Salários na GNR e PSP em risco

Amigo Lagarto, confesso que não esperava ver-te a dar crédito a uma notícia desse pasquim.
Enquanto isso não for noticiado por um meio de comunicação sério, não vale a pena comentar. [;)]

Devido à falta de argumentos para criticar a notícia vês-te obrigado a criticar o mensageiro...

Caso não tenhas reparado, as afirmações que constam na notícia não são da autoria dos funcionários do Correio da Manhã, mas sim de pessoas ligadas às forças de segurança em questão...

Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, teme no entanto que estes "ajustamentos" venham a comprometer o pagamento de salários. "Antes de começar o ano, avisei que quando chegarmos a Novembro não vai haver dinheiro para salários. Segundo nos informou o MAI, vamos ter, muito provavelmente, de ir buscar a verba destinada a equipamentos para pagar os ordenados".


E SIM, estamos (ou estão, porque eu felizmente já me pus a milhas...) perto da bancarrota.

Não tens acompanhado as notícias? Na última emissão de dívida se não fosse o BCE as coisas não tinham sido famosas.

Andam a brincar com o fogo, já se esqueceram de como é um estoiro a sério daqueles com fogo de aritficio e tudo. [br:)]
 
Acho uma maneira muito errada de ver as coisas, achar normal que uns estejam mal porque outros também estão, tem muito que se lhe diga.

Na minha maneira de ver as coisas, deveríamos desejar que aqueles que estão em pior situação possam ficar igual aos que estão melhor, nunca o contrário.


Parece que estamos a chegar a consenso.[;)]

Isto faz me lembrar a notícia do inginheiro que limpou o sebo ao ex-genro, em que acho que mais ou menos toda a gente concordou que o facto de ser inginheiro era irrelevante para o facto.

Também aqui me parece que a entidade patronal seja o Estado seja a tasca da esquina é irrelevante. O que me parece relevante (e gravíssimo) é haverem pessoas que dispuseram do seu tempo para cumprir uma obrigação e que têm compromissos e que vêem as suas expectativas frustradas, independentemente de quem quer que seja a entidade patronal.
Além disso não acho que um GNR seja uma pessoa diferente de qualquer um de nós, é um GNR porque é essa a sua profissão, mas como nós tem pais, filhos, irmãos, namoradas, mulheres, chora, ri, gosta de carros, ou de motas, ou de futebol, enfim é uma pessoa como qualquer outra.
 
Parece que estamos a chegar a consenso.[;)]

Isto faz me lembrar a notícia do inginheiro que limpou o sebo ao ex-genro, em que acho que mais ou menos toda a gente concordou que o facto de ser inginheiro era irrelevante para o facto.

Também aqui me parece que a entidade patronal seja o Estado seja a tasca da esquina é irrelevante. O que me parece relevante (e gravíssimo) é haverem pessoas que dispuseram do seu tempo para cumprir uma obrigação e que têm compromissos e que vêem as suas expectativas frustradas, independentemente de quem quer que seja a entidade patronal.
Além disso não acho que um GNR seja uma pessoa diferente de qualquer um de nós, é um GNR porque é essa a sua profissão, mas como nós tem pais, filhos, irmãos, namoradas, mulheres, chora, ri, gosta de carros, ou de motas, ou de futebol, enfim é uma pessoa como qualquer outra.

Como tal, como qualquer comum mortal não vai mal nenhum ao mundo se um GNR tiver o seu salário em atraso, certo ? :rolleyes:
 
Depende de ti.

Se achares que não vai mal ao mundo se um comum mortal tiver o seu salário em atraso...

Eu acho que vai mal ao mundo. Tu aparentemente não. Ou então percebi mal.

Se um GNR tiver o seu salário em atraso não acho que vai mal ao mundo. Acho que vai muuuuuuuuuuito mal!
 
Eu acho que vai mal ao mundo. Tu aparentemente não. Ou então percebi mal.

Se um GNR tiver o seu salário em atraso não acho que vai mal ao mundo. Acho que vai muuuuuuuuuuito mal!


Não, não percebeste mal.

Eu acho que vai muuuuuuuuuuito mal quer seja um GNR quer seja a senhora que lava os pratos do tasco do Zé. Não acho que haja portugueses de 1ª ou de 2ª conforme a sua entidade patronal.
 
Não, não percebeste mal.

Eu acho que vai muuuuuuuuuuito mal quer seja um GNR quer seja a senhora que lava os pratos do tasco do Zé. Não acho que haja portugueses de 1ª ou de 2ª conforme a sua entidade patronal.

Mas alguém aqui no tópico que classificou uns e outros de acordo com o tipo de importância?
 
Não, não percebeste mal.

Eu acho que vai muuuuuuuuuuito mal quer seja um GNR quer seja a senhora que lava os pratos do tasco do Zé. Não acho que haja portugueses de 1ª ou de 2ª conforme a sua entidade patronal.

Ninguém classificou ninguém.

A questão que tu ainda não percebeste é que se eu for o SR. que lava pratos no tasco do Zé sou apenas eu e a minha familia que passamos mal.

Mas se eu for o SR GNR além de mim e da minha familia poderem passar mal a "tua" e dos teus vizinhos e conhecidos podem passar muuuuuuuuuuuuito mal.
 
Ninguém classificou ninguém.

A questão que tu ainda não percebeste é que se eu for o SR. que lava pratos no tasco do Zé sou apenas eu e a minha familia que passamos mal.

Mas se eu for o SR GNR além de mim e da minha familia poderem passar mal a "tua" e dos teus vizinhos e conhecidos podem passar muuuuuuuuuuuuito mal.

Podes ter razão aí, mas também podia dizer que um GNR consciente da importância do seu papel na sociedade éticamente deveria continuar a assegurar o seu trabalho normalmente. Mas pode ser um argumento válido.

No entanto esquece os GNR, se fossem por exemplo os funcionários da DGV achas que fariam diferença em relação à simpática senhora que lava os pratos?
 
Podes ter razão aí, mas também podia dizer que um GNR consciente da importância do seu papel na sociedade éticamente deveria continuar a assegurar o seu trabalho normalmente. Mas pode ser um argumento válido.

No entanto esquece os GNR, se fossem por exemplo os funcionários da DGV achas que fariam diferença em relação à simpática senhora que lava os pratos?

A questão RELEVANTE é uma força de segurança deixar de receber o seu vencimento. [;)]

Os funcionários do IMTT não são tão "relevantes" para a segurança nacional como a GNR, PSP, PJ.... com esse e mais alguns não convém "brincar" muito.
 
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