citação:
Originalmente colocada por REDLINER_
citação:Originalmente colocada por zerorpm
eu não quero nenhum carrinho... E os 14 mil euros é a soma de 15 anos de prestações... Não vou investir 14 mil euros de uma vez só.
Redliner: argumenta.
Eu quero abrir uma conta poupança para a minha filha... E acho que este plano é mais vantajoso.
Acredita em mim, não te metas nisso...
PS:Não posso argumentar por razões pessoais/laborais(para bom entendedor meia palavra basta)...

Epá, os gajos tb não são omnipresentes!
De qualquer forma, o Redliner tem razão.
É preciso ter cuidado, porque no meio disso está um financiamento de 4970€ para aplicar em fundos de investimento.
Por um lado, vais ter que remunerar o crédito (através de tx de juro? Ou arranjaram uma forma airosa de o fazer? Não conheço o plano em pormenor...) e por outro vais aplicar 2970€ em fundos de investimento com risco, maior ou menor, mas com risco. De que forma podes escolher os fundos onde aplicar o €? E podes transferir a meio do campeonato?
Na minha opinião, um plano periódico de poupança (PPR, Fundos de Investimento ou Seguro de Capitalização) é sempre aconselhável, juntamente com uma entrega pontual quando há liquidez.
Mas de forma autónoma e sem obrigação.
É que numa perspectiva de longo prazo um gajo tem que ter noção de que há alturas em que, apesar de irrisórios, os 50€ podem dar jeito.
Por outro lado, a política fiscal altera-se de acordo com a vontade dos srs. Exmos. que nos governam, sem passar cavaco a ninguém.
Finalmente - e continuando num registo de opinião pessoal - para compromissos de longo prazo já basta o crédito habitação.
Eu tenho um plano mensal de PPR Acções, o qual reforço pontualmente quando estou mais "liquido".
Este fundo é exclusivamente para reforma, pelo que não lhe vou mexer antes dos 65. Dessa forma, podem vir crashes bolsistas à vontade, que não me preocupa absolutamente nada.
Já estive a ganhar, já estive a perder e estou novamente a ganhar.
E sei que vou estar a ganhar quando o for buscar.
Tal poderá não acontecer se investir em fundos de médio/baixo risco, assentes em obrigações e aplicações de taxa de juro, simplesmente porque o efeito inflação anula os ganhos.
Este parágrafo foi só para te aconselhar a , numa perspectiva de longo prazo, aplicar em fundos de acções.
Quando estiveres próximo da "maturidade" da aplicação (2 ou 3 anos antes do prazo de resgate), começa a gerir e a diversificar para sustentar a rentabilidade e evitar quebras conjunturais.
Mas se puderes fá-lo de forma autónoma, sem entrares em planos obrigatórios com contrapartidas.
Eu sei que o benefício fiscal é aliciante, mas com um pouco de esforço poderás reunir os 2000€ e programar a poupança para o próximo ano através de planos mensais e entregas pontuais nos meses mais "leves".
Actualmente os benefícios fiscais existem por pressão dos bancos.
Representam um instrumento essencial de captação de recursos. De tal forma que têm departamentos especializados em produtos de poupança fiscal.