Saúde / reclamação - help

Não sei se neste caso se aplica. Trata-se duma questão relacionada com o funcionamento do centro de saúde que está sobre a tutela da ARS local ( ou equivalente).
Penso que a ERS não entra aqui mas vou tentar saber. Agora tb fiquei na dúvida.
O Site Da ERS é omisso em relação a reclamações...

Segundo pude perceber, pois esta é a minha área profissional, a ERS é responsável por todo o tipo de unidades de saúde (naquilo que ao cumprimento de regras e normas diz respeito), desde hospitais a centros de saúde, passando por todas as unidades de saúde privadas. A ARS tem a tutela, isto é, é responsável administrativa das unidades, uma espécie de gerente e, como gerente, não pode ser reguladora.
 
É bom saber que os nossos users ignoram e aplaudem a pseudo-profilaxia de doenças infecto-contagiosas nos hospitais portugueses. Eu, se alguma vez ignorasse uma das medidas de profilaxia numa ambulância, caía-me o carmo e a trindade em cima, mas como foi num hospital já se tolera.

Enfim, a partir de agora, para o meu bem, e para o bem de todos antes que eu me exalte e crie um mau ambiente, não participarei ativamente mais neste tópico. Apenas o farei como "espectador".
 
Era à entrada do Hospital, encostado à parede, sem incomodar ninguém. Mas vocês se estivessem no mesmo caso, até dariam razão à administrativa, com certeza. Ate se iam esfregar na criança com suspeitas de meningite, para também a contraírem, quando a própria Enfermeira me deu razão, e achou que a situação não foi a mais correta.

Enfim, como isto é OT, fico-me por aqui. Apenas quero terminar, a dizer à MerryBerry que sei perfeitamente para que serve a ASAE. Só ponderei se fosse ela a regular os livros de reclamação de um hospital, porque alguns livros de reclamação dizem lá que são regulados e inspecionados pela ASAE. Daí a ter levantado a questão.

Não, não sabes. Ora vê:

Não tem a ver com gestão de hospitais, mas em última instância é onde se deve recorrer. Querias que eu fizesse o quê?

Diz antes que, se leste o link que eu pus, agora já sabes. Totalmente diferente.
 
Em relação à questão: Pode uma/um médico pedir a exclusão de um paciente da sua lista de pacientes? Pode, com a justificação devida.

Se não concordam com essa decisão, terão de falar com quem coordena e chefia os médicos do respectivo centro de saúde para perceberem qual foi a justificação.
 
Segundo pude perceber, pois esta é a minha área profissional, a ERS é responsável por todo o tipo de unidades de saúde (naquilo que ao cumprimento de regras e normas diz respeito), desde hospitais a centros de saúde, passando por todas as unidades de saúde privadas. A ARS tem a tutela, isto é, é responsável administrativa das unidades, uma espécie de gerente e, como gerente, não pode ser reguladora.

Soube agora de uma pessoa amiga que trabalha na área que a queixa deve ser feita no próprio centro de saúde e esse deve reencaminá-la para ARS que tem um gabinete especial para tratar de reclamações.Existe um prazo maximo de 30 dias para a resposta ser dada.

Se o utente quiser pode tb fazer queixa à Ordem dos médicos mas neste caso não serve de muito pois não houve efectivament eum acto médico.

Não percebo onde entra a ERS aqui... Mas já que é tua área, informa-te melhor e vem cá explicar depois, é importante que fique esclarecido.
 
Esta situação aconteceu com um familiar, não comigo. Mas gostaria de saber a vossa opinião.

Tudo isto passou-se numa zona do interior, onde maioritariamente vivem pessoas de idade avançada. A médica de familia, de um pequeno posto de atendimento, após ter chegada atrasada ao mesmo, terá dito às pessoas que aguardavam consulta, que teriam que esperar que iria tomar o pequeno almoço. O mesmo demorou mais 45 min.

No regresso, o meu familiar terá pedido o livro de reclamações, para reportar a situação. Após terem tentado evitar a cedência do livro (indicando que não sabiam onde estava), a reclamação foi feita.

Hoje, a mesma pessoa recebeu uma carta do centro de saúde a pedir para deslocar-se ao mesmo, de forma a escolher um novo médico de familia, na medida em que a Médica anterior, terá (com uma semântica mais bonita) excluido dos seus pacientes o meu familiar.

