Catorze ‘dezanoves’ e dez ‘vintes’ nos exames nacionais numa Escola!!!

Seria curioso saber a média do colégio excluindo essa turma!

Talvez as palmas não fossem tão efusivas... ou então até poderiam merecer mais, mas assim...!!!
 
Realmente, não se vê os média a destacar o facto...

Mas também... basta ver os morangos com açurar. Das poucas vezes que vi aquilo, nunca vi o pessoal da série a estudar ou preocupado com exames. Para mim parece-me que estão sempre de férias lol

Depois admiram-se que os putos se estejam a cag@r para a matemática e para a física...
 
Conheço 3 pessoas que tiveram 20 no exame de matemática. E as 3 andam em "reles" escola públicas do concelho de Sintra, não têm explicadores, e têm vida para além dos exames [:D]
Mas também o exame de matemática (pelo menos o da 1ª fase) era bastante acessível, tal como o de química [;)] (O de fìsica não vi)
 
Realmente, não se vê os média a destacar o facto...

Mas também... basta ver os morangos com açurar. Das poucas vezes que vi aquilo, nunca vi o pessoal da série a estudar ou preocupado com exames. Para mim parece-me que estão sempre de férias lol

Depois admiram-se que os putos se estejam a cag@r para a matemática e para a física...


Não me parece que a culpa dos maus resultados sejam desse programa...
 
Olha o Colégio onde eu andei [:cool:]

Também lá andaste??
Eu andei lá 5 aninhos (8º até ao 12º)!

Realmente o corpo docente do colégio é bastante bom e desenvolve um bom trabalho. Pessoalmente não creio que valha muito a pena meter lá os filhos durante a escolaridade obrigatória (isto se tiverem acesso a uma boa escola pública) mas, no secundário, dão realmente uma bagagem muito boa e, se os alunos colaborarem, podem sair dali bastante enriquecidos.
 
Eu andei na escola ao lado, Escola Sec. Sá de Miranda apr:)


Não acho muito bem é classificar uma turma como "de topo", isto pode levar a pensar que os alunos foram escolhidos a dedo para integrarem a mesma, enquanto os outros foram colocados em turmas menos capazes, não tendo o mesmo apoio... :sh) embora este processo tenha sido geral segundo a notícia.

Parabéns pela iniciativa!!
 
Eu andei na escola ao lado, Escola Sec. Sá de Miranda apr:)


Não acho muito bem é classificar uma turma como "de topo", isto pode levar a pensar que os alunos foram escolhidos a dedo para integrarem a mesma, enquanto os outros foram colocados em turmas menos capazes, não tendo o mesmo apoio... :sh) embora este processo tenha sido geral segundo a notícia.

Parabéns pela iniciativa!!

Mas é que os alunos, seja no particular seja no público, são mesmo escolhidos segundo vários critérios sócio-económicos-escolares para integrarem as turmas!!!

Numa instituição particular, isso ainda é mais fácil na medida em que a direcção se pode dar ao direito de seleccionar os alunos que entram (depois só têm de os distribuir como muito bem entenderem).

Para teres uma ideia, eu também andava no Sá de Miranda e, qd os meus pais me quiseram meter no D.Diogo, lá na secretaria diziam "aahh, tal e coisa... estamos cheios... temos muitos alunos em lista de espera... hoje está um sol do caraças... hoje está de chuva... o Benfica já não é campeão há duas épocas... etc...".
Duas ou três vezes depois de terem ouvido estas respostas, os meus pais voltaram lá não com a caderneta do banco (... porque não somos propriamente abastados) mas sim com a minhas cadernetas escolares. Resposta imediata: "Tem de preencher estes impressos".

Agora imagina uns 15 alunos que tenham entrado da mesma forma (num universo de muitas centenas de alunos, até nem é nada de especial). Basta colocá-los na mesma turma e voilà: uma "turma de topo" sem grandes esforços.
 
A notícia só vem confirmar que os resultados de todo se conseguem com uma equipa docente estabilizada e motivada.

