Tópico das Casas

O princípio que eu defendo é que ninguém tem o direito de ter uma casa decrépita prejudicando todas as outras pessoas pois a casa está em algum local (mais ou menos povoado).

Se não quer arranjar ou não tem dinheiro deve vender.

Tudo se vende pelo preço certo.

Se aceitarmos o teu argumento estamos (ou podemos estar) reféns de pessoas que coloquem valores de venda absurdos propositadamente para não terem compradores…

Mas eu ter um casa desabitada prejudica quem?
 
Por essa ordem de ideias , então tu que moras em Carnaxide (?) se trabalhares no Marquês também estás lixado.

Claro que a ponte é caótica de carro em hora normal. Em boa verdade, todos os acessos a Lisboa centro o são.

Mas isso mitiga-se com horários mais desfasados que eu assumo (essas tais assunções que dizes) que para alguém que tenha 3M não seja um tema.

O meu admin faz um horário bem diferente do meu, por exemplo. E ambos trabalhamos juntos.

É uma questão de gosto pessoal.
A margem sul tem o ponto positivo a praia, a ponte é que não me convence, e não é só o trânsito infernal, são os acidentes a condicionar ainda mais esse trânsito
 
O princípio que eu defendo é que ninguém tem o direito de ter uma casa decrépita prejudicando todas as outras pessoas pois a casa está em algum local (mais ou menos povoado).

Se não quer arranjar ou não tem dinheiro deve vender.

Tudo se vende pelo preço certo.

Se aceitarmos o teu argumento estamos (ou podemos estar) reféns de pessoas que coloquem valores de venda absurdos propositadamente para não terem compradores…

O estado tem milhares de casas decrépitas.

E muitas casas estão devolutas porque são centro de processos que se desenrolam em tribunal por anos, mesmo décadas.

Mais uma vez o estado incompetente a exigir a máxima competência ao cidadão.

Único objectivo é sacar mais impostos. O resto é propaganda.
 
Concordo que imóveis devolutos paguem mais.

As pessoas se não têm dinheiro para os ter vendem.

Agora casas ao abandono não.

E atenção que não digo isto para favorecer os arrendamentos porque se as pessoas não quiserem arrendar não arrendam.

Já pagam o triplo do IMI e acho que chega a aumentar de valor para o quíntuplo com tempo mas depende das câmaras que tenham o trabalho de o fazer.

Pagar o AIMI nesta proposta implica declaração de devolutas pelo que o trabalho continua a ser da câmara.

O IMI normal, sem agravamento para o triplo é 0,3%-0,45% do Valor patrimonial.
O AIMI vai de 0,7%-1,5% para valores acima de 600.000€.

Pela matemática i rest my case.

Se quiserem juntar AIMI e agravamento de IMI parece inconstitucional segundo um artigo qualquer que lá vão encontrar[:D], porque estão a cobrar com a mesma justificação de devoluto, 2 impostos diferentes, sendo que um foi criado com outro propósito.
 
Última edição:
O estado tem milhares de casas decrépitas.

E muitas casas estão devolutas porque são centro de processos que se desenrolam em tribunal por anos, mesmo décadas.

Mais uma vez o estado incompetente a exigir a máxima competência ao cidadão.

Único objectivo é sacar mais impostos. O resto é propaganda.

Mas todos devem ser penalizado (o Estado também)
 
Já pagam o triplo do IMI e acho que chega a aumentar de valor para o quíntuplo com tempo mas depende das câmaras que tenham o trabalho de o fazer.

Pagar o AIMI nesta proposta implica declaração de devolutas pelo que o trabalho continua a ser da câmara.

O IMI normal, sem agravamento para o triplo é 0,3%-0,45% do Valor patrimonial.
O AIMI vai de 0,7%-1,5% para valores acima de 600.000€.

Pela matemática i rest my case.

Se quiserem juntar AIMI e agravamento de IMI parece inconstitucional segundo um artigo qualquer que lá vão encontrar[:D], porque estão a cobrar com a mesma justificação de devoluto, 2 impostos diferentes, sendo que um foi criado com outro propósito.

Aqui a questão é o abandono que determinadas propriedades estão completamente ao abandono porque os donos estão-se a cag…r para os outros, pensam que como a casa é deles podem tê-la como quiserem.

E isso não deve ser assim.

Os bens no espaço público devem ser cuidados.

A questão do IMI nem se devia aplicar, as pessoas deveriam ser obrigadas a ter os bens imóveis em condições mínimas, se assim não fosse, seriam multadas.

Aqui no Porto temos casas abandonadas na Marechal e na Avenida Montevidéu que devem ser as ruas mais caras do Porto. Isto há anos…

No meu entendimento, tal não deveria ser permitido.
 
O preço é depois de acabada ou assim por acabar? [:D]

Ficaram sem dinheiro? Estranho os candeeiros mais baratuxos do IKEA na cozinha e a piscina rasca.

