"A situação do mercado é terrível"

Desculpem-me se ofender ninguém - não é essa a minha intenção - mas comerciantes e vendedores limitam-se a comprar barato e vender caro. Não fabricam, não reparam, não melhoram, não fazem nada senão viver às custas das margem de lucro. Não geram nenhum valor acrescentado.

Se alguns forem forçados a mudar de ramo, não vejo isso como mau. Mau seria agricultores sem terra para cultivar ou operários sem matéria-prima para trabalhar...
 
Espero que não tenhas ninguem na familia directa ou indirectamente ligado ao sector automovel.....porque se calhar se tiveres essa e mais não sei quantas largas centanas de milhares de pessoas vão precisar da tua ajuda financeira para dar de comer ás respectivas familias....

Mas como tu não te importas que o mercado esteja ca em baixo, não deves te importar de dar uma ajudinha certamente...
nao te conheco de lado nenhum para dizer bem ou mal da tua performance no trabalho, mas quase todos os teus colegas nao fazem o minimo esforco para prestarem um servico ao nivel que a casa-mae pretende.

nos usados a vigarice abunda! mas gente que se faz passar por honesta e prestavel tb (mesmo n sendo...), coisa que nos stands de novos e rara, coisa que o cliente procura.

quem vos "defende" perante o governo tb n esta a fazer grande trabalho...

a suposta crise nao ajuda. mas isso ate nem e explicacao...tens que me dizer quantos dos teus clientes sairam do stand com um 307 quando entraram a dizer que nao podiam pagar mais que o 206! isto porque os fizeste acreditar que o credito fazia "esquecer" a diferenca de Xmil euros entre cada um:P
compreendo que queiras vender mais caro, ou o produto c mais margem, onde trabalho tb faco isso[:D]
crise? pois pois..a haver crise, nao e certamente financeira!
de valores morais e outros ai a volta?...talvez.
 
Não devemos atacar nem desconfiar sem argumentos fortes. Peço-vos isso.

Mas visto do ponto racional a compra de carro novo por 1 particular em Portugal é quase 1 loucura financeira.

1 empresa ou trabalhador independente que pode abater o IVA quer no valor de aquisição quer no combustível tem os seus motivos para a sua compra.

Agora por exemplo entre comprar 1 207 novo (1,6 hdi 110 xpto por 25 000 euros para trocar passado 5/6 anos nao tem muito sentido.

Tem muito mais sentido comprar um carro com 3 anos e vender com 9/10.

A perda é bem menos acentuada.

E conheço quem troque de carro em 3 anos comprando carros com 3 anos e vende-os com 6.

Temos de adequar os produtos a média de mercado. Há uns tempos atras devido ao analfabetismo vendeu-se muitos carros com creditos de 5 a 6 anos.

Mas agora as pessoas aprenderam que os carros nao e so a mensalidade. Existe seguros, pneus, IPO etc a suportar.

Com a euribor a 4% o credito habitacao sobe.

O proprio mercado vai-se regularizar.

Cada um fala por si mas eu vivo entre pessoas com ordenados de 1000 a 1500 euros/mes com premios anuais de 2500 (pessoas entre 24 e 35 anos) e poucos são os que tem carros novos.

Falo num universo de 100 a 150 pessoas.
 
nao te conheco de lado nenhum para dizer bem ou mal da tua performance no trabalho, mas quase todos os teus colegas nao fazem o minimo esforco para prestarem um servico ao nivel que a casa-mae pretende.

nos usados a vigarice abunda! mas gente que se faz passar por honesta e prestavel tb (mesmo n sendo...), coisa que nos stands de novos e rara, coisa que o cliente procura.

quem vos "defende" perante o governo tb n esta a fazer grande trabalho...

a suposta crise nao ajuda. mas isso ate nem e explicacao...tens que me dizer quantos dos teus clientes sairam do stand com um 307 quando entraram a dizer que nao podiam pagar mais que o 206! isto porque os fizeste acreditar que o credito fazia "esquecer" a diferenca de Xmil euros entre cada um:P
compreendo que queiras vender mais caro, ou o produto c mais margem, onde trabalho tb faco isso[:D]
crise? pois pois..a haver crise, nao e certamente financeira!
de valores morais e outros ai a volta?...talvez.

