Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

O que desejavam é ter a segurança da FP, mais as regalias sociais da FP e os (potenciais) bons ordenados da Privada.
Andas iludido isso não é nada assim nem de perto nem de longe.

Se querem ter mais dinheiro, dêm o salto.

O que é que vos impede?
E mudar do serviço publico para o privado é garantia de... "(potenciais) bons ordenados da Privada"?

Isso é igual a nada, a maioria das empresas neste país nem a porra de um ordenado mínimo de 410€ paga.

Um exemplo, antes das eleições o candidato José Sócrates era um potencial bom primeiro ministro (para que acredita em fadas madrinhas), depois de ser eleito foi o que se viu.

Agora, façam-me um favor. Não nivelem isto tudo ao nível das vossas ambições.
Sim, nivelar por cima é mau, não dá para continuar a manter o nível de vida de certas pessoas em Portugal e isso incomoda muito.



.
 
Não muitos fazem uma única refeição por dia ou pouco mais, recorrem ao fiado/crédito, banco alimentar entre outros.

A realidade é dura.

Aqui na rua e mesmo em colegas de trabalho já se nota isso.

Conheço um que só faz isso, uma refeição por dia e é de sandes feita em casa.



:( :mad:
 
Tu estás literalmente parado no tempo [s)]

O mundo vai muito além da função pública portuguesa...sabes [:p]

A maioria das tarefas, aliás, todas, são mais que quantificáveis.

Pega no quadro que anexei...

E se esses números correspondessem ao número de decisões favoráveis obtidas em tribunal?[;)]

Isto também é para o OMEGA.
 
Última edição:
Ninguém vai acabar com a função pública. Ninguém vai privatizar a saúde ou a educação. Ninguém vai despedir injustificadamente.

Defender o actual sistema é indefensável. Não é possível ter uma função pública bem gerida, motivada, dinâmica e dedicada se existe um variado número de regras, protecções e regalias que torpedeiam completamente esses objectivos.

Todos nós sabemos que existem excelentes funcionários públicos, mas qualquer pessoa também sabe que nenhuma organização no seu todo funciona bem se não for o mérito, a dedicação e o esforço a decidir a escolha, a progressão e a manutenção de alguém nessa organização.

Dizer o contrário é que é um retrocesso civilizacional, um regresso às cortes da monarquia e a quem tinha direito de pertencer e frequentar essas cortes, distinguindo-se dos restantes cidadãos, o povo, com regras e regalias próprias. Mas afinal a função pública é alguma espécie de Nobreza e quem é funcionário público foi iluminado por algum anjo tornando-se um ser diferente dos restantes cidadãos ?

Como é que é possível alguém pensar que um sistema de emprego vitalício ou um sistema de progressão automática é bom e é um direito social ? Como é possível acreditarem na eficácia duma organização onde os despedimentos só acontecem em casos de gravidade excepcional, quase só em casos de vida ou de morte ? Quantos despedimentos conhecem pessoalmente na função pública ?

Eu sinceramente não vos entendo. Eu se fosse funcionário público ficaria contente em trabalhar numa organização onde o meu trabalho e dedicação me distinguisse dos colegas que não se entregam da mesma forma. Eu simplesmente não sei o que é trabalhar num ambiente assim, seria insuportável para mim, pois a única coisa que me ajuda no dia a dia é tentar ser melhor, fazer melhor o meu trabalho e tentar com isso ser alguém mais feliz, realizado e compensado pelo meu esforço em cada dia que passa. Defender o contrário seria a mesma coisa que um pai dizer ao filho, olha, agora vais entrar na escola, uma vez que entraste é indiferente o teu trabalho, estudo e dedicação. Acabarás sempre por ter boas notas e passares de ano, e mesmo que te portes mal ninguém te pode puxar as orelhas ou expulsar da sala de aulas.

Vocês estão a cair no mesmo erros dos sindicatos. Em vez de atacaram aquilo que é da mais elementar lógica, deveriam apoiar esse caminho e lutar sim para que ele seja bem feito e transparente, lutar por mecanismos que garantam de facto avaliações justas e transparentes por exemplo, lutar e denunciar as cunhas e compadrios. Deveriam ser os primeiros a exigir que o mérito se sobrepusesse aos automatismos.
 
Última edição:
Pois, quando comecei a trabalhar tb me deixei dessas ilusões, principalmente quando percebi como se tem classificações de excelente.

Esta juventude acredita piamente que o trabalho dá riqueza , quer dizer até dá, mas não a quem trabalha.

O mundo lá fora não tem nada a ver com a função pública, pelo que tirar daí verdades gerais...

