Resoluções (d)e problemas filosóficos

Tenho por vezes dado por a matutar que, talvez, a inteligência possa estar associada a um maior sofrimento? O que acham? Ou não terá isto relação alguma, o sofrimento transversal a qualquer grau?

O que tem mais base do que quero dizer, puxando um pouco, aqui um pensamento algibeira:



Arthur Schopenhauer


Sempre achei piada ao Schopenhauer, mas tirando alguma da sua vertente mais humanista, não levo muito a sério quase nada do q escreveu.

Este conceito do artista q sofre e q tem trejeitos de génio é algo muito séc. XIX, típico da época romântica q se vivia.

Quem sofre, sofre, seja ele um Einstein em potência ou um redneck abrutalhado do Mississipi. O q não acho q seja taxativo é q quem sofre de "mal de viver" tenha de ser considerado inteligente enquanto quem vive feliz e realizado seja conotado como um hipotético "Joane, o parvo".
 
Todos nós já paramos para pensar se o "para sempre" existe mesmo. Se o "para sempre" existisse, então não seria possível existir o "futuro". :)

Concordam com a frase?
Não.
Tens de ver como se fosse matemática. O para sempre é o infinito, mas apesar de não conseguires determinar o último, consegues ir determinando de onde estás até ao "último" (o tal inexistente).
O que acontece é que o para sempre humano se refere a uma contextualização de parâmetros humanos e por isso pode ser exagerada ao estar dependente da perspectiva e da compreensão. Algo cuja "vida" dure 1 Zilião de anos parece-nos-à para sempre, mas não é. Mas como não temos maneira de saber, é. Por exemplo, até termos descoberto que o Sol é uma estrela e se comportará como as outras estrelas e um dia PUFF, pensávamos que o Sol duraria para sempre. Tal como o Universo.


Eu não perco muito tempo com estas questões filosóficas.

Tenho, sim, algumas perguntas sem respostas que foram ficando ao longo da minha vida. Por isso, espero que quando "bater a bota" me possam esclarecer todas as minhas questões.

Diz aí que é para tentarmos responder-te ANTES de bateres a bota. Porque se te as explicarmos depois de ter acontecido acho que te vai servir de pouco [:D]






A que eu gostava de ver esclarecida é o que acontece depois de morrermos. Sem morrer. Duh [:p]
 
Sempre achei piada ao Schopenhauer, mas tirando alguma da sua vertente mais humanista, não levo muito a sério quase nada do q escreveu.

Este conceito do artista q sofre e q tem trejeitos de génio é algo muito séc. XIX, típico da época romântica q se vivia.

Quem sofre, sofre, seja ele um Einstein em potência ou um redneck abrutalhado do Mississipi. O q não acho q seja taxativo é q quem sofre de "mal de viver" tenha de ser considerado inteligente enquanto quem vive feliz e realizado seja conotado como um hipotético "Joane, o parvo".

Deixa-me perguntar-te, se souberes, (claro), como se processa o sofrimento de uma que morra de fome em África ou uma pessoa da Burguesia que se veja nisso. Ou mais radical, a nossa conscência deve por certo tomar como é o sofrimento e tomar por palavras o que seja, e um animal conseguirá também traduzir o mesmo que quando esteja a sofrer.

Vou pegar um pouco, nós por certo sabemos o que é a dor porque foi aprofundada, será que uma pessoa que viesse pela primeira vez ao mundo, o saberia diferenciar das demais? Conseguiria traduzir isso?
 
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