o risco é muito maior, isto se as coisas forem feitas segundo a normalidade...


[;)]
 
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