Híbrido = baixo consumo = treta??

Eu tenho que tirar umas fotos também a gastar 0l/100km de média (não da instantanea) e depois tiro uma foto do velocimetro ai a 120km/h [:D] É só consumos maravilha, isto dos CB's engana mais pessoas do que informa. Façam é bem as contas e vejam o que andam a consumir... [:D]

eu no caso do meu, tenho feito cerca de 5.5 L\100 (isto contas quando encho o deposito) fazendo cerca de 80% de AE e 20 % de cidade velocidades na AE cerca dos 120 por vezes acima, mas tento cumprir os limites. comparando com outros carros que tive\andei e fazendo o mesmo trajecto e com velocidades mais baixas (pois antes era ip5 e agora é a25), no caso do vti andava pelos 9L\100, no ibiza tdi nunca baixou dos 6 L\100, no ax 14trd 5L\100, no toyota 1.6 2 carb duplos acima de 10 L\100, no clio 1.2 75cv 6 L\100 e por fim no jazz que tenho faço os mesmos 5.5 L\100, esta é a minha experiência com alguns carros comparando com o hch, e digo que é muito economico.
e facilmente faço os declarados pelo fabricante, ou até menos.[;)]
 
Se o motor térmico alimenta o eléctrico então estás a roubar energia ao térmico. Já estás como o K2000...
E para isso tens que compensar com um aumento de consumo de combustível. [;)]
Mas eu estava a ver isto pelo rendimento mecânico e assim sendo, nessa situação (carregamento das baterias) nunca terás a potência máxima preconizada para esse regime (seja térmico + eléctrico).[;)]

Portanto volto a dizer a disponibilidade do eléctrico é temporária e não permanente.

é assim: o motor electrico está lá para quando precisas de potência, quando pisas o acelerador até atingires "aquela" velocidade, pois para manter a velocidade todo o sistema calcula qual a rotação e potência electrica para manter.
ou seja se vais a entrar na ae pisas o pedal e as rotações do motor sobem e o electrico assite no maximo, quando atiges os 120 e alivias o pedal as rotações caiem para perto das 2000 rpm's (isto falando dos 120km\h) e o electrico deixa de assistir ou até começa a carregar as baterias se o binário disponivel for suficiente, isto falando em plano.
ou seja as baterias estão lá para quando é preciso e não estão sempre a ser utilizadas.[;)] a potência de 115cv está lá sempre (pelo menos comigo nunca chegaram ao mínimo), precisando dela é apertar o pedal como em qualquer carro.
 
é assim: o motor electrico está lá para quando precisas de potência, quando pisas o acelerador até atingires "aquela" velocidade, pois para manter a velocidade todo o sistema calcula qual a rotação e potência electrica para manter.
ou seja se vais a entrar na ae pisas o pedal e as rotações do motor sobem e o electrico assite no maximo, quando atiges os 120 e alivias o pedal as rotações caiem para perto das 2000 rpm's (isto falando dos 120km\h) e o electrico deixa de assistir ou até começa a carregar as baterias se o binário disponivel for suficiente, isto falando em plano.
ou seja as baterias estão lá para quando é preciso e não estão sempre a ser utilizadas.[;)] a potência de 115cv está lá sempre (pelo menos comigo nunca chegaram ao mínimo), precisando dela é apertar o pedal como em qualquer carro.

O que é certo é que o motor eléctrico tem uma determinada autonomia.
Findo esse periodo acaba e tem e fica limitado pela potência do térmico, os 95 CV.
Pelo que dizes parece que a autonomia do electrico é bastante elevada, mesmo em situações que ele não está a ser carregado. O que me leva a crer, já ontem ia entrando por esse ponto de vista, que existe uma elevada capacidade de gestão electrónica da comutação eléctrico / térmico. Ou seja, quer-me parecer que, provavelmente, a potência fornecida pelo eléctrico não é constante. Quando ele começa a ficar com pouca autonomia ele deve reduzir a potência. Aumentando a autonomia.

