E vão 25 anos!!!!!

turboyoda eu quando me refiro a não fazer algo que não gosto, é isso mesmo: não gosto e/ou não suporto.

Por ex , ela até gostava de ir à praia , mas eu não consigo. Excepto se estiver num hotel de 1ª linha.
Posto isto, nenhum de nós vai, excepto quando ela vai com a irmã ou pais.

O mesmo acontece em vice versa.

MAS, são de facto pouquíssimas coisas em que não coincidimos digamos.
Se ela quer ouvir musica que a mim me irrita ( por ex musicas das radios da moda ) ela usa os phones [:p]

Mas coincidimos em quase tudo. E deus me livre de a " obrigar " a fazer algo que ela n quer.

Somos quase almas gémeas :)


A vida é curta demais para esforços de incompatibilidades.

Cada um com a sua hehe

O ouvir musica que o outro nao gosta de vez em quando é normal, depende, mas nenhum dos dois diz para o outro deixar de ouvir ou meter phones (a menos que esteja a ouvir outra coisa qualquer claro e aí já é mais uma questao de respeito que de nao gostar)

Deste o exemplo de ir a praia, por exemplo, eu gosto de metal e de vez em quando gosto de ir aos gigs, nem sempre ela gosta mas de uma forma ou outra quase sempre vem comigo, mesmo eu sabendo que ela na verdade nao gosta
 
Aqui foram 13 anos até chegar a minha filha (2 meses) não quisemos ter filhos logo que casamos para curtir um pouco a vida, logo a seguir com a crise nem deu para curtir a vida, nem para ter filhos, depois foi o trabalho dela e quando decidimos foram 3 anos até vir a coisa mais fofinha que eu já vi.

Cada casal tem os seus problemas, os casais que não querem ter filhos estão no direito deles, se é para terem filhos para dizerem que têm, e depois vão neglienciar, mais vale nem terem.

Acho que nao me expliquei bem.

Há o nao teres por opcao durante uns tempos ou nao teres porque achas que nao tens condicoes para tal e o nao teres por opcao para sempre.

Eu percebo os dois primeiros, os nao percebo muito bem o segundo, se nao fosse para ou com a intencao de construir familia provavelmente nunca me teria casado.

O ter filhos, quando era mais novo pensava que quanto mais tarde melhor, deixa curtir a vida, ainda somos muito novos para isso, mais uns anitos... no meu caso acabei por dar o braco a torcer e acabamos por a nossa mais velha nascer algum tempo depois de nos casarmos e uns anos mais tarde decidimos que era boa ideia ter outro/a para que a diferenca de idades nao fosse muito grande.

Hoje, olho para colegas meus, enquanto eu tenho as minhas já "independentes" sem precisar de nós e nós agora podemos curtir a vida enquanto ainda somos "novos" para tal.
 
Acho que nao me expliquei bem.

Há o nao teres por opcao durante uns tempos ou nao teres porque achas que nao tens condicoes para tal e o nao teres por opcao para sempre.

Eu percebo os dois primeiros, os nao percebo muito bem o segundo, se nao fosse para ou com a intencao de construir familia provavelmente nunca me teria casado.

O ter filhos, quando era mais novo pensava que quanto mais tarde melhor, deixa curtir a vida, ainda somos muito novos para isso, mais uns anitos... no meu caso acabei por dar o braco a torcer e acabamos por a nossa mais velha nascer algum tempo depois de nos casarmos e uns anos mais tarde decidimos que era boa ideia ter outro/a para que a diferenca de idades nao fosse muito grande.

Hoje, olho para colegas meus, enquanto eu tenho as minhas já "independentes" sem precisar de nós e nós agora podemos curtir a vida enquanto ainda somos "novos" para tal.

Isso lido assim não faz qualquer sentido. Uma pessoa casa-se ou "junta-se" porque gosta do parceiro(a), não a pensar em procriar, digo eu...
 
