Tópico dos incêndios florestais

Kamov Parados

Kamov Parados

Lindo [8b]

O governo de Portugal compra Helicopteros pesados para combate a incêndios, no que é considerado um investimento estratégico, mas que corresponde a vários milhões de Euros.

Da encomenda de 6 3 chegam a Portugal no verão de 2007 (Agosto) e ...
• INCÊNDIOS
Pilotos e supervisores ainda não assinaram contratos com EMASeis pilotos e quatro supervisores, que deveriam trabalhar no combate aos incêndios, ainda não assinaram contrato com a Empresa de Méios Aéreos, num processo que se arrasta desde Março. O presidente da EMA disse à TSF que os contratos deverão ser assinados esta semana.

( 10:49 / 21 de Agosto 07 )


Seis pilotos civis e quatro supervisores de manutenção aérea ainda não assinaram contrato com a Empresa de Meios Aéreos (EMA), empresa tutelada pelo Ministério da Administração Interna, num processo que já se arrasta desde Março.

Este pessoal deveria trabalhar nos meios aéreos de combate aos incêndios, meios que foram adquiridos em 2006 pelo Estado e que não estão a funcionar, uma vez que os meios comprados para o efeito estão parados no Aeródromo de Tires.

Contactado pelo TSF, o presidente da EMA, empresa criada em Conselho de Ministros em Fevereiro de 2007, disse que conta assinar os contratos com este pessoal ainda esta semana, mas não explicou os motivos que levaram a estes atrasos.

Rogério Pinheiro confirmou que vão ser liquidados os retroactivos a que têm direitos, recebendo o montante relativo às horas de formação, mas não as horas de voo, uma vez que não as têm.

O presidente desta empresa tutelada pelo Ministério da Administração Interna explicou ainda que só na semana passada terminou o período de aceitação dos quatro aparelhos ligeiros Eurocopter, exigido por lei.

Segundo Rogério Pinheiro, a aceitação dos Eurocopter foi conseguida, se bem que existam algumas condicionantes que, mesmo assim, não os impedem de voar. Já no que toca aos Kamov, o processo de aceitação começou apenas na semana passada.

Contudo, falta ainda que a EMA seja acreditada como operadora aérea pelo Instituto nacional de Aviação Civil, um processo que ninguém sabe quando poderá terminar.

Para além destes seis pilotos civis e quatro supervisores de manutenção, a EMA tem ainda mais oito pilotos que têm a sua situação salvaguardada, dado que são pilotos do Exército e foram cedidos pelo Ministério da Defesa por três anos.

Todos estes pilotos têm já a sua formação teórica completa, depois de a terem feito durante cerca de quatro semanas na Rússia, mas falta-lhes ainda a parte prática.

TSF


Então hoje em sede de audiência parlamentar solicitada por deputados da oposição, que pediram justificações ao Ministro, este afirma que ...

"Estamos a fazer um projecto ambicioso, sem par a nível Europeu ou Mundial, e dois anos para formar uma empresa (que vai gerir os meios aéreos de combate a incêndios do estado) está perfeitamente dentro do razoável ... "


Eu nem quis acreditar que um responsável governativo, que gere um investimento de milhões de euros, proveniente dos bolsos dos contribuintes, achasse normal gastar essa verba e que os meios adquiridos só estejam disponiveis no VERÃO DO PRÒXIMO ANO devido à BURROCRACIA vigente neste pais deficitário em meios próprios para combate a incêndios.

Haja pachorra.

[8b] :sh)
 
Lindo [8b]

O governo de Portugal compra Helicopteros pesados para combate a incêndios, no que é considerado um investimento estratégico, mas que corresponde a vários milhões de Euros.

Da encomenda de 6 3 chegam a Portugal no verão de 2007 (Agosto) e ...



Então hoje em sede de audiência parlamentar solicitada por deputados da oposição, que pediram justificações ao Ministro, este afirma que ...