Os mesmos professores não conseguiriam, por certo, o mesmo tipo de resultados se andassem a deambular de escola em escola e a leccionar a centenas de quilómetros de casa, como é evidente!

É fácil, está à vista e só não vê quem não quiser. A estabilidade é amiga da eficácia. [;)]

O mérito, trabalho e exigência é amiga da eficácia.

É pena que para ti valha sempre tão pouco.

Tem que vir o bla bla bla coorporativo sempre ao de cima :sh)
 
Pensava eu que qualquer pessoa conseguiria discernir pelo menos algumas das inúmeras vantagens de prolongar a permanência de um professor na mesma escola, dando continuidade às turmas atribuídas.

Pelos vistos enganei-me e, no fundo, no fundo, somos é todos uns corporativistas...

Valha a alguém a cegueira de muitos.
 
Ninguém está aqui a dizer que a estabilidade do corpo docente não favorece o bom rendimento.

O que eu acho é muito curioso que, face a esta notícia, é isso que alguns têm a destacar.

Não é o esforço, nem o mérito, nem o trabalho árduo, que parecem acessórios.

Esta escola privada distingui-se de todas as outras por isso. Não foi pela estabilidade.

Mas continuem no belo eduquês [:D]
 
Percebes pouco de eduquês, pelos vistos. Um bom adepto do eduquês não aprecia pormenores tão comezinhos como a estabilidade do corpo docente (ou o esforço exigido aos alunos, para esse efeito). Prefere filosofias como o "aprender a brincar"...


Mais, não me parece que alguém neste tópico tenha desvalorizado o papel do esforço dos alunos, do tal trabalho árduo que referias. Seria estúpido fazê-lo porque é esse, obviamente, o principal factor. Não o único, mas o principal. Tomara que outros alunos seguissem este exemplo e começassem a trabalhar mais.
 
Mais uma vez ao lado.

O esforço não foi só dos alunos. Esse foi uma consequência da atitude da escola de propiciar aos alunos este tipo de actividade, bem como os professores, que perderam sábados, por exemplo.

Por isso, volto a perguntar, onde raio a estabilidade se distingue aqui com alguma diferença das restantes de escolas privadas, por exemplo?
 
Mais uma vez ao lado.

O esforço não foi só dos alunos. Esse foi uma consequência da atitude da escola de propiciar aos alunos este tipo de actividade, bem como os professores, que perderam sábados, por exemplo.

Por isso, volto a perguntar, onde raio a estabilidade se distingue aqui com alguma diferença das restantes de escolas privadas, por exemplo?

Concordo com isso. Não foi por acaso que num post mais atrás disse que gostaria de saber a média da escola excluindo essa turma. Se o factor estabilidade for o unico argumento os resultados também se refletem nas outras turmas em relação à media nacional. Se não se nota, esses resultados nem deveriam ser apaludidos porque preveligiam uns, que só por si já são "superiores" com métodos educacionais e motivacionais que não dão aos restantes.
Não esquecendo ainda o que disse o RedHeart em relação aos métodos de selecção e da polémica que se deu à uns anos com esse colégio acerca de uma criança com Necessidades Educativas Especiais. Posto isto quem quiser continuar aplaudir tudo bem mas como se diz "Os ricos estão cada vez mais ricos os pobres estão cada vez mais pobres" porque será? Quando é a própria escola que faz essa distinção enriquecendo os mais ricos e empobrecendo os mais pobres na aprendizagem.

Nota: está agora mesmo a dar isso no jornal da rtp...
 
O esforço não foi só dos alunos. Esse foi uma consequência da atitude da escola de propiciar aos alunos este tipo de actividade, bem como os professores, que perderam sábados, por exemplo.

