A "Praga" das Trotinetes Eléctricas

Há dias seguia descansado numa das minhas caminhadas, quando ouço um barulho de derrapagem.
Por sorte um cretino não me mandou uma castanhada em pleno passeio. Andam sem dar margem de segurança e sem noção que um peão que está de costas pode fazer mudanças bruscas de direcção (por exemplo para aceder a uma entrada dum prédio ou uma passadeira).

A malta acha que só tem direitos ... responsabilidade zero.
 

E bem.

Infelizmente as pessoas não sabem nem querem saber usar trotinetes em condições de segurança.

​​​​​​Eu ando de bicicleta e já tive inúmeros problemas com trotinetes por exsseso de velocidade ou estupidez apenas. Espero que acabem por cá também ou então que sejam regulamentadas com uma carta por ex e limite drástico de velocidade.
 
Eu ando a pé e já tive imensos problemas com carros por excesso de velocidade ou estupidez apenas... É para adotar as mesmas regras?

PS: concordo que as trotinetes são uma praga em parte, mas não sei se concordo com a proibição total.
 
O problema está nas pessoas e no sentido de impunidade. Não há fiscalização ou prevenção.
Há uns meses um imbecil atravessou a ponte 25 de Abril numa trotinete ilegal. Foi interceptado pela polícia e i que eles fizeram? Escoltaram o menino até à saída mais próxima.
No mínimo tinha ficado logo ali sem o veículo.
Resultado: Voltou a acontecer e o que não faltam é casos de trotinetes em AE e IC.
 
Eu ando a pé e já tive imensos problemas com carros por excesso de velocidade ou estupidez apenas... É para adotar as mesmas regras?

PS: concordo que as trotinetes são uma praga em parte, mas não sei se concordo com a proibição total.

A questão principal é a perturbação nos passeios mistos com trotinetes e pessoas.

Por mim podem andar na estrada e na AE.

Os meus problemas foram em ciclovias mas o culpado é a palhaçada, 3 em cima e excesso de velocidade.
 
Não houve proibição total em Paris, foram apenas as trotinetes de aluguer.
As trotinetes elétricas são realmente muito perigosas, e acho que se deveria seguir outro caminho para as regulamentar.
Eu acho que poderia ser feito algo do género, qualquer veiculo de utilização individual poderia andar nos passeios desde que não excedesse 10 kms /h, trotinetes, bicicletas, cadeiras elétricas, etc. Nas ciclovias poderiam circular trotinetes/bicicletas até um certo limite, 25Km/ h por exemplo. E nas ruas e estradas as trotinetes estariam proibidas. Acho que não faz sentido veiculos tão pequenos e sem segurança como as trotinetes andarem junto com os carros.
Ou seja, deveria haver uma distinção entre trotinetes e bicicletas, mas neste momento são equiparadas.
 
A questão principal é a perturbação nos passeios mistos com trotinetes e pessoas.

Por mim podem andar na estrada e na AE.

Os meus problemas foram em ciclovias mas o culpado é a palhaçada, 3 em cima e excesso de velocidade.
Banir dos passeios, concordo!

Banir das estradas, depende.

Em zonas de limite de 30 ou 50 não vejo porque não possam coexistir (quer dizer, vejo a falta de respeito de parte a parte).

De resto, apertar a fiscalização, mas depois temos todos a gritar"caça à multa", não vão ser só os automobilistas...
 
O problema está nas pessoas e no sentido de impunidade. Não há fiscalização ou prevenção.
Há uns meses um imbecil atravessou a ponte 25 de Abril numa trotinete ilegal. Foi interceptado pela polícia e i que eles fizeram? Escoltaram o menino até à saída mais próxima.
No mínimo tinha ficado logo ali sem o veículo.
Resultado: Voltou a acontecer e o que não faltam é casos de trotinetes em AE e IC.

Como em tudo o problema é este.
Em todo o caso este é um veículo "novo" que precisa de regras e de educação. Quando apareceram os carros também eram um problema.
Parece-me uma boa solução para as grandes cidades e para o alivio do trânsito.
 
Regras sem sanções rígidas não servem de nada.

Começaria por proibição total em passeios e ter o código da estrada e + de 16 anos.

Um dos problemas de base é não percebem o básico. Putos nem sequer sabem o significado de sentido proibido.

É uma questão de falta de educação e formação cívica acima de tudo.

Para quem anda muito de bicicleta em ciclovias estreitas existe um truques fáceis para evitar sustos qd aparece um de frente (especialmente aos pares): olhar para o lado e fingir que não estás a ver a trotinete. Parece contra intuitivo mas travam quase sempre com medo de levar com a bicicleta nas trombas.

Se olhas de frente eles percebem que estão seguros e continuam full speed e tu é que tens de travar e encostar para os meninos poderem seguir viagem.

Se estiver bem disposto, abro as pernas em cima da bicicleta travam mas ficam fddos e alguns partem para agressão verbal.
 
Acho mal banir as trotinetes, para banir-mos as trotinetes baniam-se tambem as bicicletas, que em multiplos casos tambem não respeitam as regras e andam em muitos casos a enperrar o transito.
O caso das trotinetes no caso das trotinetas pessoais o que acho que devia acontecer era os donos/condutores serem obrigados a ter um seguro obrigatório, ou uma extensão do seguro normal para este tipo de veiculos incluindo bicicletas electricas ou não.
E talvez tambem uma matricula não fosse má ideia.
Quanto a banir, não, até porque essa proibição acredito que vá acabar por ser revertida pois não foi derivada de uma votação em maioria.
 
