O fim dos SSMJ

Mas chegam ao dia 21 e o salário está lá garantido e não se preocupam em que possam ser despedidos ou que a empresa possa ir á falência ou não ter dinheiro para lhes pagar.

Dá-me 3 exemplos de "trabalhadores da função pública".

(Apenas pretendo compreender a tua ideia da matéria, não é suposto ser inflamatório /conflituoso[;)])
 
Mas chegam ao dia 21 e o salário está lá garantido e não se preocupam em que possam ser despedidos ou que a empresa possa ir á falência ou não ter dinheiro para lhes pagar.
Mas, caro amigo, estamos a falar de serviços de saúde ou de "garantias" profissionais que, outrora, granjeavam algumas das mais indecentes invejas por terra lusas?... :sh)
 
Eu pensava que era já, nesta fase do "campeonato", um dado adquirido, mas, sem ser exaustivo, pois ninguém conseguiria, apenas num post, sê-lo, poderia elencar a dedução, ab initio, de todos os impostos (a que muitos, no privado, fogem), de trabalhar apenas numa função (como regra, a exclusividade...), de ter regulado o aumento / congelamento / diminuição /decisão / escolha (ao contrário do privado...), por decreto (OE) do respectivo vencimento e dos respectivos serviços de saúde, independentemente do número de anos que se descontou, etc, etc, etc...

Os funcionários públicos têm as mesmas obrigações que o comum dos mortais, sinceramente essa história de que são os únicos que cumprem com as vossas obrigações, que não fogem ao fisco, etc, é uma treta pegada porque não faltam casos de corrupção na função pública.
Os vossos salários são aumentados/diminuídos por decreto e o SMN também é aumentado/congelado por decreto e imagina lá tu que aplica-se ao sector privado. :sh)

Enfim, ao contrário do que dão a entender, vocês não são as únicas "vítimas" das opções do governo.
 
Mas chegam ao dia 21 e o salário está lá garantido e não se preocupam em que possam ser despedidos ou que a empresa possa ir á falência ou não ter dinheiro para lhes pagar.

Alem de que não conheço esses trabalhadores que trabalham em empresas privadas e que consigam fugir aos impostos sobre o ordenado. Os patrões não são os trabalhadores.
 
Agora percebo como Portugal bateu no fundo.

Foi com ideias e cidadãos socialistas como o Pè Leve, que defendem sistemas e sub-sistemas para todos.
Sim, fui eu quem nos colocou neste estado. Confesso. Condenem-me à pena capital! [8b] Dasss... Que xenofobia... [8b]

Epá, desculpa lá, mas, tem juízo! Desafoga esse ódio bacoco pelo pessoal que serve o Estado, o país, noutro estuário, e vê se percebes!...

Se toda a gente trabalhasse como os trabalhadores do Estado, como eu sei que se trabalha, para betinhos, para gente que não merece, meninos da mamã, parasitas, chulos de toda a natureza disfarçados de cidadãos de plenos direitos, gente que não merece mais do que ... desprezo, criminosos, e, outros quejandos, para além, naturalmente, das necessidades reais, das pessoas decentes e com efectivos direitos nesta nossa Pátria, esta porra era um país decente!

Cada vez mais me convenço que há demasiada gente que não merece a maior parte dos sacrifícios dos servidores do país...
 
Eu já acho há uns tempos que tem tudo de andar com rédea curta.
Depois do 25, tentou-se fazer um país evoluído e civilizado, com direitos e garantias para todos.
Resultado: não deu. Somos, por natureza ( por educação, socialização, osmose.....), um bocadito para o vigarista.

Não há subs e subs e sobres mais sobres.
É tudo igual para todos, sob o chapéu do Estado. Socialismo é assim nao?!
Não gosto de retórica socialista e hábitos burgueses.

Além do mais, por uma questão de mentalidade, que é preciso mudar em PT, e de princípio, era altura de uma vez por todas as pessoas começaram a perder o hábito de que há sempre um sub ou sobre qq. Que somos todos iguais, mas arranja-se aí qq coisa para a classe x ou y.
 
Sim, agradeço. Porque parece que a situação não ficou muito clara... [;)]

Já me informei e o que me disseram é que agora quem tinha MJ recebeu o cartão da ADSE e passa a ser tudo igual.

Como temos acordos não sei como é nos sítios onde eles não existam mas o user miguelmaia parece que já explicou isso.

Percebo o aborrecimento porque de facto tinham tabelas diferentes e também existiam sitios que tinham acordos com o MJ e com a ADSE não.

