Em vários países da Europa reinventaram a roda dos expostos para evitar o abandono de bebés em locais impróprios (e evitar o infanticídio que por vezes ocorre sem nunca ser descoberto) reinventaram a roda dos expostos. Servirá também para evitar que mães fiquem com filhos indesejados por pressão social e talvez um pouco para evitar abortos.
Aí as mães podem deixar os seus bebés em segurança e em segredo. Os bebés vão para adopção.
Em particular na Alemanha (este regresso começou pela Alemanha) existem em várias cidades, estão assinaladas nas ruas e contam com a colaboração das autoridades.
Aqui em Portugal também deveria existir?
Lembrei-me de colocar este tópico depois de ler esta noticia:
China inaugura 25 postos para pais deixarem filhos indesejados - JN
[h=1]China inaugura 25 postos para pais deixarem filhos indesejados[/h]Os bebés abandonados na China passam a ter maiores hipóteses de sobrevivência graças aos 25 novos postos de receção que o Governo vai abrir. Desde 2011, foram já instaladas mais de 20 estruturas com incubadoras, onde os chineses podem abandonar os filhos indesejados de forma anónima.
As estimativas oficiais apontam que, todos os anos, cerca de 10 mil crianças são abandonadas na China. Antes da existência dos postos, as crianças eram abandonadas nas ruas, o que significava menos hipóteses de sobrevivência. As estatísticas revelam que, dantes, apenas uma em cada três crianças abandonadas sobrevivia.
O Centro Chinês para o Bem-Estar e Adoção das Crianças informou que o primeiro posto de receção de bebés foi inaugurado em 2011 na cidade de Shijiazhuang, na província de Hebei. Desde aí, já mais de 20 estruturas abriram em todo o país. Só no posto da cidade de Guangzhou, inaugurado muito recentemente, foram entregues 79 crianças nos primeiros 15 dias de funcionamento.
Os pais que pretendam abandonar os bebés deslocam-se ao posto, colocam a criança na incubadora e tocam uma campainha, indo embora logo de seguida, mantendo assim o anonimato. Cerca de 10 minutos, um funcionário aparece e toma conta do bebé.
De acordo com as autoridades, a maioria das crianças abandonadas nas incubadoras têm problemas de saúde e os pais receiam não ter condições económicas para criá-las.
Aí as mães podem deixar os seus bebés em segurança e em segredo. Os bebés vão para adopção.
Em particular na Alemanha (este regresso começou pela Alemanha) existem em várias cidades, estão assinaladas nas ruas e contam com a colaboração das autoridades.
Aqui em Portugal também deveria existir?
Lembrei-me de colocar este tópico depois de ler esta noticia:
China inaugura 25 postos para pais deixarem filhos indesejados - JN
[h=1]China inaugura 25 postos para pais deixarem filhos indesejados[/h]Os bebés abandonados na China passam a ter maiores hipóteses de sobrevivência graças aos 25 novos postos de receção que o Governo vai abrir. Desde 2011, foram já instaladas mais de 20 estruturas com incubadoras, onde os chineses podem abandonar os filhos indesejados de forma anónima.
As estimativas oficiais apontam que, todos os anos, cerca de 10 mil crianças são abandonadas na China. Antes da existência dos postos, as crianças eram abandonadas nas ruas, o que significava menos hipóteses de sobrevivência. As estatísticas revelam que, dantes, apenas uma em cada três crianças abandonadas sobrevivia.
O Centro Chinês para o Bem-Estar e Adoção das Crianças informou que o primeiro posto de receção de bebés foi inaugurado em 2011 na cidade de Shijiazhuang, na província de Hebei. Desde aí, já mais de 20 estruturas abriram em todo o país. Só no posto da cidade de Guangzhou, inaugurado muito recentemente, foram entregues 79 crianças nos primeiros 15 dias de funcionamento.
Os pais que pretendam abandonar os bebés deslocam-se ao posto, colocam a criança na incubadora e tocam uma campainha, indo embora logo de seguida, mantendo assim o anonimato. Cerca de 10 minutos, um funcionário aparece e toma conta do bebé.
De acordo com as autoridades, a maioria das crianças abandonadas nas incubadoras têm problemas de saúde e os pais receiam não ter condições económicas para criá-las.