PauloRaposo
Well-known member
Voltando ao Clio RS, no papel o motor nem parece nada mau. Binário de 215 Nm às 5.550 rpm e potência máxima de 200 cv (ou 197 cv) às 7.250 rpm.
Temos portanto um bom binário (tudo o que seja superior a 100 Nm/litro de binário é uma excelente marca para um NA) obtido a um regime muito aceitável dado o tipo de motor em causa. Os valores oficiais são superiores ao do CTR quer em termos de binário máximo quer ao nível do regime a que é obtido (mais baixo do que no CTR).
Quanto à potência, aí o CTR leva alguma vantagem por ser um motor que faz mais rotações e atingir o regime de potência máxima 550 rpm mais tarde (às 7.800 rpm).
Posto isto, o motor do Clio RS tinha tudo para ser uma referência. Algo não funcionou como previsto. A hipótese da potência dissipada parece-me a mais credível.
A Renault Sport só tem que fazer o seguinte: montar o motor do Megane RS (225 cv) no Clio RS. Fica resolvida a questão. E bem resolvida (até poderiam baixar a potência para os 200 cv para não se colar tanto ao Megane). Porque há muito boa gente que não consegue "engolir" a traseira do Megane mas que reconhece a qualidade da sua unidade motriz e do seu chassis.
Colocar esse motor no Clio RS seria uma excelente jogada por parte da Renault. Conjugava o excelente chassis do Clio (que segundo os expert ainda é melhor que o do Megane) com um motor potente e umas linhas muito mais consensuais.
Ah, e aí não haveria estrada de montanha a subir que fizesse frente a este conjunto.
Temos portanto um bom binário (tudo o que seja superior a 100 Nm/litro de binário é uma excelente marca para um NA) obtido a um regime muito aceitável dado o tipo de motor em causa. Os valores oficiais são superiores ao do CTR quer em termos de binário máximo quer ao nível do regime a que é obtido (mais baixo do que no CTR).
Quanto à potência, aí o CTR leva alguma vantagem por ser um motor que faz mais rotações e atingir o regime de potência máxima 550 rpm mais tarde (às 7.800 rpm).
Posto isto, o motor do Clio RS tinha tudo para ser uma referência. Algo não funcionou como previsto. A hipótese da potência dissipada parece-me a mais credível.
A Renault Sport só tem que fazer o seguinte: montar o motor do Megane RS (225 cv) no Clio RS. Fica resolvida a questão. E bem resolvida (até poderiam baixar a potência para os 200 cv para não se colar tanto ao Megane). Porque há muito boa gente que não consegue "engolir" a traseira do Megane mas que reconhece a qualidade da sua unidade motriz e do seu chassis.
Colocar esse motor no Clio RS seria uma excelente jogada por parte da Renault. Conjugava o excelente chassis do Clio (que segundo os expert ainda é melhor que o do Megane) com um motor potente e umas linhas muito mais consensuais.
Ah, e aí não haveria estrada de montanha a subir que fizesse frente a este conjunto.