Tópico do crime

Isto é para os apanhados :sh)

“Os meus filhos foram feitos reféns, dentro da própria casa, por um indiano, que tentou violar uma miúda de 16 anos, numa escola da cidade de Leiria”, relatou Viviana Pessoa. “Mesmo assim, foi solto e, hoje, invadiu a minha casa, que é supersegura, e fez reféns os meus filhos e um amiguinho deles”, comentou.



Receosa de que o homem volte a ser colocado em liberdade, Viviana Pessoa questiona se é preciso que morra uma criança para que seja preso. Fonte da PSP confirmou ao JN que a pessoa em causa entrou na Escola Secundária Domingos Sequeira, na sexta-feira passada, e manifestou vontade de ter relações sexuais com a uma jovem de 16 anos, que se refugiou numa casa de banho, e pediu socorro.

Ouvido em tribunal, o indivíduo, caracterizado pela mesma fonte como “agressivo” e “perturbador da comunidade indiana” da Marinha Grande, onde vive, numa casa abandonada, foi libertado. “Andou a deambular pela cidade, sempre numa postura de grande instabilidade psicológico”, revelou. “Abriu portas, tentava entrar nos autocarros e mexeu nos extintores", exemplificou. Foi ainda filmado a atravessar uma ponte, no Parque do Avião, em cima do corrimão.
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Depois que não se admirem que um pai se passe literalmente da cabeça e meta dois balázios num indíviduo desses.

Há que adaptar a legislação o mais rápido possivel a esse tipo de casos.

Deportação imediata de sujeitos desse tipo,mas antes que passem ao posto para "amaciar" o pêlo,infelizmente só conhecem um tipo de linguagem.
 
Depois que não se admirem que um pai se passe literalmente da cabeça e meta dois balázios num indíviduo desses.

Há que adaptar a legislação o mais rápido possivel a esse tipo de casos.

Deportação imediata de sujeitos desse tipo,mas antes que passem ao posto para "amaciar" o pêlo,infelizmente só conhecem um tipo de linguagem.

Epá, isto não são os USA. A probabilidade de levar um balázio é pequena. Além de que o pai ia logo preso ao contrário do meliante, que está farto de fazer porcaria e vem sempre cá para fora.

E sim a legislação até pode ter de ser adaptada, mas o principal problema é sempre a inércia, a burocracia e a falta de meios.
 
Epá, isto não são os USA. A probabilidade de levar um balázio é pequena. Além de que o pai ia logo preso ao contrário do meliante, que está farto de fazer porcaria e vem sempre cá para fora.

E sim a legislação até pode ter de ser adaptada, mas o principal problema é sempre a inércia, a burocracia e a falta de meios.

Pois, tanto ou mais importante que adaptar a legislação, é haver meios e vontade para aplicá-la.
 
Dos assuntos mais falados aqui do forum, diria que a violência doméstica e respectivas vitimas mortais é algo que em pleno séc XXI não deixa de impressionar. E a violencia doméstica não se fica pelo marido malhar na mulher mas tambem violência contra idosos ( alta cobardia ) , crianças etc, quantas e quantas infâncias destruidas com isto..

E também a parte da violência juvenil / gangs juvenis, em crescimento e que merece uma boa dose de atenção.

Quanto aos crimes de imigrantes ainda há mta poeira no ar, talvez o rasi ajude a perceber melhor e saber onde atacar pa resolver o problema, mas estes ainda se podem expulsar ( nos casos que tais ) agora crimes de nativos é um problema que tem complexidade extra.
 
Se deixam de preencher esses dados nas participações, como é que o RASI faz essa estatística?

É uma questão bastante pertinente e que poderá levar a distorção dos números, tal como a cada vez mais comum não participação de crimes (leva a um abaixamento da criminalidade).

Mas o assunto é complexo.
  • O descrédito na justiça é cada vez maior o que leva a que muitos nem se queiram dar ao trabalho de fazer participações pois não acreditam que daí saia resultado.
  • O medo de represálias prevalece, muito comum quando se fala em crimes cometidos por ciganos, gangues e outros que andam em matilha.
  • Começa a haver casos de justiça popular
Isto mais tarde ou mais cedo vai dar asneira pois justiça popular levará a linchamentos públicos.... até um dia em que o linchado é um triste inocente que num dia de azar estava no local errado à hora errada.

Aconteceu há uns anos em Ovar, em que perto de um acampamento cigano uma ciganita foi atropelada, quem atropelou fugiu com medo (foi directo entregar-se na GNR mais próxima) mas a desgraçada da testemunha que viu e parou para prestar socorro à garota viu a vida dela a andar para trás pois o pessoal do acampamento assumiu, erradamente, que era ela quem tinha atropelado a criança.
 