Se assim for, mais uma vez se constata que a potência máxima (os 115 CV), não estão presentes de uma forma constante, mas antes temporária.
 
em nenhum carro estão presentes de uma forma constante pois não consegues manter sempre a rotação da potência maxima.
no caso do hch consegues esse feito devido á caixa ser cvt, claro que se quiseres esgotar todas as baterias terá que ser numa subida muito ingreme ou em plano mesmo levando o motor ao corte (cerca de 220 km\h) duvido que gastes as baterias completamente, pois chega uma altura em que os 95cv chegam para manter a velocidade, ou até se sobrar a gestão canaliza alguma energia para carregar as baterias, no fundo a gestão de todo o sistema mede o binário e calcula se precisa de muita ou pouca assitência das baterias.
no dia a dia com velocidades normais (indo até aos 140 km\h) as baterias nunca baixam de metade da carga, e eu todos os dias faço uma subida com inclinação de 6%.
 
Mesmo a ser verdade que seja temporária, não é relevante, pois trata-se com certeza de um sistema inteligente e saberá dosear a potência disponível conforme as necessidades do condutor.

No oposto temos os exemplos de motores térmicos, que tendo sempre disponível a potência máxima, nem sempre esta mesma é aproveitada.

Ou seja, para o utilizador comum, ambos terão a potência máxima quando solicitados, a diferença é que um dos dois desliga "os cv extras" quando não são precisos e o outro os tem sempre dsponíveis.
 
O que é certo é que o motor eléctrico tem uma determinada autonomia.
Findo esse periodo acaba e tem e fica limitado pela potência do térmico, os 95 CV.
Pelo que dizes parece que a autonomia do electrico é bastante elevada, mesmo em situações que ele não está a ser carregado. O que me leva a crer, já ontem ia entrando por esse ponto de vista, que existe uma elevada capacidade de gestão electrónica da comutação eléctrico / térmico. Ou seja, quer-me parecer que, provavelmente, a potência fornecida pelo eléctrico não é constante. Quando ele começa a ficar com pouca autonomia ele deve reduzir a potência. Aumentando a autonomia.

Se assim for, mais uma vez se constata que a potência máxima (os 115 CV), não estão presentes de uma forma constante, mas antes temporária.

Outra vez ? os 115 cv estão lá sempre que carregas no acelerador.

A potencia do electrico tal como do termico é graduada pela unidade de gestão em função da posição do pedal de acelerador (que é fly by wire), velocidade do veículo, necessidade de binário, etc.

é por causa dessa problemática da carga das baterias que o motor electrico do Honda só têm 20 Cv o que faz uma relação de cerca de 84/16 termico/electrico, e é tambem por causa desse equilibrio que o Civic Hybrid tem melhores prestações/consumos em AE do que o Prius,
que não soma linearmente a potencia dos 3 motores, mas na maxima conjugada tem uma relação termico/electrico de 69/31
 
em nenhum carro estão presentes de uma forma constante pois não consegues manter sempre a rotação da potência maxima.
no caso do hch consegues esse feito devido á caixa ser cvt, claro que se quiseres esgotar todas as baterias terá que ser numa subida muito ingreme ou em plano mesmo levando o motor ao corte (cerca de 220 km\h) duvido que gastes as baterias completamente, pois chega uma altura em que os 95cv chegam para manter a velocidade, ou até se sobrar a gestão canaliza alguma energia para carregar as baterias, no fundo a gestão de todo o sistema mede o binário e calcula se precisa de muita ou pouca assitência das baterias.
no dia a dia com velocidades normais (indo até aos 140 km\h) as baterias nunca baixam de metade da carga, e eu todos os dias faço uma subida com inclinação de 6%.

Em qualquer carro, deste que num estado normal [;)] , a sua potência máxima pode ser obtida a qualquer momento. Seja a potência máxima ao regime de potência máxima, seja a potência máxima para aquele regime.

No HCH tal pode não acontecer. Poderá acontecer o sistema electrónico de gestão do processo, não disponibilizar toda a potência extra do motor eléctrico, os 20 CV. A autonomia é limitada. Poderá até demorar muito a acabar devido à essa gestão.

Já agora só uma questão, para entender a forma de gestão do processo, como se comporta a comutação eléctrico / térmico, numa situação de pára arranca, em plano, durante alguns quilómetros? O eléctrico está sempre presente?
 
Em qualquer carro, deste que num estado normal [;)] , a sua potência máxima pode ser obtida a qualquer momento. Seja a potência máxima ao regime de potência máxima, seja a potência máxima para aquele regime.