Esquece essa ideia, nem sempre um carro mais caro liberta mais margem para o vendedor, a marca tem politica interna para evitar essas ideias...eu ganho praticamente o mesmo em todos os carros...[;)] Um 607 ou uma 807 sim...existe diferença...agora entre um 207 e um 307...um 307 e uma 407...não é relevante, ate pode dar menos...

Independentemente disso, não tenho por norma vender assim, nunca tive [;)]
 
As marcas neste preciso momento ganham mais com as retomas do que com as vendas dos Novos.
E esse é o mercado que está a ser hiper-explorado pelas marcas.


Grande verdade. Ainda à pouco tempo fui à Renault e ligou-me hoje o vendedor a dizer que dava 11 mil pelo meu carro quando o preço de tabela anda nos 15000...
O carro não precisa mesmo de nada, se gastassem 100€ em limpezas e isso era muito. Era só por à venda e bota para cá 800 contos de lucro :sh) isso se não o vendessem por mais, como eu vejo por aí.

Mas é assim meus amigos, comprar automóvel é dos piores investimentos que se pode fazer e como o tempo é de crise, o melhor é ter calma com as compras e mudas frequentes.
 
  • 1991 290.978
  • 1992 355.213
  • 1993 321.138
  • 1994 331.365
  • 1995 267.652
  • 1996 302.508
  • 1997 316.792
  • 1998 368.156
  • 1999 399.955
  • 2000 410.530
  • 2001 353.894
  • 2002 305.387
  • 2003 258.860
  • 2004 268.875
  • 2005 273.122
  • 2006 259.189
o mercado está mesmo muito em baixo... não é bluff nenhum

Há bem pouco tempo quando saía um carro novo viam-se bastantes. Agora contam-se pelos dedos da mão.
 
Grande verdade. Ainda à pouco tempo fui à Renault e ligou-me hoje o vendedor a dizer que dava 11 mil pelo meu carro quando o preço de tabela anda nos 15000...
O carro não precisa mesmo de nada, se gastassem 100€ em limpezas e isso era muito. Era só por à venda e bota para cá 800 contos de lucro :sh) isso se não o vendessem por mais, como eu vejo por aí.

Mas é assim meus amigos, comprar automóvel é dos piores investimentos que se pode fazer e como o tempo é de crise, o melhor é ter calma com as compras e mudas frequentes.

Mas qual preço de tabela ? A das revistas...? Mas tu conheces alguma revista que compre ou venda carros...? É que eu não...

Quanto á amrgem dos 800 contos então és liríco. Tu por acaso sabes como funcionam as coisas ?

Então tu achas que faz algum sentido um carro entrar por esse valor e gastar 100€ e colocar á venda ...? Sim senhor...as coisas que se aprende por aqui...

Os carros usados dão mais lucro que os novos, isso é uma verdade absoluta, agora dizerem que se retoma e é por á venda...? Por amor de Deus....falem um bocadinho mais do que sabem e não metam argoladas em coisas que desconhecem....
 
Tao à espera de que ??

Compramos um carro novo e PAGAMOS DOIS !!

Acho muito bem...

Devia era descer para ZERO !

[8b]

Eu vivo em Itália e já passei temporadas na Alemanha e já disse e repeti há muito tempo que o sistema fiscal Português é extremamente ineficiente.

Ao contrário do que muita gente pensa, o custo de ter um veículo em Portugal e na Itália/Alemanha é idêntico: os preços de aquisição são ilusórios pois não têm em conta os impostos de circulação.

