MGomes
Membro histórico
A Mitsubishi está já a comercializar a nova geração do seu Outlander.
Texto retirado de
www.autohoje.com
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Mitsubishi Outlander 2.0 DI-D 4WD Instyle
O novo Mitsubishi Outlander já está em Portugal. Apetrechado com o motor Diesel 2.0 com 140 cv de origem Volkswagen, é potente, possui um bom comportamento e tem muito estilo.
O novo Outlander utiliza a plataforma global da Mitsubishi e inicia parte da reestruturação geral da marca nipónica. Com um visual atractivo e futurista, não deverá ter dificuldade em iniciar tal recuperação. Mais comprido dez centímetros, mais largo apenas dois centímetros e com a distância entre eixos a crescer 4,5 centímetros, a habitabilidade disponível (para cinco passageiros) é de louvar num habitáculo que não contempla materiais suaves ao tacto, mas mostra uma elevada solidez. A posição de condução é muito boa, embora o volante regule apenas em altura, mas os bancos eléctricos desta unidade permitem encontrar um boa relação com o volante e com os restantes comandos. Existem diversos espaços de arrumação e o porta-luvas, dividido em duas metades, possui a zona superior refrigerada. Lá atrás, os bancos correm sobre calhas, de forma a ser possível aumentar o volume do porta-bagagens. Mas não é só. Esta nova geração do Outlander contempla um banco na bagageira, que poderia acolher mais dois passageiros, se houvesse espaço para tal. Assim, com um conforto mínimo e um espaço reduzido, deverá ser usado apenas como simples recurso... e por crianças. A bagageira também aumentou de volume, passando dos 420 litros para os 774 litros.
Colocamos o dois litros Diesel de origem Volkswagen a funcionar e os primeiros quilómetros mostram uma condução fácil. A resposta desde os baixos regimes é boa, a caixa de seis relações é suave, mas podia ser mais precisa na passagem de segunda para terceira velocidade. Nesta versão Instyle, os bancos são em pele, suportam bem o corpo e o conforto de rolamento é bom (o curso da suspensão aumentou 15 mm à frente e 20 mm atrás), mesmo que a suspensão seja de natureza firme (mais do que num Land Rover Freelander). Mas com isto, o novo Outlander ganha no desempenho dinâmico, no qual estas jantes de 18 polegadas (de série) dão uma importante ajuda. Não é um BMW X3 a curvar, mas os movimentos da carroçaria são bem controlados e a direcção é informativa para que se retire bom proveito deste chassis. O motor também ajuda, com boas prestações para este tipo de veículo. Só que o ruído que emite faz-se sentir um pouco no habitáculo.
Felizmente, neste patamar de equipamento já temos direito ao fantástico sistema de som Rockford Fosgate (9 altifalantes e 650 Watt de potência).
Resta referir que esta unidade é a mais equipada e que com este elevado nível de equipamento o preço cifra-se nos 43 900 €, um valor na média da concorrência. Mas é possível adquirir um Mitsubishi Outlander a partir dos 37 700 €.
Sistema de tracção melhorado
Fora de estrada, o novo Outlander mostra um sistema de tracção eficaz, com três modos de operação.
O controlo de estabilidade (ASC) melhorado, consegue detectar de forma mais eficaz os comportamentos de subviragem e sobreviragem do novo Outlander. Quando detecta uma das reacções, trava uma das rodas e envia potência para outra, de forma a tentar inverter uma das tendências. No anterior Outlander, quando se ligava a tracção integral, o controlo de estabilidade desligava-se, mas agora podemos continuar com o dispositivo activo. Mas também é possível desligar sempre o ASC. O sistema de tracção também foi melhorado e funciona bastante bem, ainda que com estes pneus 100 por cento estradista a tracção nunca seja a melhor. Com três modos de funcionamento, no «2WD» temos tracção apenas nas rodas dianteiras, mas na opção «4WD Auto» a distribuição da potência é de 70 por cento para a frente e 30 por cento para trás, em aceleração. A rolar, a distribuição fica nos 85:15. Mas em pisos como a neve, apenas 40 por cento da potência chega às rodas da frente, indo o restante para trás. Já a rolar, a distribuição volta a colocar mais potência na frente (75:25). No modo «Lock» o sistema bloqueia as variações de potência em metade para cada eixo. Outra novidade neste sistema de tracção é a colocação do repartidor de binário, que agora se encontra junto do diferencial traseiro, em vez que estar ao centro como anteriormente. Este é também mais compacto e mais leve 7,6 kgs. O resultado é uma boa capacidade de tracção, embora com pneus mais apropriados o Outlander deva ser capaz de impressionar mais, embora os ângulos de ataque/ventral/saída não sejam tão bons quanto os de alguma concorrência.
