Sondas (Pionner e Cassini esta com imagens nunca antes vistas de Saturno)

Estas e outras notícias, "homem na lua" são o produto maravilhoso das produções hollywoodescas, sendo George Lucas um dos últimos exploradores destes maravilhosos efeitos espe(a)ciais.

É sabido há anos que continuamos sózinhos no infinito do Universo e qualquer forma de vida para além da nossa é pura especulação científica.

Por isso descansem que essa sonda está arrumada num qualquer armazém da http://www.lucasfilm.com/, acreditem :sh)

PS e seguidores desta espécie de demanda pagaram bem caro o atrevimento, estou-me a recordar assim de repente do sr. Mulder...:sh) :sh) :sh)
 
Estas e outras notícias, "homem na lua" são o produto maravilhoso das produções hollywoodescas, sendo George Lucas um dos últimos exploradores destes maravilhosos efeitos espe(a)ciais.

É sabido há anos que continuamos sózinhos no infinito do Universo e qualquer forma de vida para além da nossa é pura especulação científica.

Por isso descansem que essa sonda está arrumada num qualquer armazém da http://www.lucasfilm.com/, acreditem :sh)

PS e seguidores desta espécie de demanda pagaram bem caro o atrevimento, estou-me a recordar assim de repente do sr. Mulder...:sh) :sh) :sh)


Pois !! [:D] [:D] [:D]
Além do mais a Terra é plana !! Qualquer afirmação em contrário também foi uma invenção dos estudios de Holywood da Grécia antiga.

flat_earth.jpg


http://www.theflatearthsociety.org/
 
Isto pode por em causa toda a teoria da relatividade.

Isso não sei, mas mais uma vez mostra bem que ainda temos muito para perceber e descodificar.

Por acaso nunca tinha ouvido falar na desaceleração . Durante muitos anos falou-se foi na aceleração e desvios na trajectória:

Pioneer anomaly or Pioneer effect
http://en.wikipedia.org/wiki/Pioneer_anomaly

Pioneer 10 Anomalous Acceleration
http://arxiv.org/pdf/gr-qc/0208046

Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11
http://www.newtonphysics.on.ca/Anomalous/Acceleration.html
 
Isso não sei, mas mais uma vez mostra bem que ainda temos muito para perceber e descodificar.

Por acaso nunca tinha ouvido falar na desaceleração . Durante muitos anos falou-se foi na aceleração e desvios na trajectória:

Pioneer anomaly or Pioneer effect
http://en.wikipedia.org/wiki/Pioneer_anomaly

Pioneer 10 Anomalous Acceleration
http://arxiv.org/pdf/gr-qc/0208046

Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11
http://www.newtonphysics.on.ca/Anomalous/Acceleration.html

Não percebi, quando se envia algo para fora do sistema solar e esse "algo" se dirige para o Sol, é pq está a acelerar?


É por essas e por outras é que não recorro a Wiki.




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A desacelaração pela força da gravidade seria normal, mas pelo que li parece que deveria ter menor efeito.
Já havia alguns cientistas que punham em causa o efeito de doppler, que parece ser o que está em causa.
O problema é que o efeito de doppler está na base de se pensar que o universo está a expandir-se (por medirem que os corpos celeste, quanto mais longe estão, mais depressa se afastam) e isto por em causa a propria teoria do big-bang
 
Estas e outras notícias, "homem na lua" são o produto maravilhoso das produções hollywoodescas, sendo George Lucas um dos últimos exploradores destes maravilhosos efeitos espe(a)ciais.

É sabido há anos que continuamos sózinhos no infinito do Universo e qualquer forma de vida para além da nossa é pura especulação científica.