Ontem no metro de Madrid a bateria de uma trotinete elétrica explodiu e provocou um incêndio considerável:

https://www.20minutos.es/imagenes/m...-tras-explotar-bateria-un-patinete-electrico/

https://cadenaser.com/nacional/2023...rta-la-linea-2-durante-tres-horas-cadena-ser/

Metro de Madrid estudia prohibir la entrada de patinetes eléctricos tras la explosión que cortó la línea 2 durante tres horas

​

Isso não é nada, uma bateria pequenina provoca um incendio considerável... lol, quando os BYD chineses que estão a invadir a europa começarem a revelar os mesmos problemas das baterias...
Acho que o metro vai ser o unico sitio seguro nas grandes cidades.
Há videos de várias marcas de carros electricos de topo a queimarem quarteirões inteiros, nada consegue apagar um fogo desses.
 
5. Lisboa está um caos. A gestão de Carlos Moedas é mediática e pouco mais. Anunciam-se medidas de apoio à habitação, mas a burocracia é enorme e os funcionários contradizem-se uns aos outros. As obras públicas eternizam-se. Muitas são mal feitas. A substituição das paragens da Carris derrapa no tempo e não traz vantagem aos passageiros. Pode ser herança, mas deixou-se andar. Num dos maiores eixos de Lisboa, a Avenida António Augusto Aguiar, a mexida no trânsito põe em perigo a própria vida dos automobilistas que mudam de direção.

A incompetência é tremenda. Quando houver um acidente grave, já se vê que ninguém irá preso, e devia. À frente do Hospital Santa Maria há passadeiras que estão a verde meros 20 segundos para peões, muitos deles com mobilidade reduzida e saídos de tratamentos. É maldade porque a situação já foi denunciada muitas vezes. As escadas rolantes do Metro (é verdade que são Estado central) não funcionam.

As ruas estão sujas. A câmara só pensa na receita do turismo, mas não a reverte para benefício da população. A beira-rio está pejada de barraquinhas com produtos da treta, caros, e música foleira e incómoda.

A confusão de TVDE e Tuk-Tuk é enorme. Com Lisboa assim, os grandes eventos económicos tendem a fugir. Sábias, as grandes cidades espanholas aproveitam e investem na qualidade.

O turismo não pode ser uma selva de oportunismos. A culinária portuguesa está em extinção e não há campanhas para o evitar. Sobra o bacalhau à Brás rançoso. O normal são Pizzas, Pita Shoarma, Sushi e uns ridículos pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Para comer português temos de demandar a periferia.

A EMEL é um centro de faturação. A Polícia Municipal é inútil em termos de segurança pública.

Serve para multar condutores e fiscalizar obras pequeninas. Os monos gigantes de grandes grupos crescem à vontadinha. Moedas acha que soma e segue. Pode até voltar a ganhar, mas os lisboetas estão a perder qualidade de vida. Que diferença para Santana Lopes, para falar apenas de um ex-presidente do mesmo partido.​

E o novo aeroporto?​
 
«As ruas estão sujas. A câmara só pensa na receita do turismo, mas não a reverte para benefício da população.A beira-rio está pejada de barraquinhas com produtos da treta, caros, e música foleira e incómoda»

E quando cai a noite é só ratazanas não só à beira rio mas também já vi em embarcações que não têm a protecção nos cabos
 
As novas paragens da Carris cheiram-me tanto a esturro.

Não sei o que se ganhou com elas, mas sei que alguém encheu os bolsos com as ditas.
 
É mais do que conhecido.

É o contrato de publicidade ganho pela JCDecaux que tem uma duração de 15 anos.
Aqui no Porto o tema das paragens também deu polémica.

A cidade foi dividida em vários lotes, uns ganhos pela DreamMedia e outros pela JCD.

Por aqui as paragens piores são as da DreamMedia, as outras não sendo brilhante cumprem os mínimos.

No entanto chateia-me mais o outro efeito destes contratos, que é a invasão dos passeios com mupis mal posicionados que ocupam bastante espaço e, em alguns casos, tiram visibilidade em cruzamentos e passadeiras.

Ah, e o estado em que os passeios ficam após as intervenções, quando são em paralelos é rara a vez que não fica lá uma lomba.
 
Aqui no Porto o tema das paragens também deu polémica.

A cidade foi dividida em vários lotes, uns ganhos pela DreamMedia e outros pela JCD.

Por aqui as paragens piores são as da DreamMedia, as outras não sendo brilhante cumprem os mínimos.

No entanto chateia-me mais o outro efeito destes contratos, que é a invasão dos passeios com mupis mal posicionados que ocupam bastante espaço e, em alguns casos, tiram visibilidade em cruzamentos e passadeiras.

Ah, e o estado em que os passeios ficam após as intervenções, quando são em paralelos é rara a vez que não fica lá uma lomba.

Sim em Lisboa passa.se o mesmo.

O contrato ganho implicou a colocação de centenas de novos Mupis em que muitos estão como dizes mal colocados e a ocupar imenso passeio e bloquear vistas.
 
a semana passada fui obrigado (cenas de team building) a fazer um escape room outdoor em plena baixa.
que susto, turismo pé de descalço, uma confusão tremenda, restaurantes duvidosos.
nem falo do caos de trotinetes e tuk tuks e pouca ou nenhuma polícia.

somos mesmo um destino low cost e que atraí poder de compra reduzido
 
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