O valor é com a obra dos interiores terminada ou depois o comprador é que tem que contratar o estucador? [:D]

Eu partilhei precisamente por ser um exemplo de exagero.

Claro que há mercado para tudo. Mas acho que nesta casa exageraram com o minimalismo brutalista.
Até com os aquecedores de aquecimento central, antigos, e de chão.

A piscina também vi logo.
Cheira-me que decidiram não fazer nada no exterior. E depois com o calor alguém comprou uma piscina externa para desenrascar.
 
[:D]
Multa-se a ele próprio?

A penalização não tem de passar necessariamente por multas, neste caso concreto (Estado) poderia passar por ter de fazer obras de reabilitação (ser obrigado a).

As pessoas conseguem sempre arranjar desculpas quando não querem algo mas a questão no meu entendimento vai para além disso.

Da mesma forma que não faz sentido deixar um carro abandonado na rua e por conseguinte existem mecanismos para identificar o dono e responsabilizar o mesmo.

Com as casas devia ser igual - está abandonada, identifica-se quem é o proprietário, comunica-se que a casa mesmo que não esteja habitada não pode estar ao abandono, sem portas, telhado a cair, emparedada por dentro, etc

Não cumpre, multas a doer e em última instância se não tem dinheiro para obras, deve vender.

Repara que em momento algum disse que o proprietário tem de arrendar.

A questão é outra .
 
Última edição:
A penalização não tem de passar necessariamente por multas, neste caso concreto (Estado) poderia passar por ter de fazer obras de reabilitação (ser obrigado a).

O estado não cumpre essas obrigações, veja-se a limpeza dos próprios terrenos, as acessibilidades de alguns edifícios públicos, etc.
 
Aqui a questão é o abandono que determinadas propriedades estão completamente ao abandono porque os donos estão-se a cag…r para os outros, pensam que como a casa é deles podem tê-la como quiserem.

E isso não deve ser assim.

Os bens no espaço público devem ser cuidados.

A questão do IMI nem se devia aplicar, as pessoas deveriam ser obrigadas a ter os bens imóveis em condições mínimas, se assim não fosse, seriam multadas.

Aqui no Porto temos casas abandonadas na Marechal e na Avenida Montevidéu que devem ser as ruas mais caras do Porto. Isto há anos…

No meu entendimento, tal não deveria ser permitido.

A questão é que já existe o agravamento do IMI e bem aplicado é maior que o AIMI.

Só por aí a conversa sobre a aplicação do novo imposto é posta em causa.

Podem agravar, mas para isso não é preciso usar outro imposto, nem complicar o já complicado.


Se é para ir falar à TV de justiça social por mim estão à vontade.[:D]

Nas boas avenidas normalmente são problemas mais difíceis de resolver. Existem vários em Lisboa e são contencioso.
 
A penalização não tem de passar necessariamente por multas, neste caso concreto (Estado) poderia passar por ter de fazer obras de reabilitação (ser obrigado a).

As pessoas conseguem sempre arranjar desculpas quando não querem algo mas a questão no meu entendimento vai para além disso.

Da mesma forma que não faz sentido deixar um carro abandonado na rua e por conseguinte existem mecanismos para identificar o dono e responsabilizar o mesmo.

Com as casas devia ser igual - está abandonada, identifica-se quem é o proprietário, comunica-se que a casa mesmo que não esteja habitada não pode estar ao abandono, sem portas, telhado a cair, emparedada por dentro, etc

Não cumpre, multas a doer e em última instância se não tem dinheiro para obras, deve vender.

Repara que em momento algum disse que o proprietário tem de arrendar.

A questão é outra .

A questão é que a rua não é do proprietário do carro, já a casa, em princípio, situa-se em terreno privado, onde se pressupõe que o proprietário ainda mande.
 
A penalização não tem de passar necessariamente por multas, neste caso concreto (Estado) poderia passar por ter de fazer obras de reabilitação (ser obrigado a).

As pessoas conseguem sempre arranjar desculpas quando não querem algo mas a questão no meu entendimento vai para além disso.

Da mesma forma que não faz sentido deixar um carro abandonado na rua e por conseguinte existem mecanismos para identificar o dono e responsabilizar o mesmo.

Com as casas devia ser igual - está abandonada, identifica-se quem é o proprietário, comunica-se que a casa mesmo que não esteja habitada não pode estar ao abandono, sem portas, telhado a cair, emparedada por dentro, etc

Não cumpre, multas a doer e em última instância se não tem dinheiro para obras, deve vender.

Repara que em momento algum disse que o proprietário tem de arrendar.

A questão é outra .

E quem fiscaliza se o estado faz obras? O estado.

A questão é que o estado é o elemento mais incumpridor de todos.

Tudo o resto são desculpas para as promessas não cumpridas no sector da habitação e para sacar cada vez mais impostos.
 
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