Acho que só em moteis se devia pagar.
Queres instituir a Taxa da Queca....
Eheheheheh
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Acho que só em moteis se devia pagar.
Hoje fui apresentar as minhas contas ao gabinete de contabilidade, chamo-lhe eu de "facturinha" porque eles trabalham mais para o Estado do que para mim, que lhes pago todos os meses...
Diz-me a menina: "Este mês vais pagar 60€ de IRS, mais 500 e tal € de Segurança Social e... pagaste os 500€ de IRC no mês passado? Mostra lá o documento!".
Portanto a taxa do Costa de 1€ faz-me pensar na seguinte imagem:
Juntem as vossas duas mãos, bem esticadinhas e façam um círculo com isso! Esse é o diâmetro do bacamarte que vos está a entrar no rabo. Não têm rabo para tanto? Problema vosso!
Agora juntem-lhe 1€! Conseguem senti-lo?
Eu também não...
Acho que antes disso vamos ter outra questão. Quando o AC for 1º ministro, vai colocar uma taxa de 1€ a todas as pessoas que entram nas nossas fronteiras? E mais uma taxa de 1€ por cada dia de permanência no nosso país?
Acho muito bem. Se outras cidades do mundo bem mais feias e mal cuidadas cobram city tax porque Lisboa não há-de cobrar? Até devia ser mais! Uma % da dormida como há noutras cidades
Não é ter só porque outras têm. É ter porque é um bom exemplo vindo do estrangeiro ou devemos ficar orgulhosamente sós? :sh)Mas porque é que se as outras cidades estrangeiras têm taxas, nõs tambem temos de ter ? irra [8b]
Não é ter só porque outras têm. É ter porque é um bom exemplo vindo do estrangeiro ou devemos ficar orgulhosamente sós? :sh)
Também. Mas como o maior dos patrões é o estado não sei se isso seria muito saudável...[Um bom exemplo vindo do estrangeiro era termos um salário mínimo de 800€ em vez da miséria que muitos patrões pagam neste País []
Porque lá fora é que é bom... lá fora é que é, lá fora é que há dinheiro, lá fora tudo.Mas porque é que se as outras cidades estrangeiras têm taxas, nõs tambem temos de ter ? irra [8b]
Porque lá fora é que é bom... lá fora é que é, lá fora é que há dinheiro, lá fora tudo.
A política precisa mais de Pires de Lima que Pires de Lima da política. Não sou capaz de jurar que António Pires de Lima tenha mais vocação para político do que para gestor. Mas parece-me que tem vindo a acumular créditos nessas duas atividades. Constato que já ostenta uma carreira muito elogiada na condução de várias empresas e na Unicer, que deixou para ser ministro, é recordado por todos, acionistas, colegas e trabalhadores, como alguém que geriu dossiers muito complicados com grande competência. Na política, tenho visto os seus adversários dizer que entrou quando os ventos começaram a soprar a favor, mas não me lembro de lhes ouvir outros comentários quando, por obra e graça do Espírito Santo e quejandos, o "mar" passou a estar "flat" para as suas bandas. Sem ondas nem brisas favoráveis.
Não pretendo lançar nenhuma vaga de fundo a favor da sua permanência no Governo ou na política, mas prevejo que Pires de Lima vai deixar saudades na política como deixou nas empresas.
De uma recente entrevista deste ministro da Economia, recordo uma passagem em que prevê um regresso ao mundo das empresas no final deste mandato. Independentemente do que vierem a dizer as próximas eleições legislativas, temo que o episódio da semana passada, que a Internet ampliou com a sensibilidade habitual destes fenómenos virais, tenha reforçado esta intenção e ficarei com pena se mais uma vez o cinzentismo tradicional da nossa política e dos nossos políticos vier a triunfar sobre alguém capaz de lhe trazer uma lufada de ar fresco . As reações histéricas (e também as mais envergonhadas) são o mofo do Parlamento em cima da ventoinha da net. Recordo-me que quando a SIC de Emídio Rangel teve a ousadia de pôr no ar, em direto, um programa com as características de "A noite da má língua" , a classe política era uma "vaca sagrada" da jovem democracia portuguesa e ainda me lembro bem dos comentários que então se faziam e publicavam por causa das coisas que se diziam nessas noites de mudança do paradigma .
Curiosamente, até parece que atravessamos agora tempos quase inversos, em que são os políticos que estão proibidos de se rir, estão impedidos de ter graça, porque isso é considerado um crime, mesmo que sob a forma tentada. Devo confessar que achei graça à performance de Pires de Lima no debate com os deputados, mas mesmo que não achasse engraçado, o que não consigo descortinar é o mal que a intervenção possa ter ou causar, a quem quer que seja. Que uma mente como a de Rui Unas produza o que se pode ver no YouTube, ou o que o meu velho companheiro das noites da má língua Vítor Moura Pinto tenha feito ou venha a fazer, no estilo que o celebrizou (e muitos inimigos arranjou...) é normalíssimo e provavelmente só acrescentará graça ao que já achei engraçado. Agora assistir a comentários enfatuados de gente que já nasceu sem graça e parece ter como missão passar a vida a arreliar o próximo é que já não há pachorra nenhuma.
Quem é o Manuel Serrão?By Manuel Serrão em JN
Ainda há mais uma diferença...Este Manuel Serrão é dos maiores idiotas que temos por cá []
O Pires de Lima até poderá ser competente como ministro, mas que fez uma figura triste e altamente reprovável neste episódio e inquestionável. Como aliás já tinha acontecido com o Manuel Pinho e os corninhos.
A diferença é que o outro foi de impulso, este foi uma coisa mais lenta e continuada, mas ambos muito maus.
Da primeira vez que fui confrontado no hotel com o "city tax" (nessa linda [] e turística [
] cidade que é Eindhoven) perguntei ao empregado de balcão se não gostavam de ter por lá turistas e gente de negócios. O homem lá encolheu os ombros e revirou os olhos como quem diz "Não depende de mim...". [
]
Isso, enxotem os turistas que deixam cá dezenas e centenas de euros por cabeça em IVA e fazem movimentar comércio e serviços... [8b]