Não defendo nenhum dos lados mas parece-me mais justo assim.
 
Por um lado concordo que se elimine sistemas que podem ser considerados redundantes... no fundo, por cada subsistema, são mais empregados, mais estrutura, mais despesa para o estado.

Mas, não tendo eu nada que ver que o tema, acho extremamente injusto que a mudança para outro subsistema de saúde cause perdas de direitos aqueles que, quando fizeram uma opção de vida por esta ou aquele via, tomaram a sua decisão com base nas contrapartidas de cada cenário.

Se calhar, com tantas mudanças que temos vindo a sofrer, muitos dos que decidiram seguir a sua carreira no publico com ordenados mais baixos do que poderiam ter no privado mas com outras contrapartidas, teriam optado por outro caminho.
 
Por um lado concordo que se elimine sistemas que podem ser considerados redundantes... no fundo, por cada subsistema, são mais empregados, mais estrutura, mais despesa para o estado.

Mas, não tendo eu nada que ver que o tema, acho extremamente injusto que a mudança para outro subsistema de saúde cause perdas de direitos aqueles que, quando fizeram uma opção de vida por esta ou aquele via, tomaram a sua decisão com base nas contrapartidas de cada cenário.

Se calhar, com tantas mudanças que temos vindo a sofrer, muitos dos que decidiram seguir a sua carreira no publico com ordenados mais baixos do que poderiam ter no privado mas com outras contrapartidas, teriam optado por outro caminho.

Percebo o que dizes, mas essa questão mete-se a todas as pessoas. Todos tomaram decisões e ninguém sabia o futuro. Se calhar quem foi ganhar mais para o privado e a empresa deu falência pensa que devia ter ido ganhar menos para o público.
 
Percebo o que dizes, mas essa questão mete-se a todas as pessoas. Todos tomaram decisões e ninguém sabia o futuro. Se calhar quem foi ganhar mais para o privado e a empresa deu falência pensa que devia ter ido ganhar menos para o público.

Certo, mas num percurso de carreira sem aspirar o pior, existe um contracto que a empresa tem de cumprir.

Eu sou funcionário e no meu contrato, para alem do salário, tenho contratualizadas algumas regalias, como é por exemplo o caso do seguro de saúde.

Se de repente me tiram o seguro, em tenho um documento legal onde me agarrar para fazer valer as condições negociadas aquando da assinatura do contrato.
 
Certo, mas num percurso de carreira sem aspirar o pior, existe um contracto que a empresa tem de cumprir.

Eu sou funcionário e no meu contrato, para alem do salário, tenho contratualizadas algumas regalias, como é por exemplo o caso do seguro de saúde.

Se de repente me tiram o seguro, em tenho um documento legal onde me agarrar para fazer valer as condições negociadas aquando da assinatura do contrato.

Sim, mas quantos contratos dizem "seguro de saúde vitalício"?

Normalmente apenas diz que se tem direito às regalias sociais em vigor.... Que podem ser alteradas.
 
Sim, mas quantos contratos dizem "seguro de saúde vitalício"?

Normalmente apenas diz que se tem direito às regalias sociais em vigor.... Que podem ser alteradas.

Bom, não posso dizer que sou experiente em ver contratos de muita gente, mas o meu diz especificamente as minhas regalias a que tenho direito. Algumas nem são regalias gerais, fizeram parte da negociação.
 
Já me informei e o que me disseram é que agora quem tinha MJ recebeu o cartão da ADSE e passa a ser tudo igual.

Como temos acordos não sei como é nos sítios onde eles não existam mas o user miguelmaia parece que já explicou isso.

Percebo o aborrecimento porque de facto tinham tabelas diferentes e também existiam sitios que tinham acordos com o MJ e com a ADSE não.

Não defendo nenhum dos lados mas parece-me mais justo assim.
Talvez sim, talvez não.

No caso de doentes acompanhados por médicos de especialidades típicas das respectivas doenças, o facto de mudarem de serviço de saúde pode causar, de algum modo, alguma quebra na continuidade. Casos haverá que os doentes terão de ir a outros médicos em outros hospitais e em outras terras. Em determinados tratamentos poderá deixar de haver o mesmo tipo de comparticipação (e sempre houve nuances entre a ADSE e os SSMJ), ou mesmo deixar de a haver, presumo, apenas e "só" por este "pequeno pormenor"! [;)]

Mas, pronto, vamos ver como vai ser...
 
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