E sim o trabalho dá riqueza.
 
Uma coisa eu posso garantir, as privatizações, na minha opinião, não são a solução para o compadrio, aliás, são um agravamento disso mesmo! Só as namoradas, amantes, amigos e amigas e familiares é que neste momento têm emprego...ainda por cima empregos de ganhar fortunas! [8b]

Quanto as estas medidas, acho que realmente este pobre pais está a retroceder a cada dia que passa, em vez de se dar mais qualidade de vida às pessoas, como noutros paises civilisados, tira-se e porquê? a bem da nação, ora pois![8b] :sh)

Eu até sou dos que concordo com as mudanças na Administração publica, até concordo que é preciso uma mexida de fundo, mas isto meus amigos, já é palhaçada, já é bater de mais no ceguinho...no mesmo bode espiatório!

Trabalho num serviço publico/privado e até nem me importo de trabalhar as 40 horas semanais e ganhar mais uns trocos ao fim do mês. O problemas é que todos os dias se ouve falar em mais medidas. Mais medidas para prejudicar o mesmo, mais medidas para tirar alguma coisa aos trabalhadores, sempre aos mesmos...ora isto não dá propriamente motivação para trabalhar, isto não contribui em nada para a qualidade de vida no trabalho, até porque ao contrário do que muitos pensam não ganhamos melhor que o privado! Aliás, ganho menos que todos os meus amigos do privado, e muitos com menos (muito menos) qualificações!

Falemos agora das avaliações! Ridiculo, no minimo...o que vai mudar? nada! Quem tem as costas questes fica, quem não tem, por melhor que trabalhe vai e os outros, aqueles que cumprem e vão passando despercebidos ficam, mas têm avaliações medianas que nunca lhes permitirão subir na vida!![8b]

É isto...
 
Eu sei - 1926.
Antes de
Edit: Gomes da Costa, PORRA.
Mas como Portugal estava melhor nessa altura ou a Função Pública é que me escapa.
Retroceder quer dizer, apenas, isso mesmo! Nem melhor nem pior, quero dizer, mas de regresso à "estaca zero", sobretudo se considerarmos que Portugal evoluiu de modo significativo a partir daí, sendo certo que em matéria de direitos profissionais e sociais isso é uma realidade...
 
Falam, falam, falam, mas no fundo gostam da situação actual.

Não vos vejo nada indignados com o facto de na FP, desde sempre, não ter havido distinção entre bons e maus funcionários. De todos progredirem, sem excepção.

Lá está é muuuuuuitooooooo difícil avaliar os funcionários taditos!!! Que crime leza pátria!!! Isso vai pôr-nos uns contra os outros, o que é desejo do grande capital, manter-nos desunidos...

Simplesmente nem vos incomoda que o vizinho do lado não faça nada ou faça menos ou esteja de baixa a toda a hora e progrida como vocês.

Até chateia, mas ele é forçado a isso, é do sistema. O sistema dá-vos tão pouco que o pessoal se vê obrigado a isso (e a estupidez deste raciocínio precriano não é assim tão incomum infelizmente).

Acham normal todos chegarem ao topo da carreira. É simplesmente normal. É um direito.

Acham normal progredirem automaticamente (sim já se sabe existem provas dificilimas!!!)

Tão dificeis que todos progredem automaticamente :D

Acham normal terem um vinculo definitivo porque sim. No fundo até acham que no privado também devia acontecer mas a porra da história não o permitiu e o raio do muro caiu.
No fundo a FP é a última resistente desses tempos. Há que protegê-la.

Basicamente ninguém vos vê preocupados com o que realmente preocupa ou devia preocupar qualquer pessoa que trabalhe.

Mas continuem que estão a ir no caminho certo.

E entretanto não aproveitem esta oportunidade aceitando a mudança inevitável e exigindo simultaneamente uma despolitização das chefias, e a avaliação para todos, para todos.
Podem ter a certeza que se os sincatos e vocês mudassem de vida, se percebessem que o sistemazinho socialista não é exequível no mundo actual, bastava-vos aceitar este tipo de mudanças exigindo avaliação para todos, chefias e não chefias.

O cidadão comum ia apoiar-vos.


Mas não. Eu sei que não o vão fazer. Querem tudo e vão ter nada. Inflexibilidade até ao fim. O vosso discurso é tão velho e tão retrógrado que ninguém vos ouve já.

Já ninguém tem pachorra a verdade é essa.
 
Falam, falam, falam, mas no fundo gostam da situação actual.