Por isso descansem que essa sonda está arrumada num qualquer armazém da http://www.lucasfilm.com/, acreditem :sh)

PS e seguidores desta espécie de demanda pagaram bem caro o atrevimento, estou-me a recordar assim de repente do sr. Mulder...:sh) :sh) :sh)

Isso é o que eles querem que tu penses... O que tu não sabes é que estás num grande Reality Show num planeta que era abandonado e que é transmitido diáriamente no planeta dos Macacos [:D]
 
Sonda Cassini envia imagens nunca antes vistas de Saturno

Sonda Cassini envia imagens nunca antes vistas de Saturno

"Sonda Cassini capta novas imagens de Saturno


A sonda Cassini, da Agência espacial norte-americana, captou imagens nunca antes vistas de Saturno, de uma perspectiva diferente, revelou hoje a NASA.
“Finalmente, aqui estão as imagens que esperávamos há anos”, comentou Carolyn Porco, responsável pela equipa de imagem no Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado.

“Movendo-nos acima de Saturno e vendo os anéis a espalhar-se por baixo de nós como um anel gigante é como explorar um mundo estranho que nunca vimos”, acrescentou, num comunicado divulgado pela NASA. “Simplesmente, não parece o mesmo lugar”.

As imagens foram captadas nos últimos dois meses e foram divulgadas hoje.

A sonda está, progressivamente, a aproximar-se do planeta, três anos depois de ter entrado na sua órbita.

A missão Cassini-Huygens é fruto de uma cooperação entre a NASA, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana."

In http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1287085&idCanal=13


getimage.asp


Eis Saturnoapr:) apr:) apr:)

Mais imagens espectaculares e vídeo da Sonda Cassiniapr:) apr:) apr:) in http://www.nasa.gov/mission_pages/cassini/main/index.html
 
"Europa aprova projecto de exploração do planeta Mercúrio
26.02.2007 - 20h01 PUBLICO.PT

O Comité dos Programas Científicos da Agência espacial europeia (ESA, sigla em inglês) aprovou o projecto BepiColombo que prevê a exploração do planeta Mercúrio para saber mais sobre a sua composição, geofísica e atmosfera, a partir de 2013, foi hoje revelado.
O projecto, em colaboração com a agência de exploração aeroespacial japonesa (JAXA), prevê o envio de dois satélites para Mercúrio, demorando seis anos na viagem.

A fase de implementação do projecto foi atribuída pela ESA ao alemão Astrium GmbH.

“Chegar a Mercúrio e colocar uma nave numa órbita estável em seu redor é uma tarefa difícil devido à gravidade do Sol”, salienta a ESA, em comunicado.

Além disso, “operar um aparelho no ambiente de Mercúrio representa um verdadeiro desafio tecnológico. Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol e a radiação solar directa que atinge a nave será cerca de dez vezes mais intensa do que aquela na proximidade da Terra”, explica a ESA.

Para complicar mais a missão, “a superfície do planeta, cujas temperaturas podem chegar aos 470 graus, emite radiação térmica infra-vermelha”. O aparelho terá “de suportar condições térmicas extremas”.

A missão deverá recolher informações durante um ano, de Setembro de 2019 a Setembro de 2020, com um eventual ano de extensão, até Setembro de 2021.

Este planeta apenas foi visitado uma vez, em meados da década de 70, pela NASA (agência espacial norte-americana)."


In http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1286739&idCanal=13

Mais um planeta a descobrir[:cool:]
 
Nasa alerta que o lixo está a pôr em risco a conquista do Espaço


Em 2055, o número de fragmentos naves a pairar no Espaço vai superar os que caem e se desfazem na atmosfera terrestre. A previsão foi hoje adiantada pela Nasa e serve de alerta para uma das consequências mais nefastas da exploração do espaço.
De resto, esta previsão até é optimista. Os mesmos responsáveis da agência espacial norte-americana acreditam que o cenário pode ser bem pior – e o lixo aeropespacial que gravita em torno da Terra pode mesmo ultrapassar em número e volume aquele que cai na atmosfera, ainda antes de 2055, informa a News Scientist. O lixo aeroespacial é um perigo para as futuras missões. A colisão com um fragmento de pequenos centímetros, quando movimentado a milhares de quilómetros por hora, pode ser suficiente para danificar um satélite ou um vaivém.

A Nasa lembra mesmo o ocorrido em Janeiro de 2005, com o rocket norte-americano Thor, que colidiu com o “terceiro andar” do rocket chinês CZ-4, que andava a pairar no Espaço desde Março de 2000, data em que explodiu em pleno voo.