Posso estar muito enganado, mas não queria estar na pele desses elementos da AT. Dada a organização que os subornou, acredito que seja uma daqueles exemplos tipo narcos.. chumbo ou prata, sem hipóteses de um não, após o primeiro pagamento então têm o destina traçado, e não me choca que exista "queima de arquivo" por parte dessas organizações.
 
Dos assuntos mais falados aqui do forum, diria que a violência doméstica e respectivas vitimas mortais é algo que em pleno séc XXI não deixa de impressionar. E a violencia doméstica não se fica pelo marido malhar na mulher mas tambem violência contra idosos ( alta cobardia ) , crianças etc, quantas e quantas infâncias destruidas com isto..

E também a parte da violência juvenil / gangs juvenis, em crescimento e que merece uma boa dose de atenção.

Quanto aos crimes de imigrantes ainda há mta poeira no ar, talvez o rasi ajude a perceber melhor e saber onde atacar pa resolver o problema, mas estes ainda se podem expulsar ( nos casos que tais ) agora crimes de nativos é um problema que tem complexidade extra.

Não te passa pela cabeça (ou então desvalorizam e normalizam) a violência domestica e abusos sexuais no mesmo contexto.
se, como alguns dizem, eu relamente fosse 100% pro-acrivo nas publicações desses crimes entupia o tópico.
Temos 6 ou mais homicidios neste ano devido a crimes violencia domestica e ainda nem 2 meses passaram......mas eu sou o maluquinho que branqueia retóricas propagandistas.
Desafio algum user a me dizer qual o crime que nestes 2 meses ceifou mais vidas especialmente de mulheres e crianças que nada tiveram a ver com comportamentos de risco estilo tráfico ou roubo.
 
Não te passa pela cabeça (ou então desvalorizam e normalizam) a violência domestica e abusos sexuais no mesmo contexto.
se, como alguns dizem, eu relamente fosse 100% pro-acrivo nas publicações desses crimes entupia o tópico.
Temos 6 ou mais homicidios neste ano devido a crimes violencia domestica e ainda nem 2 meses passaram......mas eu sou o maluquinho que branqueia retóricas propagandistas.
Desafio algum user a me dizer qual o crime que nestes 2 meses ceifou mais vidas especialmente de mulheres e crianças que nada tiveram a ver com comportamentos de risco estilo tráfico ou roubo.

A violência doméstica é tradicionalmente um assunto mais abraçado pela esquerda, a extrema direita não quer ter nada a ver com esse assunto, por razões que são complexas de explanar. Bem, mas por esse motivo é que ninguém quer saber da violência doméstica aqui neste tópico e até se chateiam quando alguém vem com esse assunto interromper a narrativa vigente, que é a do chega que plantou aqui os avençados.
 
Diretor nacional da PJ é ouvido hoje no parlamento sobre criminalidade
26 fev 2025 06:40
O diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), Luís Neves, é ouvido hoje no parlamento a propósito dos dados sobre criminalidade em Portugal.
Luís Neves vai responder às perguntas dos deputados da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na sequência de um requerimento da Iniciativa Liberal, que quer "esclarecimentos sobre o real estado da criminalidade em Portugal".

Esta audição foi pedida depois de o diretor nacional da PJ ter dito, durante a conferência sobre os 160 anos do Diário de Notícias que aconteceu no passado mês de janeiro, que o sentimento de insegurança é gerado pela desinformação e que não se confirma.

Em relação às detenções, Luís Neves esclareceu que, atualmente, o crime mais comum é o de furto simples e qualificado, seguido da violência doméstica, recusando a ideia de que os estrangeiros sejam responsáveis por níveis relevantes de criminalidade.

"Em 2009 tínhamos 631 estrangeiros" num universo de 400 mil imigrantes e no ano passado, perante mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal, o "rácio de detidos é o segundo mais baixo" desde que há este tipo de contabilidade, explicou.

Olhando para os detidos em Portugal, Luís Neves salientou que, excluindo os oriundos de países europeus, africanos e latino-americanos - que estão relacionados com crimes que nada têm a ver com imigrantes -, os valores são muito baixos.

Nas prisões portuguesas há 120 pessoas de países asiáticos num universo de mais de 10 mil reclusos, explicou.

"Qualquer número de crime é um número preocupante e é um número que nos faz a todos pensar quais são os melhores modelos para mitigarmos" a criminalidade, em particular a criminalidade violenta, salientou ainda.
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