PJ: deplorável.

o pessoal ainda não percebeu que os inspectores têm desvios comportamentais aquando de um crime grave para que se faça justiça!!

e neste caso concordo nessas medidas!

deram ou não deram resultado?
 
Última edição:
Eu tinha ficado com a ideia que ela tinha morto a filha, e depois tinha andado a brincar com a policia no que toca ao local onde estava o corpo...:sh)


Se assim foi...devia era ter apanhado mais (sim, eu sei que isto não é o melhor a fazer...)

[;)]
 
Eu tinha ficado com a ideia que ela tinha morto a filha, e depois tinha andado a brincar com a policia no que toca ao local onde estava o corpo...:sh)


Se assim foi...devia era ter apanhado mais (sim, eu sei que isto não é o melhor a fazer...)

[;)]

xxxxxxiuuuuu... então isso diz-se?
não existem provas nenhumas.
:sh)
 
ASFIC ameaça processar magistrado que acusa cinco polícias de tortura a Leonor Cipriano
10.06.2007 - 15h37 Lusa
A Associação dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) disse hoje à Lusa que vai processar o magistrado que acusa de tortura, omissão de auxílio e falsificação de documento cinco elementos da Polícia Judiciária no âmbito do caso Joana.
As acusações do Ministério Público (MP) a cinco elementos da PJ remetem ao caso Joana, a menina algarvia que desapareceu a 12 de Setembro de 2004 na aldeia de Figueira (Portimão), e cuja mãe, Leonor Cipriano, e tio, João Cipriano, foram condenados a 20 e 19 anos de prisão, respectivamente, pela morte da criança.

A ASFIC confirmou hoje à Lusa que há três elementos da Polícia Judiciária acusados de crime de tortura, um elemento acusado de omissão de auxílio e um quinto elemento por falsificação de documento.

A acusação do MP a elementos da Judiciária é classificada pelo presidente da ASFIC, Carlos Anjos, de "aberração", "infeliz" e "má do ponto de vista jurídico".

"Esta peça jurídica é uma aberração. Se fosse um exame de quarta classe, eu já nem digo um exame da faculdade, o magistrado e autor da dita peça chumbava de certeza", refere Carlos Anjos.

A ASFIC informa que vai acusar o Procurador por não provar que o documento do colega da Judiciária é falso e por adulterar a verdade dos factos na acusação.

"Ele [o Procurador] escreve claramente que um dos nossos colegas foi reconhecido pela Leonor Cipriano, mas estranhamente esqueceu-se de colocar o resto da frase, que é demasiado importante", conta Calos Anjos, referindo que falta o excerto da declaração onde Leonor Cipriano diz que aquele profissional nunca a agrediu.

O inspector que Leonor Cipriano reconheceu esteve presente em todos os interrogatórios feitos à mãe de Joana pela Judiciária.

O presidente da ASFIC admite ainda que há uma manifesta "desconformidade entre aquilo que é referido na acusação e as conclusões a que chega o procurador do MP".

Segundo Carlos Anjos, o magistrado "adultera a verdade dos factos", porque não consegue imputar nenhum daqueles crimes a nenhum dos profissionais da polícia.

"Pior do que dizer que houve tortura é dizer que fomos nós (Polícia Judiciária) que a fizemos, mas ele próprio [magistrado do MP] admite na acusação que não consegue provar que foram elementos da Judiciária que fizeram a tortura, nem quem são os elementos da polícia", observa Carlos Anjos.

As críticas da ASFIC ao magistrado do MP sobem de tom quando Carlos Anjos diz que as escolhas dos acusados foram "feitas ao acaso", porque Leonor Cipriano nunca reconheceu os agressores: "foram feitas porque sim, porque tinha de acusar alguém".

"Eu não sei quem é, mas tenho de acusar alguém e acuso estes", sugeriu Carlos Anjos, sobre o processo de escolha dos acusados, referindo que podiam ter sido "outros cinco quaisquer elementos da Judiciária".

Um dos acusados é o coordenador de investigação criminal da PJ de Portimão, Gonçalo Amaral, o outro é um inspector chefe, o líder da equipa que estava a chefiar as investigações no terreno no caso Joana, e que entretanto se reformou.

Os restantes três acusados, inspectores, dois deles eram os responsáveis pelos interrogatórios e, por fim, um elemento que fez uma informação do serviço e que é acusado de falsificação de documento.

Todos, à excepção de Gonçalo Amaral, são elementos da Judiciária de Lisboa.

Questionado pela Lusa sobre o facto das acusações à Judiciária poderem vir a alterar o processo das condenações de Leonor e João Cipriano, que entretanto viram a pena reduzida pelo Supremo Tribunal de Justiça para 16 anos e oito meses de prisão, o responsável afirma que tais acusações "não têm nada a ver".

"Não tem nada a ver. A prova de condenação tem de ser feita em tribunal e, portanto, o colectivo que condenou a Leonor Cipriano, não a condenou por aquilo que ela disse à Judiciária, condenou-a sim por aquilo que foi provado em tribunal".



in publico
 
Bem me parecia que as postas de pescada eram a tua especialidade.

Carlos, se queres aprender alguma coisa hoje, vai estudar um pouco de direito básico que bem precisas.

Em articulado para perceberes melhor a ideia:

1- Existem vários tipos de prova;
2- O Juiz decide em função das mesmas;
3- Quando não são suficientes não há condenação;
4- A senhora foi condenada por homicídio qualificado;

Melhor que isso só um desenho.

É que é tudo extremamente simples. As pessoas é que complicam o caso.
 

Mas quais indícios?????, a própria reconhece e afirma que não FOI AGREDIDA PELOS INSPECTORES DA JUDICIÁRIA!


