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A Polícia Judiciária portuguesa "está investigar o presumível envolvimento de elementos do PS com a chamada 'máfia dos Bingos' do Brasil", a pedido da Polícia Federal brasileira, noticia hoje o Público.Segundo declarações do coordenador do gabinete de comunicação da Policia Federal (PF) do Brasil, Bruno Santos, foi solicitada "uma cooperação judicial e policial directa a Portugal com vista a averiguar o eventual envolvimento de portugueses e alguns elementos ligados ao Partido Socialista com o caso", sublinha o matutino
O caso é atribuído à denominada "máfia dos bingos", grupo acusado de comprar sentenças judiciais e decisões políticas para expansão do negócio do jogo clandestino", tendo o referido grupo sido desmantelado pela Operação Furacão, conforme explica o jornal.
A própria Polícia Federal já esteve em Portugal para recolher elementos sobre a ligação entre emprsários e políticos portugueses com o grupo detido em Abril passado, adianta.
O porta-voz do Partido Socialista, Vitalino Canas, contactado pelo jornal Público referiu desconhecer a investigação da Polícia Federal brasileira, especificando que, "se existe, vigora sobre ela o segredo de Justiça e, a confirmar-se, o PS aguarda serenamente o resultado desse processo".
Entretanto, a "Polícia Judiciária remeteu para mais tarde esclarecimentos sobre o caso", acrescenta o o matutino.
Dos 25 implicados, dois são empresários portugueses, sendo um deles, Licínio Soares Bastos - que chegou a ser nomeado cônsul honorário pelo governo português -, e principal financiador da campanha do PS no Brasil e proprietário da sede do PS no Rio Janeiro, explica o jornal.
Tanto "Soares Bastos como Laurentino Santos, também de origem portuguesa, encontram-se fugidos às autoridades", já depois terem beneficiado de um habeas corpus, posteriormente anulado, segundo o Público.
A Policia Federal suspeita que os dois empresários sejam "intermediários no negócio de expansão de casas de jogo e os operadores de lavagem de dinheiro" e, além de se referir a políticos portugueses em escutas telefónicas, a PF "investiga também outras ligações a Portugal e a Macau, supondo que no país operavam elementos incumbidos de manter contactos com partidos políticos", prossegue o Público.
Na sequência do mesmo caso, foi também pedido às autoridades portuguesas para bloquearem contas bancárias pertencentes a off-shores registadas na Ilha da Madeira, "solicitação já cumprida", acrescenta.
AV.
Lusa/fim
O caso é atribuído à denominada "máfia dos bingos", grupo acusado de comprar sentenças judiciais e decisões políticas para expansão do negócio do jogo clandestino", tendo o referido grupo sido desmantelado pela Operação Furacão, conforme explica o jornal.
A própria Polícia Federal já esteve em Portugal para recolher elementos sobre a ligação entre emprsários e políticos portugueses com o grupo detido em Abril passado, adianta.
O porta-voz do Partido Socialista, Vitalino Canas, contactado pelo jornal Público referiu desconhecer a investigação da Polícia Federal brasileira, especificando que, "se existe, vigora sobre ela o segredo de Justiça e, a confirmar-se, o PS aguarda serenamente o resultado desse processo".
Entretanto, a "Polícia Judiciária remeteu para mais tarde esclarecimentos sobre o caso", acrescenta o o matutino.
Dos 25 implicados, dois são empresários portugueses, sendo um deles, Licínio Soares Bastos - que chegou a ser nomeado cônsul honorário pelo governo português -, e principal financiador da campanha do PS no Brasil e proprietário da sede do PS no Rio Janeiro, explica o jornal.
Tanto "Soares Bastos como Laurentino Santos, também de origem portuguesa, encontram-se fugidos às autoridades", já depois terem beneficiado de um habeas corpus, posteriormente anulado, segundo o Público.
A Policia Federal suspeita que os dois empresários sejam "intermediários no negócio de expansão de casas de jogo e os operadores de lavagem de dinheiro" e, além de se referir a políticos portugueses em escutas telefónicas, a PF "investiga também outras ligações a Portugal e a Macau, supondo que no país operavam elementos incumbidos de manter contactos com partidos políticos", prossegue o Público.
Na sequência do mesmo caso, foi também pedido às autoridades portuguesas para bloquearem contas bancárias pertencentes a off-shores registadas na Ilha da Madeira, "solicitação já cumprida", acrescenta.
AV.
Lusa/fim