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Texto retirado de
www.autohoje.com
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Mitsubishi Outlander 2.0 DI-D 4WD Instyle
O novo Mitsubishi Outlander já está em Portugal. Apetrechado com o motor Diesel 2.0 com 140 cv de origem Volkswagen, é potente, possui um bom comportamento e tem muito estilo.
O novo Outlander utiliza a plataforma global da Mitsubishi e inicia parte da reestruturação geral da marca nipónica. Com um visual atractivo e futurista, não deverá ter dificuldade em iniciar tal recuperação. Mais comprido dez centímetros, mais largo apenas dois centímetros e com a distância entre eixos a crescer 4,5 centímetros, a habitabilidade disponível (para cinco passageiros) é de louvar num habitáculo que não contempla materiais suaves ao tacto, mas mostra uma elevada solidez. A posição de condução é muito boa, embora o volante regule apenas em altura, mas os bancos eléctricos desta unidade permitem encontrar um boa relação com o volante e com os restantes comandos. Existem diversos espaços de arrumação e o porta-luvas, dividido em duas metades, possui a zona superior refrigerada. Lá atrás, os bancos correm sobre calhas, de forma a ser possível aumentar o volume do porta-bagagens. Mas não é só. Esta nova geração do Outlander contempla um banco na bagageira, que poderia acolher mais dois passageiros, se houvesse espaço para tal. Assim, com um conforto mínimo e um espaço reduzido, deverá ser usado apenas como simples recurso... e por crianças. A bagageira também aumentou de volume, passando dos 420 litros para os 774 litros.
Colocamos o dois litros Diesel de origem Volkswagen a funcionar e os primeiros quilómetros mostram uma condução fácil. A resposta desde os baixos regimes é boa, a caixa de seis relações é suave, mas podia ser mais precisa na passagem de segunda para terceira velocidade. Nesta versão Instyle, os bancos são em pele, suportam bem o corpo e o conforto de rolamento é bom (o curso da suspensão aumentou 15 mm à frente e 20 mm atrás), mesmo que a suspensão seja de natureza firme (mais do que num Land Rover Freelander). Mas com isto, o novo Outlander ganha no desempenho dinâmico, no qual estas jantes de 18 polegadas (de série) dão uma importante ajuda. Não é um BMW X3 a curvar, mas os movimentos da carroçaria são bem controlados e a direcção é informativa para que se retire bom proveito deste chassis. O motor também ajuda, com boas prestações para este tipo de veículo. Só que o ruído que emite faz-se sentir um pouco no habitáculo.
Felizmente, neste patamar de equipamento já temos direito ao fantástico sistema de som Rockford Fosgate (9 altifalantes e 650 Watt de potência).
Resta referir que esta unidade é a mais equipada e que com este elevado nível de equipamento o preço cifra-se nos 43 900 €, um valor na média da concorrência. Mas é possível adquirir um Mitsubishi Outlander a partir dos 37 700 €.
Sistema de tracção melhorado
Fora de estrada, o novo Outlander mostra um sistema de tracção eficaz, com três modos de operação.
O controlo de estabilidade (ASC) melhorado, consegue detectar de forma mais eficaz os comportamentos de subviragem e sobreviragem do novo Outlander. Quando detecta uma das reacções, trava uma das rodas e envia potência para outra, de forma a tentar inverter uma das tendências. No anterior Outlander, quando se ligava a tracção integral, o controlo de estabilidade desligava-se, mas agora podemos continuar com o dispositivo activo. Mas também é possível desligar sempre o ASC. O sistema de tracção também foi melhorado e funciona bastante bem, ainda que com estes pneus 100 por cento estradista a tracção nunca seja a melhor. Com três modos de funcionamento, no «2WD» temos tracção apenas nas rodas dianteiras, mas na opção «4WD Auto» a distribuição da potência é de 70 por cento para a frente e 30 por cento para trás, em aceleração. A rolar, a distribuição fica nos 85:15. Mas em pisos como a neve, apenas 40 por cento da potência chega às rodas da frente, indo o restante para trás. Já a rolar, a distribuição volta a colocar mais potência na frente (75:25). No modo «Lock» o sistema bloqueia as variações de potência em metade para cada eixo. Outra novidade neste sistema de tracção é a colocação do repartidor de binário, que agora se encontra junto do diferencial traseiro, em vez que estar ao centro como anteriormente. Este é também mais compacto e mais leve 7,6 kgs. O resultado é uma boa capacidade de tracção, embora com pneus mais apropriados o Outlander deva ser capaz de impressionar mais, embora os ângulos de ataque/ventral/saída não sejam tão bons quanto os de alguma concorrência.
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