"Estamos a fazer um projecto ambicioso, sem par a nível Europeu ou Mundial, e dois anos para formar uma empresa (que vai gerir os meios aéreos de combate a incêndios do estado) está perfeitamente dentro do razoável ... "


Eu nem quis acreditar que um responsável governativo, que gere um investimento de milhões de euros, proveniente dos bolsos dos contribuintes, achasse normal gastar essa verba e que os meios adquiridos só estejam disponiveis no VERÃO DO PRÒXIMO ANO devido à BURROCRACIA vigente neste pais deficitário em meios próprios para combate a incêndios.

Haja pachorra.

[8b] :sh)

O homem ainda não conhece a "Empresa na hora" [:D] [8b]
 
Sobre a audiência parlamentar

Ministro hoje na AR para esclarecer meios aéreos

DS/PP exigiu respostas de Rui Pereira sobre compra de helicópteros

Porque é que os meios aéreos adquiridos pelo Estado e previstos para este ano ainda não estão a combater os incêndios? Porque é que foi escolhido um modelo de helicóptero que não está licenciado para operar no espaço europeu? São estas, entre outras, as questões que o CDS/PP quer ver esclarecidas hoje pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, na Assembleia da República.

Ao DN, Hélder Amaral, deputado do PP, afirmou que a aquisição dos meios aéreos é um assunto cheio de questões mal esclarecidas, seja o seu aluguer seja a sua aquisição. Por isso, os democratas-cristãos pediram a presença de Rui Pereira na Comissão Eventual de Acompanhamento e Avaliação da Política Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios.

A aquisição de dez meios pesados foi equacionada no ano passado, mas a empresa que gere os meios aéreos só foi criada quase um ano depois.

Começou a funcionar em Maio, um mês depois da sua criação ter sido publicada em Diário da República, mas a primeira administração demitiu-se após dois meses em funções, sem que os aparelhos fossem certificados pelo Instituto Nacional de Aviação Civil.

O pedido de certificação foi enviado há dias e o INAC tem três meses para responder. Por isso, os meios pesados não devem ser utilizados este Verão, apesar de os helicópteros Kamov já estarem no País.


Rui Pereira deverá esclarecer ainda se já foram estabelecidos contratos de trabalho com os pilotos que vão operar estes meios.

Num Verão em que o fogo tem sido muito menos devastador, a polémica sobre os meios aéreos tem sido a questão mais complicada para o recém-ministro gerir.

Até ao dia 15 de Agosto, o fogo tinha consumido 6359 hectares de mato e floresta. Apesar de os fogos da semana passada não estarem contabilizados, esta área não chega a 4% da média dos últimos cinco anos.

Diário de referência
 
O que o homem disse ...

Helicópteros Kamov de combate aos fogos

Ministro explicou no Parlamento porque ainda não entraram ao serviço

O ministro da Administração Interna disse que não está previsto que os helicópteros russos participem já este ano no combate aos incêndios e explicou que não precisam de certificação europeia para trabalharem para o Estado.


Rui Pereira esteve ontem no Parlamento para falar aos deputados dos meios aéreos de combate aos fogos. Com carácter de urgência, o CDS-PP tinha pedido na semana passada a presença do ministro na Assembleia da República.

O partido queria saber porque é que os dez helicópteros Kamov comprados em 2006 na Rússia não estavam a ser usados no combate aos incêndios deste ano.

O ministro explicou que há 52 aeronaves aos serviço, mais quatro do que o numero aconselhado por uma comissão cientifica, e que os Kamov não faziam parte desse plano.

A discussão centrou-se ainda sobre a possibilidade de certificar os aparelhos e sobre a polivalência para outras actividades que não o combate dos fogos.