No HCH tal pode não acontecer. Poderá acontecer o sistema electrónico de gestão do processo, não disponibilizar toda a potência extra do motor eléctrico, os 20 CV. A autonomia é limitada. Poderá até demorar muito a acabar devido à essa gestão.

Já agora só uma questão, para entender a forma de gestão do processo, como se comporta a comutação eléctrico / térmico, numa situação de pára arranca, em plano, durante alguns quilómetros? O eléctrico está sempre presente?

mas sempre que carregues no acelerador estão lá sempre os 115cv, tal como num termico normal[;)] (pelo menos no meu já com 16 000 km's nunca fiquei sem baterias)esta potência é que se vai dissipando quando já não é precisa, ou seja com o ganhar de velocidade o sistema que é preciso menos binário e vai tirando assistência. a autonomia das baterias dura muito, pois a gestão é feita de maneira que quando o carro começa a ganhar velocidade a assistência das baterias diminui, juntando a isto a desmultiplicação da cvt
a comutação electrico\termico é feita muito suavemente só se apercebe quem já estiver familiarizado com o carro, pois para andar em modo electrico ele fecha as valvulas do motor termico para diminuir a inercia deste e esta passagem é feita sem sobressaltos
 
Em qualquer carro, deste que num estado normal [;)] , a sua potência máxima pode ser obtida a qualquer momento. Seja a potência máxima ao regime de potência máxima, seja a potência máxima para aquele regime.

No HCH tal pode não acontecer. Poderá acontecer o sistema electrónico de gestão do processo, não disponibilizar toda a potência extra do motor eléctrico, os 20 CV. A autonomia é limitada. Poderá até demorar muito a acabar devido à essa gestão.

Já agora só uma questão, para entender a forma de gestão do processo, como se comporta a comutação eléctrico / térmico, numa situação de pára arranca, em plano, durante alguns quilómetros? O eléctrico está sempre presente?

Acho que agora és tu que não queres entender,[;)] , a potencia máxima a que tu te referes, de um carro simples é obtida quando pressionas o acelerador, no HCH é o mesmo.

Mesmo quando o nivel de carga das baterias está muito baixo, a mim acontece-me algumas vezes, se pressionares o acelerador a fundo o nivel de assistencia sobe para o máximo

Na situação de para-arranca, quando paras o termico desliga, quando soltas o pé do travão o termico liga, quando arrancas usas os 2 motores combinados para obteres o máximo de binário...
 
O Hybrid é bastante interessante, e já agora quanto à disponibilidade da potência do motor eléctrico é assim, o motor eléctrico disponibiliza + 20 cv extras ao motor térmico em qualquer rotação a partir das 2.000 r.p.m. ou seja caso seja necessário BUMMM temos + 20 cv extras à velocidade da luz, ao contrário de um motor normal em que é necessário esperar que a rotação suba até por exemplo entre as 2.000 e as 6.000 r.p.m. para tirarmos proveito da potência máxima. No híbrido os tais + 20 cv aparecem instantaneamente, BUMMM.
 
Bom a ver se acabamos... [;)]

Acho injusto considerarem os 115 CV do HCH, e daí o koluirty insistir em comparar este carro com Dieseis de igual potência. A meu ver o que deve servir de referência é o motor térmico e a sua potência máxima, os 95 CV. Como tal deve ser comparado com Dieseis desta potência.

Conforme enumeras vezes referi a potência fornecida pelo eléctrico é temporária. Tem uma autonomia, tem um limite no tempo. Mesmo que esta autonomia seja bastante longa, tal deve-se a uma gestão do sistema, que gere a disponibilidade da potência deste motor auxiliar. Ou seja, nem sempre disponibiliza a potência total, por forma a garantir maoir autonomia. Não podemos comparar um motor Diesel normal com 115 CV, com um outro com 115 CV temporários. Peço desculpa, mas na minha opinião não aceito isso. É a minha opinião. O HCH tem muitas vantagens, acredito que seja muito confortável de conduzir e que responda de uma forma rápida a baixa rotação, esmagando o acelerador. Será concerteza muito agradável a esse nível. Em relação a um Diesel de 85 - 100 CV terá obviamente mais vantagens, eventualmente melhores prestações... Mas caramba, não é a descoberta cientifica do ano. Não tem nada de original. Se calhar o mais original é a combinação de duas tecnologias clássicas. Sem ser essa combinação, não trouxe nada de novo: motores eléctricos já existem há muito e térmicos também. Eventualmente nas baterias... Desconheço o grau de evolução de outras marcas.