Ora, isto parece-me represália evidente, e acho que não poderá ficar impune, até porque as consequências são graves, tendo em conta que existem poucos médicos na área, logo poderá ter ficado sem médico de familia.

O que poderá ser feito? Opiniões precisam-se...

tks

Nova reclamação dos factos novos...obviamente.
 
Soube agora de uma pessoa amiga que trabalha na área que a queixa deve ser feita no próprio centro de saúde e esse deve reencaminá-la para ARS que tem um gabinete especial para tratar de reclamações.Existe um prazo maximo de 30 dias para a resposta ser dada.

Se o utente quiser pode tb fazer queixa à Ordem dos médicos mas neste caso não serve de muito pois não houve efectivament eum acto médico.

Não percebo onde entra a ERS aqui... Mas já que é tua área, informa-te melhor e vem cá explicar depois, é importante que fique esclarecido.

Mas é claro que a queixa deve ser feita no próprio Centro de Saúde, nunca disse o contrário, o que digo, ainda que sem certeza absoluta, é que as queixas são depois (as dos Centros de Saúde passam sempre por aqui) encaminhadas para a ARS que por sua vez as envia à ERS que é quem vai averiguar os facots e dar uma resposta ao utente. De qualquer das formas dispenso o tom irónico, que aliás parece ser apanágio deste forum (infelizmente), tudo o que tentei fazer foi esclarecer o forista que colocou o tópico e não mais do que isso. Se todos nos tentarmos ajudar uns aos outros, dispensando os comentários ou ironias gratuitas, seremos todos mais felizes, não acha!
 
Mas é claro que a queixa deve ser feita no próprio Centro de Saúde, nunca disse o contrário, o que digo, ainda que sem certeza absoluta, é que as queixas são depois (as dos Centros de Saúde passam sempre por aqui) encaminhadas para a ARS que por sua vez as envia à ERS que é quem vai averiguar os facots e dar uma resposta ao utente. De qualquer das formas dispenso o tom irónico, que aliás parece ser apanágio deste forum (infelizmente), tudo o que tentei fazer foi esclarecer o forista que colocou o tópico e não mais do que isso. Se todos nos tentarmos ajudar uns aos outros, dispensando os comentários ou ironias gratuitas, seremos todos mais felizes, não acha!

Caro luissousa6, aqui não há tom irónico nenhum.
Pedi-te apenas um esclarecimento de forma directa e sem salamaleques.

A linguagem escrita nem sempre transmite exactamente os nossos sentimentos e garanto-te que -neste caso- não te respondi com ironia.
 
Caro luissousa6, aqui não há tom irónico nenhum.
Pedi-te apenas um esclarecimento de forma directa e sem salamaleques.

A linguagem escrita nem sempre transmite exactamente os nossos sentimentos e garanto-te que -neste caso- não te respondi com ironia.


Nesse caso, peço humildemente que aceite as minhas desculpas, mas o facto de , na maior parte das vezes, as minhas palavras serem mal interpretadas neste forum deixa-me logo de pé atrás!

Mais uma vez apresento as minhas desculpas.
 
Eu estou TOTAL de acordo com o HMartinho.
Sempre que vou a qualquer hospital a acompanhar alguém, nunca mas nunca fico na sala de espera, não fui ali para apanhar uma doença ou uma virose qualquer.

E se vierem imbirrar comigo quero lá saber, não entro em salas de espera, ou vou para a rua, ou fico na entrada.

Agora esta a criticarem o HMartinho por ser "mesquinho" ou "menino" é que acho uma estupidez, cada um sabe de si e deve agir da forma que achar mais conviniente para ele proprio...
 
Eu estou TOTAL de acordo com o HMartinho.
Sempre que vou a qualquer hospital a acompanhar alguém, nunca mas nunca fico na sala de espera, não fui ali para apanhar uma doença ou uma virose qualquer.

E se vierem imbirrar comigo quero lá saber, não entro em salas de espera, ou vou para a rua, ou fico na entrada.

Agora esta a criticarem o HMartinho por ser "mesquinho" ou "menino" é que acho uma estupidez, cada um sabe de si e deve agir da forma que achar mais conviniente para ele proprio...

Mas pelos comentários de certos users, dá perfeitamente para entender aquilo que fazem para proteger/salvaguardar a saúde pública. E depois dizem-se ser uns cidadãos muito activos[:D].
 
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