Sobre a Empresa de Meios Aéreos (EMA), constituída para gerir a frota, o ministro disse que foram necessários dois anos para fazer os estudos de viabilização económica. Rui Pereira disse ainda que a recente substituição do presidente do conselho de administração não acarretou atrasos para o funcionamento da entidade.
(o que o Sr. Ministro disse e pode ser visto na Video Reportagem da RTP, é que é um projecto ambicioso sem paralelo a nível Europeu e que dois anos, não é exagerado, para a constituição de uma empresa)

"Não confundam as coisas", realçou Rui Pereira, ao dirigir-se aos deputados da Comissão Parlamentar Eventual de Acompanhamento e Avaliação da Política Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios. O governante afirmou que os meios aéreos adquiridos pelo Estado para missões de protecção civil e segurança interna não necessitam de certificação, o que só será exigido se prestarem serviço a particulares.

O Governo criou a EMA para gerir a frota aérea adstrita às missões de combate a incêndios, protecção civil e segurança interna, mas esses meios poderão no futuro ser rentabilizados em fins comerciais.

Os aparelhos "podem voar após os testes por serem naves do Estado", realçou Rui Pereira, equiparando a situação ao que se verifica com a frota da Força Aérea Portuguesa.

De qualquer forma, o Governo pretende que os meios aéreos destinados ao combate aos incêndios, protecção civil e segurança interna tenham a necessária certificação para poderem prestar também serviços fora do âmbito público.

Rui Pereira disse ainda que esteve sempre previsto que os Kamov só estariam operacionais a partir de 15 de Setembro.

"Por que razão não estão ainda celebrados os contratos com pessoal para trabalhar nestes meios aéreos?", interrogou o CDS-PP, ao que o ministro respondeu que "os sete pilotos de maneira nenhuma foram esquecidos". "Estiveram a fazer formação e testes com todo o rigor", referiu Rui Pereira.


O ministro realçou também que uma "comissão idónea e independente" tinha aconselhado o Estado a possuir uma frota de 48 meios aéreos, comprados ou alugados, durante Julho a Setembro, o período de maior risco de incêndios.

"Mas o Governo tem 52 meios aéreos operacionais nesta altura", disse Rui Pereira, referindo que entre eles se contam dois aviões Beriev e dois aviões Canadair.

Com Lusa
De referir que os meios em 2006 já haviam sido adjudicados, com a respectiva polémica na adjudicação.

Sábado, Abril 29, 2006

Adjudicação de helicópetros em tribunal



Kamov Ka32A, o helicóptero da discórdia
As empresas portuguesas que perderam a "corrida" para fornecimento de dez helicópteros ao Estado, no âmbito da constituição da frota permanente de combate a fogos florestais, prometem tentar travar nos tribunais a decisão do Governo, ontem aprovada no Conselho de Ministros.

A Helisul e a Helibravo invocam haver irregularidades nos concursos, um para aquisição de seis aeronaves médias e outro de quatro ligeiras, ambos ganhos pela Heliportugal.

No caso dos helicópteros médios, que vão custar ao Estado 42.100.000 de euros, a que se somam 4.169 euros por cada hora de voo efectuada, a título de manutenção garantida, admite que a proposta vencedora era cara e perdeu no critério preço, mas "ganhou na qualidade".

A aeronave em causa, Kamov Ka32, tem capacidade para transportar 15 pessoas, incluindo 2 elemntos da tripulação, e 4.800 litros de água, ou seja, "quase tanto como um avião anfíbio Canadair", como destaca Rocha Andrade.

Perante o elevado preço horário para manutenção, concorda estar "um pouco encarecido" e explica que parte do valor unitário de cada aparelho, considerado baixo, foi transferido para a operação.

Contudo, salienta que esse custo poderá ser contornado a médio prazo, já que o caderno de encargos prevê a hipótese de renúncia unilateral, pelo Estado, ao serviço de manutenção, após os primeiros cinco anos.

Já no caso dos helicópteros ligeiros, afirma ter sido apresentado pelos três concorrentes nacionais o mesmo aparelho, o Eurocopter AS 350 B3, e pela Agusta italiana um modelo "bastante mais caro", razão para que o factor decisivo na escolha tenha sido o preço que será de 2.200.000 de euros, acrescidos de 1.931 euros por hora de voo.