Não vos vejo nada indignados com o facto de na FP, desde sempre, não ter havido distinção entre bons e maus funcionários. De todos progredirem, sem excepção.

Lá está é muuuuuuitooooooo difícil avaliar os funcionários taditos!!! Que crime leza pátria!!! Isso vai pôr-nos uns contra os outros, o que é desejo do grande capital, manter-nos desunidos...

Simplesmente nem vos incomoda que o vizinho do lado não faça nada ou faça menos ou esteja de baixa a toda a hora e progrida como vocês.

Até chateia, mas ele é forçado a isso, é do sistema. O sistema dá-vos tão pouco que o pessoal se vê obrigado a isso (e a estupidez deste raciocínio precriano não é assim tão incomum infelizmente).

Acham normal todos chegarem ao topo da carreira. É simplesmente normal. É um direito.

Acham normal progredirem automaticamente (sim já se sabe existem provas dificilimas!!!)

Tão dificeis que todos progredem automaticamente :D

Acham normal terem um vinculo definitivo porque sim. No fundo até acham que no privado também devia acontecer mas a porra da história não o permitiu e o raio do muro caiu.
No fundo a FP é a última resistente desses tempos. Há que protegê-la.

Basicamente ninguém vos vê preocupados com o que realmente preocupa ou devia preocupar qualquer pessoa que trabalhe.

Mas continuem que estão a ir no caminho certo.

E entretanto não aproveitem esta oportunidade aceitando a mudança inevitável e exigindo simultaneamente uma despolitização das chefias, e a avaliação para todos, para todos.
Podem ter a certeza que se os sincatos e vocês mudassem de vida, se percebessem que o sistemazinho socialista não é exequível no mundo actual, bastava-vos aceitar este tipo de mudanças exigindo avaliação para todos, chefias e não chefias.

O cidadão comum ia apoiar-vos.


Mas não. Eu sei que não o vão fazer. Querem tudo e vão ter nada. Inflexibilidade até ao fim. O vosso discurso é tão velho e tão retrógrado que ninguém vos ouve já.

Já ninguém tem pachorra a verdade é essa.



Acho que não vives neste mundo!!

Primeiro, as progressões estão congeladas.
Segundo, quem trabalha não se importa com a mudança, porque não precisa de ter medo.
Terceiro, nem toda a gente chega ao topo da carreira!
Quarto, as avaliações são bem [;)] vindas!
 
Eu, como funcionário publico não estou resistente à mudança, desde que essa mudança seja ponderada, equilibrada, minimamente justa socialmente e laboralmente e não tenha como objectivo imediato o lucro facil e a qualquer preço, como tenho visto na privada.

O hospital onde trabalho e o serviço onde estou inserido tem profissionais da FP (quadro) e profissionais da privada (CTI) a desempenhar basicamente os mesmos papeis e funçoes. Os da privada, geralmente mais recentes na profissão e logo, menos produtivos (não estou a dizer esforçados ou empenhados, atenção) pq as tarefas tem grande componente tecnica, que só se adquire com a pratica, recebem o vencimento base mais um incentivo de 20% a 30% sobre o salario base, isto para um horario de 40 horas semanais. Trocando por miudos, quem acaba de entrar no serviço pela privada vai ganhar mais que eu, com 11 anos de função publica, sendo que fazem apenas mais 5 horas por semana a mais que eu. Politica de incentivos, dizem voces....Trabalho por objectivos, dizem outros.

O certo, pasme-se é que eles todos são avaliados mensalmente e se não atingirem 75% de avaliação (itens como assiduidade, empenho,...) perdem automaticamente o incentivo para o mes seguinte. Mas, nunca aconteceu nenhum deles ter uma avaliação abaixo de 75%, apesar de alguns, coitados, andarem aos papéis... ONDE ESTÁ A DIFERENÇA PARA A FUNÇÃO PUBLICA, PERGUNTO EU?
Para alem disso são avaliados por uma economista...é isto a privada? Um profissional ser avaliado no seu desempenho de profissional saude, por uma economista? Enão que começem os tecnicos de contas a avaliar arquitectos e os engenheiros quimicos a avaliar professores...

Para alem disso, eu, funcionario publico, desempenho no hospital funções como a emergencia intrahospitalar e avaliações risco clinico, disponibilizando o meu tempo sem ganhar um tostão a mais, em prole do funcionamento e evolução da instituição onde me encontro. Mas eu é que leso o estado, o FP é que deita abaixo a economia da saúde, claro... A privada é o futuro, com profissionais a ganharem cerca de mais 300 euros que eu por mês e que andam atrás de mim para lhes fazer o trabalho, que não conseguem desempenhar convenientemente, porque, como entraram pela privada, nem lhes foi possibilitado um periodo de integração, onde pudessem aprender com algum orientador...não que isso dá mta despesa à firma...
 
