Tópico da Agricultura

Em relação ao que o BJ40 disse, tem alguma razão. No entanto, depende um pouco do que. estejamos a falar em concreto, ou seja, existem algumas culturas, que ou tem uma área consideravel, ou não vale a pena produzir(quer seja pela quantidade, quer seja pela maquinaria, quer seja pela quantidade produzida).

Pegando no que disse o tiagooliveira20, tenho duvidas que uma área de 3000m2 de alfaces, lhe permita tais rentabilidades. Existem muitos "novos" agricultores, a apostar em alfaces, o que obviamente leva uma diminuiçao de preços.


Mudando ligeiramente de assunto, pergunto se alguem está a candidatar-se ao GAL que abriu durante 15 dias, só para clientes selecionados[:D]

A minha candidatura esta a ser elaborada, e irá ser o 10º projeto este ano. No ano que vem, repito as doses.[:D]

Eu referi que os preços eram imaginativos, e quando falo de preços falo também da margem de lucro. Foi apenas para demonstrar a diferença entre plantar em pequena quantidade e grande quantidade. Ou estás a falar em rentabilidade quanto ao facto de produzir as 50mil por mês nesse espaço?

Esquece isto [;)]

Porquê?
 
Bem isto do Proder está-me a deixar de cabelos no ar!! Impressionante a demora e tudo me atrasa o processo.

Ora a evolução da minha candidatura nos últimos tempos tem sido assim:
Dia 11/7 - Começam a analisar os meus documentos, recebo um email a pedir umas fotos que são enviadas logo no dia seguinte.
Dia 12/7 - Eng. que me está a analisar os documentos entra de férias...
Dia 13/8 - Novo telefonema de quem me está a analisar a candidatura, esclarecer algumas pequenas dúvidas e nessas dúvidas disse que tinha uma imagem exemplificativa de uma das dúvidas, pediu-me para a enviar, enviei no dia seguinte.
Dia 14/8 - Documentos todos validados. Quando penso que aqui vai ser mais 2 ou 3 dias como aconteceu na candidatura do meu irmão, vejo que algo está a sair ao contrário com o estado que aparece na "Situação" no balcão do Proder (que significa a situação em que a candidatura se encontra). Em vez de avançar para o processo seguinte parece que volta para trás e volta a aparecer "Situação: Pedido de apoio em análise". Ora isto era o que aparecia antes de começarem a validação dos documentos, e depois disso no caso do meu irmão nunca mais apareceu, já a mim voltou no dia 14 e mantêm-se até hoje sem evolução..

Impressionante, à 8 meses que espero pelo resultado da candidatura..
 
E agricultura em armazens com humidade, solo e luz controlada? Ninguem?

Ouvi dizer há uns tempos que a Philips criou um LED que consegue ainda emitir maior radiação na luz "branca", sendo que se aproxima mais da luz natural. Pelo custo de energia, isto pode muito bem revolucionar este tipo de agricultura
 
E agricultura em armazens com humidade, solo e luz controlada? Ninguem?

Ouvi dizer há uns tempos que a Philips criou um LED que consegue ainda emitir maior radiação na luz "branca", sendo que se aproxima mais da luz natural. Pelo custo de energia, isto pode muito bem revolucionar este tipo de agricultura

O que produzem nesses armazéns, que seja legal?
 
Pelo que pude perceber há por aqui muita gente com projetos aprovados, em contratação ou em análise ao abrigo das diversas medidas do Proder.

Queria alertar todos, para evitar situações desagradáveis no futuro, para o cumprimento dos planos empresariais apresentados (nos casos aplicáveis obviamente). Muitas vezes sobrevalorizam-se proveitos e subvalorizam-se custos de modo a aumentar a viabilidade dos projetos, no entanto, pelo que está previsto, os projetos que não cumpram o plano empresarial em pelo menos 75% vão entrar em incumprimento!

Pode implicar devolução de incentivos! Nomeadamente prémios de instalação....
 
Pelo que pude perceber há por aqui muita gente com projetos aprovados, em contratação ou em análise ao abrigo das diversas medidas do Proder.

Queria alertar todos, para evitar situações desagradáveis no futuro, para o cumprimento dos planos empresariais apresentados (nos casos aplicáveis obviamente). Muitas vezes sobrevalorizam-se proveitos e subvalorizam-se custos de modo a aumentar a viabilidade dos projetos, no entanto, pelo que está previsto, os projetos que não cumpram o plano empresarial em pelo menos 75% vão entrar em incumprimento!

Pode implicar devolução de incentivos! Nomeadamente prémios de instalação....