A nivel dos consumos (e é disso que o tópico trata) apesar de fazerem uso desta combinação tecnológica, ainda não chegam para fazer frente aos Diesel. Acho que os hibridos tiveram azar. Nasceram numa altura em que os Diesel de baixa cilindrada evoluiram enormemente. Se tal não tivesse acontecido, teriam certamente mais sucesso. Em relação aos Otto normais são obviamente mais económicos.

E pronto é esta a minha opinião.[;)]
 
Mas se os 115 cv estão lá porque havemos de fazer de conta que não? Eles existem, e não é porque teoricamente possa haver situações em que estejam disponíveis, isso não lhe retira os 115cv.
 
Mas se os 115 cv estão lá porque havemos de fazer de conta que não? Eles existem, e não é porque teoricamente possa haver situações em que estejam disponíveis, isso não lhe retira os 115cv.

Conheço uma pessoa com um civic hibrido dos anteriores, que numa viagem longa ao Norte, num IP numa longa subida ficou sem qualquer ajuda do motor electrico e penou para subir a 80 km/h ou menos a tal subida porque naquele caso o carro é pouco potente sem a ajuda do motor electrico.

Para os donos dos hibridos uma questão, se fizerem umas dezenas de km em AE depressa ou mesmo a fundo não vão perdendo carga nas baterias ?
 
Conheço uma pessoa com um civic hibrido dos anteriores, que numa viagem longa ao Norte, num IP numa longa subida ficou sem qualquer ajuda do motor electrico e penou para subir a 80 km/h ou menos a tal subida porque naquele caso o carro é pouco potente sem a ajuda do motor electrico.

Para os donos dos hibridos uma questão, se fizerem umas dezenas de km em AE depressa ou mesmo a fundo não vão perdendo carga nas baterias ?

Não foi essa a ideia com que fiquei depois de ler este tópico, porventura estes sistemas mais modernos farão uma gestão melhor dos recursos.
 
Conheço uma pessoa com um civic hibrido dos anteriores, que numa viagem longa ao Norte, num IP numa longa subida ficou sem qualquer ajuda do motor electrico e penou para subir a 80 km/h ou menos a tal subida porque naquele caso o carro é pouco potente sem a ajuda do motor electrico.

Para os donos dos hibridos uma questão, se fizerem umas dezenas de km em AE depressa ou mesmo a fundo não vão perdendo carga nas baterias ?
Para acabar de vez esta questão eu respondo com o meu caso particular quando me entregararam o carro fui de ferias até á Corunha, e no regresso passei por Chaves, dai fui para Mirandela e depois apanhei a A24 em direção a Aveiro que sobe até aos 980 metros mais coisa menos coisa, e nessa subida (não conheço outra em AE tão comprida), com AC ligado, DVD da filhota ligado ao isqueiro e leitor de Cd's a funcionar, NÃO FIQUEI SEM BATERIA..., os 115 Cv são tão temporários como os cavalos de um carro simples, se deixares acabar a gasolina no deposito ficas sem cavalo nenhum...

@V7 o mais depressa que fiz foi a A8 de Leiria para as Caldas a 200 km/h e de facto a fundo o nivel de carga da bateria desce para 2/3 traços e por isso o consumo sobe, mas volto a repetir a menos que faças uma prova de aceleração continua sem qualquer tipo de desaceleração consegues esgotar a carga da bateria, mas isso só o conseguirás no deserto, pois noutro sitio qualquer que implique travar ou desacelerar já não consegues esgotar as baterias, é por isso que o HCH tem a relacão de potencia termico/electrico que tem.

Quanto ao argumento da Monica de que não trazem tecnologia inovadora, o Civic Hybrid é o Vtec mais evoluido da Honda, o unico á venda com 3 estagios, sem essa evolução o HCH não poderia funcionar, o motor electrico é um anel com 2 (dois) cm de largura de convencional não tem nada...
 
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