Já estamos juntos há 13 anos e não temos ideias de ter filhos por opção (aliás nem sequer sabemos se podemos ter ou não). Se nos vamos arrepender mais tarde? Não sei, mas depois é lidar.
Se fizesse questão de ter filhos, primeiro até tentaria uma adoção. Tantos a precisar de família, de amor... Não ia "meter um cá para fora" só para dizer que "é meu".
 
Isso lido assim não faz qualquer sentido. Uma pessoa casa-se ou "junta-se" porque gosta do parceiro(a), não a pensar em procriar, digo eu...

Posso ser eu, mas quando te casas/juntas etc é porque claro gostas dessa pessoa e pretendes não só ficar com ela e constituir família.
Um dos instintos mais básicos dos animais e claro humanos é a procriação para dar continuidade à espécie.
 
Posso ser eu, mas quando te casas/juntas etc é porque claro gostas dessa pessoa e pretendes não só ficar com ela e constituir família.
Um dos instintos mais básicos dos animais e claro humanos é a procriação para dar continuidade à espécie.
Nem por isso.
Pode ser a maioria, mas não todos.
Em pleno séc XXI já sabemos que cada casal é 1 casal.
 
Já estamos juntos há 13 anos e não temos ideias de ter filhos por opção (aliás nem sequer sabemos se podemos ter ou não). Se nos vamos arrepender mais tarde? Não sei, mas depois é lidar.
Se fizesse questão de ter filhos, primeiro até tentaria uma adoção. Tantos a precisar de família, de amor... Não ia "meter um cá para fora" só para dizer que "é meu".

Se não existe o apelo não vale a pena forçar.
E aquela ideia de ter filhos para quando for velhinho ter alguém que possa cuidar ou acudir a nós é ideia do passado.
Por isso, é curtir a vida e ver se o apelo não surge entretanto.
Algo que pode ser feito proativamente é a preservação de óvulos em idade mais jovem, só porque se o apelo surgir os óvulos mais envelhecidos diminuem a probabilidade de uma gravidez bem sucedida, há por aí indicadores de taxas de sucesso e que a partir dos 35 anos a percentagem cai a pique.
Mas isso para mim é um bocado de bullshit ou então fui afortunado porque a minha mãe teve-me aos 44 anos e sou um gajo perfeitamente normal, tirando as pancas do costume e o habitual feitio de m*rda dos filhos únicos...
 
Já estamos juntos há 13 anos e não temos ideias de ter filhos por opção (aliás nem sequer sabemos se podemos ter ou não). Se nos vamos arrepender mais tarde? Não sei, mas depois é lidar.
Se fizesse questão de ter filhos, primeiro até tentaria uma adoção. Tantos a precisar de família, de amor... Não ia "meter um cá para fora" só para dizer que "é meu".

Opinião meramente pessoal, do teu comentário
Estás no teu direito de pensar assim e se os dois se sentem bem assim, melhor.
Mas ter um filho nosso, é algo que não se é capaz de descrever.
Quando se fala em ter filhos não é a mesma coisa que ter um cão, ou um gato, ou adotar um animal de estimação. É alguém que vamos criar, a quem vamos transmitir os nossos princípios, com quem vamos sofrer e amar.

Essa analogia do vou adotar um só para não meter um cá para fora e dizer que é meu, faz lembrar aqueles que dizem que é melhor adotar um cão do canil a ir buscar um ao criador.

Tenho cães, já pensei, também um pouco assim, de comparar a ter um cão a um filho, e digo que não tem nada a ver. A responsabilidade de um filho é imensa!
Com isto não crítico, quem adote, acho uma atitude de elogiar e de uma abnegação imensa. E que haja muitas pessoas dispostas a adotar. Conheço um casal amigo, que adotou recentemente uma criança com 10 anos, por eles não poderem ter filhos, inclusive fizeram imensos tratamentos, que puderam a vida da rapariga em risco, e a última solução foi a adoção.
Mas na possibilidade de poder ter um filho, passar pela experiência da gravidez, do parto (por muito traumático que possa ser) e de cair a ficha quando te passam o teu filho para os braços, é uma experiência única!

