Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Os que chamam a isto manifestações, são os mesmos que chamaram crise migratória ao que aconteceu em Ceuta.

Isto é apenas vandalismo e furtos/roubos, tal como Ceuta foi uma invasão.

Obviamente

A loja da Celine em Paris já foi toda vandalizada.

Edifícios históricos a arder.

Grande vitória do povo
 
Estive a ler alguma coisa pelo Reddit Portugal2 e o nível é assustador e surreal.

A noção do que é um estado de direito daquele pessoal é praticamente zero. Está instalado um clima de ódio e de "vale tudo" que custa a crer.

O reddit não é indicador de realidade nenhuma.

Tal como aqui não é, já agora.


Para além de ter uma grande quantidade de bots tem muita autovalidação, vulgo mesmo uma ideia contrária muito válida pode estar escondida no meio dos posts mais visíveis.


Alguns reddits nem dá para ler, tal o nível baixo.

É pensarem fabulosamente, mas fabulasticamente potenciando a fabulação
 
espero bem que as forças de segurança esta noite varram essas acampadas todas à bastonada, senão daqui a uns dias isso está igual a frança.

com terroristas não se negoceia.
 
afinal o raposo é mais um ressabiado com os ricos estrangeiros 😂

que tristes.

vai morar para os subúrbios que se fd.

Eu acho é engraçado na parte dele falar dos impostos.

Os estrageiros que ele fala pagam muito mais impostos que um gajo qualquer do bangladesh.

De resto é o que falamos antes, quando se trata de importar os pobres que vão viver nos bairros com os pobres, e andam na escola com os pobres , e lhes servem ás mesas nos restaurantes está tudo bem, agora quando são os que tem dinheiro e vão meter os filhos nos colegios, e vão aos restaurantes que essa malta frequenta, ai o odio contra estrangeiros já é odio do bem.
 
ARTIGO MUITO INTERESSANTE COPIADO DO FACE:


UMA CAMBADA DE BONS RAPAZES — AS MULTINACIONAIS DO PROTESTO
Comecei por tentar analisar as motivações reais de uma manifestação pela habitação no Porto e acabei a descobrir uma rede de dezenas de organizações que aparecem associadas a protestos sobre habitação, imigração, ambiente, racismo, igualdade de género e tudo o mais que possa mobilizar a opinião pública.
Mudam as causas, repetem-se algumas organizações e multiplicam-se os porta-vozes.
João Silveira, um dos rostos do protesto no Porto, é identificado pela imprensa como militante dos Trabalhadores Unidos. João Cruz surge como porta-voz da plataforma «Não Dá Mais para Viver Assim».
Por detrás destas mobilizações encontramos associações com estruturas permanentes, projetos financiados e, nalguns casos, ACESSO A DINHEIROS PÚBLICOS.
Para mim a verdadeira questão é: onde acaba a defesa das causas e começa a defesa dos interesses das próprias organizações e autopromoção dos seus intervenientes?
O ativismo também pode gerar notoriedade, influência política, financiamento e oportunidades profissionais. Não significa que todos procurem essas vantagens, mas também não devemos fingir que elas não existem, e é seguro que existem da parte dos líderes deste tipo de protestos.
É curioso como organizações que contestam permanentemente as instituições podem, simultaneamente, depender de financiamentos institucionais para desenvolver parte das suas atividades.
Nada disso é necessariamente ilegal. Mas merece transparência.
Quem organiza? Quem paga? Quem decide? Quem representa verdadeiramente quem? E quem beneficia da visibilidade?
Para uma inventariação correta e transparência de utilização dos dinheiros públicos entregues a este tipo de associações no mínimo isso deveria obrigá-las TODAS ao registo de todas as operações tal como qualquer empresa deste país está obrigada.
Afinal, estamos perante movimentos espontâneos de cidadãos ou perante uma indústria organizada do protesto?
O direito de manifestação não está em causa. O que está em causa é o direito dos cidadãos a conhecer os interesses, os financiamentos e as estruturas que se apresentam como representantes da sociedade civil.
A defesa de uma causa não torna automaticamente desinteressados todos aqueles que a promovem.

Não tenho dúvidas de que muitas destas organizações se alimentam do caos que geram, a minha dúvida é até quando vamos deixar?

Só para terem a noção da teia:
Um exemplo das organizações apoiantes que subscreveram manifestações do “Não dá mais para Viver Assim” em Aveiro:
Renovar a Mouraria?
Casa do Brasil de Lisboa?
ILGA?

Abaixo a lista completa dos subscritores de Aveiro:
Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Solidariedade e Segurança Social | Rebenta | Casa do Brasil de Lisboa | Movimento Dignidade Académica | SaMaNe – Associação Saúde das Mães Negras e Racializadas em Portugal | Qravo | 1.º Esquerdo – direito à habitação digna | SOS RACISMO | Plataforma Já Marchavas | Inércia do Tempo – Associação LGBTQIA+ | HuBB – Humans Before Borders | Humanamente – Movimento Pela Defesa dos Direitos Humanos | CHUMBADO.PT | Lisboa Invisível | HabiRizoma | Solidariedade Imigrante – Associação para a defesa dos direitos dos imigrantes | Movimento Porta Adentro | FEM – Feministas em Movimento | Associação Renovar a Mouraria | Associação Farol Andante | SintraFriendly – Colectivo Juvenil LGBTIQA+ de Sintra e Apoiantes | ILGA Portugal | UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta | Wiki Editoras Lx | Coletivo Afreketê | Deslarrrguem a Arrábida | c.s.a. a gralha | A Coletiva | Casulo | Climáximo | Lusitano da Penha de França | Chão das Lutas Porto | Plataforma Geni | Tirem as mãos do Litoral Alentejano | Grupo Teatro Oprimido – Lisboa | Mouvement Voix Humaines | Marcha LGBTQIAPN+ em Aveiro
 
...
andam os mentecaptos há meses preocupados com a "extrema-direita" enquanto a esquerda vai espalhando caos, destruição e violência pela Europa.

Havia de ser lindo de se ver nas televisões se uma manifestação do tal grupo 1143 ou de apoiantes do Chega partissem montras e pilhagens às lojas.

A comunicação social não dormia a pedir justiça e intervenção das forças de segurança.
 
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