Políticas do Governo motivam manif. histórica. Confiança no Governo em queda livre

Interessante q questão da aplicação do dinheior por parte dos sindicatos...Gostava de ver as contas bancarias dos seus dirigentes...Será que no intimo vivem pelos principios que tanto defendem?!?!?1
Todos nos recordamos da UGT, como um mau exemplo sobre os fundos de formação que acabaram num esquema.

Mas isso não quer dizer que todos os da UGT sejam maus sindicalistas.

Assim como a ausencia de esquemas na CGTP não prova que sejam todos bons.

E enquanto houver dinheiro para apoio juridico já não é mau.



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Mas é exactamente isso que se pretende fazer, ser produtivo e tornar Portugal num país melhor.

Para todos os que se esforçam e trabalham sejam empresários ou empregados.

Mas essencialmente tb mais justo, "castigando" os que apenas se aproveitam do trabalho dos outros principalmente quem "faz de conta que trabalha" sejam eles patrões ou empregados.

Isso consegue-se evitando a exploração das pessoas, os esquemas e as fugas as obrigações fiscais para todos, valorizando as pessoas com formação e dando-lhes valor pelo trabalho feito.

Claro que quem tem "telhados de vidro" ou "rabos de palha" só pode estar contra uma sociedade mais justa.


concordo contigo.
o precisamos é liberdade para quem trabalha e tem iniciativa.
liberdade e justiça
um sistema LIBERAl[;)]
 
concordo contigo.
o precisamos é liberdade para quem trabalha e tem iniciativa.
liberdade e justiça
um sistema LIBERAl[;)]
Liberdade e justiça sim, sistema liberal não.

Liberalismo não é mais do que feudalismo com um novo nome e novas nuances, mas na sua essência subsiste o explorar do trabalho alheio, uma maior estratificação social e o aumentar da distancia entre os vergonhosamente ricos com os miseravelmente pobres, eliminando a classe media no processo.

Isso não traz liberdade e concerteza não traz justiça




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Liberdade e justiça sim, sistema liberal não.

Liberalismo não é mais do que feudalismo com um novo nome e novas nuances, mas na sua essência subsiste o explorar do trabalho alheio, uma maior estratificação social e o aumentar da distancia entre os vergonhosamente ricos com os miseravelmente pobres, eliminando a classe media no processo.

Isso não traz liberdade e concerteza não traz justiça




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O nthor para la e pensa um bocadinho.
quem defende um sistema liberal, não esta a defender que amanha privatizem a agua que bebes todos os dias( se bem que a gestão publica ainda continua a ter perdas no sieta superiores a 50% talvez ate nem fosse ma ideia).
O que se quer é que as pessoas tenha liberdade de escolha.

-por exemplo eu não quero uma televisão publica.

Acabem com isso e baixem os impotos, assim as pessoas com esse dinheiro vem o que querem


Da mesma forma eu não quero um banco publico, pelo menos para fazer asneiras como as que fez na AG da PT, não quero, mesmo que de lucro, o estado venda essa choça e dedique-se a cobrar impotos, idem para todos os aspectos da economia onde o estado mete o nazriz e so deturpa o mercado.

mas ha mais eu não quero regforma nenhum a do estado , mas como ha quem queira so deve descontar para a SS quem quiser, eu não quero, quero poder escolher a minha reforma, a minha aassistencia de saude, é evidente que o estado deve pro9videnciar o minimo, nesse caso toda agente devia descontar um minimo e apartir dai toma as suas eascolhas, percebes, eu não quero receber NENHUMA REFORMA do estado, titrem-me do sistema PORRA[:D].

mas ha mais muito mais.
o estado que não me cobre impostos para me fornecer serviços que eu não quero .

O estado que se concentre so no que é essencial.
Que garanta que se eu sair do trabalho as 5 da manah não me vão roubar o carro num qualquer sinal vernelho, assim passo aparar nos vermelhos, coisa que eu ão faço apartir de certa hora.

O estado que tenh forma de execução de dividas em 30 dias.

Eu não quero Politicas agricols comuns, eu não quero subsidios á produção, nem a coisa nenhuma.
Eu não quero subsidios ao gasoleo sem razão nenhuma.
[:D]

Eu não quero que me deolvam IRS , basta que ão me cobrem a mais.
eu não quero deduzir PPRs porque é injusto, os pobres não tem dinheiro para fazar PPR's.
Porra NTHOR eu não quero andar a fazer PPRs pro socios para não pagar IRC caramba [:)]

bolas para liberdade

Aposta liberal cum catano [:)]
 
Basicamente queres um estado decorativo que se dedique a cobrar impostos, mas tb não os queres pagar se forem "a mais" seja lá isso o que for.

