O que é que vocês fariam? Help

  • Iniciador de tópicos Iniciador de tópicos Speedy
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Os trabalhos de grupo são parte da avaliação e "mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo".

Já estive na tua situação inúmeras vezes - na faculdade então, era sempre assim.
Nunca denunciei ninguém, nem deixei ninguém pendurado, mas quase sempre o meu trabalho foi reconhecido.

Os profs percebem mais do que julgamos e basta uma conversa sobre o trabalho para perceberem quem o fez.

E aprendi ainda uma outra coisa: quem beneficiava com o excesso de trabalho acabava por ser eu - ficava dentro dos assuntos, estava à vontade e dominava o trabalho em geral, não me confinando à minha parte. E no longo prazo isso pode revelar-se uma vantagem.

Por outro lado, os profs não gostam de queixinhas - se os denunciares ou fizeres fita, acabas por ficar mal visto.
E de qualquer forma, tens os teus colegas preguiçosos na mão.
E eles sabem disso, só tens que lhes dar um toque. Mas com elevação e elegância.

Apesar de parecer, o mundo não é dos preguiçosos. É dos espertos.
E se fores esperto, viras a situação a teu favor.

Faço minhas as tuas palavras. Na íntegra.
 
Os trabalhos de grupo são parte da avaliação e "mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo".

Já estive na tua situação inúmeras vezes - na faculdade então, era sempre assim.
Nunca denunciei ninguém, nem deixei ninguém pendurado, mas quase sempre o meu trabalho foi reconhecido.

Os profs percebem mais do que julgamos e basta uma conversa sobre o trabalho para perceberem quem o fez.

E aprendi ainda uma outra coisa: quem beneficiava com o excesso de trabalho acabava por ser eu - ficava dentro dos assuntos, estava à vontade e dominava o trabalho em geral, não me confinando à minha parte. E no longo prazo isso pode revelar-se uma vantagem.

Por outro lado, os profs não gostam de queixinhas - se os denunciares ou fizeres fita, acabas por ficar mal visto.
E de qualquer forma, tens os teus colegas preguiçosos na mão.
E eles sabem disso, só tens que lhes dar um toque. Mas com elevação e elegância.

Apesar de parecer, o mundo não é dos preguiçosos. É dos espertos.
E se fores esperto, viras a situação a teu favor.

Faço minhas as tuas palavras. Na íntegra.


Eu teria tendência para concordar com isto, se ...

Por exemplo no final do curso houver nas futuras empresas que empregam as pessoas desta área, uma avaliação correcta de quem se candidata a um lugar, se não nem vale a pena conta a média final do curso, e nesse aspecto Speedy está a contribuir para que um "concorrente" seu tenha uma nota idêntica à sua.

Por outro lado a atitude demonstra claramente o tipo de profissional que o colega de trabalho será, uma mau profissional cujo o empenho neste momento é nulo.
 
Eu teria tendência para concordar com isto, se ...

Por exemplo no final do curso houver nas futuras empresas que empregam as pessoas desta área, uma avaliação correcta de quem se candidata a um lugar, se não nem vale a pena conta a média final do curso, e nesse aspecto Speedy está a contribuir para que um "concorrente" seu tenha uma nota idêntica à sua.

Por outro lado a atitude demonstra claramente o tipo de profissional que o colega de trabalho será, uma mau profissional cujo o empenho neste momento é nulo.

As tuas palavras fazem sentido mas a tua última frase acaba por dar o mesmo sentido ao que eu e o Vorsp escrevemos. Se for mau profissional num instante vai parar ao meio da rua - e claro está, tem bases de conhecimento insipidas fruto da sua preguiça no tempo de formação o que também constituirá um handicap - enquanto que se o Speedy continuar a demonstrar dedicação ao trabalho mais rapidamente conseguirá melhorar a sua situação profissional. Isto pensando que estamos no país das maravilhas... Bem sei que não é mas...
 
As tuas palavras fazem sentido mas a tua última frase acaba por dar o mesmo sentido ao que eu e o Vorsp escrevemos. Se for mau profissional num instante vai parar ao meio da rua - e claro está, tem bases de conhecimento insipidas fruto da sua preguiça no tempo de formação o que também constituirá um handicap - enquanto que se o Speedy continuar a demonstrar dedicação ao trabalho mais rapidamente conseguirá melhorar a sua situação profissional. Isto pensando que estamos no país das maravilhas... Bem sei que não é mas...


Certo [;)]


A questão é por exemplo, concorrerem os dois à mesma empresa, e por opção escolherem o colega do Speedy, preterindo a aplicação dele, quanto tempo pensas que vão demorar a descobrir que o outro é menos capaz que o Speedy ?

Depois não tem forma de comparar o desempenho do outro colega com o Speedy, porque, simplesmente não o contrataram.