A colisão teve como resultado a separação de três partes do Thor que acabaram por ficar também elas a pairar no espaço.

Esta problemática tende a acentuar-se com o crescente envio de satélites para o Espaço.

A zona mais “suja” e problemática está situada entre os 900 e os 1000 quilómetros de distância da Terra. Nesta vasta área ocorrem 60% das colisões entre lixo e satélites e outros meios de transporte aeroespaciais.

Actualmente, os países que apostam na indústria aeroespacial têm por regra criar mecanismos que eliminam tudo o que é abandonado no espaço 25 anos depois da utilização.

Este mecanismo tem por base pequenos impulsionadores que empurram satélites ou outros aparelhos para a atmosfera, onde acabam por se desfazer.

Ou porque não tem sido respeitada, ou porque não contempla os detritos causados por colisões e abandono de equipamento, esta regra está revelar-se insuficiente para manter o Espaço limpo.

Pelo que os investigadores da Nasa lembram que é necessário encontrar soluções rapidamente. O que terá de passar por sistemas mais baratos que a incorporação de motores iónicos que permitem guiar satélites ou de feixes laser situados na terra que permitem “chutar” para outras rotas satélites desactivados que se mantêm em órbita – soluções cujos custos ou validade técnica têm inviabilizado.

283051.jpg



Fonte




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De facto o "lixo doméstico" já passou e há muito a atmosfera[8b] [8b] [8b] [8b] [8b] [8b]


"O perigo do lixo espacial é hoje um problema importante e crescente à medida que aumentam as actividades e o número de engenhos lançados em órbita terrestre. A maioria é impossível de detectar e alguns só se vêem quando é demasiado tarde para evitar a colisão. Outros golpeiam a 30 mil quilómetros por hora as sondas espaciais, sem que humanos ou máquinas tenham podido detectar a sua presença.

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Trata-se de fragmentos à deriva, restos de antigas explosões, resíduos vários dos milhares de missões que, desde 4 de Outubro de 1957, data do lançamento do primeiro satélite artificial, foram colocadas em órbita, com ou sem tripulação. E, num raio de dois mil quilómetros em redor da Terra, há agora mais de dois milhões de quilos de lixo.

Na realidade, desde o lançamento do primeiro ‘Sputnik’, há 50 anos, cerca de 18 mil outros satélites tomaram o mesmo caminho, começando agora o espaço a repetir o congestionamento que primeiro afectou as estradas e, mais tarde, os aeroportos. Além disso, há perto de 30 milhões de fragmentos provenientes dos 5500 objectos lançados pelo homem que circulam em redor da Terra como franco-atiradores a 30 mil quilómetros por hora.

São estágios completos de foguetes, satélites desactivados, tanques de combustível e fragmentos de aparelhos que explodiram. E o mais preocupante é que apenas uns sete mil são maiores do que 20 centímetros. Abaixo desse tamanho, tornam-se praticamente invisíveis, pois não são detectados pelos radares do NORAD, organismo militar norte-americano encarregue de seguir os objectos em órbita e uma simples película de pintura do tamanho de uma unha pode provocar um microburaco.

Uma situação que se tornou mais inquietante nas últimas semanas por culpa de dois acidentes: a explosão em órbita de dois objectos, um chinês (destruição do satélite meteorológico Feng Yun-1C) e um russo (o estágio Breeze-M de um foguete Protão), que deverão ter somado dois mil fragmentos de grande dimensão ao lixo já existente. E o que é mais grave, segundo a Agência Espacial Europeia, depois destas duas explosões, as probabilidades de colisão de um destes objectos com a Estação Espacial Internacional aumentaram até 60%.

Para se ter uma ideia do estrago que o impacto de um pequeno fragmento metálico pode causar, adianta-se que uma esfera de 1,2 milímetros de diâmetro viajando àquela velocidade produz o mesmo efeito que um tiro de espingarda de calibre 22.