João Bravo, proprietário da Helibravo, contesta e promete interpor uma providência cautelar para suspender a adjudicação acusando que "nos dois concursos, ao fim de cinco anos qualquer proposta é mais cara que a minha".

Para Luís Tavares, da Helisul, o preço nem sequer é o único factor em causa e opta por focar o concurso dos helicópteros médios para invocar incumprimento do caderno de encargos.

Isto porque o certificado de origem do Kamov não lhe permite fazer transporte de passageiros, mas apenas trabalho aéreo, logo, salienta, "ficam inviabilizados voos de emergência".

Rocha Andrade nega e resguarda-se em "contactos oficiais" com o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) para garantir que o impedimento de transporte de passageiros não é aplicável em casos de busca e salvamento, embora impeça, como admite, o transporte hospitalar, que afirma não constar do caderno de encargos.

"Os quatro helicópteros ligeiros podem transportar doentes e são mais adequados para essa missão", afirma este governante, que acrescenta que previamente foi contactado o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) no sentido de se abrirem concursos conjuntos para as duas entidades, hipótese posta de lado pelo facto de ambas as instituições terem "picos" de actividade no mesmo período, ou seja, no Verão.

Já se sabia que parte do custo dos Kamov fora transferido para a manutenção, o que corresponde a uma forma encapotada de empurrar pagamentos para datas posteriores, sabendo-se que desta forma haverá um encarecimento do produto por razões financeiras do conhecimento de todos.

No entanto, sem certificação para transporte, a busca e salvamento estarão efectivamente fora de questão, dado que existe, mesmo antes do início da missão, o pressuposto de que será necessário proceder ao transporte de passageiros, sendo que o argumento utilizado não nos parece válido.

A situação não é a de um imprevisto, onde para salvaguardar valores mais altos, como a vida humana, se opta por desrespeitar regras estabelecidas, facto que é reconhecido em vários tipos de situações classificadas como "de necessidade".

Neste caso, opta-se por uma aquisição que pode premeditadamente violar regulamentos, o que sendo protagonizado por um Governo, é inaceitável dada a falta de prudência que revela.

Assim, estamos perante uma situação típica em que o barato pode sair caro, quer pelos encargos financeiros resultantes da manutenção, quer pela eventual impossibilidade de utilizar em pleno um helicóptero que poderia ter muitas outras missões para desempenhar caso possuisse as necessárias certificações.

Brevemente voltaremos a este assunto, quer para noticiar eventuais desenvolvimentos, quer para descrever um pouco as características principais deste helicóptero que tantas polémicas levanta.

Publicada por Nuno M. Cabeçadas em 12:00 AM

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Última edição:
Incêndios: por apurar causas da queda de helicóptero na Peneda-Gerês
10.11.2007 - 21h43 Lusa, PUBLICO.PT
Desconhecem-se ainda as causas que levaram à queda do helicóptero que esta tarde combatia um incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês, em Melgaço. O piloto era considerado experiente neste tipo de operações.
O aparelho – um helicóptero Ecureille B-3, pertencente à Empresa de Meios Aéreos (EMA) – despenhou-se cerca das 14h00 em Parada do Monte, quando preparava a primeira descarga de água.

O acidente ocorreu junto a um parque eólico, mas as autoridades garantem que o aparelho não embateu em nenhuma torre nem em qualquer cabo de electricidade. Uma fonte dos bombeiros ouvida pela Lusa deu conta de uma “forte explosão”, seguida de incêndio, quando o aparelho embateu em terra, provocando a morte do piloto, de 43 anos.

Segundo o tenente-coronel Costeira Antunes, comandante de operações de socorro de Viana do Castelo, tratava-se de um piloto "com bastante experiência”.

O delegado do Ministério Público autorizou, ao final da tarde, a remoção do corpo do piloto, que será autopsiado no Centro Hospitalar do Alto Minho, em Viana do Castelo, enquanto o Instituto Nacional de Aviação Civil abriu um inquérito à apurar as causas do acidente.

