LinoMarques
Well-known member
E esse trajecto quase nem tem subidas dignas desse nome.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Velocidade constante de 140, basta nesses 40 ou 50 kms teres pendentes negativas e o sistema carrega a bateria...Então mas se fizer 40 ou 50 Kms a 140 na AE a trabalhar como um híbrido normal a bateria acaba, certo? Se for a velocidade constante sempre com carga de acelerador não há como carregar a bateria. Ou usam o motor a combustão para carregar? Dúvida genuína.
A 140 duvido muito que funcione qualquer coisa electrica num hibrido\plug in, mesmo em descidas é preciso carga no acelerador e penso que a maior parte dos hibridos o motor electrico só responde até aos 120kmh
Vou dar um exemplo concreto.
Entrada na A1 em Coimbra e saída Alenquer.
Kia Xceed Phev.
150kmh de cc.
Ficou sem bateria uma carrada de vezes, algumas subidas perdeu imensa velocidade apenas usava o motor a combustão um 1.6 sem turbo, a puxar aquele peso todo.
Claro que por momentos ia carregando o bateria com a aceleração do carro, mas sempre que era solicitado o elétrico acabava a bateria e ficava assim uns bons KM.
Sim mantém sempre umas percentagem, ou tenta pelo menos, mas isso em cidade ou nacional.
Falo deste caso concreto.
Sem dúvida...viagens grandes a 150 constantes é complicado...Mas já fiz algumas dezenas de viagens de 500/600 kms nos atmosféricos 1.8 da toyota hibrido e no 1.6 plugin da kia pelos 130 e com algumas zonas ( declives favoráveis claro para gestão da bateria ) a 150 e até a 170 ( tambem não dão mais pois o corte é imediato )...O 1.6 da kia entre os 130 e 150 em sexta vai apenas entre as 2500 e as 3000rpm...nem se ouve o motor...A minha mulher adora-o para o dia a dia e eu como estradista para as grandes viagens...super confortável e silencioso...se não fizer grandes recuperações e andar pelos 130, o normal é acabar com média 5 e qq coisa...Até que sobe alguma coisa até Fatima, mas como ainda são uns kms parece que nem se nota.
Mas esses motores atmosféricos com potencias a rondar os 100cv, como esse Kia e o 1.8 na Toyota, não são veículos para se ir pra AE andar a 150.
Velocidade constante de 140, basta nesses 40 ou 50 kms teres pendentes negativas e o sistema carrega a bateria...
Não explicando, explicaste []. Obrigado!
A 140 para carregar a bateria tem que ser uma descida com bastante inclinação, na A1 só vejo uma que possa acrescentar velocidade
Casa contrário o carro vai estar sempre em carga
A 140 para carregar a bateria tem que ser uma descida com bastante inclinação, na A1 só vejo uma que possa acrescentar velocidade
Casa contrário o carro vai estar sempre em carga
Tenho actualmente um plug in (Peugeot 3008) com cerca de 50mkm rodados. Não é um megane, mas a experiencia que tenho é que o plug in, no meu caso, é o pior dos dois mundos.
Da autonomia teoria em modo eléctrico de 54km, nunca consegui passar dos 25km. Certo que 25km são bons para dar ir deixar os miúdos à escola ou ir ao supermercado da zona.
A bateria só carrega ligada à corrente. Toda a carga que a bateria ganha durante o andamento dá para arrancar nos semáforos, desligar o motor de combustão nas descidas e pouco mais.
Em tiradas mais longas e em modo híbrido a bateria vai-se ao final de uns km.
Em termos de consumo real anda entre os 7 e o 8 l/100km com muita auto-estrada. Se usar o modo de carregar bateria com o motor do carro o consumo sobe para cerca de 10-12 L/100km.. pelo que a poupança do modo eléctrico se vai em gasolina.
A minha maior queixa do sistema é que o carro parece não saber lidar muito bem com os dois motors + caixa automática. Em condução tranquila tudo funciona bem, mas se me quiser entrar numa rotunda um pouco mais depressa... o melhor é não o fazer.
Eu consideraria os percursos que fazes, se tens acesso a um carregador em casa.. e a diferença de preço entre a versão normal e a plug in. No meu caso o 3008 híbrido começava nos 48k e a versão não híbrida menos 10k.. é muito dinheiro em gasolina principalmente quando a autonomia em modo eléctrico é baixa.

Ainda me lembro de descer Mira Aire no 1.8 da Toyota a 120 e mal se tocava no acelerador acordava logo o motor a combustão. Acho que acima dos 110 ele não fazia só em EV.
Errado...basta uma pendente ligeira a favor ou mesmo em plano em determinadas condições, que o sistema percebe o " avontade" do ICE e canaliza parte da energia para a bateria...Nos plugins que têm o menu do fluxo de energia ( creio que todos ) dá para constatar isso...Não sabem, não inventem...
Da minha parte não estou a inventar, mas há coisas que não percebo. Se o ICE não for a gastar 0,0l, tem que gastar algum fóssil para carregar as baterias, certo? Há ali um ponto em que ele acha que compensa mais ir a gastar (mero exemplo) 0,5l/100Km para carregar a bateria quando podia ir a gastar só 0,1l/100 e não carregar a bateria?
Epá, não quero mesmo começar aquelas guerrinhas que se vão vendo e que até me fazem desistir de ler alguns tópicos, mas este limiar da eficiência dos híbridos, particularmente em AE confesso que me faz alguma confusão.
Errado...basta uma pendente ligeira a favor ou mesmo em plano em determinadas condições, que o sistema percebe o " avontade" do ICE e canaliza parte da energia para a bateria...Nos plugins que têm o menu do fluxo de energia ( creio que todos ) dá para constatar isso...Não sabem, não inventem...
Esta foto tem 1 mês. Agora deve ter mais uns 1000 km.
Envolve as voltinhas do dia a dia, as idas ao escritório, a 80 km de casa, e uma ou outra deslocação em lazer.
Zero cuidado com os consumos por parte da utilizadora, que mesmo em nacional mete a potência toda no chão com frequência.
Existe margem para aumentar significativamente os km em EV, mas fruto de uma avaria da viatura, ainda não foi possível... Porque a utilizadora também não se preocupa muito com isso.