Sucede que na Itália e na Alemanha os condutores têm que pagar o chamado imposto de circulação que é calculado em função da cilindrada do veículo e da poluição que o veículo faz. O imposto é pago ao longo da vida útil do veículo e, supondo que o veículo tem 3 donos num período de 15 anos, cada utilizador paga apenas aquilo que efectivamente poluiu!

Em Portugal faz-se a estimativa logo ao início e penaliza-se imenso a compra do veículo. Estima-se que o veículo tem uma vida útil de 15 anos e calcula-se a poluição que vai realizar durante esses 15 anos: o sujeito que comprar o veículo novo vai ter que pagar na íntegra o imposto e depois vai repercutir nos donos seguintes o valor do imposto com a desvalorização do veículo.

Resultado: a aquisição do veículo torna-se extremamente onerosa porque o imposto é pago na íntegra no momento da aquisição e depois recupera-se na revenda do veículo (o que explica por que os usados em Portugal são mais caros do que nos outros países)!

Isto deve-se ao facto de termos um Estado com um sistema fiscal injusto e ineficiente que penaliza quem trabalha pois tem que arrecadar a maior parte de receitas possíveis para sustentar os enormes encargos do Estado. E, como o peso do Estado na Economia real ronda os 50%, a tendência é para aumentar pois esta máquina precisa de dinheiro - que vem dos impostos - para sobreviver.

Isto já para não falar de algumas barbaridades como o processo contra Portugal que correntemente corre no Tribunal Europeu por causa da dupla-tributação de veículos (o famoso IVA sobre ISV) e o método de cálculo do imposto sobre veículos importados, cuja compatibilidade com a livre circulação de mercadorias prevista no Tratado de Roma levanta-me as maiores dúvidas!

Há que ter coragem e imitar a Itália e Alemanha e adoptar as seguintes medidas:

(1) tributar unicamente a circulação do veículo por forma a obter um imposto fiscalmente mais neutro que não penalize tanto a aquisição do veículo.

(2) acabar com a dupla tributação IVA+ISV!

(3) acabar com o método de cálculo de imposto sobre os usados importados que apenas serve para fechar o mercado e cuja compatibilidade com a livre circulação de mercadorias me suscita as maiores dúvidas!

(4) Apostar definitivamente nas energias alternativas. A AGIP percebeu desde mto cedo que o GPL e o Metano poderiam ser uma enorme fonte de rendimento e investiu fortemente na sua produção, além de conferir incentivos estatais para a implementação nos veículos. Isso permitiria à GALP reforçar a sua posição nos mercados de combutíveis (tinha possibilidades de ter o monopólio do GPL em Portugal, com as consequentes receitas), criar postos de emprego para jovens licenciados, criar postos de emprego em oficinas de instalação e de manutenção dos sistemas e obter um ambiente consideravelmente mais limpo.
 
(4) Apostar definitivamente nas energias alternativas. A AGIP percebeu desde mto cedo que o GPL e o Metano poderiam ser uma enorme fonte de rendimento e investiu fortemente na sua produção, além de conferir incentivos estatais para a implementação nos veículos. Isso permitiria à GALP reforçar a sua posição nos mercados de combutíveis (tinha possibilidades de ter o monopólio do GPL em Portugal, com as consequentes receitas), criar postos de emprego para jovens licenciados, criar postos de emprego em oficinas de instalação e de manutenção dos sistemas e obter um ambiente consideravelmente mais limpo.

O GPL-Auto em Portugal está longe de ser um bom negócio de revenda de combustivel.
 
O GPL-Auto em Portugal está longe de ser um bom negócio de revenda de combustivel.

Portugal não incentiva mais o GPL porque a GALP não o produz! E como preferem andar a distribuir os milhões de lucros da petrolífera nacional na forma de remunerações pornográficas aos administradores em vez de reinvestir na empresa, não fazem produção de GPL.

Por exemplo aqui em Itália a AGIP e a ENI produzem GPL. Há mercado para isso; e que fez o Estado italiano?