Tens ainda outra hipotese, além de menos capaz o inapto pode ir tentando atamancar a coisa e ir conseguindo aqui e ali e ir ganhando experiência, podem faltar-lhe as bases, mas depois com a prática consegue esconder que não a possui (bases).


Ou por ultimo um cenário que será prejudicial para todos, é que empregar o inapto e calão ficar a pensar que o tipo de curso não presta, que o ensino ministrado não vale para nada e é um embuste.

Passa a palavra no meio, e pessoas como o Speedy que até percebem da poda e se empenharam, são prejudicados pela imagem e ideia que o inapto criou.
 
Certo [;)]


A questão é por exemplo, concorrerem os dois à mesma empresa, e por opção escolherem o colega do Speedy, preterindo a aplicação dele, quanto tempo pensas que vão demorar a descobrir que o outro é menos capaz que o Speedy ?

Depois não tem forma de comparar o desempenho do outro colega com o Speedy, porque, simplesmente não o contrataram.

Tens ainda outra hipotese, além de menos capaz o inapto pode ir tentando atamancar a coisa e ir conseguindo aqui e ali e ir ganhando experiência, podem faltar-lhe as bases, mas depois com a prática consegue esconder que não a possui (bases).


Ou por ultimo um cenário que será prejudicial para todos, é que empregar o inapto e calão ficar a pensar que o tipo de curso não presta, que o ensino ministrado não vale para nada e é um embuste.

Passa a palavra no meio, e pessoas como o Speedy que até percebem da poda e se empenharam, são prejudicados pela imagem e ideia que o inapto criou.

Também não são situações improváveis de acontecer... Infelizmente é claro.
 
Existe um ditado português que afirma:

O seu a seu dono

Agora fazes um trabalho INDIVIDUAL de todo este tópico, "pesas" as opiniões, retira a tua própria conclusão e...

o resto é contigo[;)]

mas nunca deixes que terceiros fiquem comos teus louros, pois cada vez mais esta vida/futuro é uma selva

Como já aqui vi escrito, do outro lado não dormem,...e para não se chatearem, simplesmente fecharem os olhos ?
 
Obrigado pelos vossos conselhos.apr:)

Cheguei agora ao fórum, mas de manhâ entreguei o relatório. Não foi preciso falar pois o professor, topou tudo. Entreguei-lhe o relatório ( sem o mostrar aos colegas antes lol )...os meus colegas depois foram lá pedir para ver, e a forma como eles olharam para aquilo foi mesmo de quem nunca tinha visto.

Depois o prof. começou lá a analisar uma parte que não estava tão bem e eu não tinha percebido, pois não foi claro. Ao que eu lhe pedi para voltar atrás para no próximo não haver o mesmo erro. Eles já tinham voltado costas.

A desculpa do outro colega hoje cara a cara, foi de que tinha ficado sem internet o dia inteiro no fim de semana...que coincidência pá![:cool:]

A questão de fundo é mesmo a de estágio, como o Excalibur e o Keyser_Soze comentaram.
Nada está fácil de conseguir, por isso cada vez me custa mais trabalhar para os outros receberem também os louros.

Mas para a próxima, como a maioria de vocês me recomendaram faço um ultimato, embora tenha sido tudo tão rápido que nem houve ultimatos para fazer.
Obrigado.[;)]
 
Na universidade só trabalhei com quem conhecia minimamente para saber que iam trabalhar. Ainda uns tentaram colar-se mas ouviam directamente: "comigo não trabalhas disso podes ter a certeza". Não andava a matar-me para outros andarem a coça-los..
 
Obrigado pelos vossos conselhos.apr:)

Cheguei agora ao fórum, mas de manhâ entreguei o relatório. Não foi preciso falar pois o professor, topou tudo. Entreguei-lhe o relatório ( sem o mostrar aos colegas antes lol )...os meus colegas depois foram lá pedir para ver, e a forma como eles olharam para aquilo foi mesmo de quem nunca tinha visto.

Depois o prof. começou lá a analisar uma parte que não estava tão bem e eu não tinha percebido, pois não foi claro. Ao que eu lhe pedi para voltar atrás para no próximo não haver o mesmo erro. Eles já tinham voltado costas.

A desculpa do outro colega hoje cara a cara, foi de que tinha ficado sem internet o dia inteiro no fim de semana...que coincidência pá![:cool:]

A questão de fundo é mesmo a de estágio, como o Excalibur e o Keyser_Soze comentaram.
Nada está fácil de conseguir, por isso cada vez me custa mais trabalhar para os outros receberem também os louros.