O aparelho, que se encontrava ao serviço da ANPC, era um dos dois aparelhos sediados em Fafe, para acorrer a incêndio na região Norte.

Em declarações à Lusa, Costeira Antunes revelou que o helicóptero transportou para a frente de fogo cinco bombeiros, que se encontravam já em terra quando se deu o acidente.

Após a queda do aparelho, os efectivos foram retirados do local e reconduzidos à base, devido ao "forte abalo psicológico" que sofreram. "Ficaram muito combalidos com o acidente, porque praticamente assistiram à morte do colega e foram recolhidos de imediato e conduzidos à base, onde receberão apoio psicológico", referiu Costeira Antunes.

O helicóptero participava no combate ao incêndio que deflagrou pouco depois do meio-dia numa zona de mato da freguesia de Travassos, incluída no Parque Nacional da Peneda-Gerês. O incêndio continuava por circunscrever cerca das 21h30, estando neste momento a ser combatido por 94 bombeiros, apoiados por 27 viaturas. No local está já um grupo de reforço da coluna nacional 2, estando a caminho mais um grupo.

O incêndio foi um dos vários que deflagrou durante a tarde na área do PNPG, depois de circunscrito um fogo declarado durante a madrugada em São Sebastião da Geira, no concelho de Terras de Bouro. À excepção do que lavra em Travassos foram todos extintos mas, ao início da noite, deflagrou um novo incêndio em Rio Dola, concelho de Montalegre.
 
Piloto não tinha qualificação ...

Piloto não tinha qualificação ...

E agora, quem vai responder criminalmente pela perda de uma vida humana, e pela perda de património do estado ?

Quem foi o responsável por ter colocado um piloto nesta função sem ter qualificações para tal ?

Ficamos a aguardar ... sentados .:sh)


[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]Piloto de helicóptero que morreu nunca tinha combatido fogos[/FONT]
Publico - 13.11.2007, Mariana Oliveira[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]
O presidente da Empresa de Meios Aéreos, que tinha os Ecureil no ar há menos de um mês, e o MAI recusam-se a fazer comentários ao acidente
[/FONT]


O piloto José Nunes Abreu, de 43 anos, que morreu no sábado passado depois do helicóptero Ecureil B3 que comandava se ter despenhado na freguesia de Parada do Monte, no concelho de Melgaço, onde havia um fogo, realizava pela primeira vez operações de combate a incêndios florestais.
Quem o diz é o director de operações da Helibravo, comandante José Pereira, a empresa onde o piloto trabalhou até ao início de Agosto, altura em que se mudou para a recém-criada Empresa de Meios Aéreos (EMA), que gere os helicópteros adquiridos pelo Estado.

"José Abreu começou na aviação aos 40 anos e tirou connosco o curso de piloto comercial de helicópteros. Nos dois anos seguintes fez missões de fotografias, filmagens e transporte de passageiros, mas nunca combateu incêndios", explica José Pereira. E acrescenta: "Se ele tivesse preparação e experiência para fazer combate a fogos tê-lo-ia feito para nós em Julho deste ano, e evitaria que tivéssemos chamado um piloto do estrangeiro".

O director de operações da Helibravo realça que o combate a incêndios é uma missão muito exigente e muito perigosa. "Até 2006, éramos a única empresa em Portugal a ter os B3 e as companhias de seguros exigiam-nos que os pilotos tivessem 2500 horas de voo para segurarem a operação toda", exemplifica José Pereira.

O director do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA), Anacleto dos Santos, responsável por um dos inquéritos que estão a ser efectuados, explicou ao PÚBLICO que uma das dúvidas dos investigadores é saber se o piloto estava preparado para combater incêndios. "A EMA está formada há pouco tempo, queremos saber se o piloto tinha experiência com voos de montanha, com o balde e que treinos teve", afirma Anacleto dos Santos. E adianta : "O que sabemos é que tinha entre 800 e 900 horas de voo".