(a) criou incentivos estatais para a instalação de sistemas GPL (sob a forma de isenção de IVA e de pagamento de uma contribuição).

(b) incentivou a FIAT a vender modelos de origem a GPL.

(c) começou a produzir o próprio GPL e a vender a preços reduzidos com descontos progressivos para fidelizar clientes.

(d) isentou os carros de dísticos identificadores e de restrições de estacionamento: em vez disso são os parques de estacionamento que têm que ter duas formas de ventilação.

Conclusão: Itália é o país europeu que mais carros a GPL tem com inegáveis benefícios directos (ambientais e receitas fiscais e de venda de combustível) e indirectos (criação de postos de trabalho, incentivos ao desenvolvimento de tecnologias).

Questão: por que não fazer o mesmo em Portugal?
 
Portugal não incentiva mais o GPL porque a GALP não o produz! E como preferem andar a distribuir os milhões de lucros da petrolífera nacional na forma de remunerações pornográficas aos administradores em vez de reinvestir na empresa, não fazem produção de GPL.

Por exemplo aqui em Itália a AGIP e a ENI produzem GPL. Há mercado para isso; e que fez o Estado italiano?

(a) criou incentivos estatais para a instalação de sistemas GPL (sob a forma de isenção de IVA e de pagamento de uma contribuição).

(b) incentivou a FIAT a vender modelos de origem a GPL.

(c) começou a produzir o próprio GPL e a vender a preços reduzidos com descontos progressivos para fidelizar clientes.

(d) isentou os carros de dísticos identificadores e de restrições de estacionamento: em vez disso são os parques de estacionamento que têm que ter duas formas de ventilação.

Conclusão: Itália é o país europeu que mais carros a GPL tem com inegáveis benefícios directos (ambientais e receitas fiscais e de venda de combustível) e indirectos (criação de postos de trabalho, incentivos ao desenvolvimento de tecnologias).

Questão: por que não fazer o mesmo em Portugal?

N fales do q n sabes.
A ENI produz GPL como todas as petroliferas do mundo, pq GPL-Auto n passa de uma mistura de butano/propano que mais n é q gás de garrafa.
O incentivos devem ser dados pelo estado e n por empresas privadas.
Se vivesses em Portugal, e estivesses c atenção ao mercado, notavas quem são as empresas q incentivam em GPL-Auto mas como preferes acreditar no que lês na internet, vais continuar a dizer muitos erros.
 
A Peugeot feijo por exemplo perdeu um cliente á conta disso , fui ver uma 307SW nova , davam pouquissimo pelo meu usado , azar o deles que fui ao site da CARWEB que é uma firma deles que negoceia as retomas , estava um do mesmo ano e com mais Kms exactamente pelo DOBRO do que me ofereceram......

Tens toda a razão. Eu já só faço negócio com particulares. Esses chulos que se lixem.
 
Querem ganhar €€ com o novo e o usado, azarito.

Ate trocava o carro principal ca de casa, mas o que dao pelo meu usado é um valor completamente ridiculo.Prefiro ficar como estou, perdem mais eles do que eu. Quando tiver 10 ou 11 anos pouco mais vale do que o que dao agora, e durante estes 2/3 anos o € que gastava continuam a render no banco.

Secalhar é altura de pensar que há concessionarios a mais....
 
N fales do q n sabes.
A ENI produz GPL como todas as petroliferas do mundo, pq GPL-Auto n passa de uma mistura de butano/propano que mais n é q gás de garrafa.
O incentivos devem ser dados pelo estado e n por empresas privadas.
Se vivesses em Portugal, e estivesses c atenção ao mercado, notavas quem são as empresas q incentivam em GPL-Auto mas como preferes acreditar no que lês na internet, vais continuar a dizer muitos erros.

Desconhecia que a GALP produzia GPL auto mas ainda assim isso não tira a validade ao que digo.