Agora concordo, se for para ter só por ter, para dizer que tem uma família enorme, e depois tem que entregar aos avós para criar porque não tem tempo para eles, então mais vale não ter. Ou se for alguém que quer continuar a ter a vida e a liberdade que tinha, então mais vale não ter
 
Se não existe o apelo não vale a pena forçar.
E aquela ideia de ter filhos para quando for velhinho ter alguém que possa cuidar ou acudir a nós é ideia do passado.
Por isso, é curtir a vida e ver se o apelo não surge entretanto.
Algo que pode ser feito proativamente é a preservação de óvulos em idade mais jovem, só porque se o apelo surgir os óvulos mais envelhecidos diminuem a probabilidade de uma gravidez bem sucedida, há por aí indicadores de taxas de sucesso e que a partir dos 35 anos a percentagem cai a pique.
Mas isso para mim é um bocado de bullshit ou então fui afortunado porque a minha mãe teve-me aos 44 anos e sou um gajo perfeitamente normal, tirando as pancas do costume e o habitual feitio de m*rda dos filhos únicos...
Pegando nessa tua frase do " ter filhos para quando for velhinho "...

É curioso que já alguns pseudo doutrinadores me disseram " ah, convem teres putos, se não, quem trata de ti quando fores velho, ou quem contribuiu para as reformas/pensões do futuro " ?

Eu fico sempre parvo....então mas a ideia é ter filhos por vocação, ou ter filhos para os nossos interesses pessoais/económicos?

Ele há coisas...

E quando tentam doutrinar com " garantir a continuação da espécie ".....lol...
 
Já estamos juntos há 13 anos e não temos ideias de ter filhos por opção (aliás nem sequer sabemos se podemos ter ou não). Se nos vamos arrepender mais tarde? Não sei, mas depois é lidar.
Se fizesse questão de ter filhos, primeiro até tentaria uma adoção. Tantos a precisar de família, de amor... Não ia "meter um cá para fora" só para dizer que "é meu".

Só agora reparei no teu comentário, ter um filho teu é algo completamente diferente de teres um filho adoptado, por mais que olhes para o teu filho adotado como teu filho e que lhe des amor, nunca é a mesma coisa por varias razoes entre as quais o @pitboxer referiu.
 
Pegando nessa tua frase do " ter filhos para quando for velhinho "...

É curioso que já alguns pseudo doutrinadores me disseram " ah, convem teres putos, se não, quem trata de ti quando fores velho, ou quem contribuiu para as reformas/pensões do futuro " ?

Eu fico sempre parvo....então mas a ideia é ter filhos por vocação, ou ter filhos para os nossos interesses pessoais/económicos?

Ele há coisas...

E quando tentam doutrinar com " garantir a continuação da espécie ".....lol...

Também considero esses argumentos estupidos, do ponto de vista de ser a principal razao para teres filhos claro.

A principal razao para mim é a continuidade da familia e claro o teres algo que é "teu" (nao no sentido de propriedade), mas convenhamos que os argumentos que referes tem sempre um pingo de verdade e falando por mim.

Já nao sou o que considero propriemente novo, já cercamente vivi mais de metade do tempo de vida que vou ter e as minhas filhas acabam por de uma forma ser a projeccao daquilo que eu gostaria de um dia ter sido, claro que elas tem o direito de escolher o seu rumo e sempre fiz questao que assim fosse, mas... estás a ver aquele momento que tu olhas para elas e percebes que há ali um bocadinho de ti?

O ter alguém para cuidar de ti quando fores velho, nao é algo que eu pense, nao as criei a pensar que um dia me vao ajudar caso eu precise, mas, seria sempre uma mais valia e especialmente para pessoas que um dia tenham muitas limitacoes devido a eventuais doencas é a diferenca entre serem tratadas por terceiros ou pelos próprios filhos, muitas vezes mesmo que nao sejam os filhos a cuidar de nós, é sempre diferente que a qualquer momento possas ter alguém que faz parte de ti para conversar.