Basicamente um estado sem função que não tenha bancos, sistemas de saúde, segurança social ou segurança publica.

Um estado sem poder que não possa intervir e garantir justiça aos cidadãos mas que possa ser maleavel e facilmente manipulavel.

Isso não é um estado é um goulag.
 
Querer o melhor de dois mundos e ser incompetente para o conseguir dá que pensar.

Por um lado menos estado, por outro quando se avança nesse sentido é só argoladas de todo o tamanho.

É ver o que se passa com os custos do metro sul.

Ouvi a notícia na rádio mas não a consigo encontrar de forma explicita e detalhada...

Em resumo:

"Metro Sul do Tejo: TC critica desleixo do Estado


O Estado não «acautelou» e «descurou» os seus interesses financeiros, permitindo que a comparticipação pública no projecto do metro da margem sul do Tejo apresentasse um crescimento «inusitado» de 300%, refere do Diário de Notícias citando um relatório do Tribunal de Contas.":confused:
 
Querer o melhor de dois mundos e ser incompetente para o conseguir dá que pensar.

Por um lado menos estado, por outro quando se avança nesse sentido é só argoladas de todo o tamanho.

É ver o que se passa com os custos do metro sul.

Ouvi a notícia na rádio mas não a consigo encontrar de forma explicita e detalhada...

Em resumo:

"Metro Sul do Tejo: TC critica desleixo do Estado


O Estado não «acautelou» e «descurou» os seus interesses financeiros, permitindo que a comparticipação pública no projecto do metro da margem sul do Tejo apresentasse um crescimento «inusitado» de 300%, refere do Diário de Notícias citando um relatório do Tribunal de Contas.":confused:

Não é nada disso.

Há é funcionários públicos a mais!
 
Creio que esses 300% repesentam valores na ordem dos 60 milhões de euros, ou por aí!...

Já me fartei de procurar e não encontro os números.
 
Basicamente queres um estado decorativo que se dedique a cobrar impostos, mas tb não os queres pagar se forem "a mais" seja lá isso o que for.

Basicamente um estado sem função que não tenha bancos, sistemas de saúde, segurança social ou segurança publica.

Um estado sem poder que não possa intervir e garantir justiça aos cidadãos mas que possa ser maleavel e facilmente manipulavel.

Isso não é um estado é um goulag.

eu quero um esytado pequeno mas eficiente no que faz.
se o estado não precisa de ser grande para ter poder.
o estado deve ser o garante da justiça .
actualmente é grande e não serve ninguem
 
eu quero um esytado pequeno mas eficiente no que faz.

se o estado não precisa de ser grande para ter poder.
(...)
actualmente é grande e não serve ninguém
"Um estado pequeno mas eficiente"

Mas o que nós temos é um estado pequeno, que por ser tão pequeno não é eficiente.

O que precisamos é de um estado bem gerido e autónomo que precisa de ser forte para ser autónomo, só pode ser forte se for bem gerido coisa que não acontece.

Não temos um estado grande e pesado, temos é um estado facilmente manipulável e fraco submerso pelas quintinhas e quintais de uns poucos boys.


o estado deve ser o garante da justiça.
Justiça em todos os sentidos e para todos.




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Um estudo com resultados... pouco surpreendentes, diria eu! :rolleyes::

Estudo

Confiança no Governo em queda livre


Um estudo mostra que os portugueses confiam cada vez menos nas instituições no poder.

Apenas 9% dos portugueses confia na actuação do seu Governo. É este o resultado que se destaca no Barómetro de Confiança 2011 da Edelman, que mede a confiança dos portugueses em instituições como Governo, empresas, media e organizações não-governamentais (ONG), e que é apresentado hoje no Auditório BES Arte & Finança, em Lisboa. Este valor representa uma queda considerável em relação à já baixa percentagem de portugueses que se mostraram confiantes nas autoridades no ano passado (27%).
"Este estudo incide sobre uma das mais importantes variantes económicas: a confiança", explica Carlos Melo Brito, professor da EGP, a escola de negócios da Universidade do Porto, e especialista em marketing. "É uma variável muito importante, mas difícil de gerir. É fundamental para os poderes políticos. Sem confiança, não há muita esperança de sucesso em qualquer medida que se queira tomar", salienta.
O professor aponta também que o português é um "povo de extremos. Aquilo em que confiamos, confiamos muito, aquilo em que não confiamos, confiamos menos do que qualquer outro". De facto, apenas a Irlanda, com uma percentagem de confiança de 20%, se aproxima dos valores de Portugal, que ficam bem abaixo da média global de 54%. Por outro lado, 69% dos portugueses confia nas ONG, um dos valores mais elevados dentro dos países incluídos no estudo.