José Pereira não sabe que formação tiveram os pilotos na EMA, mas a intenção que tinha para José Abreu era pô-lo a fazer algum trabalho de carga suspensa. "São missões com algum risco, mas não tanto quanto os incêndios". Com essa experiência talvez para o ano José Abreu estivesse preparado para os fogos.

Para já, o GPIAA não tem razões para suspeitar de qualquer avaria mecânica. Mas irá tentar analisar a oscilação exagerada do balde e o efeito da turbulência orográfica, que puxa o helicóptero para o solo.
Contactados pelo PÚBLICO o presidente da EMA, Rogério Pinheiro, e o Ministério da Administração Interna, dizem que, enquanto estiverem inquéritos a decorrer, não farão quaisquer comentários.
 
Não deve ser negócio, pois não, esta empresa ...

[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]Aeronaves do Estado[/FONT]
13.11.2007[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]Ecureil estavam a operar há menos de um mês[/FONT]
Três dos quatro Ecureil B3 comprados pelo Ministério da Administração Interna para combater os incêndios florestais, actuar noutras acções de protecção civil e em missões de segurança, estão a voar desde 12 de Outubro. E um deles, menos de um mês depois de começar a operar, estreou-se da pior forma, num acidente em que ficou totalmente destruído, reduzindo logo no início a frota do Estado a nove aparelhos. Neste momento, a Empresa de Meios Aéreos, que vai gerir as aeronaves, ainda não tem o certificado de operador de trabalho aéreo, que lhe permitirá operar os meios sem restrições, mas a situação foi ultrapassada com a declaração dos aparelhos como aeronaves de Estado até Dezembro. Além do inquérito que está a ser feito pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, mandou abrir um outro que será conduzido pela Inspecção-Geral da Administração Interna.
Este é o segundo acidente aéreo mortal no combate aos fogos deste ano. O outro ocorreu em Agosto com um aerotanque ligeiro Dromader M-18B no concelho de Torres Novas, quando o aparelho se despenhou entre as povoações de Alvorão e de Mias. M.O.
 
Em breve aparece já um diploma em como o piloto do helicoptro tirou um curso de combate a fogos e passou com distinção.

Curso esse tirado á noite e aos fim se semana numa universidade conceituada no meio governativo. [:D]
 
Em breve aparece já um diploma em como o piloto do helicoptro tirou um curso de combate a fogos e passou com distinção.

Curso esse tirado á noite e aos fim se semana numa universidade conceituada no meio governativo. [:D]


[:)][:)][:)]

Mas a Independente neste momento está fechada, pelo que vão ter que arranjar outra Universidade. [:D]

Mas de facto o estado é um espectáculo, as leis são para os outros cumprirem, o estado é uma coisa à parte...
 
novos incêndios voltaram a ser registados no pais.

Azambuja e Sintra.

Neste ultimo, uma vez mais o Parque Natural esteve ameaçado. [s)]

Onde é que foi este incendio de Sintra?

Eu tenho vista para o lado sul da serra, vi o fumo vi que não era na serra. Seria na zona do Autodromo? Que fica paredes meias com o parque natural?
 
Entre a Zona compreendida Autodromo/Penha Longa/Rio da Mula

Pois, bem me parecia ser daí. Entretanto passei lá próximo e já não vi vestigios, mas havia muito fumo vindo da zona de Colares e vi 1 helicopetro com o balde a regressar de lá. Não sei se não estaria a abastecer na barragem do Rio da Mula.
 
Hoja passei perto de um posto de observação em Valongo e o vigia disse que tem andado bastante calmo. Só uma ou outra queimada. Nada de grave. Ainda bem!
 
Um UP a este tema tendo em consideração o seguinte:

- A Republica portuguesa contratou plurianulamente ou adquiriu meios próprios de combate a incêndios.

Curiosamente as "pressões" que havia em termos de combate a incêndios parecem ter-se esbatido.

Parece que se acabaram por ai algumas negociatas de aluguer de Helicopteros e respectivos contratos por ajuste directo. :sh)
 
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