O que se passou nestes últimos tempos e que acaba de culminar em domingo passado, deixou à vista de todos o que se passa no interior do PSD... E agora, coloca-se a questão... Será que o PSD vai conseguir sobreviver?
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Será que o partido sobrevive a isto? Dois anos de péssima governação, atitude anti-democrática de sistemática confrontação à Lei, incompetência dos rostos que representam o partido, suspeitas de corrupção (BPN), saída de membros fundadores e de ilustres sociais-democratas...
O que acham? Portugal precisa de um partido de centro-direita que aceite a democracia e a lei? Que "pense nas pessoas"? Um partido com base naquilo em que Sá Carneiro acreditava? O PSD já não é assim? Porquê? O que mudou desde os anos 90 no PSD, para que chegasse a este ponto? Qual o problema?
Uma discussão que acho importante, mas também, oportuna, dado o movimento interno no PSD.
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No seu discurso, agradeceu a todos os que o apoiaram, desde “o cidadão mais anónimo” até à cara mais conhecida do movimento que lidera: António Capucho, antigo dirigente do PSD, partido ao qual já não pertence. Também Marco Almeida disse esta noite que deixou de ser social-democrata a 1 de Dezembro de 2012, por considerar que o PSD “apenas tem em conta os números e esqueceu as pessoas”.
“Tenho a certeza de que o sucesso da gestão socialista será também o sucesso de todos os sintrenses”, declarou, sublinhando que já tinha dado os parabéns a Basílio Horta pela vitória. E, depois desta noite eleitoral, “Sintra não voltará a ser a mesma”, garantiu. “Temos uma responsabilidade para os próximos quatro anos. Não vamos defraudar expectativas. Estaremos no concelho como sempre estivemos. E este movimento não se extingue hoje, ele é para continuar”, acrescentou.
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Será que o partido sobrevive a isto? Dois anos de péssima governação, atitude anti-democrática de sistemática confrontação à Lei, incompetência dos rostos que representam o partido, suspeitas de corrupção (BPN), saída de membros fundadores e de ilustres sociais-democratas...
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