O pior da avaliação da FP é que as notas são secretas...

Dois colegas da mesma sala não sabem a avaliação do colega respectivo, a não ser que a divulguem.
 
Vocês estão a cair no mesmo erros dos sindicatos. Em vez de atacaram aquilo que é da mais elementar lógica, deveriam apoiar esse caminho e lutar sim para que ele seja bem feito e transparente, lutar por mecanismos que garantam de facto avaliações justas e transparentes por exemplo, lutar e denunciar as cunhas e compadrios. Deveriam ser os primeiros a exigir que o mérito se sobrepusesse aos automatismos.

Já estou fartito de falar em avaliações, avaliações-objectivos em cascata, etc.

No caso presente que levantou o burburinho:

2 avaliações negativas dá direito a proceso disciplinar com a possível consequência de despedimento. É assustador???? Talvez mas já existem processos disciplinares.

Então e se em processo disciplinar se provar que o trabalhador tem razão e que os pressupostos da avaliação estavam errados???

consequências????
Para o trabalhador e para o avaliador????

NISTO É QUE OS SINDICATOS DEVIAM BATALHAR.

EDIT:
E na transparência, pelo menos parcial, da avaliação.
 
Última edição:
Primeiro, as progressões estão congeladas.
Segundo, quem trabalha não se importa com a mudança, porque não precisa de ter medo.
Terceiro, nem toda a gente chega ao topo da carreira!
Quarto, as avaliações são bem [;)] vindas!

Primeiro, eu estou a falar dos últimos 30 anos da FP. As progressões estão congeladas desde 2005 e estão-no porque eram automáticas até lá, de tal modo que apesar de desde 2002 haver aumentos zero para quem ganhasse mais de €1000, mesmo com a torneira de entrada de novos fechada, mesmo assim, a despesa com pessoal aumentava consideravelmente. Ou seja, o pessoal não era aumentado directa mas indirectamente continuava à custa das promoções automáticas...

Segundo, não podia estar mais de acordo. Mas pelos vistos a maioria dos FP está.

Terceiro, durante anos toda a gente que tenha feito os 36 anos de serviço chegou ao topo da carreira, vide escalão máximo, aliás chegavam ao topo da carreira muitos anos antes de se reformarem.

Quarto, não podia estar mais de acordo :)
 
Última edição:
Já estou fartito de falar em avaliações, avaliações-objectivos em cascata, etc.

No caso presente que levantou o burburinho:

2 avaliações negativas dá direito a proceso disciplinar com a possível consequência de despedimento. É assustador???? Talvez mas já existem processos disciplinares.

Então e se em processo disciplinar se provar que o trabalhador tem razão e que os pressupostos da avaliação estavam errados???

consequências????
Para o trabalhador e para o avaliador????

NISTO É QUE OS SINDICATOS DEVIAM BATALHAR.

EDIT:
E na transparência, pelo menos parcial, da avaliação.

Na os sindicatos têm que trabalhar para manter tudo como está.

O pessoal não quer mudar.
 
Um grande amigo meu trabalha num Instituto público (é portanto funcionário público) onde existe falta de pessoal técnico especializado para dar resposta ao volume de trabalho existente.

Contou-me ele que o seu chefe directo está constantemente a alertar o Presidente do tal Instituto para essa situação.

Última resposta do Presidente:

- Não há verba para contratar nem colocar ninguém no seu serviço, mas se quiser existe verba para material/equipamentos.

Resposta do tal chefe:

- Então nesse caso queria 3 robots.
 
Eu, como funcionário publico não estou resistente à mudança, desde que essa mudança seja ponderada, equilibrada, minimamente justa socialmente e laboralmente e não tenha como objectivo imediato o lucro facil e a qualquer preço, como tenho visto na privada.

O hospital onde trabalho e o serviço onde estou inserido tem profissionais da FP (quadro) e profissionais da privada (CTI) a desempenhar basicamente os mesmos papeis e funçoes. Os da privada, geralmente mais recentes na profissão e logo, menos produtivos (não estou a dizer esforçados ou empenhados, atenção) pq as tarefas tem grande componente tecnica, que só se adquire com a pratica, recebem o vencimento base mais um incentivo de 20% a 30% sobre o salario base, isto para um horario de 40 horas semanais. Trocando por miudos, quem acaba de entrar no serviço pela privada vai ganhar mais que eu, com 11 anos de função publica, sendo que fazem apenas mais 5 horas por semana a mais que eu. Politica de incentivos, dizem voces....Trabalho por objectivos, dizem outros.