O que se os custos daquilo que vamos investir forem menos de 75% tem que se devolver dinheiro? Lol, quer dizer, as pessoas tentam poupar dinheiro ao estado e caso o façam são prejudicadas ainda!! É bem.. É por isso que este país cada vez me desilude mais..
 
O que se os custos daquilo que vamos investir forem menos de 75% tem que se devolver dinheiro? Lol, quer dizer, as pessoas tentam poupar dinheiro ao estado e caso o façam são prejudicadas ainda!! É bem.. É por isso que este país cada vez me desilude mais..


Não tem a ver com os valores dos investimentos realizados, tem a ver com as vendas efectuadas dos produtos produzidos.
Os valores previsionais considerados na elaboração do projeto para o cálculo do VAL e da TIR é que tem de corresponder com a realidade (em 75% pelo menos!).
 
Mas é um dos mercados com mais potencial de crescimento, actualmente a minha actividade agricola resume-se á minha hortinha (+- meio hectare) e á criação de algumas cabeças de gado, mas qualquer dia destes terei que aumentar a horta pois todo o excedente que produzo é imediatamente absorvido pela vizinhança e pessoas amigas que (palavras deles) têm muito mais confiança em comprar as coisas a mim do que num supermercado.

então do que estas a espera ? expande-te avante com isso , senão és ultrapassado
 
Boas.. Estive a ler na diagonal este tópico e creio que não encontrei a informação que pretendia. Alguém aqui é agricultor vertente exploração de vacas leiteiras? Se possível que me enviem pm ou então poderei explicar todo o meu projeto/ideias que tenho para que talvez me sejam desfeitas as duvidas. Obrigado
 
Cuidado com o sector do leite, por ser considerado intensivo vai levar com uma porrada de normas (ainda mais do que as existentes) no novo quadro comunitário. Não estou no sector do leite, mas tenho conhecidos que estavam no das vacas leiteiras e simplesmente fecharam a porta.
 
Parece-me relevante:

Portugal tem 4,438 mil milhões para reduzir défice agro-alimentar
Nova PAC, que deve ser aprovada este mês no Parlamento Europeu, reserva 30% das ajudas para a agricultura verde

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O próximo envelope financeiro da UE à agricultura portuguesa, de 4,438 mil milhões de euros, terá como principal objectivo a redução da dependência agro--alimentar do país face ao exterior, com alterações de fundo relativamente ao quadro comunitário em vigor: redução de pelo menos 5% do montante anual que exceda os 150 mil euros pagos a cada agricultor, constituição de uma reserva
de crise no caso de perturbação dos mercados, perda de confiança dos consumidores e problemas específicos e ainda um reforço substancial do financiamento das políticas agrícolas verdes, que terão um apoio suplementar de 30% no primeiro e segundo pilares (ajudas directas à produção e investimento).
Haverá também dois novos instrumentos, um de gestão de risco e um outro de estabilização do rendimento do agricultor. Estas foram algumas das linhas orientadoras divulgadas ontem no seminário "O sector do tomate de indústria no novo rumo de Portugal", e que irão nortear as ajudas comunitárias à agricultura nacional entre 2014 e 2020.
O eurodeputado do Partido Socialista Capoulas Santos, relator de dois dos principais documentos que deverão ser aprovados no final deste mês em Estrasburgo pelo Parlamento Europeu, referiu a complexidade das negociações, que demoraram dois anos, lembrando que o documento final, de 1300 páginas, tem ainda de passar pelo crivo da maioria dos 766 deputados europeus para entrar em vigor. "O que ainda não está totalmente garantido", disse. "Em cada um dos grandes grupos há uma franja de descontentes que se juntarão a outros partidos que estão contra a PAC, como o Bloco de Esquerda, que nunca participou nas reuniões negociais e vai agora apresentar uma série de propostas contra."
Capoulas Santos explicou que os países nórdicos e a Grã-Bretanha em particular foram desde 2011 os principais opositores à reforma da PAC por considerarem que poderiam apoiar mais os seus agricultores se não tivessem de contribuir para o envelope comunitário. E que só foi possível concluir as negociações e manter as ajudas à agricultura para além de 2020 através de um reforço substancial do peso da vertente ecológica e da protecção ao ambiente, que se vai traduzir em 30% do orçamento global.
Augusto Mateus, que também interveio no seminário, defendeu que a parceria transatlântica que está a ser negociada entre a UE e os Estados Unidos, embora se possa traduzir em ganhos para a agricultura nacional e para a indústria do tomate em particular, é menos importante que a resolução de alguns problemas que subsistem em Portugal ao nível da organização e da modernização.
A ministra da Agricultura, que fechou o seminário, qualificou o sector do tomate para a indústria como uma estrela no agro-alimentar português, não só pela sua enorme capacidade de exportação mas também pelo profissionalismo e pela inovação, que se têm reflectido em fortes ganhos de competitividade a nível internacional. Relativamente às negociações da PAC, Assunção Cristas disse que o cenário no primeiro pilar passou de uma proposta inicial da Comissão de 88% de redução nos apoios directos a esta indústria para uma potencial redução de 39%. No entanto, adiantou que, ao nível do rendimento, as perdas deverão rondar os 9% relativamente ao documento inicial da Comissão.
No segundo pilar, o do desenvolvimento rural, Cristas anunciou que há boas notícias porque existem apoios para o reforço da organização dos produtores e inovação e afirmou estar disponível para apoiar a criação de um centro de competências no domínio do tomate em Portugal, que permita responder cada vez mais eficazmente a necessidades como um melhor uso da água e da energia.
A ministra quer também que se estabeleça para o futuro uma segurança reforçada em matéria de seguros, para que a produção não possa ser afectada em situações de crise.