E existe o perigo potencial da multiplicação desses meteoritos artificiais através de ‘reacções em cadeia’: se um grande objecto explodir ou chocar com outro, espalha uma multidão de fragmentos que, por sua vez, despedaçam outros grandes detritos. Os especialistas calculam que esse fenómeno poderia saturar as órbitas mais frequentadas com uma multidão de pequenos detritos, tornando-as, em pouco tempo, inutilizáveis. Esse é o preço que estamos a pagar por sujar o espaço.

MANTENHA O ESPAÇO LIMPO

O resultado também será dramático para a vida no Planeta. As sucessivas colisões poderiam destruir equipamentos de milhões de dólares, colocar fora do ar as grandes redes de televisão, interromper os serviços de previsão de tempo e prejudicar as rotas aéreas e marítimas cuja navegação é feita por satélites. Na prática, isto já vem ocorrendo, numa escala menor. Vários satélites foram perdidos nos últimos anos, por causas desconhecidas. Podem ter sido as primeiras vítimas da temida reacção em cadeia. Em algumas missões também o vaivém já regressou à Terra com avarias provocadas por colisões em órbita.

Imaginar o que ocorreria na Terra nessa situação de choque em cadeia é mais simples do que encontrar soluções para o problema. Enviar astronautas para o espaço para uma ‘limpeza celeste’ custaria mais dinheiro do que todos os recursos disponíveis no Planeta. Na impossibilidade de consertar o estrago, os cientistas propõem que, pelo menos, sejam tomadas medidas para evitar que o problema se agrave. O lixo espacial tornou-se um problema ambiental como qualquer outro, dando origem à ecologia espacial.

No entanto, o risco, apesar de toda a saturação das órbitas mais ‘apetecíveis’, mesmo assim ainda é pequeno, mas não deixa de ser real. Essa probabilidade é suficientemente alta para que todas as agências espaciais estejam hoje a trabalhar para desenvolver blindagens especiais destinadas a equipar futuras estações habitadas ou os grandes satélites destinados a passar mais tempo em órbita baixa.

Entre as medidas para mitigar o perigo do lixo espacial, a Agência Espacial Europeia, tão preocupada quanto a norte-americana, aconselha que os satélites, que se encontrem numa órbita baixa (a menos de dois mil quilómetros da Terra), executem uma manobra final da sua vida útil com o fim de se desintegrarem na atmosfera. E para aqueles que navegam entre 20 mil e 30 mil quilómetros de altura, a Agência aconselha colocá-los em órbitas cemitérios.

MELHOR PREVENIR... QUE LIMPAR

Para evitar um desastre mais sério, a NASA tem investido em pesquisas sobre o tamanho e a trajectória dos detritos espaciais e boa parte do que hoje se sabe é devido ao LDEF (Long Duration Exposure Facility), um satélite de 12 toneladas, do tamanho de um autocarro (151 metros quadrados), especialmente desenvolvido para recolher informações sobre impactos sofridos no espaço.

Em seis anos, de 1984 a 1990, o LDEF recebeu 32 mil impactos, metade dos quais causados por detritos artificiais e outra metade por micrometeoritos, dos quais cinco mil com diâmetros superiores a meio milímetro.

PERIGOS CÓSMICOS

OS DONOS DO LIXO

São quatro as agências espaciais responsáveis pela totalidade do lixo espacial: a russa, a norte-americana, a europeia e, mais recentemente, a chinesa.

SOB CONTROLO

Num raio de 2000 quilómetros em redor da Terra, há mais de dois milhões de quilos de lixo que, para melhor controlo, foram divididos em três categorias: objectos maiores que 10 cm de diâmetro, entre 1 e 10 cm e inferiores a 1 cm.

COMPLICADO

Limpar o lixo do espaço é bastante mais complicado do que fazê-lo em casa. Já houve algumas propostas, mas irrealizáveis pelos altos custos: um projecto alemão pretendia recolher os objectos maiores e um norte-americano destruí-los através de laser.

BLINDAGENS

Todas as agências espaciais já trabalham no sentido de desenvolver blindagens especiais para equipar futuras estações habitadas ou grandes satélites destinados a passar mais tempo em órbita baixa."

Em http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=233983&idselect=219&idCanal=219&p=22
 
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