lá vêm os tipos com as despesas administrativas, a ver se esfolam mais um pouco... recuso-me a comprar carros nesses moldes. querem vender, digam o preço final e já está. é da forma que a cada 3 pagam mais um salário (ou a marca ganha, conforme o ponto de vista).
eu tive esse motor com caixa automática, mas na versão de 160cv, durante 8 meses. vendi-o porque me consumia 9.1, 9.3, por aí, em circuito semi-urbano. não ganhava para a gasolina e foi logo antes de os combustíveis começarem a subir. 20€ davam para 100kms. ou seja, torrava 200€ mensais em gasolina se só tivesse aquele carro e a fazer relativamente poucos kms. em via rápida e AE fiz 6.8, 6.5, 6.4, que foi o mais baixo que consegui. eu andava em modo manual e muitas vezes em ponto morto, a minha esposa em automático. não achei o motor particularmente interessante. parado e acelerando até respondia, depois se ias com ele a rolar não se notava muito, era mais de embalo.
dizem que os de caixa manual de 140cv consomem quase 2lts a menos.
de híbrido não deve ter nada, deve ser daqueles que tem 1kw de bateria. só mesmo para ajudar ao arranque e pouco mais. deve durar para 1,5 ou 2kms de cada vez.
o meu motor supostamente daria chatices por causa do líquido da refrigeração. eu andava em cima daquilo, mas acabei por não mudar, pois os trajetos eram maioritariamente curtos e tive-o praticamente só no inverno e primavera. no verão não fui de férias com ele, pelo que me decidi não o mudar. pelos vistos o copo da refrigeração - não sei o nome concreto - rachava de repente, ia para o motor e encontrei vários casos, aqui e lá fora, de pessoal que pagava 10, 11, 12 mil euros de conserto. um deles inclusive após ter feito a revisão na marca umas semanas antes. só descobri(mos) essa situação umas duas semanas depois de o comprar. alguém denunciou esse problema aqui no fórum, comecei a investigar e acabei por desenrolar um novelo que ninguém sabia que existia.
já agora, o meu era um QQ de 2020, de final da geração anterior, mas os problemas continuaram na nova geração. descobri casos de 2021 e 2023. geralmente por volta precisamente dos 50 a 60 mil.