"A arguida terá reconhecido dois elementos, mas disse não ter sido agredida por eles. NMM "


Em http://jn.sapo.pt/2007/06/10/ultima/inspectores_pj_acusados_tortura.html



"Segundo apurou o JN, os inspectores da PJ estão revoltados com a situação e ponderam apresentar uma queixa contra o magistrado responsável pelo caso, por alegada omissão na análise de elementos que os ilibariam da acusação."


Em http://jn.sapo.pt/2007/06/10/ultima/inspectores_pj_acusados_tortura.html


Segundo as últimas notícas já foi apresentada queixa pelos Inspectores.
 
Mas se tens provas de que ela é culpada, porque não vais à polícia e apresentá-las?

Já viste que é possível uma miúda daquela idade desaparecer sem deixar rastro, ou não?

Tem tudo a ver, realmente. Uma coisa é os McCann desesperados á procura da filha, outra é esta badalhoca com a filha desaparecida e a não colaborar com a polícia nem a mostrar a mínima vontade de a encontrar.

Era cortá-la aos bocadinhos e dar de comer aos porcos.
 
Última edição:
O único facto real no meio desta conversa é que ela foi condenada por homicídio qualificado.

Foi condenada pq houve prova.

O resto são postas de pescada.

""Pior do que dizer que houve tortura é dizer que fomos nós (Polícia Judiciária) que a fizemos, mas ele próprio [magistrado do MP] admite na acusação que não consegue provar que foram elementos da Judiciária que fizeram a tortura, nem quem são os elementos da polícia", observa Carlos Anjos."

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1296362
 
Última edição:
Zen;1405374[I disse:
]Percebe-se muito bem que num sistema judicial evoluído dificilmente [/i]Leonor Cipriano seria condenada. Foi-o em Portugal, porque as demonstrações rigorosas de crime em Portugal são uma miragem..., e assim sendo preferem-se os autos de fé de juízes depois do conveniente aquecimento mediático junto da ignóbil justiça popular...

Quanto ao comportamento da PJ é só uma consequência natural da mediocridade e nível de exigência ética de tal sistema judicial.

Para quê as dificuldades da Justiça se se pode ter uma fácil farsa dela?!...

Nós contamos com a "sábia" "elucidativa" e "visionária" participação do membro Zen para modificar esse cenário de atraso judicial neste nosso pequeno País!
 
Última edição:
Gostava de ver o acordão, só para ver o que foi dado como provado...

Ela até pode ser culpada (não discuto), contudo com as provas que existem nunca seria condenada. Só num país do terceiro mundo, o que, é o caso.
 
Gostava de ver o acordão, só para ver o que foi dado como provado...

Ela até pode ser culpada (não discuto), contudo com as provas que existem nunca seria condenada. Só num país do terceiro mundo, o que, é o caso.

Olha outro : não leu o acordão, não conhece as provas, mas tem esperteza suficiente para questionar a decisão... [:D][:D][:D]

É só especialistas...
 
Mas quais indícios?????, a própria reconhece e afirma que não FOI AGREDIDA PELOS INSPECTORES DA JUDICIÁRIA!


"A arguida terá reconhecido dois elementos, mas disse não ter sido agredida por eles. NMM "


Em http://jn.sapo.pt/2007/06/10/ultima/inspectores_pj_acusados_tortura.html



"Segundo apurou o JN, os inspectores da PJ estão revoltados com a situação e ponderam apresentar uma queixa contra o magistrado responsável pelo caso, por alegada omissão na análise de elementos que os ilibariam da acusação."


Em http://jn.sapo.pt/2007/06/10/ultima/inspectores_pj_acusados_tortura.html


Segundo as últimas notícas já foi apresentada queixa pelos Inspectores.
Lê bem o que eu escrevi, pois fí-lo no geral e em abstracto! Mas lê o post todo, com atenção!... [;)]
 
Gostava de ver o acordão, só para ver o que foi dado como provado...

Ela até pode ser culpada (não discuto), contudo com as provas que existem nunca seria condenada. Só num país do terceiro mundo, o que, é o caso.

Sim, só um país de 3º mundo, tipo Portugal, é que condena pessoas baseando-se em provas forenses.

Ela bem tentou disfarçar com lixívia, mas as provas forenses foram suficientes para a condenar, provas essas nunca postas em causa por nenhum juiz em nenhuma fase do processo.
 
Lê bem o que eu escrevi, pois fí-lo no geral e em abstracto! [;)]

Sim, confesso[;)] que li melhor o parágrafo em questão e a interpretação não foi a mais correcta da minha parte em relação á sua opinião.

Mas deve haver aqui muito membro que deve pensar que uma investigação criminal deste calibre ou outro qualquer se resolve em 60 minutos ou menos tipo uma série policial que passa em qualquer canal do cabo.
 
Olha outro : não leu o acordão, não conhece as provas, mas tem esperteza suficiente para questionar a decisão... [:D][:D][:D]

É só especialistas...
De facto a leitura do Acórdão seria útil para o esclarecimento do pessoal, e bem podes colocá-lo aqui, pois já deve ser público! [;)]
 
Sim, confesso[;)] que li melhor o parágrafo em questão e a interpretação não foi a mais correcta da minha parte em relação á sua opinião.

Mas deve haver aqui muito membro que deve pensar que uma investigação criminal deste calibre ou outro qualquer se resolve em 60 minutos ou menos tipo uma série policial que passa em qualquer canal do cabo.
Como vês! [;)]
 
...Mas deve haver aqui muito membro que deve pensar que uma investigação criminal deste calibre ou outro qualquer se resolve em 60 minutos ou menos tipo uma série policial que passa em qualquer canal do cabo.
Isso é que é uma grande verdade! Talvez seja demasiado CSI... [;)]
 
Voltar
Superior