O certo, pasme-se é que eles todos são avaliados mensalmente e se não atingirem 75% de avaliação (itens como assiduidade, empenho,...) perdem automaticamente o incentivo para o mes seguinte. Mas, nunca aconteceu nenhum deles ter uma avaliação abaixo de 75%, apesar de alguns, coitados, andarem aos papéis... ONDE ESTÁ A DIFERENÇA PARA A FUNÇÃO PUBLICA, PERGUNTO EU?
Para alem disso são avaliados por uma economista...é isto a privada? Um profissional ser avaliado no seu desempenho de profissional saude, por uma economista? Enão que começem os tecnicos de contas a avaliar arquitectos e os engenheiros quimicos a avaliar professores...

Para alem disso, eu, funcionario publico, desempenho no hospital funções como a emergencia intrahospitalar e avaliações risco clinico, disponibilizando o meu tempo sem ganhar um tostão a mais, em prole do funcionamento e evolução da instituição onde me encontro. Mas eu é que leso o estado, o FP é que deita abaixo a economia da saúde, claro... A privada é o futuro, com profissionais a ganharem cerca de mais 300 euros que eu por mês e que andam atrás de mim para lhes fazer o trabalho, que não conseguem desempenhar convenientemente, porque, como entraram pela privada, nem lhes foi possibilitado um periodo de integração, onde pudessem aprender com algum orientador...não que isso dá mta despesa à firma...

A coincidência é que desde que os hospitais começaram a funcionar com critérios de gestão (os ditos malévolos "economicismos") a coisa começou a funcionar melhor.

Vá se lá saber o porquê.

Afinal antes é que estava tudo bem. A lógica e regras públicas revelaram-se extramamente eficazes na gestão hospitalar.
Isso é um facto indesmentível.
 
Mas ele é mesmo funcionário público e tem vínculo.

Apenas contei este episódio verídico para mostrar que em certos organismos do estado existe de facto falta de pessoal, nomeadamente pessoal especializado.
 
A coincidência é que desde que os hospitais começaram a funcionar com critérios de gestão (os ditos malévolos "economicismos") a coisa começou a funcionar melhor.

Vá se lá saber o porquê.

Afinal antes é que estava tudo bem. A lógica e regras públicas revelaram-se extramamente eficazes na gestão hospitalar.
Isso é um facto indesmentível.
Será que é mesmo esse paraiso que dizes? É que, nos hospitais ditos SA ou agora na moda EPE, de gestão privada, continuam a entrar mtos milhões por ano do estado... e, no seguimento do meu post anterior, o que garante que essa melhoria (que até existe a varios niveis, mas financeiro não será um deles) se deveu à politica da contratação privada? E porque não serão tambem ou maioritariamente os FP que existem em quase todos desses hospitais que até podem estar a fazer a diferença, e essa diferença só foi visivel qd uma politica de gestão empresarial mais dinamica o trouxe a céu aberto? Já pensaram nisso? O aglomerar de centros de saude junto com hospital de referencia, a aposta na certificação e acreditação hospitalar, o investimento em novas tecnologias (medicina hiperbarica, por exemplo) são exemplos de onde a gestão privada veio trazer uma lufada de ar fresco...agora em termos de contratos profissionais, a coisa está bem pior, e talvez por isso é que aparecem na televisão a dizer que pouparam X.
Claro que, qualquer dia, acotece com os hospitais o mesmo que acontece com os texteis: vamos fechar e deslocalizar para outro sitio. E os profissionais e utentes que os sigam, se quiserem...Alías a lei que está em cima da mesa defende o despedimento justificado de profissionais quando o serviço se torne extinto. Logo, se o meu hospital fechar a urgencia, eu vou para o olho da rua, ainda que abra uma daqui por um ano a 1 KM de distancia...
Bendita privatização!
 
E mais uma vez são sempre os mesmos a defenderem neste fórum as medidas realmente importantes e realmente...impupulares [:p]

Os deslumbrados dos diversos powerpoint, os que dão pulos de alegria com menos 0,4% de processos judiciais (lolada total [:)] ), os que andam durante meses a dizer que o desemprego baixou porque uma suposta empregabilidade aumentou (talvez ainda na ressaca dos 8,2%), nunca cá metem os pés.

Só aplaudem a espuma [:p]

Curioso.

Ou talvez não [:)]
 
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