Desconfiança começa no topo

A desconfiança geral que se vive em Portugal parece especialmente apontada aos que ocupam cargos de poder. Quando questionados sobre quais são as fontes de informação mais credíveis, os inquiridos tendem a acreditar menos num membro do Governo (27%) ou o CEO de uma grande empresa (46%), do que num técnico especializado na sua área (81%). Isto vai ao encontro "da maior confiança que também temos nas empresas no sector das tecnologias de ponta", lembra o Carlos Melo Brito, que lamenta também a quebra na confiança que os portugueses mostram em relação ao meio académico. "Temos uma imagem desgastada, provavelmente pela entrada de professores para cargos de poder".
Os portugueses sentem-se mais confiantes se a economia está melhor. A economia só fica melhor se os portugueses se mostrarem mais confiantes. É este ciclo vicioso que se tem de quebrar, na opinião do professor da EGP. "Portugal precisa de um projecto mobilizador, algo que dê razão de ser aos sacrifícios que estão a ser feitos", defende Carlos Melo Brito. "Sem primeiro haver confiança, não há grande esperança de ver melhorias na nossa performance económica", conclui.

In: Confiança no Governo em queda livre | Económico
 
Anda a circular no Facebook uma convocatória para manifestação intitulada 1 Milhão na Avenida da Liberdade pela Demissão de Toda a Classe Política

E depois quem é que vai governar o pais?

O Emplastro?
O Pinto da Costa?
O Jorge Jesus?
O Manuel Serrão?
O Miguel Sousa Tavares?

Realmente tinha a ideia que os portugueses já tinham uma mentalidade e cultura mais evoluídas. Pelos vistos enganei-me, continua a haver gente muito tacanha e ignorante [s)][s)][s)]
 
E depois quem é que vai governar o pais?

O Emplastro?
O Pinto da Costa?
O Jorge Jesus?
O Manuel Serrão?
O Miguel Sousa Tavares?

Realmente tinha a ideia que os portugueses já tinham uma mentalidade e cultura mais evoluídas. Pelos vistos enganei-me, continua a haver gente muito tacanha e ignorante [s)][s)][s)]

O Pinto da Costa até que nem era mal pensado... :rolleyes:
 
Por acaso também me parece um bocado disparatado pensar que uma demissão colectiva 1) alguma vez venha a acontecer e 2) o país fosse governável se isso acontecesse.

Uma coisa é indignarmo-nos e revoltarmo-nos contra o compadrio, o clientelismo político e os jogos de interesses que nos sugam o dinheiro e que arruínam o país; outra coisa é mandar postas de pescada como essa para o ar.
 
E depois quem é que vai governar o pais?

O Emplastro?
O Pinto da Costa?
O Jorge Jesus?
O Manuel Serrão?
O Miguel Sousa Tavares?

Realmente tinha a ideia que os portugueses já tinham uma mentalidade e cultura mais evoluídas. Pelos vistos enganei-me, continua a haver gente muito tacanha e ignorante [s)][s)][s)]

O que sugeres então? Continuar a meter lá as mesmas caras de sempre?
 
Leiam esta notícia que vale a pena.
Uma notícia que vem de dentro do próprio PS da boca de quem sabe melhor do que nós tudo aquilo que se passa nos bastidores.
Autoritarismo do PS de Sócrates ultrapassa "centralismo democrático" de Lenine
Ana Benavente é cáustica com os anos de governação do primeiro-ministro. E aponta tiques de autoritarismo, de distribuir "lugares e privilégios" e render-se ao neoliberalismo.

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É um retrato arrasador do PS, do Governo e de José Sócrates. A ponto de Ana Benavente, secretária de Estado da Educação de António Guterres (1995-2001), dizer que jamais pertenceria a um Governo de José Sócrates com uma pasta idêntica. "Porque, se o fosse, já teria apresentado a minha demissão." A confissão da ex-dirigente socialista é feita numa entrevista à Revista Lusófona de Educação.

O tema é a educação na luta contra a exclusão e pela democracia, mas a conversa vai até à política pura e dura e o actual estado do Governo do PS e da liderança de José Sócrates. Aí, mais uma vez, Benavente é dura. Muito dura. O PS tornou-se "neoliberal" - "fazer do capital financeiro o dono e árbitro do desenvolvimento económico é uma capitulação face ao neoliberalismo que não é digna de um partido socialista". Mas há mais. No PS, há falta de debate interno e Ana Benavente critica "o autoritarismo da actual liderança". "Tornou-se autocrata, distribuindo lugares e privilégios, ultrapassando até o "centralismo democrático" de Lenine. Alimentando promiscuidades que recuso", lê-se na entrevista.