Portugal tem 4,438 mil milhões para reduzir défice agro-alimentar | iOnline




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Existem alguns apoios para agricultores em partime?

esse quadro parece-me apenas para quem se vá dedicar a agricultura a tempo inteiro. No meu caso tenho terrenos que estava a pensar em rentabilizar, mas sem muito trabalho. Estava a pensar em plantar árvores, mas nem sei quais as mais adequadas. Basicamente preciso de orientação em escolhas e possíveis apoios. Alguém sabe onde poderei obter?
 
Concursos para apoios ao investimento na agricultura arrancam este sábado

As candidaturas às primeiras medidas do programa de apoio comunitário à agricultura podem começar a ser apresentadas a partir deste sábado, 15 de Novembro. A sete anos, é uma verba de 1.080 milhões de euros. A próxima acção será para os jovens.
"Abrem hoje as primeiras medidas de Desenvolvimento Rural, com dinheiro novo", resume o secretário de Estado da Agricultura, Diogo Albuquerque. O que está a partir deste sábado, 15 de Novembro, em vigor, são as primeiras medidas do que será o próximo Programa de Desenvolvimento Rural para o período de 2014-2020, no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC)....

Concursos para apoios ao investimento na agricultura arrancam este sábado - Agricultura - Jornal de Negócios
 
Agricultura usa apoio de 500 milhões para reforçar recursos humanos

irecções-gerais da Agricultura terão, temporariamente, mais 159 técnicos para reforçar equipas a fim de escoar o fluxo de candidaturas ao quadro comunitário de apoio recebido no regime de transição.
O Ministério da Agricultura vai utilizar parte do montante de 500 milhões de euros de Bruxelas que Portugal tem direito a usar sem co-financiamento para reforçar os recursos humanos que considera necessários para a fase de arranque do próximo Plano de Desenvolvimento Rural (PDR), que vigorará entre 2014 e 2020, avança Diogo Albuquerque.

"O que vamos fazer também é aproveitar os 500 milhões de euros sem co-financimento nacional" para fazer "um reforço dos recursos humanos, de uma forma temporária, para ajudar as direcções regionais [da Agricultura] a analisar" o fluxo de candidaturas do regime de transição e ao próximo quadro de apoio.

A tutela tem, actualmente, 10 mil candidaturas em mãos (dos quais 3.500 já decididas) aos programas de apoio à agricultura - anterior (ProDer) e ao regime de transição. E a partir deste sábado, dia 15 de Novembro, abrem os concurso as duas primeiras medidas de apoio ao investimento do PDR 2020.

"A meta", estabelece Diogo Albuquerque, "é para no segundo trimestre do ano que vem termos tudo regulado". "Espero que, com isso, no segundo trimestre do ano que vem, estejamos a receber candidaturas à mesma velocidade que estamos a analisar, e estaremos a pagar estas medidas de investimento à mesma velocidade que os agricultores apresentam facturas".

O reforço consiste, segundo o governante, "até ao Natal" deste ano em "39 pessoas". "No ano que vem, será um número entre 90 e 120" de colaboradores. "É um reforço grande, o que deixará os agricultores descansados", espera o titular da Agricultura.

Portugal obteve de Bruxelas, recorde-se, uma verba adicional ao PDR (que no total ascende a 4.050 milhões de euros entre 2014 e 2020). O montante extra de 500 milhões de euros para a agricultura não exige co-financiamento do Orçamento do Estado, pelo facto de no País vigorar o Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF).

Agricultura usa apoio de 500 milhões para reforçar recursos humanos - Agricultura - Jornal de Negócios
 
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