Mas para a próxima, como a maioria de vocês me recomendaram faço um ultimato, embora tenha sido tudo tão rápido que nem houve ultimatos para fazer.
Obrigado.[;)]

Ainda bem que foste avaliado pelo teu esforço. Contudo, e não te esqueças que um trabalho de grupo vale mais que um trabalho individual, de futuro terás que repensar muito bem quem vais ter no teu grupo e avaliar antecipadamente o resultado que poderá resultar desse trabalho.
 
Ainda bem que foste avaliado pelo teu esforço. Contudo, e não te esqueças que um trabalho de grupo vale mais que um trabalho individual, de futuro terás que repensar muito bem quem vais ter no teu grupo e avaliar antecipadamente o resultado que poderá resultar desse trabalho.

Toda a razão, mas ali nunca podémos escolher, quaisquer elementos do grupo. São sempre os profs. de tratam do assunto e que fazem os grupos seja qual for a disciplina, por isso tenho que me sujeitar.
Cumps.[;)]
 
Toda a razão, mas ali nunca podémos escolher, quaisquer elementos do grupo. São sempre os profs. de tratam do assunto e que fazem os grupos seja qual for a disciplina, por isso tenho que me sujeitar.
Cumps.[;)]

E porque não falares com os profs. e dizeres-lhes o que se passou/passa? É que assim no p+próximo trabalho poderiam colocá-los todos juntos e ai via-se o resultado...[;)]
 
Mecatrónica, quem é o prof? Eu também estou numa situação parecida, trabalhos de grupo e com grupos grandes é muito mau, as vezes ate corre bem, mas no meu caso eu faço cerca de 75% do trabalho e os outros fazem o resto, mas as vezes faço para ver se fica algo melhor que os outros baldam-se
 
As tuas palavras fazem sentido mas a tua última frase acaba por dar o mesmo sentido ao que eu e o Vorsp escrevemos. Se for mau profissional num instante vai parar ao meio da rua - e claro está, tem bases de conhecimento insipidas fruto da sua preguiça no tempo de formação o que também constituirá um handicap - enquanto que se o Speedy continuar a demonstrar dedicação ao trabalho mais rapidamente conseguirá melhorar a sua situação profissional. Isto pensando que estamos no país das maravilhas... Bem sei que não é mas...

Agora sou eu a subscrever integralmente as tuas palavras...[:D]


Certo [;)]


A questão é por exemplo, concorrerem os dois à mesma empresa, e por opção escolherem o colega do Speedy, preterindo a aplicação dele, quanto tempo pensas que vão demorar a descobrir que o outro é menos capaz que o Speedy ?

Depois não tem forma de comparar o desempenho do outro colega com o Speedy, porque, simplesmente não o contrataram.

Tens ainda outra hipotese, além de menos capaz o inapto pode ir tentando atamancar a coisa e ir conseguindo aqui e ali e ir ganhando experiência, podem faltar-lhe as bases, mas depois com a prática consegue esconder que não a possui (bases).


Ou por ultimo um cenário que será prejudicial para todos, é que empregar o inapto e calão ficar a pensar que o tipo de curso não presta, que o ensino ministrado não vale para nada e é um embuste.

Passa a palavra no meio, e pessoas como o Speedy que até percebem da poda e se empenharam, são prejudicados pela imagem e ideia que o inapto criou.

Eu continuo a acreditar na meritocracia, sob pena de entrar em forte depressão.
E embora estejamos longe do paraíso - afinal, o nosso Primeiro-Ministro acaba por ser "um deles", como todos sabemos - aquilo que vou observando é que os batoteiros acabam sempre por acumular mazelas que se vão agravando mais ou menos ao longo das suas vidas.

E nada melhor que ter a consciencia tranquila de um percurso honesto e meritório para ganhar o lastro necessário para uma boa carreira.
Claro que temos que ter sempre o descernimento de saber bater com a porta quando nos barram o caminho.

Uma coisa é ser honesto, outra coisa é ser lorpa.

Mas no longo prazo, quem optou pela honestidade acaba por sair solidamente vencedor - desde que não seja lorpa - e o batoteiro vai acumulando telhas de vidro, sob ameaça constante de se lhe desmoronar a barraca.

Quanto aos casos que enumeraste, e salvaguardando casos muito específicos pautados pela exiguidade do mercado de trabalho, os processos de selecção não são cegos e as médias e restantes formalidades pesam cada vez menos nas decisões de RH.
Os casos de CV´s falsos e falsas referências arruinaram a credibilidade da selecção baseada em critérios puramente formais.

As entrevistas são decisivas e as respectivas técnicas de avaliação estão cada vez mais apuradas.
O velho cliché do gajo bem falante que engana tudo e todos está a esmorecer - para o conseguir terá que ter uma boa cunha e contra isso não há mérito que valha.
 