Cinco teses para reconstruir

Na conversa publicada ao longo de 15 páginas, é pedido à antiga governante que aponte "sete pecados mortais" do PS. Ana Benavente fá-lo (ver texto em baixo) e, entre eles, aponta a "falta de ética democrática e republicana".

Na lista de divergências de Benavente registem-se mais umas quantas. Por exemplo, a acusação de o PS de Sócrates ter assumido "políticas de direita" - termo muito usado pelo PCP ou pelo Bloco - através das privatizações ou das reduções drásticas no sector público. Ou ainda de o PS ter abdicado "da defesa dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos".

O Orçamento do Estado de 2011, aprovado depois de uma negociação com o PSD, é "o revelador máximo" das divergências: "Estado abusador, castigo para os pobres, poupanças nas políticas sociais".

O futuro é encarado com algum cepticismo pela ex-dirigente nacional do PS, que integrou o secretariado quando Ferro Rodrigues foi líder.

E de pouco valeria, perante estes "pecados", "a confissão e a absolvição com mais ou menos "castigos" e rezas". O problema é "mais grave".

"O PS hipotecou o seu papel na sociedade portuguesa e deixou-nos sem perspectivas de um futuro melhor. Assumiu o papel que antes pertencia aos centristas do PSD, ocupou o seu espaço e tornou o país mais pobre, política e economicamente."

O caminho passa, para Benavente, por o PS partir do seu "papel histórico" de conseguir um "reforço dos direitos dos trabalhadores, desenvolvimento dos direitos de cidadania e do consumidor, reforço da assistência pública, mudança do paradigma energético, desenvolver um sistema de saúde solidário e alargar o sector público". "Novas vagas de democracia" serão exigidas por todos os que, "assustados pelo eventual desemprego, comprados por um hiperconsumo esmagador e com medo da anunciada recessão", vão "querer respirar livremente e reconstruir a paz".

Na área da Educação, a ex-governante acusa Sócrates e o Governo de, nos últimos seis anos, terem "maltratado" a escola pública com políticas educativas "marcadas pela centralização" ou pelo "questionamento da qualidade" dos professores através do sistema de avaliação ou da publicação de rankings de escolas.

Os sete pecados mortais do PS, segundo Ana Benavente

1. Adoptou "políticas neoliberais e, portanto, abandonou a matriz ideológica socialista";

2. "Autoritarismo interno e ausência de debate, empobrecendo o papel do PS no país";

3. "Imposição de medidas governativas como inevitáveis e sem alternativa, o que traduz dependências nacionais e internacionais não assumidas nem clarificadas para o presente e o futuro";

4. "Marketing político banal e constante, de par com uma superficialidade nas bandeiras de modernização da sociedade portuguesa";

5. "Falta de ética democrática e republicana na vida pública e na governação";

6. "Sacrifício de políticas sociais construídas pelo próprio PS em fases anteriores";

7. "Falta de credibilidade, quer por incompetência quer por hipocrisia, dando o dito por não dito em demasiadas situações de pesadas consequências".

O que eles dizem

"[A liderança de Sócrates] tornou-se autocrata, distribuindo lugares e privilégios, ultrapassando até o 'centralismo democrático' de Lenine que tanto criticámos. Alimentando promiscuidades que recuso."

"Sócrates e os seus amigos serviram-se de uma ideologia incompatível com a essência do socialismo democrático."

"O PS hipotecou o seu papel na sociedade portuguesa e deixou-nos sem perspectivas de um futuro melhor. Assumiu o papel que antes pertencia aos centristas do PSD, ocupou o seu espaço e tornou o país mais pobre, política e economicamente."

Fonte:.publico.pt
 
E depois quem é que vai governar o pais?

O Emplastro?
O Pinto da Costa?
O Jorge Jesus?
O Manuel Serrão?
O Miguel Sousa Tavares?

Realmente tinha a ideia que os portugueses já tinham uma mentalidade e cultura mais evoluídas. Pelos vistos enganei-me, continua a haver gente muito tacanha e ignorante [s)][s)][s)]

E ainda muito mais gente conformista, ao que parece. Por isso é que eles estão à vontade para fazerem o que querem... pois nós deixamos!!! :rolleyes: :sh)
 
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