Vejo isso um pouco nos meus pais, tanto eu como o meu irmao estamos emigrados, de uma forma ou de outra acabamos por fazer o mesmo que eles um dia fizeram e talvez pelas mesmas razoes, sendo a principal, dar a possibilidade de nós termos uma melhor qualidade de vida e eventualmente nao termos nós que emigrar...mas... independentemente do resto acabamos por o fazer por diversas razoes.

Eles hoje, já reformados de longa data, passam os dias deles a viajar, ora vem para minha casa, ora vao para casa do meu irmao, parece que nao, mas isso da-lhes vida.
Na altura do natal, organizam sempre tudo para juntar a familia toda, coisa que se nao tivessem filhos, muito provavelmente nao iriam fazer.

Quem vai pagar as reformas do futuro, é egoista claro, mas é verdade... apesar de termos muita populacao no mundo, temos em alguns países um saldo negativo e se queremos assegurar alguma qualidade de vida no nosso futuro, devemos de ter filhos.
 
Também considero esses argumentos estupidos, do ponto de vista de ser a principal razao para teres filhos claro.

A principal razao para mim é a continuidade da familia e claro o teres algo que é "teu" (nao no sentido de propriedade), mas convenhamos que os argumentos que referes tem sempre um pingo de verdade e falando por mim.

Já nao sou o que considero propriemente novo, já cercamente vivi mais de metade do tempo de vida que vou ter e as minhas filhas acabam por de uma forma ser a projeccao daquilo que eu gostaria de um dia ter sido, claro que elas tem o direito de escolher o seu rumo e sempre fiz questao que assim fosse, mas... estás a ver aquele momento que tu olhas para elas e percebes que há ali um bocadinho de ti?

O ter alguém para cuidar de ti quando fores velho, nao é algo que eu pense, nao as criei a pensar que um dia me vao ajudar caso eu precise, mas, seria sempre uma mais valia e especialmente para pessoas que um dia tenham muitas limitacoes devido a eventuais doencas é a diferenca entre serem tratadas por terceiros ou pelos próprios filhos, muitas vezes mesmo que nao sejam os filhos a cuidar de nós, é sempre diferente que a qualquer momento possas ter alguém que faz parte de ti para conversar.

Vejo isso um pouco nos meus pais, tanto eu como o meu irmao estamos emigrados, de uma forma ou de outra acabamos por fazer o mesmo que eles um dia fizeram e talvez pelas mesmas razoes, sendo a principal, dar a possibilidade de nós termos uma melhor qualidade de vida e eventualmente nao termos nós que emigrar...mas... independentemente do resto acabamos por o fazer por diversas razoes.

Eles hoje, já reformados de longa data, passam os dias deles a viajar, ora vem para minha casa, ora vao para casa do meu irmao, parece que nao, mas isso da-lhes vida.
Na altura do natal, organizam sempre tudo para juntar a familia toda, coisa que se nao tivessem filhos, muito provavelmente nao iriam fazer.

Quem vai pagar as reformas do futuro, é egoista claro, mas é verdade... apesar de termos muita populacao no mundo, temos em alguns países um saldo negativo e se queremos assegurar alguma qualidade de vida no nosso futuro, devemos de ter filhos.
Sim.
É que dá-me ideia que para alguns, os filhos são um PPR ou assim, como há 50 ou 100 anos eram indispensáveis para as receitas da casa.

Mas é a tal coisa, se eu tiver somente a pensar no meu bem estar futuro....é má política.

O que eventualmente me assusta, é chegar já muito velhinho e nao ter mais familia e viver sozinho....mas enfim, é o que é.
 
29/11/1997 - 29/11/2006

noivCatAliancas.jpg


:)

Acham que atualize o título para 25 anos?
 
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