Obrigado pelos vossos conselhos.apr:)

Cheguei agora ao fórum, mas de manhâ entreguei o relatório. Não foi preciso falar pois o professor, topou tudo. Entreguei-lhe o relatório ( sem o mostrar aos colegas antes lol )...os meus colegas depois foram lá pedir para ver, e a forma como eles olharam para aquilo foi mesmo de quem nunca tinha visto.

Depois o prof. começou lá a analisar uma parte que não estava tão bem e eu não tinha percebido, pois não foi claro. Ao que eu lhe pedi para voltar atrás para no próximo não haver o mesmo erro. Eles já tinham voltado costas.

A desculpa do outro colega hoje cara a cara, foi de que tinha ficado sem internet o dia inteiro no fim de semana...que coincidência pá![:cool:]

A questão de fundo é mesmo a de estágio, como o Excalibur e o Keyser_Soze comentaram.
Nada está fácil de conseguir, por isso cada vez me custa mais trabalhar para os outros receberem também os louros.

Mas para a próxima, como a maioria de vocês me recomendaram faço um ultimato, embora tenha sido tudo tão rápido que nem houve ultimatos para fazer.
Obrigado.[;)]

Fizeste bem: sem sangue atingiste o objectivo. [;)]

Quanto ao estágio, não te preocupes. As escolas profissionais são hoje uma boa fonte de RH à borla e as empresas querem é reduzir custos.
Põe-te em campo para arranjares o teu próprio estágio - um contacto, uma referência de conhecidos é suficiente para te antecipares à escola nessa tarefa. Agradece-te a escola e a empresa pelo trabalho poupado.
Só tens que mostrar disponibilidade total para trabalhares em qualquer ponto do país de graça (durante o período de estágio).
Nessas circunstâncias, arranjas facilmente.

Neste momento, o que as empresas procuram é um perfil de gajo ambicioso, cumpridor e humilde - o paradigma das multinacionais - que esteja disposto a fazer uma carreira da base até ao topo e a abdicar da sua vida em prol da empresa.
Mas com devoção q.b., isto é, com a noção de que a concorrência também é um bom sitio para trabalhar, para que a coisa fique equilibada.
Aliás, se houver concorrência metida ao barulho, as probabilidades de contratação aumentam fortemente - numa fase de estágio só se aplica se fores "prescrito" por um professor para as empresas.

Depois de lá estares dentro, começas o percurso e vais ajustando o perfil.
E - salvaguardando o mercado em que te encontres - nunca, mas nunca, te acomodes.
Sendo disciplinado, cumpridor e responsável, ter sempre a noção que tens a chave do carro no bolso e um bom corpinho para trabalhar noutro sitio.
Essa postura mental é fundamental para não perderes o descernimento e manteres a tua sanidade mental quando as coisas azedam ou ficam complicadas: muitas vezes o chefe vai ter razão, muitas vezes tu vais ter razão e é imperioso ter a lucidez para avaliar e reagir com inteligência.
Para isso é necessário ter aquela noção que vales por ti, embora estejas sempre condicionado por terceiros. Aqui a inteligência revela-se na capacidade de relacionamento interpessoal e de resolução de conflitos sem partir o estaminé, mas também sem te deixares espezinhar.

Estou a escrever este testamento porque sei que a entrada no mercado de trabalho é um período crítico.
Boa sorte! [;)]
 
Última edição:
Vorsprung durch Technik, mais uma vez obrigado pelos conselhos.[;)]

O estágio é feito em 2 anos assim como o curso. Neste caso é a própria escola que tem vários parceiros e coloca-nos num sítio perto da residência de cada um. No meu caso, num raio de 20/30 kms tenho muitas oficinas de todas as marcas automóvel.

Eles não querem que nós dê-mos referência....não percebo bem, mas é qualquer coisa do género, eles recebem X por terem uma pessoa a estagiar num dos parceiros deles.

Neste caso e se tudo correr bem, pois antecipadamente já sabemos que em alguns anos nem todos os estagiários foram colocados ( o mercado está saturado, é o que dizem ), o estágio é de dois anos, como já referi, sem ser remunerado. Só a própria empresa, se quiser é que nos pode dar algum incentivo, que pelo que sei, na melhor das hipóteses, será o almoço pago.

Por outro lado, se acabarmos o primeiro ano com uma média superior a 14 valores, a própria escola dá-nos 100 euros por mês, estando tudo no contrato que assinei.

Agora claro, se houve problemas, a coordenadora pode sempre mudar-nos de estabelecimento, mas não acredito que seja muito fácil.

No fim destes dois anos de estágio se não gostarem da pessoa, mandam-na embora...Mas é tudo o uma questão de sorte também no sítio onde se calha, pois vai haver pessoas dispostas a ensinarem-nos e outras não. Da minha parte não tenho dúvidas em relação ao meu empenhamento, mas se não tiver sorte também já começo a ter um plano B.[;)]
Cumps.
 
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