Estás a fazer a mesma asneira de que acusas os restantes. O esforço não foi só dos alunos mas, como te disse, foi esse o principal factor, pré-requisito sem o qual qualquer esforço dos professores seria inglório. Para que não falhes, de novo, a interpretação das minhas palavras, nessa sofreguidão para produzires essas pérolas com que introduzes os teus textos, deixo-te um exemplo real. Numa escola por onde passei, dedicava duas horas por semana a esclarecer dúvidas e consolidar conhecimentos relativamente a Química do 12º Ano; funcionava como uma explicação particular, com o mesmo tipo de apoio individual. A única aluna que, ao longo do ano lectivo, aproveitou sistematicamente estas horas era uma aluna que não aceitava um 17 como uma avaliação positiva. Os restantes colegas, bem mais fracos e com acrescida necessidade desse apoio, nunca lá punham os pés, com uma ou outra excepção imediatamente antes dos testes. De que serviu o meu esforço nesses casos?

Por isso, volto a perguntar, onde raio a estabilidade se distingue aqui com alguma diferença das restantes de escolas privadas, por exemplo?

Vamos lá, de novo, ler o que escrevi. Aguardo que me seja indicado onde terei sugerido que seria essa a principal razão dos resultados aqui discutidos. O que não vale a pena, há-de concordar, é ter de me repetir novamente. Bom almoço.
 
Concordo com isso. Não foi por acaso que num post mais atrás disse que gostaria de saber a média da escola excluindo essa turma. Se o factor estabilidade for o unico argumento os resultados também se refletem nas outras turmas em relação à media nacional. Se não se nota, esses resultados nem deveriam ser apaludidos porque preveligiam uns, que só por si já são "superiores" com métodos educacionais e motivacionais que não dão aos restantes.
Não esquecendo ainda o que disse o RedHeart em relação aos métodos de selecção e da polémica que se deu à uns anos com esse colégio acerca de uma criança com Necessidades Educativas Especiais. Posto isto quem quiser continuar aplaudir tudo bem mas como se diz "Os ricos estão cada vez mais ricos os pobres estão cada vez mais pobres" porque será? Quando é a própria escola que faz essa distinção enriquecendo os mais ricos e empobrecendo os mais pobres na aprendizagem.

Nota: está agora mesmo a dar isso no jornal da rtp...

Em relação ao caso dessa criança, embora seja totalmente off-topic, tenho a dizer que, por aquilo que vi na comunicação social e por aquilo que conheço do colégio, concordo a 200% com a atitude da direcção. Convém lembrar que se trata de um colégio privado e, por isso, tem todo o direito a seleccionar os alunos que admite. A certa altura aquilo já me parecia mais birra da mãe da criança do que outra coisa qualquer.

Em relação aos ricos e pobres, isso não assim tão linear quanto isso. Eu, apesar de não ser pobre, também não era de rico e, no entanto, acabei por entrar lá facilmente. Da mesma maneira, vários outros colegas meus o fizeram. Agora não sei muito bem como está aquilo e parece-me que as coisas estão um bocado mais elitistas mas, no meu tempo, havia de tudo. Se o aluno fosse bom de pouco interessava se tinha ou não muito dinheiro. Não sendo nada de especial, ou até fraco, aí realmente já só os mais abastados se safavam.

Quanto às constituições de turmas, sejam elas do público ou do privado, há vários factores a ter em conta e acho que não será muito difícil de perceber (presumo que tenhas presente os teus dias de estudante) que colocar indiscriminadamente um bom aluno numa turma de arruaceiros é a melhor forma de o estragar. Daí que se tente fazer turmas minimamente equilibradas.
De qualquer maneira, não se pense que os resultados académicos são o único factor de selecção para a contituição das turmas. São apenas um entre os vários.

E, quanto aos pobres cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos, não tenhas grandes ilusões. Quer queiramos, quer não, os ricos partem sempre em vantagem. Quanto mais não seja, porque "apenas" precisam de fazer o esforço necessário para se manterem ricos, enquanto que o pobre precisa de fazer um esforço para enriquecer e mais esforço para manter o nível que consegue atingir. Para os mais socialistas pode parecer um bocado injusto, mas é a vida, e ainda não vi nenhum sistema político/económico em que isso não fosse assim.
 
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