Antigamente comprar um carro novo GPL-Auto dava direito a 50% de desconto no ISV; neste momento não confere desconto nenhum! Isso signficia que se formos a adicionar ao custo do ISV + o custo da instalação GPL auto, temos que percorrer muitos mais KM para compensar a instalação. Neste momento o GPL auto está na mesma situação do que o Diesel (aliás os custos totais são equivalentes), não vale a pena a menos que faças muitos KM.

Isto é profundamente negativo uma vez que o GPL auto é muito mais ecológico do que o Diesel e representava uma alternativa viável para baixar a despesa mensal de muitas famílias com o combustível.

Portanto o Estado - mediante a GALP - incentiva a compra de GPL auto mas depois penalisa - mediante o Ministério das Finanças - a aquisição de um veículo a GPL auto! Mas que grandes incentivos e coerência que temos por aqui!
 
O melhor vendedor da Audi vendeu 141 carros em 2008, ganha em média 4 mil euros por mês. Não é o euromilhões mas já dá para uma boa vida, pelo discurso dos vendedores pensava que ganhavam o salário minimo [:p]
 
Pelo que tenho visto aí e pelo tenho falado com pessoal que está comprador de novo (que loucura,... ou talvez não), queixam-se que os usados estão a ser muito mal valorizados.

Eu nunca me preocupei com o valor de retoma.

É fácil:
Concessionário retoma mal. Vai-se a outro.
Retomam todos mal, não se troca. Mantém-se indefinidamente.
Compra-se e não se entrega retoma. Quanto muito vender a particulares; nunca a profissionais abusadores do baixo valor.

Parece que na compra de novos há bons descontos... haja dinheiro que o crédito está caro.

Eu pessoalmente tive 4 carros na minha vida, sendo três comprados novos e um usado.

1º Novo e esteve nas minhas mãos 12 anos e foi para abate para comprar o terceiro. Não houve retoma.
2º Novo sem retoma e ainda o tenho e fez 10 anos.
3º Novo sem retoma (abate) e faz agora 8 anos (ainda o tenho)
4º Usado com 10 anos. Sem retoma.

Tenho 3 carros com 10, 8 e 10 anos e é para ficar mais sem lá quantos anos.
Um deles é para meu uso pessoal
O outro é para uso pessoal da mulher
O último é carro da microempresa.

Não estou preocupado com retomas.
 
Última edição:
Pois sim... está mau!

Qual é a novidade?

Está mau e vai continuar, pois as grandes razões para estar assim não foram mudadas!

Sei que reduzo tudo a uma expressão que alguns considerarão demasiado simples, mas... é assim que vejo o problema!
O mercado automóvel (como a generalidade dos outros mercados) só podem estar assim.
É insustentável pensar que um país pode funcionar com prêços do 1º mundo e com salários do 3º.

De um modo geral todos os bens e serviços que se podem adquirir em Portugal (a restauração será uma das poucas exepções) têm prêço igual ou mesmo superior áquele que é praticado na generalidade dos outros países.
Não se pode pensar que o mercado funciona quando na base da pirâmide se pagam salarios de 500 euros (ou menos).

A diferença entre aquilo que um operário da base até meio da pirâmide e um outro do mei para cima auferem é tão escandalosa que se torna pornografica.
Os politicos que temos, valem muito pouco, mas... o conjunto dos nossos empresarios não é melhor... continuo a perguntar-me como é que as empresas em Portugal vão á falencia pagando mão de obra a 426 euros ao mês e na Holanda podem pagar 1200 e continuam a laborar!

Será que isso tem a vêr com as regalias que se começam a ter acima de meio da pirâmide?
Tem a vêr com a produtividade dirão alguns, sim... a produtividade que é exigida aos operários portugueses trabalhando com máquinas que deveriam ter ido para a sucáta há mais de 3 décadas. Porque será que os portugueses no estrangeiro são operários produtivos e em Portugal não o são?
 
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